Artículos de revistas sobre el tema "Displasia broncopulmonar"

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Monte, Luciana F. Velloso, Luiz Vicente F. da Silva Filho, Milton Harumi Miyoshi y Tatiana Rozov. "Displasia broncopulmonar". Jornal de Pediatria 81, n.º 2 (abril de 2005): 99–110. http://dx.doi.org/10.1590/s0021-75572005000300004.

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Pérez, Jesús, Dolores Elorza y Ana María Sánchez. "Displasia broncopulmonar". Anales de Pediatría Continuada 7, n.º 1 (febrero de 2009): 1–7. http://dx.doi.org/10.1016/s1696-2818(09)70444-5.

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Mataloun, Marta M. G. B. "Displasia broncopulmonar". Revista de Medicina 82, n.º 1-4 (29 de diciembre de 2003): 34–39. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v82i1-4p34-39.

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Resumen
Displasia broncopulmonar é uma das principais causas de morbimortalidade no período neonatal, tendo uma incidência de até 71% em recém-nascidos pré-termo extremos. A incidência é variável, dependendo da definição utilizada e dos cuidados adotados aos recém-nascidos nas diferentesunidades de terapia intensiva neonatal. A definição de displasia broncopulmonar (DBP) é a necessidade de oxigênio por até, pelo menos 28 dias de vida em recém-nascidos tratados com ventilação mecânica ou oxigênio, nos primeiros dias de vida, com alterações radiológicas e sintomas de insuficiência respiratória crônica. Ocorre em recém-nascidos pré-termo e é multifatorial , tendo como principais fatores etiológicos, uso de ventilação mecânica e, ou oxigênio, processos inflamatórios ou infecciosos, canal arterial persistente e oferta nutricional inadequada. Procura-se sobretudo, reduzir a incidência de nascimentos derecém-nascidos pré-termo e abordar os vários fatores de risco, para minimizar a lesão pulmonar, e assim diminuir a chance de desenvolver displasia broncopulmonar. É importante ressaltar que o uso de oxigênio para manter oxigenação adequada é essencial na terapia de DBP, pois uma oxigenação inadequada causa dificuldade para crescer, broncoconstricção e hipertensão pulmonar. Além de uma terapia adequada, deseja-se que toda gestante realize um pré-natal adequado para diminuir a incidência de nascimentosprematuros.
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Silva, Geovany Antonio Alves, Amanda Letícia Medeiros Annes, Maria Dilma Bezerra de Vasconcelos Pisco y Ricardo Martins Silva. "Displasia Broncopulmonar: Definição, Fisiopatologia e Tratamento: Revisão da Literatura". Inova Saúde 6, n.º 1 (27 de julio de 2017): 93. http://dx.doi.org/10.18616/is.v6i1.2746.

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Resumen
Resumo:Objetivos: Apresentar uma revisão da literatura sobre a displasia broncopulmonar, sua fisiopatologia e suas formas de tratamento. Metodologia: Tratou-se de uma revisão da literatura sobre a broncodisplasia pulmonar.Na coleta de dados foi realizada a busca de artigos científicos indexados em bancos de dados e artigos de revistas de saúde que não fosse indexadaos mas que possuíssem número de ISSN. Utilizou-se artigos em português, inglês e espanhol. Foram utilizadas as seguintes palavras-chaves: Displasia broncopulmonar, ventilação mecânica, oxigenoterapia, recém-nascido pré-termo, síndrome do desconforto respiratório.A Pesquisa foi realizada em setembro a outubro de 2016 e foram utilizados 34 artigos 2000 a 2016. Discussão: A displasia broncopulmonar é uma doença multifatorial. Que vai desde a intoxicação por frações inspiradas de oxigênio elevadas, uso de ventilação mecânica invasiva por longos períodos de tempo, a doenças pré-existentes, como persistência do canal arterial, síndrome das membranas hialinas (síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido), infecções neonatais e outras doenças. Considerações Finais: A displasia broncopulmonar tem modificado sua forma de apresentação desde a primeira descrição até hoje, porém o cuidado com os recém nascidos com baixo peso, tem se mostrado medidas eficientes no manejo e tratamento da displasia broncopulmonar.Palavras-chaves: Displasia broncopulmonar, ventilação mecânica, oxigenoterapia, recém-nascido pré-termo, síndrome do desconforto respiratório.
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Pizarro, M. Ester y M. Angélica Oyarzún. "ACTUALIZACIÓN EN DISPLASIA BRONCOPULMONAR". Neumología Pediátrica 11, n.º 2 (8 de octubre de 2021): 76–80. http://dx.doi.org/10.51451/np.v11i2.305.

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Resumen
La displasia broncopulmonar (DBP) es una de las enfermedades pulmonares crónicas frecuentes en pediatría. Los avances experimentados en las últimas décadas en cuidados perinatales y la sobrevida de prematuros cada vez más extremos han demostrado un cambio global en las características de esta enfermedad dando lugar al concepto de nueva displasia , en cuyo desarrollo son fundamentales la exposición del pulmón inmaduro a diversos factores como deficiencia nutricional, infecciones pre y post-natales, ductus arterioso persistente, y susceptibilidad genética. El presente articulo revisa las características más relevantes de esta patología , su enfrentamiento global, manejo y seguimiento ambulatorio.
6

Sancho-Hernández, R., M. Rojas-Maruri y L. Solorio-Rodríguez. "La antigua displasia broncopulmonar organizada en la era de la nueva displasia broncopulmonar". Acta Pediátrica de México 37, n.º 3 (26 de mayo de 2016): 165. http://dx.doi.org/10.18233/apm37no3pp165-174.

