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Souza, Kelma Fabíola Beltrão de. "A libertação dos oprimidos." Educação em Perspectiva 10 (December 24, 2019): e019030. http://dx.doi.org/10.22294/eduper/ppge/ufv.v10i0.7082.

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Este texto teve por objetivo refletir sobre o conceito de liberdade e libertação, a partir do que disse Paulo Freire em Educação como Prática da Liberdade (que ele chama de “introdução à Pedagogia do Oprimido”) e Pedagogia do Oprimido. A nosso ver, como o conceito de liberdade foi especialmente sugestionado por Erich Fromm, trouxemos para o debate a sua problematização. Identificamos que Freire, de certa forma, vai preterindo a ideia de liberdade, usada inicialmente para significar as ideias de Fromm, e se volta especialmente às ideias marxistas. Isso demonstra o investimento de Freire na libe
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Romão, José Eustáquio. "Razões oprimidas." Revista Portuguesa de Educação 23, no. 2 (2018): 7. http://dx.doi.org/10.21814/rpe.13985.

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Paulo Freire, em vida, instava sempre a seus mais próximos colaboradores que não o repetissem, mas que o reinventassem, em cada novo contexto. A abordagem das "razões oprimidas" é uma tentativa de reinvenção do legado freiriano no campo epistemológico. Assim, este texto retoma o princípio que Paulo Freire desenvolveu em Pedagogia do oprimido – o de que somente os oprimidos podem se libertar e libertar, também seus opressores –, estendendo-o ao campo da teoria do conhecimento e, portanto, demonstrando a vantagem epistemológica dos oprimidos e das oprimidas.Palavras-chave: Conscientização; Epist
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Martins Afonso, Anne. "Teatro na prisão como educação libertadora." Revista Amazônida: Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amazonas 5, no. 1 (2021): 01–15. http://dx.doi.org/10.29280/rappge.v5i1.8283.

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Este artigo traz reflexões sobre as vivências ocorridas nos presídios localizados em meio à floresta amazônica, km 08 da BR 174 (Manaus-Venezuela) durante o Projeto Arbítrio: Teatro na Prisão, iniciado em 2015 e atuante até o presente momento. A base da pesquisa-ação fundamenta-se na Pedagogia do Oprimido e da Autonomia, e Educação como Prática Libertadora de Paulo Freire, bem como a Estética do Oprimido de Augusto Boal, revelando contradições existentes entre opressores e oprimidos no processo de conflitos e motivação à autonomia, identidade e legitimidade, por meio da linguagem teatral e do
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Peralta Ferreyra, Ilda, and Enrique MartínezSalanova. "Ponencia 2. Paulo Freire pedagogo de los oprimidos y transmisor de la pedagogia de la esperanza." Papeles Salmantinos de Educación, no. 21 (January 1, 2017): 219–41. http://dx.doi.org/10.36576/summa.47478.

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“La pedagogía del oprimido, como pedagogía humanista y liberadora tendrá, pues, dos momentos distintos aunque interrelacionados. El primero, en el cual los oprimidos van desvelando el mundo de la opresión y se van comprometiendo, en la praxis, con su transformación, y, el segundo, en que, una vez transformada la realidad opresora, esta pedagogía deja de ser del oprimido y pasa a ser la pedagogía de los hombres en proceso de permanente liberación”.
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Sbizera, Carmem Lúcia, and Carla Viana Dendasck. "Pedagogia Do Oprimido." Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento 05, no. 12 (2018): 96–109. http://dx.doi.org/10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/educacao/pedagogia-do-oprimido.

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Wassem, Joyce. "Editorial." Educação em Perspectiva 9, no. 3 (2018): 479–84. http://dx.doi.org/10.22294/eduper/ppge/ufv.v9i3.1122.

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A revista Educação em Perspectiva, em seu v. 9, n. 3, setembro a dezembro de 2018, apresenta o Dossiê: “Pedagogia do Oprimido: 50 anos de resistência”, organizado pelo Prof. Dr. José Eustáquio Romão. O Dossiê é composto por um conjunto de nove artigos de autores brasileiros e estrangeiros que tomam a obra “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire como objeto de diversificadas análises, seja a partir de uma discussão epistemológica, de sua prática pedagógica e/ou de seu espaço no âmbito das políticas públicas educacionais. Trata-se de um importante e oportuno debate em nosso contexto educacional,
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Amaro, Flávia Ribeiro. "PEDAGOGIAS LIBERTÁRIAS LATINO-AMERICANAS: DA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO À PEDAGOGIA DECOLONIAL." Revista Inter Ação 47, no. 1 (2022): 126–38. http://dx.doi.org/10.5216/ia.v47i1.70996.

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Desde a década de 1960, a América Latina tem se consolidado como o cenário da mobilização de intelectuais em torno de processos pedagógicos libertários e decoloniais, comprometidos com as lutas por transformações históricas, políticas, econômicas e socioculturais. Tais intelectuais e movimentos sociais dedicados ao fomento da cultura e da educação popular caracterizam-se pela crítica aos processos colonizadores. Desde a Pedagogia do Oprimido até a Pedagogia Decolonial, um movimento de contestação das imposições ideológicas hegemônicas do capitalismo e do colonialismo excludentes tem se intensi
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MORAIS COSTA, ANA MARIA, Simone Cabral Marinho dos Santos, and Elizabete Carlos Do Vale. "50 ANOS DA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO: QUEM SÃO OS OPRIMIDOS HOJE?" Olhar de Professor 23 (December 8, 2020): 1–15. http://dx.doi.org/10.5212/olharprofr.v.23.16699.

