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Paiva, Vera Menezes de O. "Ambientes virtuais de aprendizagem: implicações epistemológicas." Educação em Revista 26, no. 3 (2010): 353–70. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-46982010000300018.

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Abstract:
Este texto apresenta algumas visões epistemológicas - objetivismo, subjetivismo e experiencialismo -, em uma tentativa de compreender os conceitos de conhecimento e de aprendizagem subjacentes à construção de ambientes virtuais de aprendizagem. Apresenta, também, uma descrição de três plataformas de aprendizagem gratuitas - AulaNet, Moodle e TeleEduc - e enfatiza que outras ferramentas do internet pode ser adicionadas a esses ambientes educacionais virtuais, de forma a propiciar mais experiências de aprendizagem. Finalmente, conclui que o ambiente virtual retira os professores do palco da apre
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Rolim, Anderson Teixeira, and Bruno Cézar Scaramuzza. "APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM." Poiésis - Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação 10 (November 24, 2016): 182. http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v10e02016182-195.

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Abstract:
Este artigo objetiva elencar perspectivas de diversos estudos referentes à Educação a Distância e seus Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) em face de uma Aprendizagem Significativa. Neste sentido, este pretende listar aspectos importantes desta ferramenta no processo de ensino-aprendizagem. Além disso, busca discutir como estes ciberespaços devem ser preparados para produzirem um aprendizado significativo. De forma breve, trata também da lógica do mercado que impulsionou esta modalidade de Ensino. Para tanto, recorre ao levantamento de dados bibliográficos acerca do assunto, a fim de apre
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Andrade, Hurika Fernandes, and Ana Beatriz Carvalho. "EFETIVIDADE DO USO DE FERRAMENTAS DA WEB 2.0 EM AVA: COLABORAÇÃO, AUTONOMIA E AUTORIA DO ALUNO." Revista EDaPECI 13, no. 1 (2013): 114–40. http://dx.doi.org/10.29276/redapeci.2013.13.1964.114-140.

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Abstract:
Apesar de fazer parte, na Era Digital, de um importante elemento para o aprendizado e a colaboração, o contexto atual de ensino e aprendizagem dos ambientes virtuais de aprendizagem se configura como um ambiente engessado, de percursos pré-definidos, dificultando a autonomia, autoria e aproveitamento levando a ausência ou pouco aproveitamento dos alunos nestes ambientes. Essa pesquisa tem como objetivo central analisar os ambientes virtuais de aprendizagem MOODLE e MOOC e a efetividade do uso pedagógico de ferramentas integradas da web 2.0 e seu impacto na colaboração, autonomia e autoria do a
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Ferreira, Larissa Torres, João Batista da Silva, José Demontier Vieira de Souza Filho, Alfredo Saboya Dias Lopes, and Ana Judite Gomes Barros. "Ludicidade aplicada em Ambientes Virtuais de Aprendizagem." Research, Society and Development 9, no. 5 (2020): e39953136. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i5.3136.

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Abstract:
O resultado do avanço e democratização das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) possibilitou a ampliação de tendências educacionais contemporâneas como a utilização de ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) e a educação a distância (EAD). Todavia, a implementação deste recurso educação online ainda tem, pela frente, grandes desafios, entre eles, o de engajar, envolver e motivar ações dos alunos no ambiente. Nesse sentido, o objetivo deste artigo é refletir sobre a utilização da ludicidade em ambientes virtuais de aprendizagem. A pesquisa evidenciou que a ludicidade aplicad
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Nascimento, Cinara, and Ricardo Sainz. "Aprendizagem em Ambientes Virtuais: tecendo reflexões." Revista Thema 14, no. 4 (2017): 149–58. http://dx.doi.org/10.15536/thema.14.2017.149-158.562.

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Laguardia, Josué, Margareth Crisóstomo Portela, and Miguel Murat Vasconcellos. "Avaliação em ambientes virtuais de aprendizagem." Educação e Pesquisa 33, no. 3 (2007): 513–30. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-97022007000300009.

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Abstract:
A demanda por avaliações de projetos de aprendizagem virtual a distância tem requerido o emprego de conceitos e métodos que transcendem o campo exclusivo da Educação, destacando-se a multiplicidade de marcos teóricos e abordagens técnicas empregados nas estratégias avaliativas de aprendizagem online. A despeito da hegemonia dos métodos quantitativos na avaliação das tecnologias de informação e comunicação, o emprego de métodos qualitativos nas avaliações de ambientes virtuais tem crescido ao longo das duas últimas décadas. A combinação de métodos quali-quantitativos possibilita uma melhor comp
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Goulao, Maria de Fátima. "Comunicação e afetividade em ambientes virtuais." Revista EDaPECI 16, no. 1 (2016): 162–77. http://dx.doi.org/10.29276/redapeci.2016.16.14863.162-177.

