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Journal articles on the topic 'Doenças de pós-colheita'

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Soardi, Karina, Jessica Mayumi Anami, Raquel Carlos Fernandes, Angélica Schmitz Heinzen, Francielle Regina Nunes, and Cristiano André Steffens. "CONTROLE DE DOENÇAS PÓS-COLHEITA COM ÓLEOS ESSENCIAIS." Revista Científica Rural 20, no. 2 (2018): 61–73. http://dx.doi.org/10.30945/rcr-v20i2.208.

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Abstract:
A proposição do trabalho é apresentar uma revisão sobre o uso de óleos essenciais no controle de doenças na pós-colheita de frutos, tendo em vista que o mesmo vem sendo pesquisado afim de ser utilizado no controle de doenças. As doenças que mais causam perdas na pós-colheita são as podridões causadas por fungos, e podem se manifestar em diferentes períodos, desde o momento da colheita, até após o período de armazenamento, durante a comercialização dos frutos. Os óleos essenciais de plantas são constituídos por metabólitos secundários. São substâncias líquidas, oleosas, voláteis, naturais e com
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Fischer, Ivan H., Leonardo Toffano, Silvia A. Lourenço, and Lílian Amorim. "Caracterização dos danos pós-colheita em citros procedentes de "packinghouse"." Fitopatologia Brasileira 32, no. 4 (2007): 304–10. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-41582007000400004.

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Abstract:
As doenças pós-colheita representam um sério obstáculo à citricultura, uma vez que comprometem a qualidade e quantidade dos frutos colhidos. Este trabalho objetivou caracterizar as injúrias pós-colheita de frutos de laranja 'Pêra', 'Lima' e 'Natal' e de tangor 'Murcott', destinados ao mercado interno, após diferentes etapas do beneficiamento em "packinghouse". Foram coletados cem frutos na chegada ao "packinghouse", na banca de embalagem e no palete, após embalamento em caixas de madeira. Os frutos foram individualizados e submetidos à câmara úmida por 24 horas, permanecendo por mais 20 dias a
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Fischer, Ivan Herman, Maria Cecília de Arruda Palharini, Marcel Bellato Spósito, and Lilian Amorim. "Doenças pós-colheita em laranja 'Pêra' produzida em sistema orgânico econvencional e resistência de Penicillium digitatum a fungicidas." Summa Phytopathologica 39, no. 1 (2013): 28–34. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-54052013000100005.

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Abstract:
As doenças pós-colheita podem ser responsáveis por perdas tiabendazol (10 mg.L-1) e imazalil (1 mg.L-1). Frutos tratados com significativas ao citricultor. Este trabalho objetivou: a) caracterizar imazalil apresentaram a menor incidência (5,4%) de doenças pós-as doenças pós-colheita em laranjas 'Pêra' provenientes de cultivo colheita, enquanto que frutos provenientes de pomares orgânicos orgânico e convencional, com ou sem tratamento pós-colheita com apresentaram a maior incidência (25,2%). As principais doenças pósimazalil, comercializadas na CEAGESP; e b) detectar a presença de colheita fora
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Galli, Juliana Altafin, Ivan Herman Fischer, and Maria Cecília de Arruda Palharini. "Doenças pré e pós-colheita em variedades de manga cultivadas em sistema orgânico." Revista Brasileira de Fruticultura 34, no. 3 (2012): 734–43. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452012000300012.

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Abstract:
A escolha da variedade de manga a ser plantada em sistema orgânico de produção deve estar relacionada com as limitações fitossanitárias. Assim, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o comportamento de variedades de manga cultivadas em sistema orgânico frente às doenças: malformação floral, oídio e doenças pós-colheita dos frutos. Foram avaliadas 17 variedades, cultivadas em sistema orgânico, plantadas em delineamento experimental em blocos completos ao acaso, com 17 tratamentos e seis repetições. A incidência de malformação floral foi determinada através da observação e contagem das plan
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Fischer, Ivan Herman, Aparecida Marques de Almeida, Maria Cecília de Arruda, Rosemary Marques de Almeida Bertani, Maria José de Marchi Garcia, and Lilian Amorim. "Danos em pós-colheita de goiabas na Região do Centro-Oeste Paulista." Bragantia 70, no. 3 (2011): 570–76. http://dx.doi.org/10.1590/s0006-87052011005000009.

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Abstract:
As doenças pós-colheita representam sério obstáculo à cultura da goiaba, uma vez que comprometem a qualidade e a quantidade dos frutos para comercialização. Neste estudo, foram identificadas e quantificadas injúrias mecânicas decorrentes dos processos de colheita e transporte das goiabas. Além disso, avaliou-se a incidência de doenças pós-colheita e pragas em goiabas da cultivar 'Pedro Sato' comercializadas na CEASA-Bauru e em goiabas das cultivares 'Pedro Sato' e 'Paluma' de pomares do Centro-Oeste paulista. Os frutos de goiaba amostrados em quatro etapas da colheita (colheita com luva, sacol
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Galli, Juliana Altafin, Ivan Herman Fischer, Maria Cecília de Arruda Palharini, and Marcos Doniseti Michelotto. "Quantificação de doenças pós-colheita em acessos de goiabeira cultivados em sistema orgânico." Pesquisa Agropecuária Tropical 45, no. 2 (2015): 225–30. http://dx.doi.org/10.1590/1983-40632015v4533713.