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Resumen
Varón de 10 meses de edad sin antecedentes heredofamiliares ni personales patológicos de importancia. Producto gemelar de la primera gesta obtenido de 26.5 semanas de gestación sin esquema de esteroide prenatal, con peso de 800 g y talla de 35 cm al nacer; Apgar 7-8 que requirió de intubación endotraqueal para aplicación de surfactante.
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Castignani, M. y H. Rocha. "Anestesia regional en displasia broncopulmonar". Revista Argentina de Anestesiología 75 (diciembre de 2017): 5–6. http://dx.doi.org/10.1016/j.raa.2017.11.011.

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Sánchez Luna, M., J. Moreno Hernando, F. Botet Mussons, J. R. Fernández Lorenzo, G. Herranz Carrillo, S. Rite Gracia, E. Salguero García y I. Echaniz Urcelay. "Displasia broncopulmonar: definiciones y clasificación". Anales de Pediatría 79, n.º 4 (octubre de 2013): 262.e1–262.e6. http://dx.doi.org/10.1016/j.anpedi.2013.02.003.

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Sánchez-Solís, Manuel y Luis García-Marcos. "Displasia broncopulmonar: importancia del ejercicio físico". Archivos de Bronconeumología 55, n.º 12 (diciembre de 2019): 609–10. http://dx.doi.org/10.1016/j.arbres.2019.01.019.

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Evangelista, Daiana y Andressa Oliveira. "Transição alimentar em recém-nascidos com displasia broncopulmonar". Revista CEFAC 11, n.º 1 (marzo de 2009): 102–9. http://dx.doi.org/10.1590/s1516-18462009000100014.

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Resumen
OBJETIVO: verificar o tempo de transição da sonda para a via oral plena nos lactentes com Displasia Broncopulmonar (DBP) e descrever as intercorrências observadas durante os períodos de alimentação. MÉTODOS: revisão de prontuários do setor de Fonoaudiologia de 32 lactentes nascidos no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/UERJ) divididos em 2 grupos. Grupo 1: 18 lactentes com diagnóstico de DBP; grupo 2: 18 lactentes com idade gestacional entre 29 e 32 semanas sem complicações clínicas relevantes que foram utilizados como grupo controle. Foram registrados o tempo de transição alimentar, as intercorrências durante a alimentação e via oral na alta hospitalar de ambos os grupos. RESULTADOS: média e desvio padrão do tempo de transição alimentar dos grupos 1 e 2 respectivamente: 18,22 dias e 14,79; 6,50 dias e 3,68, com p=0,002. Nos broncodisplásicos foram comuns intercorrências respiratórias, dificuldade de coordenação sucçãoXrespiraçãoXdeglutição, dificuldades no padrão oral, além de sinais de retraimento e rebaixamento do estado de consciência durante a alimentação. Apesar disso, 10 lactentes (52,63%) tiveram alta em aleitamento materno exclusivo e 3 (15,78%) em aleitamento misto. CONCLUSÃO: pacientes com DBP precisaram de um período maior de treino de VO (18 dias), além de serem passíveis de intercorrências durante a alimentação. No entanto, constata-se que foi possível o aleitamento materno exclusivo.
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Bancalari, Eduardo. "Displasia broncopulmonar: um velho problema de cara nova". Jornal de Pediatria 82, n.º 1 (febrero de 2006): 2–3. http://dx.doi.org/10.1590/s0021-75572006000100002.

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Gonzaga, Ana Damaris, Bettina B. Duque Figueira, José Marconi A. Sousa y Werther Brunow de Carvalho. "Tempo de ventilação mecânica e desenvolvimento de displasia broncopulmonar". Revista da Associação Médica Brasileira 53, n.º 1 (febrero de 2007): 64–67. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-42302007000100022.

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Pérez, Guadalupe, Martín Navarro y Anselmo Andrés. "El prematuro con enfermedad pulmonar crónica/displasia broncopulmonar: seguimiento". Anales de Pediatría Continuada 9, n.º 2 (marzo de 2011): 89–97. http://dx.doi.org/10.1016/s1696-2818(11)70013-0.

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Pérez Tarazona, S., S. Rueda Esteban, J. Alfonso Diego, M. I. Barrio Gómez de Agüero, A. Callejón Callejón, I. Cortell Aznar, O. de la Serna Blázquez et al. "Protocolo de seguimiento de los pacientes con displasia broncopulmonar". Anales de Pediatría 84, n.º 1 (enero de 2016): 61.e1–61.e9. http://dx.doi.org/10.1016/j.anpedi.2015.04.020.

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Barros, Lídia Mayrink de, Ruth Guinsburg, Milton H. Miyoshi, Adriana V. Peluzzo, Simone NA Figueira y Benjamin I. Kopelman. "Complacência pulmonar com uma hora de vida e displasia broncopulmonar em recém-nascidos prematuros". Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil 7, n.º 4 (diciembre de 2007): 387–95. http://dx.doi.org/10.1590/s1519-38292007000400006.