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Abstract:
Se a afetividade é importante em contextos de aprendizagem presenciais, ela ganha contornos de complexidade e riqueza em ambientes de aprendizagem a distância, onde não existem outros elementos sensoriais. O tipo de comunicação que se estabelece entre todos os elementos da comunidade é primordial para a criação de ambientes propícios ao estabelecimento de laços afetivos entre os seus membros. A expressão da afetividade em contextos de aprendizagem passa pela comunicação que, num ambiente virtual, é feita essencialmente com recurso à escrita. A forma de comunicação deixa de assentar no discurso
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Scherer, Suely, and Glaucia da Silva Brito. "Educação a distância: possibilidades e desafios para a aprendizagem cooperativa em ambientes virtuais de aprendizagem." Educar em Revista, spe4 (2014): 53–77. http://dx.doi.org/10.1590/0104-4060.38644.

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Abstract:
Este artigo é resultado de um estudo que teve por objetivo analisar possibilidades de aprendizagem cooperativa em ambientes virtuais de aprendizagem de disciplinas e cursos oferecidos na modalidade de Educação a Distância (EaD). O estudo foi realizado a partir da análise de registros em fóruns virtuais de disciplinas e cursos, apresentados em uma tese de doutorado e duas dissertações de mestrado. A análise dos dados foi orientada pelas pesquisas sobre aprendizagem cooperativa de Jean Piaget. O que se concluiu é que a vivência da aprendizagem cooperativa em ambientes virtuais depende de alguns
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Kenski, Vani Moreira, Marcelo Pupim Gozzi, Teresa Cristina Jordão, and Rodrigo Gabriel da Silva. "Ensinar e aprender em ambientes virtuais." ETD - Educação Temática Digital 10, no. 2 (2009): 223. http://dx.doi.org/10.20396/etd.v10i2.987.

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Abstract:
Este artigo relata as estratégias e atividades realizadas em uma disciplina semipresencial desenvolvida durante o primeiro período letivo de 2008 com alunos de diversos cursos de pós-graduação da USP, em três diferentes ambientes virtuais de aprendizagem. A disciplina foi desenvolvida segundo os princípios das abordagens colaborativas de aprendizagem e tinha como objetivo viabilizar a formação de uma comunidade virtual entre os participantes. Dessa forma, todos puderam aprender não apenas o conteúdo da disciplina, mas a cultura subjacente ao uso de ambientes virtuais para a aprendizagem.
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Tongu, Eliana Dutenkefer. "Atividades cognitivas e aprendizagem em ambientes virtuais." Cadernos de Pós-graduação 1 (September 1, 2009): 01–08. http://dx.doi.org/10.5585/cpg.v1n0.1727.

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Moreira, M., R. Barros, and A. Monteiro. "Autoconceito Académico em Ambientes Virtuais de Aprendizagem." Revista EducaOnline 8, no. 1 (2014): 74–109. http://dx.doi.org/10.18247/1983-2664/educaonline.v8n1p74-109.

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Moreira, José António Marques, Rita Manuela Barros, and Angélica Maria Monteiro. "Autoconceito académico em ambientes virtuais de aprendizagem." Revista Brasileira de Informática na Educação 22, no. 02 (2014): 31. http://dx.doi.org/10.5753/rbie.2014.22.02.31.

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Lobo da Silva Ganga, Lana, and Lúcia Regina Goulart Vilarinho. "A docência em ambientes virtuais de aprendizagem:." Revista Dissertar 1, no. 16 e 17 (2009): 17–24. http://dx.doi.org/10.24119/16760867ed1883.

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Abstract:
Este artigo focaliza o desafio da docência online a partir de quatro indagações: (a) que implicações se derivam do fenômeno da cibercultura para a prática docente? (b) porquê a docência em ambientes virtuais de aprendizagem ganha outras dimensões? (c) o que se espera de um docente no ensino online? (d) é necessária uma formação específica para a realização da docência online? O que aqui se discute desta-se a professores que estão migrando do ensino superior presencial para o online ou que já perceberam a tendência da não-separação entre essas duas modalidades educacionais.
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Netto, Carla, Elaine Turk Faria, and Miriam Rios. "Fatores que interferem na interatividade em Ambientes Virtuais de Aprendizagem: um estudo de caso em cursos de Pós-Graduação a Distância." RENOTE 7, no. 3 (2009): 264–74. http://dx.doi.org/10.22456/1679-1916.13566.

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Abstract:
Este artigo apresenta um relato de pesquisa, com fundamentação em SILVA, VYGOTSKY e PIAGET, que teve por objetivo conhecer os fatores que influenciam a interatividade nos ambientes virtuais de aprendizagem de dois Cursos de Pós-Graduação. A pesquisa caracterizou-se pelo caráter qualitativo, descritivo, com levantamento bibliográfico, pesquisa de campo e apoio nos relatos de alunos e de professores dos cursos em estudo. Os objetivos da pesquisa visam conceituar interatividade em ambientes virtuais de aprendizagem, identificar os fatores que influenciam a interatividade nos ambientes virtuais de
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Forgiarini de Quadros, Gerson Bruno. "Aprendendo idiomas em ambientes virtuais na internet." Texto Livre: Linguagem e Tecnologia 5, no. 2 (2012): 1–12. http://dx.doi.org/10.17851/1983-3652.5.2.1-12.

