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Braúna, José Dércio. "“À propósito de relevâncias...”: a literatura africana como leitora-questionadora da História." Sankofa (São Paulo) 8, no. 15 (2015): 36. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1983-6023.sank.2015.102434.

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Tomando em análise os romances A sul. O sombreiro, do escritor angolano Pepetela, e O outro pé da sereia, do escritor moçambicano Mia Couto, este texto debruça-se sobre a leitura e o uso de documentação histórica por parte desses autores para a construção de seus textos ficcionais. Analisa-se aqui o gesto irônico e questionador (eminentemente pós-colonial) de tomar escritos do passado (sobretudo de um passado colonial) e os reler, explorando suas possibilidades interpretativas, desse modo evidenciando seu caráter de construto textual inserido numa dada temporalidade e numa dada ordem de relaçõ
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Abrantes, Helen Leonarda. "Ulume: o homem no silêncio da granada." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios 1, no. 27 (2016): 62–73. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3231.n27p62-73.

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Propomo-nos um artigo, na obra Parábola do Cágado Velho (2005), do escritor angolano Pepetela, sobre as razões do silêncio do personagem Ulume, sobrevivente das guerras angolanas. Para isso, utilizamos reflexões de Márcio Seligmann-Silva (2008) e de Michael Pollak (1989) para elucidar o mutismo a partir do grau de violência a que o sobrevivente é submetido.Palavras-chave: Pepetela. Silêncio. Memória. Trauma. Literatura angolana.
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Miranda, Maria Geralda de. "A política da utopia em Pepetela." Revista Diadorim 13 (June 28, 2013): 349–57. http://dx.doi.org/10.35520/diadorim.2013.v13n0a4001.

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O presente trabalho busca recortar a atuação da personagem Aníbal, também chamado de Sábio, no romance A geração da utopia, do escritor angolano Pepetela. Para tanto, além de comparar o seu desempenho na ação narrativa com o do personagem Vitor Ramos, de codinome Mundial, procura-se fazer dialogar os ideais utopistas do herói de Pepetela com os valores de Raphael Hitlodeu pontuados na obra Utopia, do inglês Thomas More.
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Abrantes, Helen Leonarda. "Ulume: o homem no silêncio da granada." Cadernos CESPUC de Pesquisa 1, no. 27 (2016): 62. http://dx.doi.org/10.5752/10.5752/p2358-3231.2015n27p62.

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<p>Propomo-nos um artigo, na obra Parábola do Cágado Velho (2005), do escritor angolano Pepetela, sobre as razões do silêncio do personagem Ulume, sobrevivente das guerras angolanas. Para isso, utilizamos reflexões de Márcio Seligmann-Silva (2008) e de Michael Pollak (1989) para elucidar o mutismo a partir do grau de violência a que o sobrevivente é submetido.</p><p>Palavras-chave: Pepetela. Silêncio. Memória. Trauma. Literatura angolana.</p>
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Salgueiro, Wilberth. "Alegoria e testemunho em “Muana Puó” (1969), romance de Pepetela." Abril – NEPA / UFF 5, no. 11 (2013): 305–17. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v5i11.29677.

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Muana Puó foi o primeiro romance escrito por Pepetela, em 1969, embora tenha sido publicado somente em 1978. O título se refere a uma máscara tchokuê, que simboliza o rito de passagem à vida adulta, e que serviu de mote para o escritor angolano elaborar sua alegoria a partir da luta entre corvos e morcegos, opressores e oprimidos. Num artigo de 1987, sobre essa narrativa, afirmei que “adotar como justificativa a posição de oprimidos, para explicar o uso de uma linguagem a serviço, engajada e até mesmo panfletária, julgamos inaceitável”. Em 2012, vinte e cinco anos depois, re­leio o romance sob
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Brown, Nicholas. "A identidade de Identidade e Diferença." Via Atlântica, no. 23 (June 29, 2013): 64. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i23.84814.

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O TEOREMA HEGELIANO DA "IDENTIDADE DE IDENTIDADE E DIFERENÇA"SUGERE A JUSTAPOSIÇÃO DE DOIS AUTORES DIVERSOS: UM MODERNISTA TARDIO AMERICANO (WILLIAN GADDIS, 1985) E UM ESCRITOR ANGOLANO (PEPETELA, 1992). AMBOS OS ROMANCES TRAZEM UMA QUESTÃO IMPLÍCITA, HISTÓRICA E FORMAL, SOBRE A REPRESENTAÇÃO LITERÁRIA DA EXPERIÊNCIA POLÍTICA CONTEMPORÂNEA REBAIXADA SOB ÉGIDE DO CAPITAL.
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Sousa Dias, Mariana. "“Pode o subalterno falar?”." Revista Odisseia 5, no. 1 (2020): 120–40. http://dx.doi.org/10.21680/1983-2435.2020v5n1id20573.