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Resumen
OBJETIVOS: avaliar se a complacência pulmonar precoce é fator preditor da presença de displasia broncopulmonar aos 28 dias de vida, em prematuros. MÉTODO: coorte prospectiva de neonatos com idade gestacional <32 semanas e peso ao nascer entre 500 e 1250 g, que receberam surfactante profilático com 30 minutos de vida. Com 60 minutos de vida, um pneumotacógrafo acoplado entre a cânula traqueal e o circuito do respirador mediu, através do WinTracer®, o fluxo de gases e os gradientes de pressão, obtendo-se valores de complacência pulmonar e resistência das vias aéreas. Procedeu-se à regressão logística dos fatores associados à presença de dependência de oxigênio e/ou ventilação aos 28 dias de vida. RESULTADOS: dos 32 recém-nascidos inicialmente avaliados, 25 sobreviveram até 28 dias, quando 17 (68%) eram dependentes de oxigênio e/ou de ventilação assistida (Grupo 1) e oito (32%) não (Grupo 2). O Grupo 1 apresentava idade gestacional mais baixa, índice de gravidade clínica mais elevado e maior freqüência de persistência do canal arterial. A complacência pulmonar e a resistência de vias aéreas foi similar nos dois grupos. Na regressão logística, a persistência do canal arterial e a idade gestacional foram preditores para displasia. CONCLUSÕES: a complacência pulmonar na primeira hora de vida não foi fator preditor da presença de displasia broncopulmonar na população analisada.
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Valenzuela, D., F. Moya, M. Luco y JL Tapia. "El rol de la hipertensión pulmonar en la displasia broncopulmonar". Revista chilena de pediatría 88, n.º 6 (diciembre de 2017): 699–706. http://dx.doi.org/10.4067/s0370-41062017000600699.

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Vildoso F, Mario A. "ASPECTOS NUTRICIONALES DE LAS ENFERMEDADES RESPIRATORIAS CRONICAS DE LA INFANCIA". Neumología Pediátrica 14, n.º 3 (10 de julio de 2019): 131–37. http://dx.doi.org/10.51451/np.v14i3.105.

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Resumen
Las enfermedades respiratorias crónicas comprometen la oxigenación en grado variable y ocasionan problemas en el uso de los nutrientes, la generación de energía y la utilización de ésta por los distintos tejidos y órganos, con potencial daño en la función respiratoria y en los sistemas no respiratorios. La evidencia disponible señala que tanto la energía disponible y algunos micronutrientes, particularmente con actividad antioxidante, durante la gestación, son claves para un adecuado desarrollo pulmonar y por lo tanto una adecuada función pulmonar en prematuros, lactantes y niños mayores, en particular si cursan con displasia broncopulmonar. Sin embargo tanto la desnutrición materna y fetal, como las deficiencias de ciertos nutrientes y la presencia de sobrepeso u obesidad en el niño, influirían en el desarrollo de asma en la infancia. En lo referente a la asistencia nutricional, la corrección del déficit nutricional así como de micronutrientes, es indispensable en el tratamiento de enfermedades como la displasia broncopulmonar, la bronquiolitis obliterante y el asma. Esta revisión pretende establecer cómo la nutrición determina el desarrollo, evolución y pronóstico de estas patologías y la necesidad de considerar la asistencia nutricional en la atención integral de estos pacientes.
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Oliveira Lima, Marcela Raquel de, Maria do Amparo Andrade, Ana Paula Guimarães de Araújo, José Natal Figueroa y Lívia Barboza de Andrade. "Influência de fatores maternos e neonatais no desenvolvimento da displasia broncopulmonar". Revista da Associação Médica Brasileira 57, n.º 4 (julio de 2011): 398–403. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-42302011000400012.

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Sola, Augusto, Diana Fariña, Ramón Mir y Sergio Golombek. "Recomendaciones del VIII Consenso Clínico de SIBEN para la Displasia Broncopulmonar". NeoReviews 19, n.º 11 (noviembre de 2018): e712-e734. http://dx.doi.org/10.1542/neo.19-11-e712.

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Naveda Romero, Omar Eugenio. "Factores asociados a displasia broncopulmonar: un estudio de casos y controles". Pediatría 49, n.º 1 (enero de 2016): 1–7. http://dx.doi.org/10.1016/j.rcpe.2016.03.001.

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Lenney, W. "Neumopatía crónica/displasia broncopulmonar en el lactante: ¿cuál es el tratamiento?" Anales de Pediatría 60, n.º 2 (2004): 113–16. http://dx.doi.org/10.1016/s1695-4033(04)78230-2.

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Guimarães, H., G. Rocha, G. Vasconcellos, E. Proença, M. L. Carreira, M. R. Sossai, B. Morais, I. Martins, T. Rodrigues y M. Severo. "Displasia broncopulmonar: Práticas clínicas em cinco unidades de cuidados intensivos neonatais". Revista Portuguesa de Pneumologia 16, n.º 2 (marzo de 2010): 273–86. http://dx.doi.org/10.1016/s0873-2159(15)30026-x.

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Duarte, Paula Eylla Cristina Rodrigues y Sônia Bechara Coutinho. "Fatores associados à displasia broncopulmonar em prematuros sob ventilação mecânica precoce". Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil 12, n.º 2 (junio de 2012): 135–44. http://dx.doi.org/10.1590/s1519-38292012000200004.

