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Toscano, Alberto. "Raça, Classe, Tragédia." Estudos Nietzsche 15, no. 2 (2025): 208–31. https://doi.org/10.47456/en.v15i2.47387.

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Abstract:
Este ensaio revisita as especulações metapolíticas (ou arquipolíticas) de Nietzsche sobre a Europa através dos prismas interligados de classe e raça. Ele examina em que medida uma modalidade de ‘racismo de classe’ – ou, na formulação de Domenico Losurdo, um ‘racismo transversal’ –cumpriria um papel nas visões antidemocráticas de Nietzsche de uma unificação europeia. Em uma seção final, o ensaio rastreia elementos da problematização tardia de Nietzsche de uma ‘grande política’ europeia na dimensão política, muitas vezes negligenciada, de seus escritos sobre a tragédia grega antiga e sobre a nec
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Silva, Claudio Vicente da. "Mulheres, Raça e Classe." SER Social 19, no. 41 (2018): 543–47. http://dx.doi.org/10.26512/ser_social.v19i41.14956.

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Abstract:
Mulheres, Raça e Classe é um livro múltiplo. Trata da mulher negra norte-americana e o que falta ser entendido e repensado em sua história. Lançado originalmente em 1981, Angela Davis lamenta a falta de um bom livro sobre o assunto. Explica equívocos, como o de historiadores que comparam a condição da mulher negra à da mulher branca. Avalia visões impregnadas na história negra americana: a família matriarcal, o mito do negro estuprador de brancas e a imagem da mulher negra como promíscua. Para ela, a história da mulher negra precisa ser recontada.
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Borges, Juliana Moreira, Daniela Oliveira Ramos dos Passos, and José Eustáquio de Brito. "Raça, classe e gênero." Educação em Perspectiva 12 (December 21, 2021): e021005. http://dx.doi.org/10.22294/eduperppgeufv.v12i01.11862.

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Abstract:
O artigo tem por objetivo realizar uma revisão bibliográfica de pesquisas que investigaram a educação das relações étnico-raciais sob a perspectiva de famílias negras. O recorte foi feito a partir dos artigos da “Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação” – ANPEd, entre os anos de 2011 a 2019. Os descritores utilizados na busca foram os termos interseccionalidade; educação; relações étnico-raciais. Os Grupos de Trabalho analisados constituíram-se pelos GTs 03, 04, 07, 21 e 23, havendo maior aproveitamento nos GTs 07 e 21. Consideramos que o trabalho produzido permitiu um maio
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Arias, Santiane. "Mulheres, raça e classe." Crítica Marxista 25, no. 46 (2018): 173–75. http://dx.doi.org/10.53000/cma.v25i46.19137.

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Abstract:
Mulheres, raça e classe foi publicado nos Estados Unidos, em 1981. Mais de trinta anos depois, em 2016, no cinquentenário do Partido dos Panteras Negras, a Boitempo lança a primeira edição brasileira. Um intervalo considerável, que valeria ser questionado na apresentação do livro. Os efeitos combinados da opressão de raça e gênero, numa sociedade fundada na exploração do trabalho escravo, nos concernem demais para subestimarmos esse lapso temporal. O livro é formado por treze capítulos. A tradução, o prefácio e a orelha são escritos por mulheres, duas das quais negras, intelectuais e militante
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Bamonte, Marcelo. "Raça, classe e revolução." Crítica Marxista 29, no. 54 (2022): 139–41. http://dx.doi.org/10.53000/cma.v29i54.18886.

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Abstract:
Florestan Fernandes, ao estudar o pensamento político de Lênin, foi, com a citação acima, ao cerne da questão no que tange à preocupação revolucionária de ruptura sistêmica: atingir a raiz do problema. É exatamente essa missão que a coleção “Quebrando as correntes” cumpre, com o lançamento da obra Raça, classe e revolução.
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Ribeiro, Igor Veloso, Luciane Tavares, and Marcio Caetano. "Transmasculinidade, raça e classe." Caderno Espaço Feminino 36, no. 1 (2023): 83–109. http://dx.doi.org/10.14393/cef-v36n1-2023-6.

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Abstract:
Um currículo pode estar feito da mesma matéria dos sonhos, nos quais tudo é possibilidade? Um currículo pode estar feito da mesma matéria da literatura, da filosofia vitalícia, da pintura, da poesia, de toda arte que sonha, delira, cria, encanta e faz sonhar? Um currículo pode estar feito da mesma matéria dos filmes que estão constantemente inventando outros possíveis? Em síntese: um currículo pode estar feito da mesma matéria de uma vida – que é como um mar aberto ou “uma onda do mar” onde “tudo move, tudo muda o tempo todo”? O objetivo deste artigo é discorrer sobre os paradoxos contemporâne
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Terra, Bibiana, and Paulo Eduardo Vieira de Oliveira. "GÊNERO, RAÇA E CLASSE." DI@LOGUS 11, no. 2 (2023): 57–69. http://dx.doi.org/10.33053/dialogus.v11i2.802.