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O presente trabalho analisa a (re)criação de vozes silenciadas pelo colonizador em A gloriosa família, obra publicada pelo escritor angolano Pepetela em 1997. Se o romance tem Baltazar van Dum como protagonista, não é ele, entretanto, quem nos apresenta os fatos, mas sim seu inseparável escravo, um narrador analfabeto e mudo de nascença. Por meio de tal impossibilidade de base essencialmente metaficcional, Pepetela problematiza a marginalização operada pela destituição da palavra, reforçando-a como elemento crucial para a construção de subalternidades. Para tratarmos das estratégias utilizadas
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Carneiro, Adriano Guedes. "A ORIGEM COMO FORMA DE SUPERAÇÃO DA GUERRA COMO CATÁSTROFE, EM SE O PASSADO NÃO TIVESSE ASAS, DE PEPETELA." REVISTA DE LETRAS - JUÇARA 5, no. 01 (2021): 27–42. http://dx.doi.org/10.18817/rlj.v5i01.2460.

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O presente artigo tem por objetivo demonstrar como o conceito de Origem – Ursprung – conforme preconizado por Walter Benjamin foi utilizado no romance Se o passado não tivesse asas, do escritor angolano Pepetela, como forma para superar a guerra como catástrofe. Pepetela é o mais importante escritor angolano e ganhador do Prêmio Camões em 1997. Angola foi colonizada por Portugal. Tornou-se independente, após 14 anos de conflito. A independência lançou o país na guerra civil, entre MPLA, UNITA e FNLA, que durou até 1990. No entanto, a guerra foi retomada em 1992 e só se extinguiu em 2002. No ro
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Vecchia Rocha e Silva, Rejane, and Tatiane Reghini Mattos. "Parábola do cágado velho: uma perspectiva crítica através da história." Revista Mulemba 7, no. 13 (2015): 190–203. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2015.v7n13a5045.

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Este artigo buscará apresentar uma leitura do romance Parábola do cágado velho, do escritor angolano Pepetela, atentando para determinadas conjunturas históricas que parecem estruturantes da obra, bem como para a ideologia que insurge ao sistema político e econômico que envolve o país, aproximando-se, assim, das dimensões políticas e ideológicas que fizeram parte da literatura realizada no Brasil dos anos 1930.
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Fazzini, Luca. "Dinâmicas urbanas endocoloniais: Luanda em Predadores, de Pepetela." Veredas: Revista da Associação Internacional de Lusitanistas, no. 34 (July 21, 2021): 65–82. http://dx.doi.org/10.24261/2183-816x0534.

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Em Predadores, romance publicado em 2005, o escritor Pepetela, ao encenar as práticas cotidianas da elite financeira angolana, propõe uma reflexão sobre o pós-independência do país destacando as continuidades das dinâmicas do poder, apesar das mudanças radicais que Angola sofreu nas últimas décadas, tanto no plano político como no econômico. Através da leitura crítica do romance mencionado e de uma mais ampla discussão sobre a construção ocidental do espaço colonial como espaço do impolítico, estritamente vinculado às demandas do capital, o presente artigo pretende investigar as continuidades
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Franzin, Adilson Fernando. "Portugal e Angola: poéticas de pólvora." Revista Crioula, no. 21 (June 30, 2018): 620. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2018.143441.

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Por meio de um viés comparatista, pretendemos tecer algumas considerações a cerca de literatura e cinema, baseando-nos em Mayombe, romance do escritor angolano Pepetela, e Non, ou a vã glória de mandar, filme de Manoel de Oliveira, cineasta português. Dessa forma, ambas as obras contribuirão para recuperarmos criticamente uma memória colonial e um passado que se apresenta, sob muitos aspectos, ainda silenciado pela História.
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Neto, Sebastião Marques. "NARRADOR SILENCIOSO? UMA LEITURA DE PEPETELA SOB A ÓPTICA DO DISCURSO DE MICHEL FOUCAULT." A Cor das Letras 8, no. 1 (2017): 17. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v8i1.1562.

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objetivo deste artigo é discutir o silenciamento e o silêncio da voz narrativa em A gloriosa família, do escritor angolano Pepetela – pseudônimo de Arthur Carlos Maurício Pestana dos Santos – (1999). Inspirado em Fou-cault, proponho-me a tratar alguns enunciados da obra, a partir do seu pen-samento sobre a noção de discurso e poder, buscando a multiplicidade de acontecimentos que operam nos jogos entre o real e o ficcional; entre o fato histórico e a suas versões imersas nas práticas sociais. A idéia é articular o foco narrativo em seu duplo movimento: ora silenciado, ora em afasia, den-tro de
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Silva de Oliveira, Mariana. "EXPERIÊNCIAS LABIRÍNTICAS EM A GERAÇÃO DA UTOPIA, DE PEPETELA." Téssera 2, no. 1 (2019): 176–90. http://dx.doi.org/10.14393/tes-v2n1-2019-51072.