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Abstract:
RESUMO Dentre as doenças que ocorrem na pós-colheita da goiaba, destacam-se a antracnose, a pinta preta e as podridões pedunculares. A incidência e a diversidade dessas doenças dependem do genótipo do hospedeiro. Este trabalho objetivou identificar e quantificar as doenças pós-colheita de acessos de goiabeira cultivados em sistema orgânico. Para a caracterização das doenças, avaliaram-se 30 frutos de 48 acessos, em delineamento inteiramente casualizado. A antracnose e a pinta preta foram as doenças pós-colheita mais frequentes na goiaba. Os acessos Vermelha Redonda (Shimoda), L5P21, L3P12, EEF
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Martins, Marise Cagnin, Lilian Amorim, Silvia Afonseca Lourenço, Anita Souza Sias Gutierrez, and Hélio Satoshi Watanabe. "Incidência de danos pós-colheita em goiabas no mercado atacadista de São Paulo e sua relação com a prática de ensacamento dos frutos." Revista Brasileira de Fruticultura 29, no. 2 (2007): 245–48. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452007000200011.

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Abstract:
A incidência de danos pós-colheita em goiabas foi quantificada no período de abril de 2005 a agosto de 2006 em quatro permissionários do Entreposto Terminal de São Paulo da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP). As amostragens foram feitas de forma estratificada, utilizando calibre, procedência, cor da polpa e ensacamento do fruto como critérios de estratificação. Injúrias mecânicas e doenças pós-colheita foram quantificadas por meio de análise visual de todos os frutos de 323 caixas de goiaba. Foram avaliados 5.081 frutos, dos quais 51,1 % foram provenientes de pom
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Fischer, Ivan Herman, Maria Cecília de Arruda, Aparecida Marques de Almeida, et al. "Doenças e características físicas e químicas pós-colheita em manga." Semina: Ciências Agrárias 30, no. 1 (2009): 107. http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359.2009v30n1p107.

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Negri, Genuino, Luiz Antônio Biasi, João Américo Wordell Filho, and Louise Larissa May-de Mio. "Manejo da queima das flores e da podridão-parda do pessegueiro cultivado em sistema orgânico." Revista Brasileira de Fruticultura 33, spe1 (2011): 415–23. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452011000500054.

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Abstract:
O presente trabalho objetivou avaliar o uso de fosfitos, iodo, calda sulfocálcica e Trichothecium roseum no manejo da Queima das flores e da Podridão-Parda do pessegueiro, doenças causadas por Monilinia fructicola, nas cultivares Granada e Chimarrita, em cultivo orgânico. Os tratamentos foram: 1) calda sulfocálcica + iodo (aplicada na floração e na pré-colheita); 2) alternância entre calda sulfocálcica + iodo, fosfito de CaB e T. roseum (aplicados na floração) e Fosfito de K e T. roseum (aplicados na pré-colheita); 3) T. roseum (aplicado na floração e na pré-colheita); 4) testemunha. Os tratam
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Vélez, Nohora Astrid, Patricia Alvarez Cabanez, and José Carlos Lopes. "USO DE PRODUTOS NA PÓS-COLHEITA DE FLORES: UMA REVISÃO DE LITERATURA." Revista Univap 22, no. 40 (2017): 520. http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1124.

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Abstract:
Na pós-colheita de flores são utilizados diversos produtos para manter sua qualidade até chegar no consumidor final. Com este trabalho objetivou-se fazer um levantamento das publicações feitas sobre a floricultura, que relacionavam a conservação de flores pós-colheita com os processos fisiológicos. Os critérios de inclusão de trabalhos utilizados foram: publicações recentes; que retratavam o assunto em questão; que abordavam as palavras chaves como floricultura; pós-colheita; qualidade; flores tropicais e etileno. Através desta pesquisa observou-se que existe a necessidade de continuar com o e
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Carminate, Bruna, Winicius Botelho De Souza, Bianca Botelho De Souza, Tatiana Fiorotti Rodrigues, and Marcelo Barreto Da Silva. "ATIVIDADE DE EXTRATOS ETANÓLICOS SOBRE O CRECIMENTO “IN VITRO” DE COLLETROTRICHUM MUSAE." Revista Univap 22, no. 40 (2017): 486. http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1077.

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Abstract:
Diversas doenças afetam a qualidade das frutas na fase pós-colheita, como a antracnose, doença ocasionada pelo fungo Colletotrichum musae no fruto de banana. A utilização de fungicidas de origem vegetal poderá constituir um método alternativo e promissor no controle de doenças. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade de extratos vegetais de Eugenia astringens Cambess no controle in vitro do fungo fitopatogênico C. musae. O extrato etanólico foi obtido a partir de folhas e sementes de E. astringens por maceração e realizado a triagem fitoquímica. Os fitocompostos encontrados fo
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Fischer, Ivan Herman, Maria Cecília de Arruda, Aparecida Marques de Almeida, Juliana Altafin Galli, Rosemary Marques de Almeida Bertani, and Elisangela Marques Jerônimo. "Doenças pós-colheita em variedades de manga cultivadas em Pindorama, São Paulo." Revista Brasileira de Fruticultura 31, no. 2 (2009): 352–59. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452009000200009.

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Abstract:
O presente trabalho teve por objetivo avaliar a ocorrência de doenças pós-colheita em 15 variedades de manga, cultivadas em Pindorama-SP, sem adição de agroquímicos. Os frutos foram colhidos e submetidos a 24h de câmara úmida, permanecendo por mais nove dias a 25±2ºC e 70-80% de UR. A incidência de podridões e a severidade da antracnose foram avaliadas em intervalos de três dias. No início do armazenamento, os frutos foram caracterizados quanto aos teores de sólidos solúveis e acidez titulável. A antracnose foi a doença mais frequente nas quinze variedades de manga, com 100% de incidência um d
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Carnelossi, P. R., K. R. F. Schwan-Estrada, M. E. S. Cruz, A. T. Itako, and R. M. Mesquini. "Óleos essenciais no controle pós-colheita de Colletotrichum gloeosporioides em mamão." Revista Brasileira de Plantas Medicinais 11, no. 4 (2009): 399–406. http://dx.doi.org/10.1590/s1516-05722009000400007.

