Literatura académica sobre el tema "Armas nucleares - Proliferação"

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Artículos de revistas sobre el tema "Armas nucleares - Proliferação"

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Vieira, Wilson José. "TRATADO DE NÃO PROLIFERAÇÃO NUCLEAR E DEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA NA AMÉRICA LATINA." Revista da Escola Superior de Guerra 27, no. 55 (2017): 42–54. http://dx.doi.org/10.47240/revistadaesg.v27i55.224.

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Resumen
O progresso científico e tecnológico das nações, condição crucial para a eliminação das diferenças econômicas e sociais entre os países da comunidade internacional é, paradoxalmente, responsável pela proliferação de armas de destruição em massa, especialmente as nucleares. Esse artigo evidencia a importância dos países mais avançados nessa área de promoverem o desenvolvimento tecnológico de outros e, ao mesmo tempo, impedirem a proliferação de armas de destruição em massa. As relações de dependência tecnológica entre as potências ocidentais e os países da América Latina são utilizadas para ilu
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Valle Machado da Silva, Marcos. "O Brasil e a recusa ao Protocolo Adicional." Carta Internacional 16, no. 1 (2021): e1108. http://dx.doi.org/10.21530/ci.v16n1.2021.1108.

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Resumen
Apesar do inegável compromisso com a não proliferação de armas nucleares, o estado brasileiro assumiu a posição de não aderir ao Protocolo Adicional (PA) de salvaguardas, enquanto os estados nuclearmente armados (NWS) não avançarem no seu desarmamento nuclear. Nesse contexto, cabe questionar: essa posição é uma maneira eficaz de pressionar os NWS a cumprirem o Artigo VI do Tratado sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares(TNP)? Este artigo argumenta que a posição assumida pelo estado brasileiro é ineficaz e enfraquece a cada ano. Incialmente, o artigo apresenta uma visão geral do objetivo do
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Bandarra, Leonardo Carvalho Leite Azeredo, and Patrícia Nabuco Martuscelli. "A Institucionalização da Política Internacional Nuclear: entre a Não Proliferação de Armas e a Prevenção contra Acidentes." Brazilian Journal of International Relations 6, no. 3 (2018): 543–72. http://dx.doi.org/10.36311/2237-7743.2017.v6n3.07.p543.

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Resumen
No campo da segurança nuclear (nuclear security), a não proliferação de armas atômicas é tema patente desde o final da Segunda Guerra Mundial, em especial durante o período da Guerra Fria. De fato, conformou-se, neste momento, um conjunto amplo de regras, normas e organizações direcionadas para conter o avanço das armas nucleares. Essas instituições tornaram-se mecanismos fundamentais no que concerne à condução das relações internacionais contemporâneas. Tendo esse cenário em perspectiva, o presente artigo busca analisar os rumos do regime internacional de não proliferação nuclear desde a déca
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Lima, Martonio Mont'Alverne Barreto, and Mariana Luz Zonari. "O Tratado de não Proliferação de Armas Nucleares e o Desafio Imposto pelo seu Direito de Retirada: um Estudo do Problemático Caso Norte-Coreano." Revista Brasileira de Direito Internacional 1, no. 1 (2015): 261. http://dx.doi.org/10.26668/indexlawjournals/2526-0219/2015.v1i1.856.

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Resumen
O caso nuclear norte-coreano, identificado por muitos como o maior desafio diplomático pós- Guerra Fria e considerado um dos mais notáveis fracassos da história da diplomacia norte- americana, oferece um grande desafio ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e coloca em risco o atual regime de não-proliferação. Apesar de ter exposto a comunidade internacional a riscos desde o início de suas pretensões nucleares, o caso da Coréia do Norte se tornou realmente problemático quando o país anunciou, em 2003, a sua retirada do Tratado. Contudo, essa não foi a primeira vez que Pyongyang denu
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Jesus, Diego Santos Vieira de. "Mirando o passado: autonomia e proteção nas Conferências de Exame do TNP (2000-2010)." História (São Paulo) 31, no. 1 (2012): 392–419. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-90742012000100019.