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Abstract:
Este trabalho, com apoio financeiro da FAPERGS/CAPES, tem como objetivo mostrar os aspectos que envolvem a aprendizagem de língua espanhola em uma comunidade virtual de aprendizagem de idiomas conhecida como Livemocha, descrevendo o modo como os membros dessa comunidade se mobilizam para construir seus conhecimentos em um ambiente virtual de aprendizagem.
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Longhi, Magalí Teresinha, Patricia Alejandra Behar, and Magda Bercht. "O sujeito afetivo e os ambientes virtuais de aprendizagem." RENOTE 7, no. 3 (2009): 275–85. http://dx.doi.org/10.22456/1679-1916.13567.

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Abstract:
Este artigo apresenta correspondências entre as teorias de Piaget e de Schererno que diz respeito à definição do sujeito afetivo e aos aspectos emocionais envolvidosem um ambiente virtual de aprendizagem (AVA). O reconhecimento da dimensão afetivado aluno nesses ambientes é recurso importante para a prática de um professor emEducação a Distância. Neste trabalho, a dimensão afetiva é caracterizada pelos estados deânimo manifestados durante as interações no espaço virtual.
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Braga, Marta C. G., and Vania R. Ulbricht. "Acessibilidade em Ambientes Virtuais de Aprendizagem: Abordagem Teórica." InfoDesign - Revista Brasileira de Design da Informação 4, no. 2 (2010): 56–61. http://dx.doi.org/10.51358/id.v4i2.42.

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Abstract:
O artigo apresenta os requisitos da acessibilidade Web que podem orientar o designer instrucional quando da escolha de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) utilizados na interao de professores e alunos em cursos on-line e, por meio dos quais alunos entram em contato com contedos, atividades de aprendizagem e avaliaes. O design instrucional exige mltiplos conhecimentos e se realiza na interao com vrias reas, tais como o design de interface, a arquitetura da informao e outras. O designer instrucional aquele que faz a mediao entre as teorias pedaggicas e a tecnologia propondo estratgias para
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Burnham (UFBA), Drª Teresinha Fróes, Dndº Marcus Túlio Pinheiro (UNEB), and Dndª Marise Oliveira Sanches (UFBA). "Ambientes virtuais de aprendizagem como uma entidade complexa." Poiésis - Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação 5, no. 9 (2012): 154. http://dx.doi.org/10.19177/prppge.v5e92012154-172.

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Abstract:
Este artigo articula diferentes contribuições em produções relacionadas à Educação à Distância (EaD), buscando assim colaborar com a construção do referencial teórico-epistemológico relativo a esta modalidade e seu potencial para a construção colaborativa do conhecimento - um dos grandes desafios e ao mesmo tempo uma das grandes metas da EaD. Traz aportes de muitas discussões ocorridas no grupo de pesquisa Conhecimento, Análise Cognitiva, Ontologias e Socialização - CAOS (FACED/UFBA), com o compartilhamento de experiências de trabalhadores do conhecimento que aí atuam como pesquisadores, bem c
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Scherer Bassani, Patrícia, and Regina de Oliveira Heidrich. "Refletindo sobre acessibilidade em ambientes virtuais de aprendizagem." Revista Liberato 8, no. 9 (2007): 51–55. http://dx.doi.org/10.31514/rliberato.2007v8n9.p51.

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Santiago, Márcio Sales. "Termos em tutoriais de ambientes virtuais de aprendizagem." Revista GTLex 1, no. 2 (2016): 257. http://dx.doi.org/10.14393/lex2-v1n2a2016-2.

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Abstract:
Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa que tem como objeto de estudo a terminologia da Educação a Distância (EAD), especificamente àquela presente em tutoriais elaborados para ambientes virtuais de aprendizagem. Cumpre salientar que estes textos objetivam primordialmente a instrumentalização de professores, tutores e alunos para a utilização de um sistema informatizado baseado em conceitos da EAD. Ao considerar aspectos ligados à natureza do domínio, como a finalidade dos tutoriais e seus destinatários, junto à presença e ao uso da terminologia nos tutoriais, propomos a classifica
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Hoffmann, Daniela Stevanin. "Ambientes virtuais e redes: estética e socialidade." ETD - Educação Temática Digital 13, no. 1 (2010): 63. http://dx.doi.org/10.20396/etd.v13i1.1166.

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Abstract:
Este artigo propõe-se a apresentar dois ambientes virtuais, o AMADIS e o Orkut, a fim de estabelecer relações entre eles, tendo como apoio teórico os conceitos de estética e socialidade. O primeiro é um ambiente virtual de aprendizagem desenvolvido para fins pedagógicos; o segundo é um ambiente virtual que tem alcance mundial e agrega indivíduos por suas redes de interesses e amizades. O objetivo deste artigo é analisar o entrelaçamento entre teoria e algumas das características dos ambientes, suas semelhanças e distinções, a partir do estudo da formação de redes digitais suscitadas por influê
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Lilavati Pereira Okada, Alexandra, and Edméa Oliveira dos Santos. "COMUNICAÇÃO EDUCATIVA NO CIBERESPAÇO: UTILIZANDO INTERFACES GRATUITAS." Revista Diálogo Educacional 4, no. 13 (2004): 161. http://dx.doi.org/10.7213/rde.v4i13.7064.