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A provocação para dialogar sobre os 50 anos do livro Pedagogia do Oprimido comunga com o desafio de pensar a educação brasileira num contexto caracterizado como “tempo de incerteza”, instaurado no país desde 2016. De caráter teórico, discutimos nesse artigo, a pedagogia freriana que se reinventa na dinâmica da realidade social, encontrando inspiração e renovação ao longo dos anos. Uma pedagogia que se alimenta da transformação objetiva da condição de opressão e da ação dos sujeitos sociais sobre o mundo para transformá-lo. Daí, partimos da seguinte pergunta: Quem são os oprimidos hoje? Por ela
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Limonta Vieira, Karina. "Bildung e pedagogia do oprimido: análise e reflexão dos elementos formativos da práxis para a liberdade." Olhar de Professor 24 (March 13, 2021): 1–23. http://dx.doi.org/10.5212/olharprofr.v.24.16737.017.

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O objetivo deste artigo consiste em analisar os elementos presentes na obra Pedagogia do Oprimido a partir do conceito de Bildung na perspectiva alemã. Esta perspectiva contempla a formação do ser humano que envolve a sua historicidade e a sua transformação. As problemáticas Quais são os elementos presentes na obra Pedagogia do Oprimido em relação à formação do ser humano e a práxis? Como pode se estabelecer a relação do conceito Bildung com os elementos da obra Pedagogia do Oprimido? nortearam a proposta do trabalho. O método Análise de Conteúdo Hermenêutica é utilizado para análise e reflexã
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Chabalgoity, Diego. "A justificativa da Pedagogia do oprimido 50 anos depois: elementos para uma necessária reflexão ontológica." Revista Interinstitucional Artes de Educar 4, no. 2 (2018): 228. http://dx.doi.org/10.12957/riae.2018.38025.

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Este artigo tem como objetivo trazer contribuições para uma reflexão ontológica necessária aos educadores populares de nosso tempo. Será analisado o primeiro capítulo da Pedagogia do oprimido, intitulado “Justificativa da Pedagogia do oprimido”. Utilizando matrizes marxistas e decoloniais, são abordados os seguintes pontos: o contexto em que se insere a Pedagogia do oprimido, determinante para seu caráter decolonial e marxista; o conceito de “duração” da dialeticidade permanência-mudança, fundamentação necessária à discussão ontológica proposta; e à guisa de conclusão, uma breve reflexão sobre
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Pauly, Evaldo Luís. "A desmitificação dos mitos de Adão e de Édipo baseada em Paulo Freire." Revista Eclesiástica Brasileira 82, no. 322 (2022): 264–88. http://dx.doi.org/10.29386/reb.v82i322.4230.

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A análise da desmitificação proposta por Paulo Freire nos anos 60 permanece conveniente para os atuais desafios da pedagogia do oprimido e da teologia da libertação? Fundamenta essa análise a interpretação demitologizante de dois mitos: a família de agricultores Adão e Eva na Babilônia e a família real de Édipo em Tebas. O mito de Adão e Eva pertence à resistência contra a tributação agrícola e ao recrutamento militar. Édipo é um mito de resistência contra a tirania no governo da polis. O artigo faz uma reflexão político-pedagógica ao interpretar os dois mitos pelo método do tema gerador da Pe
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Fernández Mouján, Inés. "La idea de revolución en la Pedagogía del Oprimido." Archivos de Ciencias de la Educación 13, no. 16 (2020): e067. http://dx.doi.org/10.24215/23468866e067.

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Resumen
Escribo estas líneas atravesada por la tristeza de momentos difíciles que nos impone el orden neoliberal/necrófilo, pero con la alegría que me provoca escribir sobre Pedagogía del Oprimido. Lo hago a partir de una lectura comprometida y rigurosa de la obra. Elijo analizar la idea de “revolución” considerando dos versiones de la obra: Pedagogia do Oprimido (o manuscrito), 2013 y Pedagogía del Oprimido, 1971. Focalizo en su contexto de producción y en la racionalidad revolucionaria presente en el ensayo a partir de: “Primeras Palabras”, “Capítulo 1” y el “Capítulo 4”. Entiendo que estos apartado
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Amorim, Célia Regina Trindade Chagas, and Alda Cristina Silva da Costa. "Paulo Freire e o direito à palavra dos oprimidos e das oprimidas na contemporaneidade." Revista Extraprensa 15, no. 1 (2021): 7–29. http://dx.doi.org/10.11606/extraprensa2021.192390.

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Este artigo, de natureza teórico-crítica, consiste em uma reflexão acerca do direito à palavra, embasada na matriz freiriana de comunicação. Investimos no argumento de que o direito à palavra de oprimidos e oprimidas, base da comunicação freiriana, constitui-se como fonte propulsora das lutas anticapitalista, antirracista e anti-heteropatriarcal. Duas obras paradigmáticas do pensamento latino-americano, produzidas por Paulo Freire, Pedagogia do Oprimido (1968) e Extensão ou Comunicação? (1969), lançadas no Chile, iluminaram o nosso percurso. O período no Brasil era de ditadura civil-militar (1
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Rondinelli, Cruz Roque. "RESENHA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO: UMA RESENHA CRÍTICA." Revistaft 26, no. 117 (2022): 28. https://doi.org/10.5281/zenodo.7427928.