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Imagem recorrente nas metaficções contemporâneas, o labirinto alegoriza a própria experiência pós-moderna. As características particulares desta estrutura — fragmentação, descontinuidade, multiplicidade e infinitude — e as sensações associadas à experiência labiríntica — desorientação, incerteza, angústia, ambiguidade — mantêm uma relação estreita com o conceito de metaficção. O objetivo deste trabalho é analisar imagens labirínticas presentes no romance A geração da utopia, do escritor angolano Pepetela. Considerando que o labirinto guarda uma ambiguidade intrínseca, representada tanto na est
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Silva, Renata Flávia da. "Amílcar Cabral e Pepetela: processos intertextuais a propósito do Homem Novo." Lusotopie 19, no. 1 (2020): 101–14. http://dx.doi.org/10.1163/17683084-12341750.

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Resumo O artigo analisa a representação ficcional do Homem Novo a partir das obras As aventuras de Ngunga (1976) e Se o passado não tivesse asas (2016), do escritor angolano Pepetela, relacionando-as ao legado teórico de Amílcar Cabral. Tendo em vista os discursos deixados por Cabral, investiga-se sua permanência e/ou ruptura nos textos literários. Para tal análise, corroboram, além dos textos de Cabral, os estudos de representação cultural de Stuart Hall e as formulações acerca dos processos de adaptação textuais defendidas por Linda Hutcheon.
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Miranda, Maria Geralda, Reis Friede, and Katia Avelar. "A dualidade alegórica da catástrofe em ‘O quase fim do mundo’, do escritor angolano Pepetela." Abril – NEPA / UFF 7, no. 14 (2015): 119–27. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v7i14.29854.

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Resumen
O presente trabalho tem como objeto de estudo o romance O quase fim do mundo, do escritor angolano Pepetela. Obra impactante que relata a situação vivenciada por um pequeno grupo de sobreviventes de uma catástrofe mundial, provocada pelo lançamento de raios de uma arma de destruição em massa, criada por fanáticos da intolerância. O estudo parte do conceito de alegoria, do modo como Walter Benjamin a concebe, para, em seguida, situar as representações dos personagens, do tempo e do espaço, na estrutura romanesca. A feição simbólica da catástrofe será debatida, a partir de uma visão dual, tendo
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Santos, Daiana Nascimento dos. "Pasado, testimonio y relecturas literarias: forjando nuevas historias sobre Angola." Alea: Estudos Neolatinos 21, no. 3 (2019): 185–96. http://dx.doi.org/10.1590/1517-106x/2019213185196.

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Resumen
Resumen En el presente artículo proponemos un estudio sobre la representación de la historia de Angola del siglo XVII en la novela A gloriosa familia (1997), del escritor angoleño Pepetela. Para su desarrollo nos apoyaremos en una discusión interdisciplinar, que entrecruza lo literario con aspectos históricos y culturales que conforman el pasado, la memoria y el imaginario angoleño. Incluimos en el estudio problemas de “tradición” (VANSINA, 1968) y de “oralitura” (FALL, 1992), que permiten comprender de qué manera la construcción simbólica de los elementos de la tradición oral posibilitan elab
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Mattos, Marcelo Brandão. "Estranhos deuses em concílio: uma leitura do conto "Estranhos pássaros de asas abertas", de Pepetela." Abril – NEPA / UFF 4, no. 7 (2011): 57–64. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v4i7.29740.

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Resumen
O artigo propõe, a partir do conto de Pepetela, uma análise que destaca o sentido de “estranhamento”, com base das ideias de Benjamin e Freud so­bre tal conceito, diante de uma tradição ocidental a canonizar fatos e mitos caracterizadores das “conquistas” portuguesas em fins do século XV, iní­cio do séc. XVI. Além disso, caminha no sentido de um destrinchamento do embate ficcional entre os deuses do Olimpo, apresentados por Camões, em Os Lusíadas, como controladores dos fenômenos naturais em todo o mundo, incluindo a África, e os deuses africanos, lembrados pelo escritor angolano como dominant
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Padilha, Laura Cavalcante. "A força de um olhar a partir do sul." Alea : Estudos Neolatinos 11, no. 1 (2009): 48–61. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-106x2009000100005.

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O artigo se debruça sobre um conjunto de quatro obras do escritor angolano Pepetela, a saber, Muana Puó (1969); Mayombe (1971); A geração da utopia (1992) e Predadores (2005). Partindo da primeira delas, Muana Puó, abordar-se-á o fato de que em tais obras se dá, além do enlace entre o estético e o ético, um encadeamento de ordem temática pelo qual se evidencia, de modo cada vez mais acidamente crítico e contundente, o projeto político do autor e seu compromisso com os imperativos que o movem. Tais imperativos acabam, quase sempre, por conflitar com a ordem política hegemônica em seu país, ante
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Lima, Renally Arruda Martins de, and Maria Marta Dos Santos Silva Nóbrega. "Literatura, Memória e Identidade: Entrevista com Ondjaki." Revista Letras Raras 9, no. 3 (2020): 293. http://dx.doi.org/10.35572/rlr.v9i3.1904.