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Abstract:
Neste trabalho, a intenção é refletir sobre a comunicação educativa no ciberespaço, especificamente nos ambientes virtuais de aprendizagem construídos com interfaces gratuitas. Partimos da concepção de ambiente virtual como organização viva, espaço interativo, crítico e colaborativo para aprofundar em alguns conceitos teóricos fundamentados nos novos paradigmas. Neste contexto, apresentamos como construir ambientes virtuais com artefatos gratuitos disponíveis na Web e destacamos a importância do papel do mediador pedagógico como co-autor do espaço de comunicação educativa.
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Santos, Vanessa Matos dos, and Maria Teresa Miceli Kerbauy. "Interatividade em ambiente virtual de aprendizagem: contribuições de uma experimentação." Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação 4, no. 3 (2010): 442–60. http://dx.doi.org/10.21723/riaee.v4i3.2769.

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Abstract:
A relação existente entre o homem e a tecnologia - na qual os papéis de dominador e dominado estão constantemente sendo debatidos - a humanização da técnica é o componente capaz de garantir a apropriação social da tecnologia. Nesse sentido, esta humanização pode ser alcançada à medida que a tecnologia passa a transformar o processo da comunicação e, por conseguinte, passa a contribuir para o crescimento e desenvolvimento educacional do homem. Fala-se, portanto, em tecnologias comunicacionais – isto é, tecnologias que se prestam a facilitar o processo comunicacional entre os sujeitos. No âmbito
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Carrancho, Angela, Ligia Silva Leite, and Christina Marília Teixeira da Silva. "Avaliação da Aprendizagem em Ambientes Virtuais: é possível inovar?" Revista Meta: Avaliação 1, no. 2 (2009): 237. http://dx.doi.org/10.22347/2175-2753v1i2.42.

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Abstract:
O presente trabalho é fruto de estudo em andamento vinculado à linha de pesquisa Avaliação das Tecnologias de Informação e Comunicação, do Curso de Mestrado Profissional em Avaliação da Fundação Cesgranrio. O artigo tem por objetivo discutir a avaliação da aprendizagem em ambientes virtuais. Para isso, apresenta de forma breve as gerações da Educação a Distância (EAD), enfatizando os atuais recursos tecnológicos disponibilizados em AVA. Destaca, também, o processo evolutivo da EAD no Brasil, observando-se uma tendência marcante para a criação de consórcios, principalmente na esfera pública. Pe
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Silva, Siony Da. "Ambientes virtuais de aprendizagem e a educação a distância." Dialogia 7, no. 2 (2009): 235–44. http://dx.doi.org/10.5585/dialogia.v7i2.1285.

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Abstract:
Os recursos tecnológicos da informação e comunicação estão presentes em várias atividades humanas e já estão sendo utilizados na educação em cursos de educação a distancia, possibilitando atender grande número de pessoas que estejam distantes de um centro de referência educacional ou que não tenham disponibilidade de acompanhar um curso regular presencial. O artigo procura refletir sobre a importância da utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem como recurso para um aprendizado colaborativo, e para a atualização profissional, pois a distância geográfica deixa de ser uma barreira para o
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Gomes Varella, Péricles, Sônia Cristina Vermelho, Camile Golçalves Hesketh, and Ana Carolina Castelli da Silva. "APRENDIZAGEM COLABORATIVA EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: A EXPERIÊNCIA INÉDITA DA PUCPR." Revista Diálogo Educacional 3, no. 6 (2002): 11. http://dx.doi.org/10.7213/rde.v3i6.4804.

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Abstract:
Este artigo é uma síntese dos resultados levantados e analisados, oriundos da experiência de institucionalização do Ambiente Virtual de Aprendizagem Eureka na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Tomando o Projeto Pedagógico da PUCPR, alicerçado na proposta da aprendizagem colaborativa, implementamos durante o ano de 2000 todo um conjunto de ações para incentivar o uso da tecnologia como suporte às atividades realizadas nas salas de aula. Tendo em vista os dados analisados, ainda que sejam os primeiros passos rumo a grandes transformações, evidenciou-se problemas que a educação presenci
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Alves, Paulo Alexandre, Luísa Miranda, Daniela Melaré, and Carlos Morais. "Influência dos estilos de aprendizagem na utilização de ambientes virtuais de aprendizagem." Revista de Estudios e Investigación en Psicología y Educación, no. 13 (December 17, 2017): 034. http://dx.doi.org/10.17979/reipe.2017.0.13.2215.

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Santos, Sanval Ebert de Freitas, Eduardo Manuel de Freitas Jorge, and Ingrid Winkler. "Inteligência artificial e virtualização em ambientes virtuais de ensino e aprendizagem." ETD - Educação Temática Digital 23, no. 1 (2021): 2–19. http://dx.doi.org/10.20396/etd.v23i1.8656150.