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Abstract:
Os subprodutos de plantas medicinais têm sido estudados como uma alternativa para o controle de doenças de plantas visando amenizar e/ou reduzir o uso abusivo de agrotóxicos, principalmente em condições pós-colheita. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar, in vitro e in vivo, o controle de Colletotrichum gloeosporioides, agente causal da antracnose do mamão em pós-colheita, por óleos essenciais (OEs) de Cymbopogon citratus, Eucalyptus citriodora, Mentha arvensis e Artemisia dracunculus. Para inibição do crescimento micelial in vitro, os OEs foram incorporados ao BDA (Batata-dextrose-á
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Dantas, Suzana A. F., Sônia M. A. Oliveira, Sami J. Michereff, Luciana C. Nascimento, Luciana M. S. Gurgel, and Wagner R. L. S. Pessoa. "Doenças fúngicas pós-colheita em mamões e laranjas comercializados na Central de Abastecimento do Recife." Fitopatologia Brasileira 28, no. 5 (2003): 528–33. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-41582003000500010.

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Abstract:
Doenças fúngicas pós-colheita constituem uma das principais causas de perdas durante a fase de comercialização de frutos tropicais. Frutos de mamão (Carica papaya) e laranja (Citrus spp.) foram analisados em relação à incidência de doenças fúngicas e freqüência das espécies patogênicas durante seis meses, na Central de Abastecimento de Recife, Estado de Pernambuco. As amostragens foram realizadas mensalmente, sendo avaliados 40 frutos de cada espécie, em cinco pontos de comercialização, totalizando 200 frutos/amostragem/espécie. Ocorreu uma grande diversidade de doenças em frutos de mamão, ond
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Fonseca, Marcos José de Oliveira, Nilton Rocha Leal, and Sérgio Agostinho Cenci. "Padrão de ocorrência de doenças em mamão armazenado sob atmosfera controlada." Revista Brasileira de Fruticultura 26, no. 3 (2004): 547–49. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452004000300042.

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Abstract:
O objetivo deste trabalho foi avaliar a dinâmica de evolução de doenças pós-colheita do mamão armazenado sob atmosfera controlada, contendo 3,0% de O2 e 6,0% de CO2 ou 3,0% de O2 e 3,0% de CO2, em relação aos armazenados sob atmosfera ambiente, na simulação de condições de exportação refrigerada (10ºC) via marítima, e de comercialização no mercado europeu dos mamões 'Sunrise Solo' e 'Golden'. Constatou-se que a atmosfera controlada contendo 3% de O2 e 6% de CO2 promoveu maior perda de frutos, descartados devido à ocorrência das principais doenças pós-colheita: Antracnose, Podridão Peduncular,
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Moraes, W. S., L. Zambolim, and J. D. Lima. "QUIMIOTERAPIA DE BANANA ‘PRATA ANÃ’ NO CONTROLE DE PODRIDÕES EM PÓS-COLHEITA." Arquivos do Instituto Biológico 75, no. 1 (2008): 79–84. http://dx.doi.org/10.1590/1808-1657v75p0792008.

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Abstract:
RESUMO A antracnose (Colletotrichum musae) e a podridão da coroa (complexo de fungos) são as principais doenças que ocorrem em pós-colheita de bananas. Prolongar a vida pós-colheita, aumentar o período livre dessas doenças e manter a qualidade comestível dos frutos passam a ser o grande desafio. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência de fungicidas sistêmicos e protetores no controle de podridões em frutos de banana ‘Prata anã’ proveniente de Jaíba, Minas Gerais. Fungicidas sistêmicos dos grupos químicos dos benzimidazóis, triazóis, imidazóis e piridinamina protetor foram avaliados nas
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Forner, Cassiano, Wagner Bettiol, Lenice Magali do Nascimento, and Daniel Terao. "Controle em pós-colheita de Penicillium digitatum EM laranja-pera com microrganismos e tratamento térmico." Revista Brasileira de Fruticultura 35, no. 1 (2013): 23–31. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452013000100004.

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Abstract:
O mercado consumidor está exigindo alimentos sem a presença de resíduos de agrotóxicos. Assim, o trabalho teve como objetivo avaliar o controle do bolor verde, em laranjas-Pera, com agentes de biocontrole (Bacillus subtilis e Bacillus licheniformis, Bacillus subtilis (QST 713)), associados ou não ao tratamento térmico. Para tanto, os frutos foram adquiridos em "packinghouse" antes do processamento, sendo lavados e desinfestados com hipoclorito de sódio. Os frutos submetidos a esses tratamentos foram armazenados, por 11 a 28 dias, em temperatura de 10 ºC e UR 90%±5 ou por oito dias a 20 ºC e UR
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Rocha, Artur Batista de Oliveira. "MAIN PHYSICAL CONTROL METHODS OF POSTHARVEST DISEASES IN FRUITS AND VEGETABLES." Nucleus 11, no. 1 (2014): 107–14. http://dx.doi.org/10.3738/1982.2278.1018.

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Mafra, Natália Moreira, Cláudio Soares Reis, Fernanda Ananias Martins, et al. "Produtos alternativos para o manejo de doenças em frutos de mamoeiro pós-colheita." Brazilian Journal of Development 6, no. 3 (2020): 10980–95. http://dx.doi.org/10.34117/bjdv6n3-098.