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Sucedendo autores como Luandino Vieira, Manuel Rui e Pepetela, Ondjaki - pseudônimo de Ndalu de Almeida, nascido em 5 de julho de 1977, na cidade de Luanda, dois anos após a independência de Angola – é um autor de várias facetas que apresenta em toda a sua obra uma visão renovada de seu país de origem. Considerado um dos maiores representantes da Literatura angolana contemporânea, o jovem escritor, com narrativas em sua maioria ambientadas no período pós-independência, se insere no cenário da tradição literária retratando fatos do cotidiano luandense, utilizando um narrador que pode ser perceb
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Cunha, Isabel Ferin. "“Os Transparentes”de Ondjaki: Luanda como metáfora de Angola." Comunicação Mídia e Consumo 17, no. 50 (2020): 443. http://dx.doi.org/10.18568/cmc.v17i50.2480.

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Este artigo analisa a obra “Os transparentes” do escritor angolano Ondjaki, a partir dos conceitos de memória, nostalgia e ficção, no cenário da cidade de Luanda, entendida como metáfora de Angola. Recorrendo aos trabalhos de Baccega sobre “Mayombe” de Pepetela, inicia-se a exposição traçando o contexto em que se inscreve o romance de Ondjaki. Assinala-se, a partir de excertos da obra, como o autor ficciona personagens e interesses da cidade de Luanda, nomeadamente os de uma elite afeta ao ex-presidente, que governou o país por cerca de quarenta anos. Em seguida, evocando mais uma vez Baccega,
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Miranda, Maria Geralda de. "O fim do colonialismo em Angola e a tessitura da narrativa-nação, sob o olhar de Pepetela." Abril – NEPA / UFF 4, no. 7 (2011): 45–56. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v4i7.29739.

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O romance Yaka, do escritor angolano Pepetela, se estrutura em cinco seg­mentos: “A boca – 1890/1904”, “Os olhos – 1917”, “O coração – 1940/1941”, “O sexo – 1961” e “As pernas – 1975”. Cada um deles, além de corresponder a uma geração da família Semedo, cuja trajetória se inicia com o degredo de Oscar, português, e termina com Joel, tetraneto de Oscar, atuando nas fileiras do MPLA, corresponde também a um determinado tempo histórico, marcado pela deflagração de conflitos bélicos e pelo acirramento da luta entre colonizador e colonizado. A saga dos Semedo, apesar de ser ficionalizada apenas com
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Miranda, Maria Geralda de. "O batismo de terra, ou Yaka, um romance polifônico." Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso 8, no. 1 (2013): 120–39. http://dx.doi.org/10.1590/s2176-45732013000100008.

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Pretende-se com este estudo verificar o "jogo" discursivo polifônico presente no romance Yaka, do escritor angolano, Pepetela, a partir da observação do modo pelo qual os discursos dos narradores são elaborados, formando o todo romanesco. O objetivo não é apenas tentar compreender como as diferentes vozes dialogicamente constituídas colaboram para o acesso ao conteúdo e/ou significados da obra, mas como esse conteúdo é apresentado e significa para o leitor. Para tanto, serão analisados as vozes dos narradores e o discurso da personagem "Yaka" (estátua que, além de obra de arte africana, se apr
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Botelho Peixoto, Alice. "Realismo afetivo em Predadores." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios, no. 32 (April 12, 2018): 35–43. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3231.2018v0n32p35-43.

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Resumen
Neste breve estudo, investigamos sobre a expressão do que é denominado realismo afetivo, no romance Predadores, do angolano Pepetela. Primeiramente, percebemos que ao expor as desigualdades da sociedade angolana, Predadores cria, no espaço da literatura, uma democracia literária sobre a qual teoriza Rancière, ao dar espaço as diversas histórias e a personagens de diferentes extratos sociais. Nesse cenário, entendemos que o “realismo afetivo”, teorizado por Schøllhammer (2012), se expressa numa forma de economia descritiva, ou de “redução radical do descritivo”, o que se adequa ao romance anali
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Botelho Peixoto, Alice. "Realismo afetivo em Predadores." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios, no. 32 (April 12, 2018): 35–43. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3231.n32p35-43.

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Neste breve estudo, investigamos sobre a expressão do que é denominado realismo afetivo, no romance Predadores, do angolano Pepetela. Primeiramente, percebemos que ao expor as desigualdades da sociedade angolana, Predadores cria, no espaço da literatura, uma democracia literária sobre a qual teoriza Rancière, ao dar espaço as diversas histórias e a personagens de diferentes extratos sociais. Nesse cenário, entendemos que o “realismo afetivo”, teorizado por Schøllhammer (2012), se expressa numa forma de economia descritiva, ou de “redução radical do descritivo”, o que se adequa ao romance anali
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António, Mateus Pedro Pimpão. "Romance e realidade em Lueji, o nascimento de um império, de Pepetela." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios 1, no. 27 (2016): 97–112. http://dx.doi.org/10.5752/10.5752/p2358-3231.2015n27p97.