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Resumen
OBJETIVOS: descrever os fatores neonatais e de assistência ventilatória associados à displasia broncopulmonar (DBP), e verificar sua frequência em recém-nascidos prematuros submetidos à ventilação mecânica (VM) na primeira semana de vida. MÉTODOS: coorte retrospectiva, realizada em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Foram analisados prontuários de 86 prematuros, sob VM na primeira semana de vida e registrados dados neonatais, parâmetros da VM e sua relação com a DBP. Para verificar a associação entre as variáveis do estudo e a DBP utilizou-se o teste do qui-quadrado e o Exato de Fisher quando indicado. O teste t e o Kruskal Wallis foram utilizados para a comparação das médias das variáveis contínuas. RESULTADOS: a DBP ocorreu em 17,4%. Foram relacionados à doença: menor peso ao nascer e idade gestacional, Apgar <7 no 1º e 5º minutos, maior tempo sob antibioticoterapia, nutrição parenteral e VM, valores elevados de fração inspirada de oxigênio (FiO2), VM como primeiro suporte respiratório, menor volume de nutrição enteral e ganho ponderal . Não houve diferença nos níveis de pressão positiva inspiratória, pressão positiva expiratória final e diferença de pressão. CONCLUSÕES: a ocorrência da DBP foi baixa e relacionada ao manejo clínico e nutricional e VM precoce e prolongada. Excetuando-se a FiO2 média não foi encontrada relação entre a doença e os demais parâmetros ventilatórios.
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Pérez Pérez, G. y M. Navarro Merino. "Displasia broncopulmonar y prematuridad. Evolución respiratoria a corto y a largo plazo". Anales de Pediatría 72, n.º 1 (enero de 2010): 79.e1–79.e16. http://dx.doi.org/10.1016/j.anpedi.2009.09.010.

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Linares P, Marcela B. "LA NUEVA DISPLASIA BRONCOPULMONAR DESDE EL PUNTO DE VISTA DEL NEUMÓLOGO PEDIATRA". Neumología Pediátrica 10, n.º 3 (8 de octubre de 2021): 111–17. http://dx.doi.org/10.51451/np.v10i3.351.

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La Displasia Broncopulmonar (DBP) es la enfermedad pulmonar crónica más prevalente del prematuro. La denominada nueva DBP ha reemplazado a la DBP clásica descripta por Northway, como consecuencia del uso de corticoides maternos, surfactante precoz, ventilación mecánica menos agresiva y la sobrevivencia de prematuros más pequeños, que nacen en etapa canalicular de su desarrollo pulmonar y completan su alveolización fuera del útero. La nueva DBP es una patología menos severa, pero con compromiso funcional respiratorio a largo plazo. A continuación se describe una actualización de la nueva DBP, enfocada en el manejo realizado luego del alta de neonatología, desde el punto de vista del Neumólogo Pediatra.
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Sadeck, Lilian Dos S. Rodrigues. "Diagnóstico diferencial das insuficiências respiratórias agudas". Revista de Medicina 82, n.º 1-4 (29 de diciembre de 2003): 40–45. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v82i1-4p40-45.

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Os recém-nascidos com insuficiência respiratória aguda são responsáveis pelo maior número de internações em unidades de terapia intensiva neonatal, sendo inclusive a principal causa de óbito, especialmente naqueles que ocorrem nos primeiros dias de vida. Além disso, estes RN podem evoluir com seqüelas, como a doença pulmonar crônica e a displasia broncopulmonar, que poderão comprometer a qualidade de vida futura. Esta revisão aborda os dados mais relevantes para se realizar o diagnóstico diferencial das insuficiências respiratórias agudas no período neonatal, levando em conta os dados epidemiológicos, quadro clínico, radiológico e evolutivo.
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Martinez, Julio César y Sandra Patricia Misnaza. "Mortalidad por enfermedades huérfanas en Colombia, 2008-2013". Biomédica 38, n.º 2 (15 de junio de 2018): 198–208. http://dx.doi.org/10.7705/biomedica.v38i0.3876.

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Introducción. Las enfermedades huérfanas caracterizadas por su baja prevalencia, comúnmente son de origen genético y degenerativo, y amenazan la vida.Objetivo. Describir la mortalidad por enfermedades huérfanas y analizar la tendencia en Colombia entre 2008 y 2013.Materiales y métodos. Se trata de un estudio descriptivo. Se analizó la tendencia de las tasas de mortalidad a partir de los certificados de defunción entre el 2008 y el 2013. Se calcularon las tasas específicas de mortalidad y las ajustadas por edad y sexo.Resultados. Se atribuyeron 7.135 defunciones a enfermedades huérfanas; 51,4 % ocurrieron en hombres de todas las edades. La tasa media de mortalidad fue de 2,53 muertes por 100.000 personas. La tendencia mostró un patrón de ascenso, aunque muy heterogéneo, en el territorio nacional. Las mayores tasas de mortalidad por 100.000 habitantes se registraron en Bogotá (20,0), la región Andina (5,3) y la Caribe (3,7). Las principales causas de muerte en hombres fueron: leucemia linfoblástica aguda, distrofia muscular, displasia broncopulmonar originada en el periodo perinatal, esclerosis múltiple, síndrome de Guillain-Barré y gastrosquisis, y en mujeres, esclerosis múltiple, leucemia linfoide aguda, gastrosquisis, displasia broncopulmonar originada en el periodo perinatal, síndrome de Guillain-Barré y leucemia mieloide aguda. La tasa media de mortalidad por leucemia linfoblástica aguda fue de 0,17 por 100.000 hombres menores de 15 años, y la de mortalidad por esclerosis múltiplefue de 0,16 en mujeres mayores de 40 años.Conclusiones. Las causas de muerte mostraron un comportamiento similar en ambos sexos; sin embargo, la mayor carga de mortalidad se registró en la población masculina de todas edades en Bogotá.
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Melluzzi, Mayse Doro, Alessandra Oliveira de Farias, Gabriela Munhoz Ruhoff, Larissa Silveira Carvalho Villa, Jaqueline Sampietro de Souza y Fernanda Shizue Nishida. "A IMPORTÂNCIA DO FISIOTERAPEUTA NO TRATAMENTO DA DISPLASIA BRONCOPULMONAR / THE IMPORTANCE OF THE PHYSIOTHERAPIST IN THE TREATMENT OF BRONCOPULMONARY DYSPLASIA". Brazilian Journal of Development 6, n.º 12 (2020): 100853–63. http://dx.doi.org/10.34117/bjdv6n12-540.