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Lorenzetti, Eloisa, Dablieny Hellen Garcia Souza, Juliano Tartaro, José Renato Stangarlin, and Gilberto Costa Braga. "FORMULADO DE ALECRIM NO CONTROLE DE ANTRACNOSE E CONSERVAÇÃO EM PÓS-COLHEITA DE BANANA NANICÃO." Multi-Science Journal 2, no. 2 (2019): 16. http://dx.doi.org/10.33837/msj.v2i2.1023.

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Abstract:
A banana apresenta elevada suscetibilidade a doenças como as podridões que diminuem o tempo de prateleira do fruto. Uma das formas de controlar as doenças seria a utilização de métodos alternativos como os extratos de plantas medicinais. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a ação de formulados de alecrim (Rosmarinus officinalis L.) pó e líquido no controle de antracnose causada pelo fungo Colletotrichum musae (Berk & Curt.) Von Arx. e na maturação de banana ‘Nanicão’ em pós-colheita. Foram utilizadas as concentrações 0%; 0,25%; 0,5%; 1%; 1,5% e 2% do pó solúvel de extrato de alecr
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Aguiar, Francisco Ivo dos Santos, Marcelo de Sousa da Silva, Karla Bianca da Costa Macedo, et al. "Pós-colheita, patogenias e destinação final de perdas na comercialização de pimentão verde." Research, Society and Development 9, no. 9 (2020): e50996678. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i9.6678.

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Abstract:
Estudos que englobam perdas pós-colheita, caracterização de patogenias e destinação final de resíduos de hortifrútis são escassos na literatura. Com isso, objetivou-se obter informações acerca do cenário de comercialização, perdas pós-colheita, patogenias e destinação final do pimentão comercializado no setor varejista de Chapadinha (MA). A pesquisa englobou três etapas: aplicação de questionários, caracterização de frutos e identificação de patogenias. A aplicação de questionários ocorreu através de entrevistas diretas em supermercados, sacolões e feira livre. Para a caracterização da qualida
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Toffano, Leonardo, Ivan Herman Fischer, Silvia Blumer, and Sérgio Florentino Pascholati. "Potencial do flavedo (epicarpo) de Citrus aurantifolia cv. Tahiti no controle do bolor verde e da antracnose em citros." Summa Phytopathologica 38, no. 1 (2012): 61–66. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-54052012000100010.

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Abstract:
O Brasil é considerado o maior produtor de citros e o maior exportador de suco de laranja. Doenças de pós-colheita representam uma grande perda para a citricultura, sendo que para a exportação de frutos são rígidas as exigências com relação a isenção de resíduos químicos nos mesmos. Patógenos de importância em pós-colheita de citros incluem o Penicillium digitatum, agente causal do bolor-verde e o Colletotrichum gloeosporioides, agente causal da antracnose. Dada a importância econômica que representam estas doenças dos frutos cítricos, tanto em termos de comprometimento da qualidade e dificuld
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Fischer, Ivan Herman, Maria Cecília de Arruda, Aparecida Marques de Almeida, et al. "Doenças e características físicas e químicas pós-colheita em maracujá amarelo de cultivo convencional e orgânico no centro oeste paulista." Revista Brasileira de Fruticultura 29, no. 2 (2007): 254–59. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452007000200013.

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Abstract:
Após a colheita do maracujá-amarelo, ocorre aumento na suscetibilidade do fruto às podridões e significativa perda de massa fresca. Diante disso, objetivou-se identificar e quantificar as doenças pós-colheita e avaliar as características físicas e químicas de frutos de maracujazeiro-amarelo produzidos em sistemas de cultivo convencional e orgânico. Os frutos foram individualizados e submetidos a 24h de câmara úmida, permanecendo por mais 13 dias a 25±2ºC e 70-80% de UR. As doenças e o índice de murchamento foram avaliados visualmente após a coleta do fruto e a cada três dias. Os frutos também
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Lima Filho, Rinaldo M., Sônia M. A. Oliveira, and Maria Menezes. "Caracterização enzimática e patogenicidade cruzada de Colletotrichum spp. associados a doenças de pós-colheita." Fitopatologia Brasileira 28, no. 6 (2003): 620–25. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-41582003000600007.

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Abstract:
A antracnose, causada por Colletotrichum spp., pode ocasionar grandes perdas a nível de campo e em pós-colheita sobre diversas culturas e seus produtos. O presente trabalho teve por objetivos testar a patogenicidade cruzada de isolados de C. gloeosporioides do caju (Anacardium occidentale) (CAJ), manga (Mangifera indica) (MG), mamão (Carica papaya) (MM), maracujá (Passiflora edulis) (MR) e C. musae da banana (Musa spp.) (BAJ); avaliar a produção de enzimas extracelulares (amilolítica, celulolítica, lipolítica e proteolítica) produzidas pelos isolados em substratos sólidos específicos; e detect
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Andrade Júnior, Valter C., Amanda G. Guimarães, Alcinei M. Azevedo, Nísia AVD Pinto, and Marcos AM Ferreira. "Conservação pós-colheita de frutos de morangueiro em diferentes condições de armazenamento." Horticultura Brasileira 34, no. 3 (2016): 405–11. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-05362016003016.