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Resumen
O objetivo do artigo é examinar as posições de Estados nuclearmente e não-nuclearmente armados com relação à não-proliferação, ao desarmamento e aos usos pacíficos da energia nuclear nas três últimas Conferências de Exame do TNP. O argumento central é o de que os Estados nuclearmente armados almejavam desenvolver medidas mais rigorosas quanto à não-proliferação de armas nucleares e preservar sua autonomia em relação a outros Estados, fazendo concessões predominantemente marginais na área de desarmamento nuclear a fim de minimizar a oposição de Estados não-nuclearmente armados, especialmente em
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Sousa, Mônica Teresa Costa, and Sahid Sekeff Simão Alencar. "AS RESOLUÇÕES DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU SOBRE A PROLIFERAÇÃO DE ARMAS NUCLEARES NA COREIA DO NORTE: dilemas entre a soberania e a segurança coletiva." Revista de Direitos Humanos em Perspectiva 4, no. 2 (2018): 104. http://dx.doi.org/10.26668/indexlawjournals/2526-0197/2018.v4i2.4683.

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Resumen
O artigo busca avaliar o equilíbrio de poder na ordem mundial, especialmente por meio da análise das Resoluções proferidas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas contra a proliferação de armas nucleares na Coreia do Norte. Embora o discurso legitimador daquela entidade advenha da garantia da paz e segurança internacionais, além da tutela de direitos humanos, O que se percebe é na verdade a tentativa de justificar e perpetuar a sistemática de poder determinada há mais de 50 (cinquenta) anos, quando da criação das Nações Unidas. A metodologia adotada para tanto foi a revisão bibliográfica
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Squeff, Tatiana De A. F. R. Cardoso, and Vanessa De Oliveira Bernardi Bidinotto. "Desarmamento nuclear no Direito Internacional: novos discursos, velhas angústias." Revista InterAção 8, no. 2 (2018): 84–120. http://dx.doi.org/10.5902/2357797530638.

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Resumen
O presente texto tem como objetivo principal discutir o desarmamento nuclear, sob a perspectiva das obrigações assumidas pelos Estados no plano internacional, sobretudo, na década de sessenta. Isso porque, trata-se de um tema que é ainda é corrente nos foros internacionais, não apenas pelos danos ambientais que tais armas podem ocasionar, como pontualmente ressaltado pela Corte Internacional de Justiça em parecer consultivo, mas também pela contínua manutenção desse tipo de armamento pelos Estados, tal como pontuou a República das Ilhas Marshall em sua ação recentemente intentada junto a Corte
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Jesus, Diego Santos Vieira de. "Treze passos para o juízo final: a nova era do desarmamento nuclear dos Estados Unidos e da Rússia." Contexto Internacional 30, no. 2 (2008): 399–466. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-85292008000200005.

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Resumen
Este artigo procura explicar por que os líderes dos EUA e da Rússia não implementaram total e efetivamente o plano de ação de treze pontos práticos para o desarmamento nuclear, estabelecido na Conferência de Revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear em 2000. As decisões relacionadas aos treze pontos, tomadas pelos membros dos Executivos das duas maiores potências nucleares, são vistas como resultado da conciliação de imperativos internos e externos por esses indivíduos, que enfrentam oportunidades e dilemas estratégicos distintos simultaneamente nos âmbitos doméstico e internacional. São
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BOZI SOARES, ADALGISA, DAVI MARCO LYRA LEITE, JOSE JOAQUIM GOMES DA COSTA FILHO, and NAYARA FRUTUOSO FURTADO. "MECANISMOS REGIONAIS DE CONTROLE DA PROLIFERAÇÃO DE ARMAS NUCLEARES - A PROPOSTA DE UMA ZONA LIVRE DE ARMAS NUCLEARES NO ORIENTE MÉDIO." CADERNOS DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS 3, no. 1 (2010). http://dx.doi.org/10.17771/pucrio.cadri.15460.