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Rocha, Thaís de Oliveira, Luciano Luckaschek dos Santos y Rosane Bassi Soares. "Epidemiologia e recursos fisioterapêuticos nos recém nascidos com displasia broncopulmonar: revisão de literatura". Brazilian Journal of Health Review 2, n.º 4 (2019): 2835–46. http://dx.doi.org/10.34119/bjhrv2n4-052.

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Pérez Pérez, G., M. Navarro Merino, M. aM Romero Pérez, C. Sáenz Reguera, A. Pons Tubío y J. Polo Padillo. "Morbilidad respiratoria tras el alta hospitalaria en prematuros (≤ 32 semanas) con displasia broncopulmonar". Anales de Pediatría 60, n.º 2 (2004): 117–24. http://dx.doi.org/10.1016/s1695-4033(04)78231-4.

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Souza, Tathiana Ghisi de, Mônica Sanchez Stopíglia y Emílio Carlos E. Baracat. "Avaliação neurológica de recém-nascidos pré-termo de muito baixo peso com displasia broncopulmonar". Revista Paulista de Pediatria 27, n.º 1 (marzo de 2009): 21–27. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-05822009000100004.

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Resumen
OBJETIVO: Descrever e comparar a avaliação neurológica e comportamental de recém-nascidos pré-termos com e sem displasia broncopulmonar (DBP). MÉTODOS: Recém-nascidos prematuros com peso ao nascer inferior a 1500g e idade gestacional menor de 32 semanas foram avaliados com 40 semanas de idade gestacional corrigida, no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher da Universidade Estadual de Campinas. Utilizou-se a Avaliação Neurológica de Dubowitz, com 29 itens divididos em seis categorias: tônus, padrões de tônus, reflexos, movimentos, sinais anormais e comportamento. O estado de consciência do recém-nascido foi graduado segundo Brazelton (1973). Utilizaram-se os testes do qui-quadrado e exato de Fischer para variáveis qualitativas e o de Mann-Whitney para as numéricas não-paramétricas, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: No período de janeiro de 2005 a setembro de 2007, 24 recém-nascidos, 12 com DBP e 12 controles, com idade gestacional ao nascer de 28±1 semana e peso de 884±202g no grupo com DBP e 31±1 semana e 1156±216g no Grupo Controle foram avaliados. Dos 29 itens avaliados, 18 foram homogêneos entre os grupos e a pontuação geral dos dois grupos não apresentou diferença (p=0,30). Observou-se maior anormalidade neurológica no grupo com DBP em oito itens e, no Grupo Controle, em três itens. CONCLUSÕES: A comparação da avaliação neurológica de Dubowitz de recém-nascidos pré-termos com e sem DBP não apresentou diferença significante com 40 semanas de idade gestacional corrigida. Nas categorias reflexos e postura/tônus, observou-se tendência a anormalidade no grupo DBP.
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Guimarães, Hercília, Gustavo Rocha, Gabriela Vasconcellos, Elisa Proença, Maria Luísa Carreira, Maria do Rosário Sossai, Benvinda Morais, Isabel Martins, Teresa Rodrigues y Milton Severo. "Factores de risco de displasia broncopulmonar em cinco unidades portuguesas de cuidados intensivos neonatais". Revista Portuguesa de Pneumologia (English Edition) 16, n.º 3 (mayo de 2010): 419–30. http://dx.doi.org/10.1016/s2173-5115(10)70047-6.

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Guimarães, Hercília, Gustavo Rocha, Gabriela Vasconcellos, Elisa Proença, Maria Luísa Carreira, Maria do Rosário Sossai, Benvinda Morais, Isabel Martins, Teresa Rodrigues y Milton Severo. "Factores de risco de displasia broncopulmonar em cinco unidades portuguesas de cuidados intensivos neonatais". Revista Portuguesa de Pneumologia 16, n.º 3 (mayo de 2010): 419–30. http://dx.doi.org/10.1016/s0873-2159(15)30039-8.

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Beani, Lilian, Airton Camacho Moscardini, Antonio Soares Souza, Arthur Soares Souza Jr, Adriana Érica Yamamoto, Ulisses Alexandre Croti y Domingo Marcolino Braile. "Avaliação tomográfica pulmonar tardia em prematuros com displasia broncopulmonar e persistência de canal arterial". Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular 22, n.º 4 (diciembre de 2007): 400–406. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-76382007000400005.

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Carrillo Mayanquer, Marí­a Irene, Paola Elizabeth Basantes Torres, Fernando Aguinaga Romero, Fernando Agama, Freud Cáceres Aucatoma, Alfredo Naranjo y Miguel Hinojosa. "Uso temprano de ventilación mecánica no invasiva en prematuros y su relación con el sí­ndrome de distrés respiratorio". Revista Ecuatoriana de Medicina y Ciencias Biológicas 40, n.º 1 (30 de mayo de 2019): 65–72. http://dx.doi.org/10.26807/remcb.v40i1.656.