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Este ensaio propõe-se fazer uma análise do romance Lueji, o nascimento de um império (2015), de Pepetela. O romance nos coloca diante de duas realidades que, mantidas em espaços separados por 400 anos, parecem encenar as transformações sócio-políticas de Angola, marcadas por conflitos e tensões. Dessa forma, propõe-se pensar sobre a escrita da história, sobre a complexidade do romance e sobre as estratégias da escrita de Pepetela para lidar com a fragmentação que caracteriza a realidade angolana.Palavras-chave: Escrita literária. Romance e realidade. Fragmentação. Literatura angolana. Pepetela
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Roberto dos Santos Menezes, Carlos. "Entre dribles e máscaras: a construção do mosaico em O cão e os caluandas." Revista Mulemba 7, no. 12 (2015): 38–48. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2015.v7n12a5022.

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O presente trabalho procura explorar alguns dos procedimentos composicionais utilizados por Pepetela na estrutura do seu romance O cão e os caluandas. Ressaltamos que não se pode falar de estrutura sem deixar de lado seu conteúdo. Desta forma, iremos perseguir alguns passos do cão-pastor através da geografia de Luanda de modo a conhecer e desmascarar os personagens e, consequentemente, a escrita caleidoscópica de Pepetela.
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Cione, Vinicius Melleu. "A luta anticolonial angolana em Luandino e Pepetela." Sankofa (São Paulo) 5, no. 9 (2012): 64. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1983-6023.sank.2012.88860.

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Este artigo discute Luuanda e Nós, os do Makulusu de José Luandino Vieira e Mayombe de Pepetela, com base no contexto de luta anti-colonial em Angola a partir da 2ª. Guerra Mundial. Inicialmente, é traçado um breve histórico sobre o ultracolonialismo português e sobre a trajetória da resistência angolana. Depois, são apresentados alguns autores fundamentais para o debate da autodeterminação dos povos do chamado Terceiro Mundo, como Balandier, Memmi, N’krumah e Fanon. Por fim, são trabalhadas estas três obras, escritas por dois intelectuais do MPLA, profundamente engajados na luta por libertaçã
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Valentim, Jorge Vicente. "COM QUANTOS NÓS SE FAZ UMA TRAMA: RESSONÂNCIAS DO TEATRO DO OPRIMIDO EM A CORDA, DE PEPETELA." Via Atlântica, no. 22 (December 21, 2012): 71. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i22.51682.

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<p>ESCRITA EM 1976, OU SEJA, POSTERIORMENTE AOS ROMANCES <em>MUANA PUÓ </em>(1969), <em>MAYOMBE </em>(1971) E <em>AS AVENTURAS DE NGUNGA </em>(1972), A PEÇA <em>A CORDA</em>, DE PEPETELA, TRAZ JÁ NO SEU BOJO MARCAS DISTINTIVAS DO PROJETO LITERÁRIO DO SEU AUTOR. PASSANDO DA FICÇÃO ROMANESCA PARA A DRAMÁTICA, PEPETELA APOSTA NUM TEATRO REFLEXIVO, ESTABELECENDO UM DIÁLOGO TANTO COM AS IDÉIAS DE BRECHT, QUA NTO COM AS DO TEATRO DO OPRIMIDO, DE AUGUSTO BOAL.</p><p> </p>
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Lima reis, Eliana Lourenço. "As Literaturas Africanas em Tempos Pós-Utópicos." Aletria: Revista de Estudos de Literatura 9 (December 31, 2002): 202–10. http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.9..202-210.

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Décadas depois do processo de descolonização, os escritores africanos contemporâneos procuram fazer uma crítica aos rumos tomados pelas novas nações e oferecer respostas para o fim das utopias revolucionárias. Em A montanha da água lilás, Pepetela rememora o passado recente de Angola em forma de fábula para criticar os erros cometidos e reiterar sua confiança no sonho socialista remodelado.
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Lima reis, Eliana Lourenço. "As Literaturas Africanas em Tempos Pós-Utópicos." Aletria: Revista de Estudos de Literatura 9 (December 31, 2002): 202. http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.9.0.202-210.

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Décadas depois do processo de descolonização, os escritores africanos contemporâneos procuram fazer uma crítica aos rumos tomados pelas novas nações e oferecer respostas para o fim das utopias revolucionárias. Em A montanha da água lilás, Pepetela rememora o passado recente de Angola em forma de fábula para criticar os erros cometidos e reiterar sua confiança no sonho socialista remodelado.
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Aguiar, Adriana. "Quando a violência colonial ecoa nas folhas da floresta e nas páginas literárias: 'Mayombe', de Pepetela." Abril – NEPA / UFF 10, no. 20 (2018): 91. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.2018n20a479.

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Partindo das relações entre literatura e espaço, a proposta deste artigo é analisar a representação da natureza no romance Mayombe, de Pepetela, escrito na década de setenta do século XX, quando Angola era ainda colônia de Portugal. Destaca-se na obra a relação entre a floresta como espaço insular, de trincheira e escudo, em contraposição ao espaço colonial, representado na narrativa pela presença dos tugas, soldados portugueses a serviço de Salazar em Angola.---DOI: http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.2018n20a479
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Aguiar, Adriana. "Quando a violência colonial ecoa nas folhas da floresta e nas páginas literárias: 'Mayombe', de Pepetela." Abril – NEPA / UFF 10, no. 20 (2018): 91–108. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v10i20.29952.