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Esta resenha destaca as ideias do livro Pedagogia do Oprimido, escrito entre 1964 e 1968, quando Paulo Freire estava exilado no Chile, foi proibido pelo denunciante cívico-militar no Brasil, onde permaneceu inédito até 1974. publicado em 2020 pela editora Paz e Terra e organizado em 256 páginas. O trabalho é apresentado em quatro capítulos e o formato apresentado por cada capítulo é especialmente interessante, apresentando seu conteúdo, os objetivos, a finalidade e um resumo do capítulo.  É um livro radical sobre
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Fuão, Fernando. "@ CAPITAL." PIXO - Revista de Arquitetura, Cidade e Contemporaneidade 6, no. 20 (2022): 20–51. http://dx.doi.org/10.15210/pixo.v6i20.21992.

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Esse ensaio desloca as ideias da Pedagogia do oprimido de Paulo Freire para o campo da arquitetura, sob a forma de questionamento à pedagogia que é aplicada até hoje nas Faculdades de arquitetura – que aqui chamarei de Pedagogia da arquitetura bancária – comprometendo-a com a formação dos arquitetos e urbanistas e as decorrentes implicações sociais e questionando como o professor arquiteto tem desempenhado o papel de opressor-oprimido. Costuma-se pensar a Pedagogia do oprimido como uma metodologia que é preferencialmente aplicada aos processos de alfabetização de trabalhadores, esquecendo-se q
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SILVA, Alexandre Magno Tavares da. "Carolina Maria de Jesus e a leitura de mundo no Quarto de Despejo: Andarilhagens no lugar de fala rumo ao inédito viável." INTERRITÓRIOS 7, no. 14 (2021): 175. http://dx.doi.org/10.51359/2525-7668.2021.251601.

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A vida acadêmica nos possibilita a aproximação com diversos escritores e escritoras. Eles e Elas nos inspiram no debruçar teórico e metodológico junto aos nossos campos investigativos e nossas áreas do conhecimento. Vamos com eles e elas dialogando e construindo e desconstruindo possibilidades de sentir, pensar e agir diante da realidade e das temáticas nela presente. Mesmo com esse diálogo (físico, virtual e literário), eis que a realidade nos impacta de tal forma que, somos levados(as) a nos aproximarmos de outros escritores e escritoras, em busca de outras concepções, cujas leituras são mot
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Medvedšek, Mojca. "Paulo Freire (2009). Pedagogika zatiranih (Pedagogia do Oprimido)." Verba Hispanica 31, no. 1 (2023): 169–71. http://dx.doi.org/10.4312/vh.31.1.169-171.

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Pedagogia do Oprimido é a obra mais conhecida do pedagogo e andragogista brasileiro Paulo Freire. O livro foi publicado pela primeira vez em 1968, em português, mas logo passou por uma série de traduções para vários idiomas do mundo. Em 2019 obtivemos, por fim, a tradução para o público esloveno, pela tradutora Blažka Müller – acontecimento importante, sabendo que, pouco mais de 50 anos após a sua publicação, a obra ainda está no centro das atenções de especialistas e do público em geral, que se inspiram tanto em teorias, reflexões pedagógicas e andragógicas como também nos desafios práticos d
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Marinho, Ângela Maria Andrade, and André Hellvig da Silva. "A prática pedagógica em Paulo Freire 50 anos depois da Pedagogia do Oprimido: indignação, esperança e uma pergunta - como educar para construção do inédito viável?" Revista Interinstitucional Artes de Educar 4, no. 2 (2018): 392. http://dx.doi.org/10.12957/riae.2018.38034.

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Este artigo trata dos desafios da Educação Libertadora - fundamentos em Paulo Freire: Pedagogia do Oprimido, no que se refere à Prática educativa no século XXI e, por conseguinte, apresenta referenciais defendidos por ele, que de forma dialética, remete-nos a repensar, 50 anos depois, os gargalos que dificultam fazer Educação de qualidade no Brasil, em especial, aquela cujos resultados tenham repercussão positiva para a sociedade, para a coletividade, resultante de uma práxis conscientizadora e emancipadora. Partimos de um aporte teórico bibliográfico, cuja análise objetiva chamar a atenção do
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A. M. M. COSTA, Ana Maria Morais Costa, Simone Cabral Marinho dos Santos S. C. M. SANTOS, and Elizabete Carlos do Vale E. C. VALE. "50 ANOS DA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO: QUEM SÃO OS OPRIMIDOS HOJE?" Olhar de Professor 23 (2020): 1–15. http://dx.doi.org/10.5212/olharprofr.v.23.2020.16699.209209229146.0820.

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Penna, Camila. "Paulo Freire no pensamento decolonial: um olhar pedagógico sobre a teoria pós-colonial latino-americana." Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas 8, no. 2 (2014): 164. http://dx.doi.org/10.21057/repam.v8i2.12609.