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Abstract:
Dentre as tecnologias que a transformação digital apresenta, a Inteligência Artificial (IA) e a Virtualização estão entre as que mais impactam as relações sociais e de produção em diversas áreas, tais como finanças, varejo, mobilidade, saúde e educação. Nesta última se destacam os ambientes virtuais que são utilizados como ferramenta didática nas relações de ensino e aprendizagem. Este artigo tem o objetivo de discutir as técnicas de inteligência artificial e virtualização incorporadas em Ambientes Virtuais de Ensino e Aprendizagem (AVEAs) a partir da descrição do surgimento da ferramenta, seg
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Soares, Eliana Maria do Sacramento, Carla Beatris Valentini, and Jane Rech. "Convivência e aprendizagem em ambientes virtuais: uma reflexão a partir da biologia do conhecer." Educação em Revista 27, no. 3 (2011): 39–59. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-46982011000300003.

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Abstract:
Pensar a dimensão complexa e sistêmica do processo educativo é um dos desafios da contemporaneidade. Para tanto, partimos do pressuposto de que ambientes virtuais de aprendizagem podem se constituir em domínios de ações que levem à autorregulação e a transformações estruturais. Para verificar essa pressuposição, este artigo apresenta resultados de um estudo empírico que busca compreender, a partir da Biologia do Conhecer, como um ambiente virtual pode se constituir num domínio de convivência capaz de propiciar a aprendizagem. Os resultados indicam possibilidades de gestão e de intervenção peda
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Silva, Leonilda Nascimento, and Maria Sônia Silva Oliveira Veloso. "O ENSINO DE FÍSICA E O USO DAS TECNOLOGIAS: DESAFIOS DE UMA PRATICA METODOLÓGICA." Pensar Acadêmico 19, no. 4 (2021): 1194. http://dx.doi.org/10.21576/pa.2021v19i4.2007.

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Abstract:
O ensino de Física prende - se, no geral aos conceitos teórico, e assim em muitas das vezes causa o esquecimento da construção do saber investigativo e o estudo de caso. Desta maneira, é fácil encontrarmos estudantes que consideram a Ciência “chata”, desinteressante e sem valor, o que se aplica integralmente ao caso específico da física. Nesse contexto normalmente essa pratica de ensino é marcado pelo foco nos aspectos formais e matemáticos, dificultando que o aluno desenvolva um verdadeiro raciocínio físico acerca do problema abordado. Diante da problemática, usou – se uma estratégia didática
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Santos, Samuel Lopes dos, Thyago de Oliveira Afonso, Mariana Pereira Barbosa Silva, et al. "Ambientes virtuais e a pessoa com deficiência auditiva: Trabalhando o processo de ensinar e educação durante a globalização." Research, Society and Development 10, no. 7 (2021): e54910716808. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i7.16808.

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Abstract:
Introdução: Historicamente as pessoas com deficiência auditiva sempre teve seus espaços de socialização restritos. As tecnologias da Informação e Comunicação vêm se constituindo em valiosas ferramentas de apoio para superar as desigualdades e contribuir para a inserção social. Objetivo: Descrever como os ambientes virtuais ajudam as pessoas com deficiência auditiva em termos de educação, socialização e globalização. Metodologia: O trabalho é um estudo exploratório, através de uma pesquisa bibliográfica. Resultados e Discussão: Constatou-se que os ambientes virtuais são de suma importância na e
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Amarilla Filho, Porfírio. "Educação a distância: uma abordagem metodológica e didática a partir dos ambientes virtuais." Educação em Revista 27, no. 2 (2011): 41–72. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-46982011000200004.

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Abstract:
Este artigo aborda a Educação a Distância a partir da influência dos ambientes virtuais. Suas exigências, suas relações técnico-pedagógicas necessárias e os pressupostos necessários aos processos ensino e aprendizagem a partir da utilização desses ambientes. A partir de uma análise do conceito de ambiente virtual e das implicações que sua influência impõe ao processo de ensino-aprendizagem, procura-se analisar algumas implicações metodológicas e didáticas aos projetos educacionais dessa natureza aplicados a essa modalidade de ensino a partir desses ambientes. Para isso, propõe-se uma reflexão
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Carolina Ribeiro Ribeiro, Ana, and Patricia Alejandra Behar. "SOCIOAVA_EP: UM OBJETO DE APRENDIZAGEM SOBRE ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS COM FOCO NAS INTERAÇÕES SOCIAIS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM." RENOTE 17, no. 3 (2019): 325–34. http://dx.doi.org/10.22456/1679-1916.99489.

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Abstract:
Esse artigo apresenta o planejamento, a implementação e a avaliação de Objeto de Aprendizagem (OA) SocioAVA_EP - Estratégias Pedagógicas a partir das interações sociais em Ambientes Virtuais de Aprendizagem. A avaliação do material foi realizada em um curso de extensão que contou com a participação de 30 professores atuantes da EAD, em que foram discutidas questões relacionadas aos desafios da modalidade e as possibilidades dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem disponíveis hoje. A análise dos dados demonstrou, entre outras questões, a importância de materiais que possibilitem a aproximação e
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Filatro, Andrea, and Natália Teles da Mota. "Ambientes virtuais de aprendizagem: desafios de uma escola de governo." Revista do Serviço Público 64, no. 1 (2014): 109–22. http://dx.doi.org/10.21874/rsp.v64i1.117.