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Partindo das relações entre literatura e espaço, a proposta deste artigo é analisar a representação da natureza no romance Mayombe, de Pepetela, escrito na década de setenta do século XX, quando Angola era ainda colônia de Portugal. Destaca-se na obra a relação entre a floresta como espaço insular, de trincheira e escudo, em contraposição ao espaço colonial, representado na narrativa pela presença dos tugas, soldados portugueses a serviço de Salazar em Angola.---DOI: http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.2018n20a479
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Jacob, Sheila. "Uma cidade em ruínas: representações literárias de Luanda em dois romances angolanos do pós-independência." Convergência Lusíada 30, no. 41 (2019): 121–32. http://dx.doi.org/10.37508/rcl.2019.n41a302.

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Por meio da escrita literária da cidade de Luanda, é possível, ainda hoje, ler questionamentos e reflexões sobre os rumos tomados pelo próprio país, o que demonstra que, assim como no período da independência, a capital da nação permanece sendo representada como o duplo metonímico de Angola. É o que procuraremos demonstrar na leitura dos romances O desejo de Kianda (1995), de Pepetela, e Os transparentes (2012), de Ondjaki. Neles, desenha-se uma cidade em ruínas, onde os sonhos, tais como os prédios, desmoronam frente à corrosão dos valores e ao esquecimento dos ideais que, no passado, aliment
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Fernandes, Glaucia Regina, and Fabiana Carelli. "A guerra como tema e a escrita como arma: A juventude de“A geração da utopia” de Pepetela." Via Atlântica, no. 26 (November 4, 2014): 275. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i26.82603.

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Este artigo pretende discutir de que maneira a juventude angolana de década de 60 se preparou para a guerra que gerou a libertação de Angola. Dois elementos essenciais norteiam o texto, são eles: a guerra como acontecimento histórico que rege a narrativa, e a função da literatura durante este período.
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Pereira, Márcio Roberto, and Clauber Ribeiro Cruz. "A presença das literaturas africanas no Brasil: a formação de um projeto literário." Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978) 46, no. 3 (2017): 1190. http://dx.doi.org/10.21165/el.v46i3.1755.

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Este artigo tem o objetivo de apresentar algumas das produções literárias africanas lançadas no Brasil, com destaque à antologia “Autores Africanos”, feita pela editora Ática, entre os anos de 1979 e 1991. Nesta coleção, foram publicados 27 títulos de diversos autores africanos, compondo uma espécie de “mapa da África literária”. Entre os autores, apresentam-se: Pepetela, Manuel Lopes, Luís B. Honwana, Jofre Rocha, Manuel Ferreira, Valentin Mudimbe, Boaventura Cardoso, Baltasar Lopes, Agostinho Neto, Luandino Vieira, Arnaldo Santos, entre outros. Esta série literária foi feita a partir da parc
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Mesquita, Fábio Henrique Novais de, and Márcia Manir Miguel Feitosa. "Memória, história e tradição: um diálogo entre o velho e o novo no romance Lueji, o nascimento de um império." Navegações 11, no. 1 (2018): 86. http://dx.doi.org/10.15448/1983-4276.2018.1.33022.

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As literaturas africanas em língua portuguesa despontam com muita força no século XX e, aos poucos, ganham espaço na contemporaneidade por meio de narrativas que problematizam a escrita da história a partir de epistemologias eurocêntricas. Nosso objetivo é analisar o romance Lueji, o nascimento de um império (1990), de Pepetela, a partir de olhares que nos ajudem a compreender de que forma a memória, a história e a tradição se entrelaçam em espaços-tempos diferentes e como as ações do presente se constituem por meio de uma reatualização da memória sem a pretensão de veracidade da história ofic
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Pinto, Jesuino Arvelino, and João Batista Cardoso. "As reverberações da história e a elaboração estética da personagem no romance Predadores." Revista do Sell 9, no. 2 (2020): 402. http://dx.doi.org/10.18554/rs.v9i2.4061.

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O propósito deste trabalho consiste em analisar o romance Predadores, de Pepetela, buscando apreender as formas de representação da condição itinerante que muitos grupos sociais se submetem em função das consequências de revoltas e guerras, modos de governo autoritários e mesmo de acidentes naturais. Mais especificamente, nossa proposta visa à reflexão acerca da reestruturação das memórias na formação da identidade de um povo, tendo a personagem central, Vladimiro Caposso, como elemento catalisador da trama demarcada pelo período de 1974 a 2004, compreendendo trinta anos, a partir das lutas fi
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Santos, Donizeth. "LUEJI, O NASCIMENTO DUM IMPÉRIO: UM ROMANCE ALEGÓRICO E POLÍTICO." Revista Mulemba 6, no. 11 (2014). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2014.v6n11a5009.