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Silva, Marcos Valle Machado da. "O Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares (TPAN): inovação no desarmamento nuclear ou esforço inócuo?" Meridiano 47 - Journal of Global Studies 20 (December 13, 2019). http://dx.doi.org/10.20889/m47e20012.

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Resumen
O Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares (TPAN) foi aberto para assinaturas em 2017, e em outubro de 2019 o tratado tinha 79 signatários. No entanto, nenhum Estado Nuclearmente Armado assinou o tratado. Este artigo argumenta que o TPAN é tanto uma inovação no regime de não proliferação de armas nucleares quanto um tratado inadequado para atingir seu objetivo devido à falta de apoio das grandes potências do sistema internacional, bem como à ausência dos principais países capazes de determinar ou influenciar o sistema internacional em questões relacionadas a armas nucleares. Na primeira se
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Tesis sobre el tema "Armas nucleares - Proliferação"

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Silva, Marcos Valle Machado da. "O Tratado Sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e a inserção do Estado brasileiro no regime dele decorrente." Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2010. http://www.bdtd.uerj.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2060.

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Resumen
A questão das armas nucleares continua a figurar como um ponto central das Relações Internacionais Os esforços e ações concretas para o desarmamento, a não-proliferação e o controle das armas nucleares continuam sendo temas que geram tensões recorrentes entre os Estados. No entanto, no Brasil, são poucas as análises de caráter acadêmico acerca destes temas e, no que tange ao posicionamento corrente e prospectivo do Estado brasileiro no Regime de Não-Proliferação de Armas Nucleares, os estudos e análises são ainda mais escassos, ou incipientes. Tendo como objeto de estudo o Tratado sobre a Não-
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Batista, Gabriela Ferro Firmino. "Política externa brasileira e o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) : da resistência à adesão /." [s.n.], 2011. http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/281457.

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Resumen
Orientador: Shiguenoli Miyamoto<br>Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas<br>Made available in DSpace on 2018-08-17T14:13:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Batista_GabrielaFerroFirmino_M.pdf: 576912 bytes, checksum: 2a43cf162c5f082ce2dcc8e5e620c29a (MD5) Previous issue date: 2011<br>Resumo: A presente dissertação analisa as mudanças nos elementos domésticos e internacionais que influenciaram a decisão do governo brasileiro de aderir ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) em 1998, após três décadas de rejeição a ele
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Batista, Gabriela Ferro Firmino [UNESP]. "Política externa brasileira e o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP): da resistência à adesão." Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2011. http://hdl.handle.net/11449/96283.

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Resumen
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:28:04Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-02-25Bitstream added on 2014-06-13T18:57:13Z : No. of bitstreams: 1 batista_gff_me_mar.pdf: 444860 bytes, checksum: c4a6a6b8f674b36be8b6a9757c906fbf (MD5)<br>Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)<br>A presente dissertação analisa as mudanças nos elementos domésticos e internacionais que influenciaram a decisão do governo brasileiro de aderir ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) em 1998, após três décadas de rejeição a ele. Essa rejeição era j
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Souza, Leandro Bessa [UNESP]. "O Brasil e o regime Internacional de Não-Proliferação de Armas Nucleares: adesão resistida na inserção brasileira." Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2013. http://hdl.handle.net/11449/128163.