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Resumo O artigo retoma alguns pontos de convergência entre a obra de Paulo Freire “Pedagogia do Oprimido” (1968) e a perspectiva pós-colonial latino-americana (ou decolonial) com vistas a assinalar para o caráter pedagógico que esta tem no campo das ciências sociais. A partir da identificação e discussão de alguns aspectos convergentes na obra de Freire e nos trabalhos de Franz Fanon, Aimé Cesáire, Enrique Dussel, Aníbal Quijano e Walter Mignolo, argumento que o pensamento destes autores pós-coloniais contribui para o ensino no campo das ciências sociais ao propor um novo lugar de fala a parti
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Vielmo, Paula. "O ENCONTRO ENTRE PEDAGOGIA FREIRIANA E PEDAGOGIA FEMINISTA." Revista Nova Paideia - Revista Interdisciplinar em Educação e Pesquisa 3, no. 3 (2022): 36–48. http://dx.doi.org/10.36732/riep.v3i3.127.

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A pedagogia freiriana se encontra com a pedagogia feminista. E, mais do que um encontro, é inspiração para que as feministas desenvolvam uma pedagogia própria que trate acerca das opressões vividas pelas mulheres em suas dimensões de gênero, raça, classe e sexualidade, buscando por meio de uma práxis feminista, transformar a sociedade patriarcal capitalista de supremacia branca. Este texto objetiva refletir sobre o encontro entre Pedagogia Freiriana e Pedagogia Feminista e as possibilidades transformadoras que se abrem a partir dele. É um ensaio teórico que convida quem adere a pedagogia do op
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Henning, Vanessa. "A influência do pensamento humanista de Karl Marx na pedagogia do oprimido de Paulo Freire." Alamedas 11, no. 1 (2023): 8–22. http://dx.doi.org/10.48075/ra.v11i1.30726.

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Este trabalho visa mostrar a influência do humanismo filosófico de Karl Marx na construção de uma pedagogia crítica em Paulo Freire, apresentada na sua obra magna Pedagogia do Oprimido. Para tanto, será analisado o humanismo filosófico de Marx, a fim de entender como sua tese sobre materialismo histórico e a ação dos indivíduos sobre a realidade, a transforma em uma realidade opressora. Assim, baseando-se no pensamento marxiano, Freire compreende que a ação dos seres humanos na sociedade capitalista os classifica em opressores (proprietários, para Marx) e oprimidos (operários, no sentido marxi
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Pellanda, Nize Maria Campos. "PAULO FREIRE E EU: APRENDIZAGENS, TRANSFORMAÇÕES E UM ENCONTRO COM A PEDAGOGIA DA ESPERANÇA." Reflexão e Ação 29, no. 2 (2021): 256–60. http://dx.doi.org/10.17058/rea.v29i2.16411.

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Nascimento de Araújo, Samuel, Gabriel Ziel Boldori, Francisco Goldschmidt Filho, and Fabiano Bossle. "A PEDAGOGIA DO OPRIMIDO E A DESCOLONIZAÇÃO CURRICULAR." Revista Didática Sistêmica 24, no. 2 (2023): 69–80. http://dx.doi.org/10.14295/rds.v24i2.14852.

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Este texto discute elementos da descolonização curricular manifesta a partir de uma pedagogia do oprimido, evidenciando as representações do posicionamento crítico emergente das relações políticas e pedagógicas em um cenário marcado historicamente pelo processo de invasão cultural. Este estudo é recorte de uma autoetnografia realizada em escolas públicas de um município do interior do Rio Grande do Sul, na qual emerge de forma marcante a experiência existencial dos estudantes como elemento central para a construção de uma outra pedagogia, uma pedagogia do oprimido no processo de descolonização
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Holleben, India Mara Aparecida Dalavia de Souza. "Paulo Freire e os usos da esperança: um relato de experiência." Praxis Educativa 16 (2021): 1–18. http://dx.doi.org/10.5212/praxeduc.v.16.16827.056.

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Neste texto, afirma-se a atualidade das ideias educacionais nos escritos de Paulo Freire em três de suas obras: Pedagogia do oprimido; Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido; e Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos, que são utilizadas como referenciais teóricos para relatar a experiência de ter-se conhecido o educador na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) em 1992. Ao destacar o significado histórico no cenário político daquele momento e do presente, os quais possuem alguns aspectos em comum, revisita-se a concepção de “esperança” que
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Adams, Telmo, and Camile Pegoraro. "Educação e Pesquisa: contribuições teórico-metodológicas de Freire à Pedagogia Crítica." Reflexão e Ação 28, no. 3 (2020): 35–49. http://dx.doi.org/10.17058/rea.v28i3.14677.

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O artigo é originário de uma pesquisa bibliográfica que se propõe a retomar a contribuição de Paulo Freire para uma metodologia de educação e pesquisa participativa com o objetivo de indicar elementos para uma pedagogia crítica, a partir da releitura de Pedagogia do Oprimido e Educação como Prática da Liberdade. Em que pese a distância histórica, conclui-se que a busca de pedagogias alternativas críticas encontra, nestas obras, subsídios capazes de potencializar a (re)criação de metodologias de educação popular e pesquisa participativa na América Latina.
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Barcelos, Valdo Hermes, and Maria Aparecida Azzolin. "Pedagogia do Oprimido – 50 anos – mais Freire, nunca menos." Revista Espaço Pedagógico 27, no. 3 (2021): 665–84. http://dx.doi.org/10.5335/rep.v27i3.12371.