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Resumen
El sí­ndrome de distrés respiratorio del recién nacido es la patologí­a más importanteespecialmente en los prematuros. Se debe a un desarrollo inmaduro de las ví­as respiratorias y por eldéficit de surfactante. Objetivo: Determinar si el uso temprano de la ventilación mecánica no invasiva enrecién nacidos prematuros reduce el distrés respiratorio, el uso de la ventilación mecánica invasiva, usode surfactante y evaluar los dí­as de requerimientos de oxí­geno y estancia hospitalaria. Método: estudio decohorte histórico. Se recopilaron datos de la historia clí­nica de 123 pacientes, las variables fueron edad,sexo, edad gestacional, estancia hospitalaria, uso de ventilación mecánica invasiva, ventilación no invasiva,dí­as de uso de oxí­geno, uso de oxí­geno al alta, uso de surfactante, maduración pulmonar, diagnóstico dedisplasia broncopulmonar. Resultados: El uso de ventilación mecánica no invasiva. Disminuyó el riesgorelativo (RR) de recibir surfactante a 0,28 (IC95 % 0,18 - 0,45) (p< 0,05), hubo una diferencia significativacon respecto al uso de oxí­geno al alta con un RR de 1,41 (IC95 % 0,6 – 3,2) (p< 0,05) en ventilacióninvasiva versus un RR de 0,89 (IC95 % 0,6 – 1,1) (p< 0,05) con ventilación no invasiva. Conclusiones:Los pacientes que recibieron ventilación no invasiva tuvieron menos riesgo de uso de surfactante, dedependencia de oxí­geno al alta y de desarrollar displasia broncopulmonar.
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Carrillo Mayanquer, Marí­a Irene, Paola Elizabeth Basantes Torres, Fernando Aguinaga Romero, Fernando Agama, Freud Cáceres Aucatoma, Alfredo Naranjo y Miguel Hinojosa. "Uso temprano de ventilación mecánica no invasiva en prematuros y su relación con el sí­ndrome de distrés respiratorio". Revista Ecuatoriana de Medicina y Ciencias Biológicas 40, n.º 1 (30 de mayo de 2019): 65–72. http://dx.doi.org/10.26807/remcb.v40i1.785.

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Resumen
El sí­ndrome de distrés respiratorio del recién nacido es la patologí­a más importanteespecialmente en los prematuros. Se debe a un desarrollo inmaduro de las ví­as respiratorias y por eldéficit de surfactante. Objetivo: Determinar si el uso temprano de la ventilación mecánica no invasiva enrecién nacidos prematuros reduce el distrés respiratorio, el uso de la ventilación mecánica invasiva, usode surfactante y evaluar los dí­as de requerimientos de oxí­geno y estancia hospitalaria. Método: estudio decohorte histórico. Se recopilaron datos de la historia clí­nica de 123 pacientes, las variables fueron edad,sexo, edad gestacional, estancia hospitalaria, uso de ventilación mecánica invasiva, ventilación no invasiva,dí­as de uso de oxí­geno, uso de oxí­geno al alta, uso de surfactante, maduración pulmonar, diagnóstico dedisplasia broncopulmonar. Resultados: El uso de ventilación mecánica no invasiva. Disminuyó el riesgorelativo (RR) de recibir surfactante a 0,28 (IC95 % 0,18 - 0,45) (p< 0,05), hubo una diferencia significativacon respecto al uso de oxí­geno al alta con un RR de 1,41 (IC95 % 0,6 – 3,2) (p< 0,05) en ventilacióninvasiva versus un RR de 0,89 (IC95 % 0,6 – 1,1) (p< 0,05) con ventilación no invasiva. Conclusiones:Los pacientes que recibieron ventilación no invasiva tuvieron menos riesgo de uso de surfactante, dedependencia de oxí­geno al alta y de desarrollar displasia broncopulmonar.
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Scalco, Janaina C., Daiane L. de Medeiros y Camila I. S. Schivinski. "Capacidade de exercício e função pulmonar de escolares com história de displasia broncopulmonar: revisão sistemática". Medicina (Ribeirao Preto. Online) 48, n.º 5 (21 de octubre de 2015): 501. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v48i5p501-511.

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Resumen
Introdução: a displasia broncopulmonar (DBP) é uma doença respiratória crônica decorrente da necessidade de oxigênio e/ou ventilação mecânica no período neonatal. A lesão pulmonar decorrente da DBP pode levar a alterações na função pulmonar, com limitação do fluxo e aumento da resistência das vias aéreas, que perduram durante a infância e adolescência. Objetivo: realizar uma revisão sistemática de estudos que avaliaram a função pulmonar e a capacidade de exercício de escolares com DBP. Método: realizadas buscas sistematizadas em três bases de dados eletrônicas SciELO, PEDro e MEDLINE via Ovid, sendo selecionados artigos publicados até janeiro de 2014 que avaliaram tanto a função pulmonar como a capacidade de exercício em escolares com DBP. Resultados: através das estratégias de busca foram encontrados 376 títulos relacionados ao tema. Após análise dos critérios de inclusão, apenas cinco trabalhos foram selecionados para compor amostra final. Conclusões: crianças com história de DBP apresentam variável obstrução ao fluxo aéreo em idade escolar e podem atingir menores valores de consumo máximo de oxigênio, volume minuto e volume corrente durante o exercicio. Ainda assim, a função pulmonar parece não influenciar a capacidade de exercício nesta população
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Navarro Merino, M., G. Pérez Pérez, MªM Romero Pérez, C. Sáenz Reguera, A. Pons Tubío y J. Polo Padillo. "Morbilidad respiratoria tras el alta hositalaria en prematuros (&#8804; 32 semanas) con displasia broncopulmonar". Anales de Pediatría 60, n.º 2 (febrero de 2004): 117–24. http://dx.doi.org/10.1157/13056909.