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Resumen
Made available in DSpace on 2015-10-06T13:03:38Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2013-05-23. Added 1 bitstream(s) on 2015-10-06T13:18:16Z : No. of bitstreams: 1 000732282.pdf: 948427 bytes, checksum: 6aa7b683d3353dfb5aa392c598757b2c (MD5)<br>O objetivo do presente trabalho é analisar o processo de adesão do Brasil ao Regime Internacional de Não-Proliferação de Armas Nucleares a partir do fim do regime militar no país em 1985, para identificar elementos de continuidade na Política Externa Brasileira no tratamento desse tema até o final do segundo mandato da gestão Lula. Tenta
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Souza, Leandro Bessa. "O Brasil e o Regime Internacional de Não-Proliferação de Armas Nucleares: adesão resistida na inserção brasileira." Marília, 2013. http://hdl.handle.net/11449/128163.

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Resumen
Orientador: Flávia de Campos Mello<br>O Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais é instituído em parceria com a Unesp/Unicamp/PUC-SP, em projeto subsidiado pela CAPES, intitulado "Programa San Tiago Dantas"<br>Resumo: O objetivo do presente trabalho é analisar o processo de adesão do Brasil ao Regime Internacional de Não-Proliferação de Armas Nucleares a partir do fim do regime militar no país em 1985, para identificar elementos de continuidade na Política Externa Brasileira no tratamento desse tema até o final do segundo mandato da gestão Lula. Tentamos estudar a hipótese de que,
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Teixeira, Démia Baracho. "A influência dos EUA sobre a adesão brasileira ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP)." reponame:Repositório Institucional da UnB, 2007. http://repositorio.unb.br/handle/10482/1189.

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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Relações Internacionais, 2007.<br>Submitted by Luis Felipe Souza (luis_felas@globo.com) on 2008-12-01T18:22:17Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_2007_DemiaTeixeira.pdf: 1322989 bytes, checksum: 0438780b87042685b04620212325fb16 (MD5)<br>Approved for entry into archive by Georgia Fernandes(georgia@bce.unb.br) on 2009-02-11T16:09:53Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_2007_DemiaTeixeira.pdf: 1322989 bytes, checksum: 0438780b87042685b04620212325fb16 (MD5)<br>Made available in DSpace on 2009-02-11T16:09:54Z (GMT). No. of bitstream
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Guimarães, Márcio Azevedo. "As alterações da política externa brasileira nos anos noventa, um estudo de caso : a adesão ao tratado de não-proliferação de armas nucleares (TNP)." reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS, 2005. http://hdl.handle.net/10183/4425.

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Resumen
Este trabalho objetiva desenvolver uma análise política da política externa brasileira, especificamente durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, enfatizando a questão da adesão do Brasil ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares - o TNP - suas causas e conseqüências. O tema em questão foi escolhido por sua relevância, levando-se em conta o papel desempenhado pela política externa brasileira no desenvolvimento nacional. No entanto, o Brasil tem enfrentado, desde o começo da década de 1990, novos padrões de relações internacionais. Assim, a abordagem clássica da diplomacia, relaci
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Oliveira, Raquel de Bessa Gontijo de. "Os que querem, os que podem e os que têm : um estudo sobre as forças motrizes da proliferação de armamentos nucleares e mísseis balísticos /." Marília, 2018. http://hdl.handle.net/11449/152889.

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Resumen
Orientador: Reginaldo Mattar Nasser<br>Resumo: A proliferação de armamentos nucleares representa um problema ainda não solucionado na agenda de segurança internacional, e está intimamente relacionada à proliferação de mísseis balísticos. A literatura sobre este tópico contém diferentes hipóteses sobre o que causa a proliferação, as quais podem ser distinguidas entre aquelas que se referem à demanda que os Estados têm por esses armamentos e aquelas que enfatizam o papel da oferta, ou seja, da facilidade de acesso à tecnologia sensível através da cooperação civil internacional. Nesta pesquisa, i
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Libros sobre el tema "Armas nucleares - Proliferação"

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Armas de destruição em massa no século XXI: Novas regras para um velho jogo : o paradigma da Iniciativa de Segurança contra a Proliferação (PSI). Fundação Alexandre de Gusmão, 2011.

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