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Abstract:
RESUMO O morango é um produto muito apreciado pelos consumidores devido às características organolépticas. Porém, os frutos do morangueiro são altamente perecíveis depois de colhidos, sendo necessário adotar medidas alternativas para prolongar o período de conservação dos frutos. O trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a conservação pós-colheita de frutos de cultivares de morangueiro em diferentes condições de armazenamento. Os frutos de morangueiro utilizados no experimento foram cultivados na fazenda da empresa Mape Frutas, localizada no município de Datas-MG. Foram avaliados os f
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Fischer, Gerhard, Pedro José Almanza-Merchán, and Diego Miranda. "Importancia y cultivo de la uchuva (Physalis peruviana L.)." Revista Brasileira de Fruticultura 36, no. 1 (2014): 01–15. http://dx.doi.org/10.1590/0100-2945-441/13.

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Abstract:
Physalis perurvianus L, foi adaptada no Peru e Chile e dai levada para outros países da América Latina, incluindo Brasil além da India, África do Sul e outros. Neste trabalho säo discutidas informações sobre seu cultivo em vários países, importancia econômica, aspectos botânicos, propagação, doenças e pragas e pós-colheita.
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Barros, J. C. da S. M. de, Á. de Goes, and K. Minam. "Condições de conservação pós-colheita de frutos de pimentão (Capsicum annum L.)." Scientia Agricola 51, no. 2 (1994): 363–68. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-90161994000200024.

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Abstract:
Com o objetivo de verificar a conservação de frutos de pimentão, foi estudada a utilização de dois tipos de embalagem e um seqüestrador de etileno, em condições ambientais e em geladeira. As avaliações foram realizadas a cada cinco dias, obtendo-se as seguintes conclusões: a melhor temperatura para conservação de pimentões situa-se entre 7 e 9°C; o armazenamento de pimentões em bandejas envolvidas com filme de PVC, constitui-se na melhor alternativa para sua conservação, naquela faixa de temperatura. O permanganato de potássio, colocado em cápsulas perfuradas no interior das embalagens, não ap
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Blum, Luiz E. B., Cassandro V. T. Amarante, Rosa M. Valdebenito-Sanhueza, Letícia S. Guimarães, Alexandre Dezanet, and Pedro Hack Neto. "Cryptococcus laurentii aplicado em pós-colheita reduz podridões em maçãs." Fitopatologia Brasileira 29, no. 4 (2004): 433–36. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-41582004000400013.

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Abstract:
As podridões pós-colheita podem ocasionar perdas substanciais em maçãs (Malus domestica). O mofo azul (Penicillium expansum), a podridão amarga (Glomerella cingulata) e a podridão olho-de-boi (Pezicula malicorticis) estão entre as mais comuns. Grande atenção tem sido dada ao uso de alternativas de controle às doenças pós-colheita. A aplicação pós-colheita de leveduras, como o Cryptococcus laurentii, é uma das opções. Neste estudo testou-se a eficiência de C. laurentii (isolado 36) para o controle de podridões em maçãs 'Fuji' e 'Gala'. Após aplicação dos produtos, através de imersão, os frutos
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Fischer, Ivan Herman, Maria Cecília de Arruda, Aparecida Marques de Almeida, and Sonia Maria Nalesso Marangoni Montes. "Doenças e características físico-químicas pós-colheita em pêssego ‘Régis’ produzido em Presidente Prudente-SP." Semina: Ciências Agrárias 31, no. 3 (2010): 627. http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n3p627.

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Palharini, Maria Cecília de Arruda, Ivan Herman Fischer, Mariana Raquel da Cruz Vegian, Mirian de Souza Fileti, and Sonia Maria Nalesso Marangoni Montes. "Efeito da temperatura de armazenamento na conservação pós-colheita de amora-preta." Pesquisa Agropecuária Tropical 45, no. 4 (2015): 413–19. http://dx.doi.org/10.1590/1983-40632015v4537752.

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Abstract:
RESUMO Os frutos da amoreira-preta apresentam vida útil relativamente curta, devido à sua estrutura frágil, alto metabolismo e ocorrência de doenças, exigindo, portanto, cuidados em seu armazenamento. Objetivou-se avaliar o efeito de diferentes temperaturas na conservação de amora-preta (cv. Brazos), caracterizando os atributos físico-químicos e quantificando os patógenos causadores de podridões. Utilizou se delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial (temperaturas x pomares), com três repetições de 10 frutos por tratamento. As temperaturas de 2 ºC e 5 ºC foram efic
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Coelho, Ana Flávia Santos, Mário Sérgio de Carvalho Dias, Maria Luisa Mendes Rodrigues, and Paulo Ademar Martins Leal. "Controle pós-colheita da antracnose da banana -prata anã tratada com fungicidas e mantida sob refrigeração." Ciência e Agrotecnologia 34, no. 4 (2010): 1004–8. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-70542010000400029.

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Abstract:
A antracnose é uma das principais doenças após a colheita da banana, causada pelas diferentes raças fisiológicas do fungo Colletotrichum musae, e que se manifesta na maioria das vezes na fruta madura, comprometendo a sua qualidade. Seu aparecimento está relacionado ao manuseio inadequado, ausência de controle químico em campo e de refrigeração. A aplicação de produtos químicos é efetuada durante o beneficiamento, sendo importante salientar que pode iniciar com a fruta ainda no campo. Objetivou-se, neste trabalho, verificar o efeito de fungicidas utilizados após a colheita, visando o controle d
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Vieira, Stella M. J., Sandra M. Couto, Paulo C. Corrêa, Ana E. O. dos Santos, Paulo R. Cecom, and Danilo J. P. da Silva. "Características físicas de goiabas (Psidium guajava L.) submetidas a tratamento hidrotérmico." Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental 12, no. 4 (2008): 408–14. http://dx.doi.org/10.1590/s1415-43662008000400012.