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Dos Santos, Rodrigo Leonel, Bruno Garcia De Aquino, Mariana Mendes Silva, Fernanda Polastri Thereza, Celso Moura Rebello, Renata Suman Mascaretti y Roberta Munhoz Manzano. "Análise comparativa de duas técnicas de contagem de número de alvéolos e de medição do espessamento septal em coelhos prematuros com displasia broncopulmonar". ConScientiae Saúde 11, n.º 2 (11 de julio de 2012): 201–10. http://dx.doi.org/10.5585/conssaude.v11n2.3252.

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Resumen
Introdução: A “nova” displasia broncopulmonar se caracteriza por diminuição da septação alveolar e do desenvolvimento vascular pulmonar. Objetivo: Comparar a contagem manual e a automática do número de alvéolos e medir o espessamento septal por um programa de análise de imagem. Métodos: Coelhos prematuros nascidos no 28º e 29º dia de gestação foram submetidos a ar ambiente ou oxigênio, durante 11 dias, após serem randomizados em quatro grupos, a saber: AR28, O228 (FiO2 ≥ 95%), AR29, O229 (FiO2 = 80%). Os pulmões foram retirados e corados para a contagem de número de alvéolos e medição do espessamento septal. Utilizou-se o programa Image-Pro Plus 4.5 para análise de imagem. Resultados: Houve diferença entre as formas de contagem do número de alvéolos e a análise de espessamento septal, realizadas manual e automaticamente (p
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Thereza, Fernanda Polastri, Mariana Mendes Silva, Rodrigo Leonel Dos Santos, Bruno Garcia Aquino, Celso Moura Rebello, Renata Suman Mascaretti y Roberta Munhoz Manzano. "Comparação entre duas técnicas de análise de fibras elásticas pulmonares em coelhos prematuros". ConScientiae Saúde 11, n.º 2 (11 de julio de 2012): 217–24. http://dx.doi.org/10.5585/conssaude.v11n2.3278.

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Resumen
Introdução: A displasia broncopulmonar se caracteriza por um bloqueio no desenvolvimento pulmonar. Objetivo: Comparar a eficiência de duas técnicas de análise de fibras elásticas em pulmão de coelhos prematuros. Métodos: Coelhos prematuros nascidos no 28º e 29º dia de gestação foram submetidos a ar ambiente ou oxigênio, durante 11 dias, após serem randomizados nos quatro grupos, a seguir: AR28, O228 (FiO2 ≥ 95%), AR29 e O229 (FiO2 = 80%). Os pulmões foram retirados e corados para análise de fibras elásticas. Foram utilizados o microscópio Nikkon E600 e o programa de análise de imagem (Image-Pro Plus 4.5). Para a comparação entre a análise microscópio versus programa foi utilizado o teste “t” pareado. Resultados: Houve diferença significativa entre as formas de análise de fibras elásticas, realizadas no microscópio e no programa (p
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Cuestas, Eduardo. "Historia de aborto inducido y resultados perinatales adversos." Revista de la Facultad de Ciencias Médicas 75, n.º 1 (21 de marzo de 2018): 1. http://dx.doi.org/10.31053/1853-0605.v75.n1.20217.

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Resumen
El parto prematuro es un problema sanitario de suma importancia en nuestro país. A pesar de los avances recientes en la atención médica, continúa siendo la causa principal de morbilidad y mortalidad neonatales en todo el mundo. Se ha demostrado que el riesgo de desarrollar enfermedades neonatales aumenta con la disminución de la edad gestacional. Las complicaciones a corto plazo del nacimiento prematuro, como el síndrome de dificultad respiratoria, la enterocolitis necrotizante, la hemorragia intraventricular y la sepsis, son todas enfermedades graves que representan un serio desafío para las unidades de cuidados intensivos neonatales. El parto prematuro también se asocia con serias consecuencias a largo plazo, vinculadas especialmente a discapacidades del desarrollo neurológico, como la parálisis cerebral y afecciones médicas crónicas, como la displasia broncopulmonar, entre muchas otras y enfermedades cardiometabólicas en la vida adulta.
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Cuestas, Eduardo. "Historia de aborto inducido y resultados perinatales adversos." Revista de la Facultad de Ciencias Médicas 75, n.º 1 (21 de marzo de 2018): 1. http://dx.doi.org/10.31053/1853.0605.v75.n1.20217.