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Abstract:
Este estudo apresenta informações que buscam subsidiar gestores e tomadores de decisão no processo de contratação de solução tecnológica especializada para a gestão da aprendizagem e do conhecimento, que possibilite o desenvolvimento, implementação e oferta de eventos de aprendizagem – a distância, presenciais ou mistos. A síntese aqui apresentada consolida as discussões do Grupo de Trabalho “Ambientes Virtuais de Aprendizagem” (GT-AVA) realizadas no âmbito da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Fundamenta-se em uma série de debates interdisciplinares promovidos internamente pelo
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Riccomini de Souza, Fernanda Edileuza, Claudia Brito Silva Cirani, José Eduardo Storopoli, and Samara de Carvalho Pedro. "AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DAS MELHORES IES DO MUNDO." Revista Cesumar – Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 25, no. 1 (2020): 57–84. http://dx.doi.org/10.17765/1516-2664.2020v25n1p57-84.

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Abstract:
A adoção de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) constitui-se em um dos mais importantes desenvolvimentos no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas Instituições de Ensino Superior (IES). Este estudo tem como objetivo pesquisar e descrever as AVAs dentre as IES mais reconhecidas mundialmente, segundo o Times Higher Education (THE) da World University Rankings (WUR) 2018. Contempla-se, assim, o ranking das dez melhores universidades em todo o mundo. Ao oferecer uma visão ampla das lacunas relacionadas ao objeto de pesquisa, busca-se compreender a maneira como as melhores
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Passos, Ivan Carlin, Edgard Bruno Cornacchione Junior, Luiz Eduardo Gaio, and Eduardo De Brito. "RACIOCÍNIO CRÍTICO EM AMBIENTES VIRTUAIS." Revista de Contabilidade e Organizações 10, no. 26 (2016): 77. http://dx.doi.org/10.11606/rco.v10i26.111420.

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Abstract:
Nos últimos anos o Brasil vem ocupando uma posição de destaque econômico no mundo, porém não se observa o mesmo quando se trata de qualidade do ensino, tanto em nível básico quanto superior. As novas gerações nascidas na Era Digital, como a denominada “Geração Y” ou mesmo a “Z” apresentam diversas qualidades, porém dentre suas deficiências, preocupa o fato de adorarem tecnologias que competem com outras atividades que desenvolvem raciocínio critico, como a leitura e solução de problemas. A habilidade de Raciocínio Crítico (Critical Thinking) é enfatizada como importante para diversos tipos de
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Leite, Sílvia Meirelles, and Patricia Alejandra Behar. "A construção coletiva com crianças em ambientes virtuais de aprendizagem." Educar em Revista, no. 29 (2007): 173–89. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-40602007000100012.

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Abstract:
Este artigo apresenta uma experiência com crianças voltada à coletividade, na qual acompanhou-se a efetivação das trocas entre os sujeitos. Dentro disso, propõe-se investigar o processo de interações interindividuais e produção de sentidos em ambientes virtuais de aprendizagem, visando a construção de conhecimento. Para tanto, utilizou-se a plataforma de software CRIANET e o Editor de Texto Coletivo ETC como suportes digitais para a constituição de ambientes virtuais voltados à coletividade e à aprendizagem. A leitura desse processo contribuiu para o entendimento da inserção do público infanti
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Bianchini, Luciane Guimarães Batistella, Ana Lúcia Keiko Nishida, and Damares Luiza Silveira de Carvalho. "PERSPECTIVA DE ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR SOBRE BRINQUEDOTECAS EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM." Revista Contexto & Educação 36, no. 114 (2021): 267–79. http://dx.doi.org/10.21527/2179-1309.2021.114.267-279.

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Abstract:
Ambientes virtuais de aprendizagem tornaram-se espaços explorados pela geração atual. Neste contexto, as brinquedotecas virtuais configuram-se como locus atrativo por sua proposta de articulação entre ludicidade e tecnologia, sendo exploradas por crianças como também por adultos em cursos de formação. Os cursos de Pedagogia e de Design são os que mais utilizam estes espaços, mas será que alunos de diferentes áreas do conhecimento já tiveram acesso e experiência com brinquedotecas virtuais? O presente artigo analisou o acesso e a experiência com brinquedotecas virtuais por alunos de diferentes
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França-Carvalho, Antonia Dalva, and Ágata Laisa Laremberg Alves Cavalcanti. "Netnometodologia: uma perspectiva de pesquisa emergente para ambientes virtuais de aprendizagem." Interação 21, no. 2 (2021): 1–10. http://dx.doi.org/10.53660/inter-88-s106-p01-10.