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Abstract:
As perdas pós-colheita de frutas e hortaliças podem ser reduzidas se práticas adequadas desde a colheita até a sua comercialização forem adotadas, para tanto é necessário não só o conhecimento dos processos fisiológicos do produto, mas também uma infra-estrutura e logística de distribuição adequada. O uso indiscriminado de produtos químicos para erradicação de pragas e doenças na lavoura e no período pós-colheita está sendo substituído com sucesso por métodos que não causem danos ao homem nem ao meio ambiente, razão por que tratamentos físicos (aplicação de calor, frio ou radiação ionizante) e
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Coelho, Caroline C. de S., Otniel Freitas-Silva, Rodrigo da S. Campos, Valeria S. Bezerra, and Lourdes M. C. Cabral. "Ozonização como tecnologia pós-colheita na conservação de frutas e hortaliças: Uma revisão." Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental 19, no. 4 (2015): 369–75. http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v19n4p369-375.

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Abstract:
As podridões em frutas e hortaliças, resultantes da atividade de agentes fitopatogênicos e da senescência natural, acarretam perdas qualitativas e quantitativas e, em consequência, perdas econômicas. Este artigo tem, como objetivo, discutir a eficácia, os benefícios e os limites do emprego do ozônio (O3) enquanto agente sanitizante, na minimização da ocorrência de doenças fúngicas em produtos hortícolas. Neste contexto, a presente revisão bibliográfica realizada no banco de dados do SciELO e ScienceDirect, discute estudos encontrados sobre o emprego do ozônio e sua eficácia como agente sanitiz
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Fischer, Ivan H., Micheli M. Zanette, Marcel B. Spósito, and Lilian Amorim. "Doenças pós-colheita em laranja 'Valência' e caracterização da população fúngica em pomares orgânicos e convencionais." Tropical Plant Pathology 36, no. 6 (2011): 390–99. http://dx.doi.org/10.1590/s1982-56762011000600008.

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Nascimento, L. M. do, and P. C. dos Santos. "Controle de doenças fúngicas e de danos por frio em pós-colheita de lima ácida Tahiti." Arquivos do Instituto Biológico 80, no. 2 (2013): 193–205. http://dx.doi.org/10.1590/s1808-16572013000200008.

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Abstract:
A lima ácida Tahiti apresenta-se muito susceptível ao ataque de doenças pós-colheita e, também, por sua elevada sensibilidade, ao armazenamento em baixas temperaturas. Com a finalidade de reduzir estes danos, este trabalho objetivou verificar a eficiência do tratamento térmico na desinfestação de patógenos e na prevenção de danos por frio na pós-colheita deste cultivar e comparar este tratamento com outros utilizando os fungicidas convencionais. Os tratamentos térmicos estudados foram com água quente variando as temperaturas entre 48 a 56° C. A testemunha consistiu de tratamento com água em te
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Fischer, Ivan Herman, Hugo José Tozze Júnior, Maria Cecília Arruda, and Nelson Sidnei Massola Júnior. "Pós-colheita de abacates ‘Fuerte’ e ‘Hass’: características físicas e químicas, danos e controle de doenças." Semina: Ciências Agrárias 32, no. 1 (2011): 209. http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n1p209.

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Gomes, Erbs Cintra de Souza, Perla Joana Souza Gondim, Mary de Fátima Guedes dos Santos, Luciana Cordeiro do Nascimento, Jacinto de Luna Batista, and Silvanda de Melo Silva. "Podridão peduncular e qualidade de mangas 'Tommy atkins' procedentes do mercado atacadista de Campina Grande-PB." Revista Brasileira de Fruticultura 32, no. 4 (2010): 1267–71. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452010005000133.

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Abstract:
O Brasil destaca-se no cenário mundial como um dos maiores produtores de manga (Mangifera indica L.). No entanto, perdas significativas são observadas em todas as etapas da cadeia produtiva, sobretudo na comercialização varejista, sendo estas correlacionadas em quase sua totalidade à incidência de doenças fúngicas. Neste sentido, objetivou-se com este trabalho determinar a incidência natural de Lasiodiplodia theobromae, agente causal da podridão peduncular, e aspectos da qualidade pós-colheita de mangas 'Tommy Atkins', comercializadas no mercado atacadista da Empresa Paraibana de Abastecimento
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Gouvea, Alfredo de, Odair J. Kuhn, Sérgio M. Mazaro, et al. "Controle de doenças foliares e de flores e qualidade pós-colheita do morangueiro tratado com Saccharomyces cerevisiae." Horticultura Brasileira 27, no. 4 (2009): 527–33. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-05362009000400020.

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Abstract:
O efeito de diferentes preparações de Saccharomyces cerevisiae foi avaliado sobre o desenvolvimento das doenças do morangueiro, como mancha-de-micosferela (Mycosphaerella fragariae), mancha-de-dendrofoma (Dendrophoma obscurans) e flor-preta (Colletotrichum acutatum) além da qualidade pós-colheita dos frutos. O trabalho foi realizado entre 2004 e 2005 na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Dois Vizinhos. Os tratamentos consistiram de pulverizações semanais de cinco diferentes preparados a partir da levedura S. cerevisiae: suspensão com fermento biológico fresco comercial, suspens
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Oliveira, Carlinne Guimarães de, Sérgio Luiz Rodrigues Donato, Gisele Polete Mizobutsi, Juceliandy Mendes da Silva, and Édson Hiydu Mizobutsi. "Características pós-colheita de bananas 'Prata-Anã' e 'BRS Platina' armazenadas sob refrigeração." Revista Brasileira de Fruticultura 35, no. 3 (2013): 891–97. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452013000300028.