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A proposta de um dossiê tendo como temática a obra fundamental de Paulo Freire (1921-1997), intitulada Pedagogia do Oprimido, não só se faz oportuna como necessária. Passados 50 anos da publicação dessa obra, um marco na produção freireana, vivemos no Brasil, atualmente, um período de estranhos ressurgimentos. Ressurgimentos de discursos e de práticas autoritárias, de incentivo à intolerância, ao ódio, de manifestações populistas e, em muitos casos, de orientação fascistizantes. Nossa intenção com este texto é fazer uma reflexão de caráter teórico-epistemológica sobre o legado freireano, em ge
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Streck, Danilo R., and Carolina Schenatto Da Rosa. "A pedagogia do oprimido como referência para a EJA e para a educação popular." Educação 42, no. 3 (2019): 408. http://dx.doi.org/10.15448/1981-2582.2019.3.33767.

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O artigo tem por objetivo problematizar porque a Pedagogia do oprimido é uma referência permanente para a educação popular e para a educação de jovens e adultos. A atualidade da obra foi analisada a partir de três dimensões: o popular na educação, o pensar crítico e a revolução cultural. As análises evidenciam que, apesar da educação de jovens e adultos estar longe de cumprir com seu papel reparador no Brasil, o caráter dialógico e humanizador da pedagogia freireana continua presente nas práticas pedagógicas. A Pedagogia do oprimido pode ser uma referência tanto como uma orientação ético-polít
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Das Chagas Galvão de Lima, Francisco, and José Beltrán Llavador. "Da pedagogia do oprimido à pedagogia do reconhec¡mento: Um diálogo entre o pensamento de Paulo Freire e Axel Honneth." Creativity and Educational Innovation Review, no. 4 (January 9, 2021): 111. http://dx.doi.org/10.7203/creativity.4.19181.

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O presente artigo teórico coloca em tela um tema pouco discutido no cenário brasileiro, que é fruto do diálogo da obra de Paulo Freire e Axel Honneth. Assim, este trabalho discorre acerca de aspectos nucleares do pensamento dos autores, como Amorosidade, Práxis e Solidariedade, Amor e Direito. Também evidenciamos que os autores trabalham com a mesma perspectiva de denúncia/negação da situação de exclusão/opressão dos sujeitos, os quais são traduzidos por eles como Oprimidos e Desprezo. Assim, propomos uma leitura teórica e crítica que caminha para uma pedagogia do oprimido e da esperança para
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Galli, Ernesto Ferreira, and Fabiana Marini Braga. "O DIÁLOGO TRANSFORMADOR A PARTIR DA PEDAGOGIA DA ESPERANÇA DE PAULO FREIRE." Revista Inter Ação 42, no. 1 (2017): 051. http://dx.doi.org/10.5216/ia.v42i1.44030.

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O presente trabalho se caracteriza por uma pesquisa bibliográfica que pretendeu responder a um dos objetivos da dissertação de mestrado “O diálogo em Paulo Freire: uma análise a partir da Pedagogia do oprimido e da Pedagogia da esperança”, referente ao conceito de diálogo na Pedagogia da esperança. Para a sua realização foi utilizada a metodologia de analise de conteúdo que foi elaborada a partir das palavras e trechos que se relacionaram com os radicais dial. e diál. durante toda a obra. O diálogo na Pedagogia da esperança apresenta características que representam o contexto e a vivência do a
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De Arruda, Robson Lima, and Robéria Nádia Araújo Nascimento. "Paulo Freire perseguido: a pedagogia freireana na mira do Escola Sem Partido." Educação & Linguagem 23, no. 2 (2020): 47–74. http://dx.doi.org/10.15603/2176-1043/el.v23n2p47-74.

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O contexto político das eleições de 2018 trouxe à tona algumas pautas conservadoras acerca da educação, capitaneadas pelo Movimento Escola Sem Partido. Uma das principais bandeiras defendidas têm sido a reação ao que chamam de “doutrinação ideológica” por parte dos professores e a defesa da “educação escolar de acordo com as convicções da família”. Contraditório, o ESP se alia a políticos e grupos da extrema direita para intimidar professores e, além disso, atacar o legado de Paulo Freire. O presente artigo apresenta uma crítica ao Movimento ESP com base nas obras Educação como Prática de Libe
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Sirino, Marcio Bernardino, Arthur Vianna Ferreira, and Patricia Flavia Mota. "OUTRAS “PEDAGOGIAS” PARA A EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL." REVES - Revista Relações Sociais 1, no. 2 (2018): 0121–36. http://dx.doi.org/10.18540/revesvl1iss2pp0121-0136.