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Resumen
El parto prematuro es un problema sanitario de suma importancia en nuestro país. A pesar de los avances recientes en la atención médica, continúa siendo la causa principal de morbilidad y mortalidad neonatales en todo el mundo. Se ha demostrado que el riesgo de desarrollar enfermedades neonatales aumenta con la disminución de la edad gestacional. Las complicaciones a corto plazo del nacimiento prematuro, como el síndrome de dificultad respiratoria, la enterocolitis necrotizante, la hemorragia intraventricular y la sepsis, son todas enfermedades graves que representan un serio desafío para las unidades de cuidados intensivos neonatales. El parto prematuro también se asocia con serias consecuencias a largo plazo, vinculadas especialmente a discapacidades del desarrollo neurológico, como la parálisis cerebral y afecciones médicas crónicas, como la displasia broncopulmonar, entre muchas otras y enfermedades cardiometabólicas en la vida adulta.
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Freitas, Brunnella Alcantara Chagas de, Mirene Peloso, Guilherme Lobo da Silveira y Giana Zarbato Longo. "Prevalência e fatores associados à displasia broncopulmonar em hospital de referência para microrregião de Minas Gerais". Revista Brasileira de Terapia Intensiva 24, n.º 2 (junio de 2012): 179–83. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-507x2012000200014.

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Cunha, Gicelle S., Francisco Mezzacappa Filho y José D. Ribeiro. "Fatores maternos e neonatais na incidência de displasia broncopulmonar em recém-nascidos de muito baixo peso". Jornal de Pediatria 79, n.º 6 (noviembre de 2003): 550–56. http://dx.doi.org/10.1590/s0021-75572003000600015.

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Alonso-Ojembarrena, A. "Utilidad de la ecografía pulmonar para monitorizar la sobredistensión grave en paciente con displasia broncopulmonar grave". Medicina Intensiva 44, n.º 2 (marzo de 2020): 131–32. http://dx.doi.org/10.1016/j.medin.2019.03.007.

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Fernández Rego, F. J. y A. Gómez-Conesa. "Importancia del tratamiento de Fisioterapia en el síndrome de dificultad respiratoria y en la displasia broncopulmonar". Fisioterapia 36, n.º 6 (noviembre de 2014): 245–46. http://dx.doi.org/10.1016/j.ft.2014.09.004.

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Rabelo, Camila Menezes, Valdester Cavalcante Pinto Junior, José Eloy da Costa Filho, Eveline Campos Monteiro de Castro y Simone Da Silveira Magalhães Aragão. "Perfil dos recém-nascidos submetidos à correção cirúrgica de persistência do canal arterial à beira do leito". Revista de Medicina da UFC 57, n.º 1 (25 de abril de 2017): 19. http://dx.doi.org/10.20513/2447-6595.2017v57n1p19-24.

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Resumen
Introdução: malformações congênitas são importantes causas de mortalidade infantil nos recém-nascidos (RNs) prematuros, sendo a cardiopatia congênita (CC) uma das responsáveis. Objetivo: demonstrar o perfil clínico e epidemiológico dos RNs submetidos à cirurgia de correção de persistência do canal arterial (PCA) à beira do leito. Material e Métodos: estudo longitudinal retrospectivo, realizado nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital terciário, no período de janeiro a dezembro de 2015. Resultados: a maioria dos pacientes foram RNs de extremo baixo peso e do sexo feminino, que apresentaram as mais variadas manifestações clínicas e complicações como hemorragia peri-intraventricular, insuficiência real e displasia broncopulmonar, mesmo tendo feito uso de corticoide antenatal, surfactante e suporte ventilatório. Conclusão: RNs submetidos à cirurgia foram àqueles prematuros extremos, do sexo feminino e extremo baixo peso ao nascer, que sofreram com complicações maternas ainda no período gestacional.
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Romero, Héctor y Jana Pamela Peña. "Manejo del paciente pretérmino con ductus arterioso persistente". Revista Repertorio de Medicina y Cirugía 23, n.º 3 (1 de septiembre de 2014): 168–76. http://dx.doi.org/10.31260/repertmedcir.v23.n3.2014.705.

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Resumen
El ductus arterioso persistente se considera la cardiopatía más frecuente en neonatos de peso inferior a 1.500 g y con síndrome de dificultad respiratoria. Incrementan la morbilidad los aumentos en la incidencia de displasia broncopulmonar, retinopatía de la prematuridad, enterocolitis necrotizante, colestasis por aumento en el tiempo de nutrición parenteral, osteopenia y desnutrición. Como el manejo presenta mucha controversia, se realiza esta revisión de la literatura de las bases de datos LILACS, EMBASE, PUBMED, MDCONSULT, COCHRANE, SCOPUS, clinicaltrials.gov y buscadores de internet. Se analizan la definición, identificación, diagnóstico y manejo, actualizando el tema con el fin de responder interrogantes de la práctica diaria y plantear estrategias para el inicio de estudios que puedan ser de utilidad en la unidad de cuidado intensivo neonatal. Abreviaturas: DAP, ductus arterioso persistente; RN, recién nacido (s); ECN, enterocolitis necrotizante; NP, nutrición parenteral.
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Ruiz-Peláez, Juan Gabriel y Nathalie Charpak. "Epidemia de displasia broncopulmonar: incidencia y factores asociados en una cohorte de niños prematuros en Bogotá, Colombia". Biomédica 34, n.º 1 (1 de agosto de 2013): 29. http://dx.doi.org/10.7705/biomedica.v34i1.1463.

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Tamayo, María Eulalia, Isabel Cristina Maya, Marcela María Betancourt y Ana María Salinas. "Conducto arterial persistente y desarrollo de displasia broncopulmonar en recién nacidos con muy bajo peso al nacer". Pediatría 45, n.º 1 (marzo de 2012): 23–35. http://dx.doi.org/10.1016/s0120-4912(15)30003-3.

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