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Abstract:
As cultivares de bananeira mais plantadas no Brasil são suscetíveis às principais doenças da cultura, estando em curso a busca por variedades resistentes que possam substituí-las com boa aceitação dos produtores e consumidores. O objetivo deste trabalho foi avaliar as características físicas, químicas e sensoriais de frutos da bananeira 'Prata-Anã' e seu híbrido 'BRS Platina', armazenados a 15 ºC e a 25 ºC, ao longo do amadurecimento. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, no esquema fatorial 2 (genótipos) x 2 (temperaturas) x 4 (estádios de maturação). Os frutos foram ava
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Sousa, Rosa Maria Souto de, Ilka Marcia Ribeiro de Souza Serra, and Thiago Anchieta de Melo. "Efeito de óleos essenciais como alternativa no controle de Colletotrichum gloeosporioides, em pimenta." Summa Phytopathologica 38, no. 1 (2012): 42–47. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-54052012000100007.

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Abstract:
Fungos do gênero Colletotrichum causam doenças conhecidas como antracnose. Métodos alternativos que sejam eficientes e menos agressivos vêm sendo amplamente testados. Dentre estes, surge o interesse pela utilização de óleos essenciais extraídos de vegetais. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de óleos essenciais de eucalipto, copaíba, andiroba, babaçu, coco, neem, semente de uva, amêndoa, hortelã e pau rosa, em diferentes concentrações sobre o fungo Colletotrichum gloeosporioides, in vitro e em frutos de pimenta em pós colheita. O experimento in vitro foi realizado utilizan
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Pimentel, Rodrigo Meirelles de Azevedo, Fernanda Nobre Guimarães, Valdinei Moreira dos Santos, and José Carlos Fialho de Resende. "Qualidade pós-colheita dos genótipos de banana PA42-44 e Prata-Anã cultivados no norte de Minas Gerais." Revista Brasileira de Fruticultura 32, no. 2 (2010): 407–13. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452010005000047.

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Abstract:
A suscetibilidade a doenças de grande impacto econômico põe em risco a viabilidade econômica da bananicultura. A melhor estratégia para controle destas doenças, do ponto de vista econômico e ambiental, é a utilização de cultivares resistentes. Porém, estas devem apresentar, além de boas características de produtividade, um bom sabor e facilidade para manuseio e transporte como requisitos para aceitação do mercado. Portanto, este trabalho visou a avaliar características pós-colheita do genótipo PA42-44 resistente ao mal-do-panamá, sigatoka-amarela e negra, comparando à cultivar 'Prata-Anã', bas
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Naves, Maria Eduarda Ferreira, Natália Moreira Mafra, and Dalilla Carvalho Rezende. "Extrato de alga no manejo do bolor verde em pós-colheita de citros." Research, Society and Development 10, no. 9 (2021): e32710917939. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i9.17939.

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Abstract:
Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a eficácia de diferentes dosagens de um produto à base de extrato da alga Ascophyllum nodosum no manejo do bolor verde em pós-colheita de citros. Utilizou-se as dosagens de 0; 25; 50; 75 e 100 mL L-1 do produto comercial à base do extrato da alga, como comparativo, um fungicida sistêmico do grupo dos benzimidazóis. Foram realizados experimentos in vitro para verificar o efeito do produto à base do extrato da alga e seus possíveis mecanismos de ação, por meio das seguintes análises: crescimento micelial, esporulação, perda de eletrólitos e atividade
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Carvalho, Vicente Luiz de, Rodrigo Luz da Cunha, Nilton Nagib Jorge Chalfun, and Pedro Henrique Abreu Moura. "Alternativas de controle pós-colheita da podridão-parda e da podridão-mole em frutos de pessegueiro." Revista Brasileira de Fruticultura 31, no. 1 (2009): 78–83. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452009000100012.

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Abstract:
As exigências do consumidor são cada vez maiores com relação à qualidade de produtos in natura. As podridões, além de causar perdas na produção, reduzem a qualidade final do fruto, interferindo significativamente na comercialização. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a eficiência de produtos alternativos, aplicados na pós-colheita, no controle da podridão-parda (Monilinia fructicola) e da podridão-mole (Rhizopus spp.) em pêssegos. O experimento foi conduzido no município de Nepomuceno-MG, em talhão de pessegueiro da cultivar Diamante, com 10 anos de idade. O delineamento experimental uti
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Benato, Eliane Aparecida, Thatyane Cristina Belletti, Daniel Terao, and Daniel Andrade de Siqueira Franco. "Óleos essenciais e tratamento térmico no controle pós-colheita de bolor verde em laranja." Summa Phytopathologica 44, no. 1 (2018): 65–71. http://dx.doi.org/10.1590/0100-5405/175659.

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Abstract:
RESUMO O bolor verde é a principal doença de frutos cítricos pós-colheita. Produtos e processos alternativos para controle de doenças de plantas vêm sendo cada vez mais requeridos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade antifúngica de óleos essenciais sobre Penicillium digitatum em laranjas, isoladamente ou em combinação com tratamento térmico. Para tanto, um isolado do fungo foi submetido, in vitro, a diferentes concentrações dos óleos de canela, capim-limão e palmarosa, em meio de cultura BDA, sendo avaliada também a atividade antifúngica dos compostos voláteis dos óleos. Além dis
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Henz, Gilmar P. "Doenças da mandioquinha-salsa e sua situação atual no Brasil." Horticultura Brasileira 20, no. 2 (2002): 135–44. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-05362002000200004.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo principal relatar as doenças registradas para a mandioquinha-salsa até a data presente e descrever sua situação atual no País. Na literatura, foram registrados para a cultura 27 gêneros de fungos, três de bactérias, doze de nematóides e cinco espécies de vírus. Destes, já foram relatados no Brasil treze fungos, e todos nematóides e bactérias, enquanto nenhum vírus foi oficialmente registrado, embora já tenham sido observadas plantas com sintomas típicos de viroses a campo. A maior parte dos registros estão na forma de resumos, capítulos de livros ou publicações ge
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Silva, Aline Oliveira da, Alasse Oliveira da Silva, Jhonatah Albuquerque Gomes, Raylan Costa de Oliveira, Diocléa Almeida Seabra Silva, and Ismael de Jesus Matos Viégas. "Armazenamento de grãos na agricultura familiar: principais problemáticas e formas de armazenamento na região nordeste paraense." Research, Society and Development 10, no. 1 (2021): e36610111835. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i1.11835.