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O presente artigo tem por objetivo apresentar uma reflexão teórica sobre a possibilidade de materialização da Educação em Tempo Integral com o aporte teórico de novas formas pedagógicas para organizá-la. A partir da compreensão de Paiva (2015) sobre as obras de Paulo Freire no que tange à construção de outras “Pedagogias” (p. 123), trazemos, nesta produção, quatro possibilidades de organização da jornada escolar dos educandos, na perspectiva de se alcançar uma educação, efetivamente, integral, a saber: a Pedagogia do Oprimido (FREIRE, 1987); a Pedagogia da Autonomia (FREIRE, 1996); a Pedagogia
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Canda, Cilene Nascimento. "PAULO FREIRE E AUGUSTO BOAL: DIÁLOGOS ENTRE EDUCAÇÃO E TEATRO." HOLOS 4 (September 18, 2012): 188. http://dx.doi.org/10.15628/holos.2012.742.

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Com base no referencial bibliográfico de Paulo Freire e de Augusto Boal, a presente investigação traça compreensões dialógicas sobre a Pedagogia Libertadora e o Teatro do Oprimido. De cunho reflexivo, o texto assenta-se na discussão sobre as seguintes categorias: conscientização, emancipação humana, libertação social, e superação da dicotomia entre opressores e oprimidos. Os argumentos abordados no âmbito de uma perspectiva crítica de sociedade visam contribuir para a realização de estudos na área da cultura, do teatro e da educação.
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Barros, João. "PAULO FREIRE: INFLUÊNCIA PARA O PENSAMENTO DECOLONIAL." Espirales - revista para a integração da América Latina e Caribe 8, no. 2 (2024): 7–12. https://doi.org/10.29327/2336496.8.2-1.

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De acordo com Restrepo e Rojas (2010) Paulo Freire pode ser considerado uma influência decisiva para o pensamento decolonial. Tal se deve à importância da categoria de oprimido no que tange à compreensão sobre o funcionamento do poder. Tendo isso em vista, o propósito de uma pedagogia libertadora é recuperar a humanidade dos oprimidos, a partir de uma reconstrução de sua liberdade. Assim sendo, o conhecimento iria muito além de um intelectualismo ou ferramenta de qualificação para o mercado de trabalho.
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Oliveira, Jose Silvio, Aline Da Silva Oliveira, Jordana Cristina Ferreira Santiago, et al. "(Re)conhecer a si, o outro e mundo em Paulo Freire:." Itinerarius Reflectionis 15, no. 2 (2019): 01–11. http://dx.doi.org/10.5216/rir.v15i2.58732.

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Este ensaio, conforme o título evidencia, revela brevemente as condições teóricas e práticas do reconhecimento do outro, do mundo e de si próprio, resultantes da teoria e do seu método educativo de Paulo Freire, portanto, o objetivo é refletir sobre as primeiras páginas, a introdução e o primeiro capítulo da obra reconhecidíssima, A Pedagogia do Oprimido. Longe de refletir exaustivamente essas condições, aderiu-se e estudou também o Papel da Educação na Humanização. Esse trabalho é resultado coletivo do Grupo de Pesquisa de Filosofia e Educação, paideia aristotélica e paideia tomista, atualmen
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Soares, Marina Leite, and João Batista de Albuquerque Figueiredo. "Pedagogia do Oprimido e Pedagogia da Escuta: um diálogo possível?" Revista Acervo Educacional 7 (April 25, 2025): e20577. https://doi.org/10.25248/rae.e20577.2025.

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Objetivo: Identificar pontes de diálogo entre a Pedagogia do Oprimido, concebida por Paulo Freire, e a Pedagogia da Escuta, criada por Loris Malaguzzi, como uma possível estratégia para enfrentar os desafios contemporâneos da Educação na direção da proposta de uma Educação humanizadora, a qual objetiva superar as opressões existentes na sociedade. Revisão bibliográfica: Identificou-se várias aproximações teóricas por semelhança ou complementaridade, como a relação educador(professor) / educando(criança), o diálogo, o planejamento, as linguagens utilizadas nos processos de aprendizagem e a rela
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Romão, José Eustáquio. "Pedagogia do Oprimido: 50 anos de resistência." Educação em Perspectiva 9, no. 3 (2018): 485–89. http://dx.doi.org/10.22294/eduper/ppge/ufv.v9i3.1115.

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Chacon, Daniel Ribeiro de Almeida, Guilherme Oliveira e. Silva, and Ana Luiza Fontoura Pinheiro. "A dialética subjetividade-objetividade." Filosofia e Educação 13, no. 2 (2021): 2338–56. http://dx.doi.org/10.20396/rfe.v13i2.8666227.

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O presente artigo intenciona realizar uma breve investigação da relação dialética subjetividade-objetividade numa perspectiva emancipatória da classe oprimida. Com efeito, nosso objeto de estudo, a pedagogia do(a) oprimido(a) em Paulo Freire, será analisado numa perspectiva dialógica com o pensamento marxiano, com vistas a encontrar algumas marcas fundamentais da contribuição do filósofo alemão na constituição do ideário crítico freiriano. Destacamos aqui que o problema central da pesquisa, qual seja: a relação mundo e consciência, institui-se como problema indeclinável para o processo de luta
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Lauriti, Nádia Conceição, and Ligia De Carvalho Abões Vercelli. "Pedagogia do oprimido, o manuscrito: do contexto histórico às tramas da obra." Dialogia, no. 39 (December 1, 2021): e20738. http://dx.doi.org/10.5585/39.2021.20738.