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O artigo traz uma abordagem do teor político que o romance Lueji, o nascimento dum império (1997), do escritor angolano Pepetela, apresenta num tempo histórico situado no passado e procura demonstrar, através de uma relação alegórica, que a análise do poder que o escritor faz no antigo reino da Lunda de quatrocentos anos atrás é extensiva ao período de escrita do livro.PALAVRAS-CHAVE: literaturas africanas de língua portuguesa, literatura angolana; romance político.
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De Miranda, Maria Geralda. "Título: O embondeiro e a mulemba: árvores e literatura." Revista Mulemba 1, no. 1 (2009). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2009.v1n1a4671.

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A presença de árvores é um dado recorrente nas literaturas africanas de língua portuguesa, que, em geral, as situam como intermediárias entre as divindades e os humanos. O presente trabalho buscará recortar a presença de duas árvores: a mulemba, no romance Yaka, do escritor angolano, Pepetela, e o embondeiro, no conto “o embondeiro que sonhava pássaros”, do escritor moçambicano, Mia Couto. Em ambas as narrativas, compondo o viés mitológico, elas servem de abrigo e simbolizam resistência ao dominador.PALVRAS-CHAVE: embondeiro, mulemba, Mia Couto, Pepetela.
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Machado, Carolina Bezerra. "A construção de personagens nos romances de Pepetela e a imaginação da nação angolana." Afro-Ásia, no. 62 (December 30, 2020). http://dx.doi.org/10.9771/aa.v0i62.36840.

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<p>Este artigo tem como objetivo refletir sobre a construção de um imaginário acerca da nação angolana nas páginas dos romances do escritor Pepetela, mais especificamente em <em>A geração da utopia</em>, escrito entre 1991 e 1992. A partir de um debate sobre como os conceitos de nação e raça ainda permaneciam problemáticos no período pós-independência, podemos visualizar através do romance a tensão ainda existente na sociedade angolana nos anos 1990, parte de um debate político dentro do MPLA que influenciou diretamente o desenvolvimento de uma ideia de Estado e nação do país
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Cavalcante Padilha, Laura. "PEPETELA E A SEDUÇÃO DA MONTAGEM CINEMATOGRÁFICA: BREVES RECORTES." Revista Mulemba 5, no. 9 (2013). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2013.v5n9a4987.

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Este artigo aborda a relação entre linguagem fílmica e linguagem literária, procurando demonstrar que as sequências narrativas dos romances do escritor angolano Pepetela se compõem como se fossem cenas e planos que lembram a montagem cinematográfica e levam o leitor a perceber o jogo metalinguístico que o autor parece pretender realizar em muitas de suas obras.PALAVRAS-CHAVE: cinema; romance; metalinguagem; Pepetela.
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Brose, Elizabeth Robin Zenkner. "A máscara do texto - duas obras de Pepetela." Gragoatá 10, no. 19 (2005). http://dx.doi.org/10.22409/gragoata.v10i19.33255.

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A gloriosa família e Lueji, obras do escritor angolano Pepetela, utilizam-se de estratégias literárias específicas para contar dois momentos da história de Angola: uma época anterior à colonização portuguesa e uma fase posterior, em que transitam diversas nacionalidades com o objetivo de ocupar a região. As duas obras literárias multiplicam as possibilidades de percepção de um evento através de seus narradores. Eles compõem uma instância literária pluralizada: ora a do contador ou a do narrador das viagens, ora o onisciente ou o testemunhal. A combinação de tais instâncias coloca em diálogo os
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BRATKOWSKI, BIANCA RODRIGUES. "MAYOMBE: UMA VISÃO INTERNA DA GUERRA COLONIAL DE ANGOLA." Nau Literária 11, no. 2 (2015). http://dx.doi.org/10.22456/1981-4526.73220.

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Resumo: O presente artigo traz uma reflexão sobre Mayombe, evidenciando a época de es-crita da obra, as experiências do próprio escritor como guerrilheiro e, ainda, a maneira como as personagens veem o MPLA e participam da Guerra Colonial.
 Palavras-chave: Mayombe; Pepetela; Guerra Colonial; MPLA.
 Abstract: article presents a reflection on Mayombe, highlighting the writing period of the work, the writer 's own experiences as a guerrilla, and the way in which the characters see the MPLA and participate in the Colonial War.
 Keywords: Mayombe; Pepetela; Colonial War; MPLA.
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Rückert, Gustavo Henrique. "A geração da utopia em tempos de distopia." Nau Literária 7, no. 1 (2011). http://dx.doi.org/10.22456/1981-4526.20429.

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O presente trabalho tem por objetivo principal a análise da obra "A geração da utopia", do escritor angolano Pepetela, a partir do confronto de vozes dos seus personagens (conforme a teoria do romance polifônico, de Mikhail Bakhtin). Os resultados apontam para um movimento na narrativa, que vai da utopia para a distopia, representada, principalmente, na mudança de voz do personagem Aníbal (Sábio).
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Santos, Donizeth Aparecido. "YAKA, DE PEPETELA: UMA SAGA FAMILIAR E UMA RELEITURA DA HISTÓRIA DE ANGOLA." Organon 29, no. 57 (2014). http://dx.doi.org/10.22456/2238-8915.48150.