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Abstract:
Diante do contexto em que as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) estão presentes no cenário educacional, percebemos que se torna necessário expandir as discussões acerca da relação educação e tecnologias, bem como, ampliar as pesquisas acerca das ferramentas tecnológicas utilizadas nos processos de ensino e aprendizagem. Com a utilização das TDIC, surgem novos espaços de ensinar e aprender, consequentemente, novas formas de se relacionar e de comunicação também se desenvolvem, promovidas pela cibercultura. O presente estudo objetiva delinear as concepções teórico-metodológi
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Costa, Priscila Berenice, Cláudia Prado, Luciana de Fátima Teixeira de Oliveira, et al. "Fluência digital e uso de ambientes virtuais: caracterização de alunos de enfermagem." Revista da Escola de Enfermagem da USP 45, spe (2011): 1589–94. http://dx.doi.org/10.1590/s0080-62342011000700008.

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Abstract:
O objetivo do estudo foi caracterizar o perfil de licenciandos de enfermagem, identificar a fluência digital, o conhecimento, a habilidade e o interesse no uso de ambientes virtuais de aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, exploratório-descritiva realizada com 51 licenciandos de enfermagem por meio de questionário. Dos participantes do estudo 51 (100%) afirmam ter conhecimento em informática, sendo que 26 (49%) indicam um nível intermediário; 47 (92%) fazem uso diário da Internet; 51 (100%) navegam em redes sociais e possuem e-mail; 51(100%) utilizam MSN e 32 (62,7%) Skype; 41 (
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BELUCE, ANDREA CARVALHO, and KATYA LUCIANE DE OLIVEIRA. "Escala de estratégias e motivação para aprendizagem em ambientes virtuais." Revista Brasileira de Educação 21, no. 66 (2016): 593–610. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-24782016216631.

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Abstract:
RESUMO Este estudo teve por objetivo construir e levantar evidências de validade para a escala de estratégia de ensino, de aprendizagem e motivação para aprender em ambientes virtuais de aprendizagem (EEAM-AVA). A evidência de validade da escala foi investigada por meio da estrutura interna e das dimensões emergidas no decorrer deste estudo. Participaram da pesquisa 572 estudantes matriculados em cursos disponibilizados em ambientes virtuais de aprendizagem. O instrumento de pesquisa elaborado constituiu-se em uma escala com quarenta e cinco itens. A análise dos dados coletados apresentou uma
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Alves, Gabriela Malhães, Juliana Pessanha Falcão, Tereza Claudina De Oliveira Cunha, and Vânia Machado Seabra Puglia. "Ambientes Virtuais de Aprendizagem Como Estratégia Para o Ensino Presencial." Revista Pleiade 12, no. 25 (2019): 5–17. http://dx.doi.org/10.32915/pleiade.v12i25.445.

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Abstract:
A utilização das tecnologias de informação e comunicação ao ambiente deensino e aprendizagem presencial tem possibilitado e ampliado o processo de comunicaçãoe interação professor-aluno. Este trabalho tem como objetivo apresentar osresultados da experiência pedagógica vivenciada por docentes dos Institutos Superioresde Ensino no CENSA quando da utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem– AVA – Edmodo e Schoology, com alunos dos Cursos de Pedagogia e Enfermagem,como estratégia de apoio ao ensino presencial. A análise teve um enfoque qualiqualitativo, e ocorreu a partir da avaliação dos a
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Scherer, Suely, and Frederico Fernandes. "Educação a Distância e movimentos de aprendizagem: entre VMTcG, Moodle e circunferências." Revista Sergipana de Matemática e Educação Matemática 5, no. 1 (2020): 109–30. http://dx.doi.org/10.34179/revisem.v5i1.12239.

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Abstract:
A proposta desse artigo é analisar um processo de aprendizagem, vivenciado em espaços virtuais de uma disciplina de um curso de Licenciatura em Matemática, ofertado na modalidade de Educação a Distância (EaD), por uma universidade pública. Os dados da pesquisa foram produzidos em uma pesquisa de doutorado, envolvendo o planejamento e desenvolvimento da disciplina, com oito estudantes do 6º semestre do curso. Os dados foram construídos a partir dos registros das estudantes e do professor nos ambientes virtuais, organizados e propostos para a realização de tarefas matemáticas e pedagógicas dura
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Souza, Valeska. "Ambientes virtuais de aprendizagem: sistemas complexos compostos por gêneros digitais." Texto Livre: Linguagem e Tecnologia 2, no. 1 (2009): 34–45. http://dx.doi.org/10.17851/1983-3652.2.1.34-45.

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Abstract:
Neste trabalho, busquei as características comuns em sistemas complexos nos ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) - no todo e partes, referindo-me aos gêneros digitais que os compõem, tendo como referência Swales (1990) para conceituar “gênero”. Analiso à luz das características para os fenômenos propostas por Larsen-Freeman (1997) as plataformas TelEduc, eProInfo e Moodle, exemplificando-as.
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Santos, Sonia Regina Mendes dos, and Nanci Neves Cardim. "A arte de ensinar no ciberespaço." Research, Society and Development 1, no. 2 (2016): 144–55. http://dx.doi.org/10.17648/rsd-v1i2.11.