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Este artigo, excerto da tese de doutoramento de uma das autoras, propõe-se a discutir o princípio da dialogicidade enquanto vetor de pensamento freiriano a partir da contextualização histórica da publicação fac-similada do manuscrito da Pedagogia do Oprimido. Recupera-se o contexto histórico em que a obra foi gestada no Chile, entre 1967 e 1968, descrevendo o itinerário percorrido até a primeira publicação em 2013. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza teórico-analítica fundamentada em aportes oriundos prioritariamente da análise do discurso e da crítica genética. Verificou-se, no m
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Marques, Eliana de Sousa Alencar, Josiane Sousa Costa de Oliveira, and Luiz Jesus Santos Bonfim. "ATUALIDADE DA CONCEPÇÃO DE RADICALIDADE EM PAULO FREIRE NOS PRIMEIROS ESCRITOS NO EXÍLIO: DELINEAMENTOS PARA PRÁTICAS EDUCATIVAS NA DIREÇÃO DA EMANCIPAÇÃO HUMANA." Revista Inter Ação 46, ed.especial (2021): 962–76. http://dx.doi.org/10.5216/ia.v46ied.especial.68380.

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Este texto objetiva analisar a concepção de radicalidade humanizadora em Paulo Freire e as determinações que esse conceito engendra às práticas educativas com vistas à emancipação humana. Ele resulta de pesquisa bibliográfica nas obras “Pedagogia do Oprimido” (2013) e “Educação como prática de liberdade” (2015), e nas reflexões de apropriadores. A radicalidade humanizadora em Freire é produto da sua práxis, resultado da sua busca para compreender melhor os elementos da realidade e atuar de forma consciente rumo à transformação da realidade social. Com efeito, a radicalidade de Freire é humaniz
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BERNARDINO, Francisca Maria Alves, Maria Juliana Alves de Sousa AZEVEDO, Maria Karina de Sousa MARTINS, and Ruan Timbó ARAUJO. "PAULO FREIRE, PEDAGOGIA DO OPRIMIDO E CURRÍCULO." Boletim de Conjuntura (BOCA) 7, no. 20 (2021): 98–102. https://doi.org/10.5281/zenodo.5202819.

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O presente ensaio tem como objetivo analisar as relações entre as teorias cunhadas acerca do currículo, passando pelas tradicionais, críticas e pós-críticas aliadas às contribuições de Paulo Freire, um dos maiores educadores brasileiros, em seu clássico livro “Pedagogia do Oprimido”. Com base nestas discussões, subsídios são fornecidos para discussão sobre as perspectivas apresentadas em sala de aula de forma crítica e reflexiva, dando aprofundamento ao processo de aprendizagem
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Antunes, Katiuscia Cristina Vargas, and Elita Betânia de Andrade Martins. "DEFICIÊNCIA E CLASSE SOCIAL." Educação em Foco 27, no. 1 (2022): 27052. http://dx.doi.org/10.34019/2447-5246.2022.v27.38577.

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O artigo apresenta uma abordagem interseccional entre deficiência e classe social em diálogo com o pensamento de Paulo Freire. Neste momento sombrio que o país atravessa, com reflexos no campo da educação e dos direitos humanos, trazer Paulo Freire à cena, representa um outro olhar sobre a inclusão e as pessoas com deficiência. A argumentação presente no texto se referenciou nas obras: Educação e Mudança; Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa; Pedagogia do oprimido e Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. A metodologia baseou-se no estudo e
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Néspoli, José Henrique Singolano. "Educação popular e emancipação: a "Pedagogia do oprimido" como projeto contra-hegemônico das classes subalternas / Popular education and emancipation..." Cadernos CIMEAC 10, no. 1 (2020): 94. http://dx.doi.org/10.18554/cimeac.v10i1.4065.

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O artigo pretende examinar as relações entre educação popular e emancipação presentes na Pedagogia do Oprimido desenvolvida por Paulo Freire. Segundo este autor, as práticas de educação popular se definem fundamentalmente pelas relações que elas estabelecem com as lutas emancipatórias empreendidas pelos oprimidos. Deste ponto de vista, o texto procura analisar o processo de constituição e emergência histórica do método Paulo Freire no cenário político e educacional brasileiro dos anos 1960 tendo por objetivo examinar as relações que a Pedagogia do Oprimido estabeleceu com as lutas dos trabalha
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Almeida, João Paulo Guerreiro de, and Severino Bezerra da Silva. "PEDAGOGIA DO OPRIMIDO 50 ANOS DEPOIS: A ATUALIDADE DE PAULO FREIRE." Revista Inter Ação 46, ed.especial (2021): 977–92. http://dx.doi.org/10.5216/ia.v46ied.especial.68486.

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Este artigo pretende contribuir para o debate a respeito da atualidade e defesa da obra Pedagogia do Oprimido, que em 2018 completou 50 anos. Na ocasião, várias instituições de ensino se propuseram a comemorar o legado freiriano e reinventá-lo, incorporando análises sobre demandas atuais, a partir de eventos, livros e dossiês sobre a temática. Este trabalho reflete sobre o pensamento educacional de Paulo Freire, apontando as várias temáticas abordadas nas fontes consultadas, com foco nos desafios da educação brasileira frente ao Golpe de 2016 e ao avanço do movimento “Escola Sem Partido”. PALA
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Santos, André Costa, and Diogenes José Gusmão Coutinho. "THE WORKS OF PAULO FREIRE." Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação 10, no. 5 (2024): 96–100. http://dx.doi.org/10.51891/rease.v10i5.13857.