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O artigo apresenta uma abordagem do romance Yaka, do escritor angolano Pepetela, no qual, através da articulação entre literatura e história, o romancista entrelaça a história individual da família Semedo com a história do desenvolvimento político e social de Angola, num período que começa em 1890 e se estende até 1975. Por meio de uma representação literária típica do romance histórico tradicional, o autor recupera a singularidade histórica de uma época atravessada por diversas crises históricas e políticas provocadas por fatores de ordem econômica e pelos constantes conflitos entre colonos p
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Crossariol, Isabelita Maria. "Quando o subalterno deseja falar: o escravo e a história revista em A Gloriosa Família, de Pepetela." Revista de Letras, no. 11 (February 13, 2009). http://dx.doi.org/10.3895/rl.v0n11.2439.

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A partir do questionamento levantado por Gayatri Spivak em “Can the subaltern speak?”, o ensaio busca refletir sobre o valor que o discurso do narrador (um escravo mudo e analfabeto) assume no romance A Gloriosa Família: o tempo dos flamengos, de Pepetela. Na obra em questão, o escritor angolano parte de um fragmento da obra História geral das guerras angolanas – escrito pelo historiador português António de Oliveira Cadornega no século XVII, e que aborda tanto os sete anos de disputa entre portugueses e holandeses (de 1642 a 1648) pelo controle do comércio de escravos, como o envolvimento de
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Machado, Carolina Bezerra. "REPRESENTAÇÕES DE PODER EM MAYOMBE: “OS HOMENS SERÃO PRISIONEIROS DAS ESTRUTURAS QUE TERÃO CRIADO”." Revista Brasileira de Estudos Africanos 5, no. 9 (2020). http://dx.doi.org/10.22456/2448-3923.100444.

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Com a independência de Angola em 1975, se solidificou uma estrutura política em que o Estado/MPLA passou a ser o principal meio para a distribuição de benefícios e privilégios, contribuindo para o fortalecimento de uma política autoritária e patrimonialista. Sendo assim, o presente artigo tem por objetivo partir do romance Mayombe (1980), do escritor angolano Pepetela, para analisar o processo político em Angola em sua contemporaneidade. Compreende-se que as estruturas de poder existentes em Angola após a independência, já aparecem desenhadas nesse romance, tecido ainda na guerrilha. Do mesmo
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Gloria, Pedro Paulo Machado Nascimento. "A CONDENAÇÃO DE NGUNGA E A APOTEOSE DO MANIQUEÍSMO: UMA INTERPRETAÇÃO DO ELOGIO DA IGNORÂNCIA DE PEPETELA." Revista Diadorim 19, no. 1 (2017). http://dx.doi.org/10.35520/diadorim.2017.v19n1a13078.

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O Elogio da Ignorância, o primeiro dos dois segmentos em forma dramática do romance O Cão eos caluandas do escritor angolano Pepetela, será interpretado como a não realização e até negação,por parte da trajetória angolana até então, daquele ideal humanista personifcado no personagemNgunga de As Aventuras de Ngunga. Mostraremos, também, o quanto a crítica pepeteliana contidanesse segmento crucial da obra, algo como que uma miniatura dela mesma, dialoga de maneirabem próxima com o pensamento do educador brasileiro Paulo Freire na obra Pedagogia do Oprimido, acerca do fracasso dos movimentos libe
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CARVALHO FILHO, SILVIO DE ALMEIDA. "PREDADORES: quando a literatura narra as relações de poder em Angola." Outros Tempos: Pesquisa em Foco - História 12, no. 19 (2015). http://dx.doi.org/10.18817/ot.v12i19.455.

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Este artigo esquadrinha as relações de poder, em Angola, emergentes em Predadores, romance escrito por Pepetela, um dos mais instigantes intelectuais angolanos da atualidade. Ao delinear como o autor narra o ”outro”, em especial, a apropriação do público pelo privado, assim como o oportunismo polá­tico, detectamos os contornos de seu posicionamento polá­tico. As principais temáticas sobre as relações de poder, recortadas nessa obra, comprovam que a sua literatura estrutura uma crá­tica sócio-polá­tica, extremamente perspicaz, da sociedade e dos Estados angolanos contemporá¢neos. Palavras-chave
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Liberato, Carlos Liberato, and Felipe Paiva. "ENTREVISTA A IDEOLOGIA DA ESCRITA: PEPETELA, UMA ENTREVISTA WRITING'S IDEOLOGY: PEPETELA, AN INTERVIEW." Revista Mulemba 3, no. 5 (2011). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2011.v3n5a4886.

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Cultura, política, história, literatura, ideologia, revolução. Conceitos distintos e que podem parecer até inconciliáveis ou complementares -- a depender da ótica --, todavia, estão todos na pena de Artur Pestana dos Santos: Pepetela. Furtando-me de apresentar, nesta breve introdução, a biografia do autor angolano, cabe, contudo, destacar o norte da presente entrevista, a fim de situar o leitor.
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