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Abstract:
O presente artigo apresenta uma pesquisa bibliográfica desenvolvida a partir de estudos realizados acerca dos processos de ensino desenvolvidos intencionalmente nos ambientes virtuais de aprendizagem. O objetivo do estudo é compreender a didática no espaço virtual e suas relações com os processos de ensino e aprendizagem relacionados ao contexto sociocultural, um novo cenário social e tecnologicamente alterado. Desta forma procura-se compreender a noção de ciberespaço, cibercultura e de trabalho sociocultural em ambientes virtuais. Utiliza-se como base teórica predominantemente, os conceitos d
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Coelho de Souza Reinish Coelho, Christianne, and Francisco Antonio Pereira Fialho. "ESPAÇOS DIGITAIS PARA MELHOR APRENDIZAGEM." Revista Diálogo Educacional 7, no. 22 (2007): 165. http://dx.doi.org/10.7213/rde.v7i22.4195.

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Abstract:
Todos os mundos são mundos virtuais e todos os espaços são ciberespaços. Atualmente, a educação acontece em três diferentes tipos de espaço: o físico, o conceitual e o digital. A metáfora dos Sistemas Complexos Adaptativos – SCA – permite-nos entender e ampliar o conceito de agente para qualquer entidade ou ferramenta inteligente capaz de manter um diálogo que promova o aparecimento de emergências, isto é, uma nova configuração que compreende o sistema global composto pelos estudantes, professores, ambiente tecnológico e instituições, e que não pode ser explicado a partir das partes que compõe
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Martins, Priscila Bernardo, Juliano Schimiguel, Edda Curi, and Carlos Adriano Martins. "Ambientes virtuais de aprendizagem como mediação no acompanhamento do estágio curricular na modalidade a distância." Research, Society and Development 3, no. 2 (2016): 115–24. http://dx.doi.org/10.17648/rsd-v3i2.25.

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Abstract:
Este trabalho tem por objetivo apresentar características conceituais dos ambientes virtuais de aprendizagem e suas contribuições para a mediação e acompanhamento do Estágio Curricular Supervisionado dentro da modalidade a distância. Para tanto, por meio da realização de uma revisão bibliográfica constatou-se que os ambientes virtuais de aprendizagem são considerados importantes locús na mediação EaD, de modo que harmoniza a interação entre os sujeitos envolvidos no processo e na interatividade com os recursos disponíveis, agregando flexibilidade de horário, autonomia, rompendo limitações geog
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COELHO, WILLYANS GARCIA, and PATRICIA CABRAL DE AZEVEDO RESTELLI TEDESCO. "A percepção do outro no ambiente virtual de aprendizagem: presença social e suas implicações para Educação a Distância." Revista Brasileira de Educação 22, no. 70 (2017): 609–24. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-24782017227031.

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Abstract:
RESUMO O objetivo deste artigo foi delimitar o conceito de presença social e apontar suas implicações para a Educação a Distância (EAD). Presença social é um termo da Psicologia relacionado à percepção do indivíduo sobre a maneira como ele se sente na interação com os outros, na comunicação mediada por tecnologia. São apresentados estudos acerca dos desafios para promover a aprendizagem colaborativa e a interação em ambientes virtuais e, então, discutidos o papel da tecnologia e dos comportamentos das pessoas nesse processo. As reflexões indicam que estudar o nível de presença social nos ambie
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Nogueira Cortimiglia, Marcelo. "Ambientes virtuais de aprendizagem no ensino superior presencial: análise de um caso bem sucedido de difusão da tecnologia." Revista Iberoamericana de Educación 69, no. 3 (2015): 9–26. http://dx.doi.org/10.35362/rie693109.

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Abstract:
Ao mesmo tempo em que cresce o interesse pela utilização de Ambientes Virtuais de Aprendizagem no ensino presencial, também cresce a necessidade de compreender de que forma tal tecnologia se difunde neste contexto. A presente pesquisa teve por objetivo identificar e compreender os mecanismos que facilitaram a difusão dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem a partir de um estudo de caso em uma organização com alto índice de uso da tecnologia. Apoiando-se nos elementos-chave que compõe a Teoria da Difusão da Inovação, entrevistaram-se seis funcionários da organização estudada, sendo cinco profess
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Franciscatto, Roberto, Rosana Wagner, and Liliana Maria Passerino. "TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS PARA ELABORAÇÃO DE CONTEÚDOS EM UM AMBIENTE MOOC: estudo de caso a partir de uma formação em Tecnologias Assistivas." Revista Observatório 4, no. 3 (2018): 361. http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2018v4n3p361.

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Abstract:
A tecnologia pode ser uma forte aliada na busca por novos conhecimentos. Por meio do uso de ambientes tecnológicos e novas metodologias de ensino é possível tornar o aprendizado mais dinâmico. O objetivo desta pesquisa é apresentar o desenvolvimento de um Massive Open Online Course (MOOC) de Tecnologia Assistiva (TA) em três ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) diferentes, bem como as ferramentas para desenvolvimento de objetos de aprendizagem possíveis de ser utilizadas em cada AVA com a finalidade de adequar ao conceito de MOOC, tornando a aprendizagem mais dinâmica. Um processo para o d
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