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Abstract:
A etapa de armazenamento é tida como uma das fases mais importantes e indispensáveis dentro das etapas de pós-colheita de grãos e sementes. O armazenamento inadequado e a aparição de agentes patogênicos afetam diretamente a sanidade e durabilidade dos grãos ocasionando percas expressivas na produtividade. Diante disso, o trabalho teve como objetivo analisar as principais formas de armazenamento e embalagens utilizadas pelos agricultores familiares e as principais dificuldades enfrentadas na região nordeste paraense. Os principais grãos produzidos pelos agricultores familiares são feijão, milho
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Moura, Gabriela Silva, Jonas Marcelo Jaski, and Gilmar Franzener. "Potencial de extratos etanólicos de propólis e extratos aquosos de plantas espontâneas no controle de doenças pós-colheita do morango." Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável 11, no. 1 (2016): 57. http://dx.doi.org/10.18378/rvads.v11i5.4175.

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Abstract:
<p>A cultura do morangueiro é severamente acometida por várias doenças, dentre elas o mofo cinzento, causado por <em>Botrytis cinerea</em> é considerada a doença mais severa na pós-colheita. Visando reduzir o uso de fungicidas sintéticos, vem sendo realizadas pesquisas propondo a utilização de métodos alternativos de controle de patógenos pós-colheita envolvendo a utilização de extratos vegetais, uso de biofungicidas e óleos essenciais. Assim, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o potencial de diferentes extratos de própolis e plantas espontâneas no controle de pod
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SILVA, LAIS MAIA E., MARIANNE GONÇALVES BARBOSA, MARTIELLE BATISTA FERNADES, REGINA CÁSSIA FERREIRA RIBEIRO, and EDSON HIYDU MIZOBUTSI. "PROGRESSO TEMPORAL E CONTROLE DA ANTRACNOSE EM BANANA NO SEMIÁRIDO NORTE MINEIRO." Revista Brasileira de Fruticultura 38, no. 1 (2016): 81–91. http://dx.doi.org/10.1590/0100-2945-299/14.

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Abstract:
RESUMO A antracnose é uma das principais doenças pós-colheita em bananas. O trabalho teve como objetivos avaliar, durante dez meses, a intensidade da antracnose e o efeito da lavagem e sanitização das frutas no controle da doença em pós-colheita de bananas. O experimento foi realizado de setembro de 2013 a junho de 2014. As coletas dos frutos foram realizadas, mensalmente, em cinco propriedades comerciais localizadas nos municípios de Jaíba, Janaúba e Nova Porteirinha, cultivadas com banana ‘Prata-Anã’. As pencas foram subdivididas em buquês de três frutos, o delineamento experimental foi o in
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Bassetto, Eliane, Lilian Amorim, Eliane A. Benato, Fabrício P. Gonçalves, and Silvia A. Lourenço. "Efeito da irradiação UV-C no controle da podridão parda (Monilinia fructicola) e da podridão mole (Rhizopus stolonifer) em pós-colheita de pêssegos." Fitopatologia Brasileira 32, no. 5 (2007): 393–99. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-41582007000500004.

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Abstract:
Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da irradiação UV-C no controle in vitro de Monilinia fructicola e Rhizopus stolonifer e no controle das doenças causadas por estes fungos em pêssegos inoculados com ferimento. No experimento in vitro, avaliou-se o crescimento micelial dos fungos em meio BDA após a exposição nas doses de UV-C de 0, 0,26, 0,52, 1,04, 3,13, 5,22, 10,44, 15,66, e 31,32 kJ.m-2 num equipamento com quatro lâmpadas com taxa de fluência de 1,74 mW.cm-2. Nos experimentos in vivo, os frutos foram tratados com irradiação UV-C de forma protetora e curativa. No tratamento pro
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Ritzinger, Cecília Helena Silvino Prata, Ana Lucia Borges, Carlos Alberto da Silva Ledo, and Ranulfo Correa Caldas. "Fitonematoides associados a bananais 'Pacovan' sob condição de cultivo irrigado: relação com a produção." Revista Brasileira de Fruticultura 29, no. 3 (2007): 677–80. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-29452007000300048.

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Abstract:
Dentre os fatores que afetam a produtividade da bananeira, destacam-se as pragas, doenças e tratos culturais fitossanitários inadequados. Nesse contexto, os fitonematóides possuem grande importância devido à diminuição da eficiência na absorção de água e nutrientes pelas raízes, causando também o tombamento das plantas à medida que os cachos se aproximam da colheita. Cerca de 146 espécies de nematóides já foram relatadas associados à rizosfera da bananeira. Contudo, apenas Radopholus similis, diversas espécies dos gêneros Meloidogyne, Helicotylenchus, Pratylenchus e Rotylenchulus causam perdas
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