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Paulo Freire foi um renomado educador brasileiro cujas obras têm influenciado profundamente a teoria e a prática educacional em todo o mundo. Ele é mais conhecido pelo seu trabalho no campo da pedagogia crítica e sua abordagem centrada no aluno, que visa capacitar as pessoas através da conscientização e da transformação social. Algumas de suas obras mais famosas incluem: "Pedagogia do Oprimido": Publicado em 1968, é considerado seu trabalho mais importante. Nele, Freire introduz sua visão revolucionária da educação, argumentando que a educação deve ser um ato político de libertação das estrutu
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Macedo, Eunice, and Alexandra Carvalho. "Intertextualidade em Freire: Pedagogia da Esperança ao encontro da Pedagogia do Oprimido, continuidades e pensamento novo." Educação em Perspectiva 9, no. 3 (2018): 564–75. http://dx.doi.org/10.22294/eduper/ppge/ufv.v9i3.1110.

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Entendendo que, como experiência humana, a existência de Freire consiste no entretecer de uma diversidade de textos, não podemos reduzir esses textos a meros eventos biográficos. Ocorrendo em contexto, os textos de Freire dialogam com textos de outros e com os seus textos, aos quais se reportam das mais diversas formas, inclusivamente a partir de críticas que lhe foram feitas, sendo geradores de novos significados. Não sendo intertextualidade um conceito utilizado por Freire, parece-nos uma lente adequada para referir os diferentes textos e intertextos que emergem na relação entre a Pedagogia
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Góes Junior, José Humberto de. "A complexa concepção de direitos humanos no pensamento de Paulo Freire – Paz, mundo e socialismo no processo de libertação do sujeito ético-político." Revista Direito e Práxis 12, no. 4 (2021): 2758–83. http://dx.doi.org/10.1590/2179-8966/2021/62748.

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Resumo O presente trabalho, em comemoração aos 100 anos de nascimento de Paulo Freire, aborda, sob uma Teoria de Direitos Humanos, o pensamento sintetizado nos livros “Educação como prática da liberdade”, “Pedagogia do oprimido”, “Pedagogia da esperança” e “Pedagogia da autonomia”. Seu objetivo é entender e apresentar uma concepção de direitos humanos associada às ideias de paz, meio ambiente e socialismo, segundo o pensador brasileiro.
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Busquet, Líbia da Silva Soares, Carlos César de Oliveira, Elaine Ferreira Rezende de Oliveira, and Jacqueline de Fatima dos Santos Morais. "Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire: suscitando diálogos e reflexões a partir de experiências em/com Educação." Praxis Educativa 16 (2021): 1–19. http://dx.doi.org/10.5212/praxeduc.v.16.15629.070.

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ste artigo, construído a partir do encontro dos autores com a obra Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire, configura três momentos: o vínculo da obra com o contexto da Educação Popular, com base em Streck e Esteban (2013), Streck (2009) e Carrillo (2013); a interface com o Teatro do oprimido, alicerçado em Boal (1991, 2009); e, por fim, a inspiração freiriana em práticas de alfabetização com crianças, conforme a Secretaria de Educação do Ceará (198-). Fundamentado em Bourdieu (2006), trata-se de um estudo que tem como referência as trajetórias sociais dos pesquisadores que, mediante diálogos e
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Chacon, Daniel Ribeiro de Almeida. "Educação a partir da sapiência dos oprimidos." Filosofia e Educação 10, no. 1 (2018): 233–42. http://dx.doi.org/10.20396/rfe.v10i1.8652168.

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Laureado com a designação de patrono da educação brasileira, Paulo Freire foi, seguramente, um icônico humanista cristão e um notável intelectual do século XX. A obra Pedagogia do oprimido desvela, de modo singular, a politicidade da educação. Em que se pese a natureza conceitual do problema, esse escrito se faz irredutível a qualquer forma de especulação impassível e estéril. A proposta pedagógica de Freire consiste numa educação dialógica, participante, problematizadora e emancipatória, na qual o oprimido possa libertar-se a si mesmo das amarras da coisificação, para, assim, exercer sua próp
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Santanna Lima de Almeida, Matheus Guarino, and Bruna Alves Silva. "O Círculo de Cultura e sua função política." InSURgência: revista de direitos e movimentos sociais 8, no. 1 (2022): 539–50. http://dx.doi.org/10.26512/revistainsurgncia.v8i1.40696.

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Resumen
O presente verbete explora a proposição do Círculo de Cultura na obra de Paulo Freire, defendendo o caráter político que possui enquanto espaço pedagógico de libertação dos oprimidos, através da criação de uma consciência crítica que resulte em uma ação no mundo. Para tanto, são expostos os conceitos fundamentais do Círculo de Cultura na Pedagogia do Oprimido, e uma exemplificação prática do uso de Círculo de Cultura, para demonstrar como não é possível pensar no Círculo de Cultura, de maneira crítica, sem partir da noção dialética da contradição entre opressores e oprimidos e a possibilidade
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