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Abstract:
O presente artigo, alicerçado em teóricas feministas e nos seus estudos de interseccionalidade, propõe uma análise acerca do trabalho doméstico no Brasil, considerando as opressões de gênero, raça e classe que o atravessam. A partir disso, busca analisar também a sua regulamentação jurídica no contexto brasileiro, com ênfase na Lei Complementar 150/2015. Busca-se, com isso, investigar os avanços e retrocessos do trabalho doméstico no país, que demorou longas décadas para ser regulamentado. A metodologia utilizada foi a da pesquisa bibliográfica e traz como resultados que apesar dos avanços na
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Mayume Soares Moriya, Natália, Thays Alves de Oliveira, and João Ricardo Viola dos Santos. "Raça e Classe e Classe e Raça: produzindo tensões com uma educação matemática." Perspectivas da Educação Matemática 17, no. 48 (2024): 1–19. https://doi.org/10.46312/pem.v17i48.22185.

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Abstract:
O objetivo deste artigo é discutir situações que envolvem desigualdades econômicas e questões raciais, em espaços de formação de professores(as) de matemática. A partir de uma leitura plausível de duas investigações em nível de mestrado, produziu-se um convite em uma tentativa de problematizar e desnaturalizar certas lógicas e narrativas presentes em relacionalidades destes espaços formativos. As principais considerações são na direção de que há um enredamento de questões de raça e classe nos contextos de formação de professores(as) de Matemática, nas discussões matemáticas e pedagógicas, nas
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Alves dos Santos, Silvana, and Jozanes Assunção Nunes. "Gênero, raça e classe social." Aletria: Revista de Estudos de Literatura 34, no. 4 (2024): 236–51. https://doi.org/10.35699/2317-2096.2024.48301.

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Abstract:
The aim of this paper is to analyze the discourses that permeate the short stories “Maria” and “Pôncio and his loves”, by Conceição Evaristo and Aldino Muianga, respectively, to see how the writing of these authors responds to the intersectional feminism of the multiple dimensions of gender, race and social class, based on the “enformation” given to the contents and forms that make up the narratives. To this end, it is based on Bakhtinian theory and studies on intersectionality, among others related to black feminism. The dialogical analysis reveals that the short stories present a heterodiscu
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Reis, Maria da Conceição dos, Sylvana Melo dos Santos, and Flávia da Silva Clemente. "Raça, gênero e classe social." Estudos Universitários 40, no. 1 (2023): 8–19. http://dx.doi.org/10.51359/2675-7354.2023.259222.

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Abstract:
Editorial do v. 40, n. 1, da Estudos Universitários: revista de cultura (EUs), da Universidade Federal de Pernambuco, que apresenta como tema "Raça, gênero e classe social: Atravessamentos identitários e tensionamentos sociais".
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Lavor Filho, Tadeu Lucas de, Vilkiane Natercia Malherme Barbosa, Damião Soares de Almeida Segundo, James Ferreira Moura Junior, Paulo de Martino Jannuzzi, and Renato Sérgio de Lima. "Análises Interseccionais a Partir da Raça e da Classe: Medo do Crime e Autoritarismo no Brasil." Psicologia: Ciência e Profissão 38, spe2 (2018): 223–37. http://dx.doi.org/10.1590/1982-3703000212376.

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Abstract:
Resumo O presente estudo objetivou apresentar, a partir de uma análise interseccional quantitativa, em que medida os marcadores de raça/classe interferem no medo do crime e no autoritarismo em contexto brasileiro. Participaram 2.087 pessoas de todas as regiões do país, em uma amostra representativa da população brasileira, majoritariamente com idades entre 25 e 34 anos (26,3%), negros (60,0%) e pertencentes à classe D/E (27,3%), tendo respondido à Escala F de Adorno (versão 17 itens) e escalas para mensurar o medo, a vitimização e as chances de ocorrência de crimes. Análises de Variância não i
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CARVALHO, Claudia Cristina Ferreira. "VULNERABILIDADES INTERSECCIONAIS – GÊNERO, CLASSE, RAÇA ETNICIDADE:." Educação em Revista 20 (October 23, 2019): 67–82. http://dx.doi.org/10.36311/2236-5192.2019.v20esp.06.p67.

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Abstract:
Pretende-se, a partir de uma “hermenêutica de suspeita”, proposta de Boaventura de Sousa Santos (2002), suscitar uma discussão sobre os modos como as vulnerabilidades interseccionais de gênero, classe, raça e etnicidade é um dos obstáculos epistêmico e político a efetivação da promoção e garantia dos direitos humanos. A partir de uma crítica pós-colonial e feminista a essas lógicas de opressão que são o colonialismo, o capitalismo e o patriarcado, busca-se perceber que para além delas é possível uma educação emancipatória voltada aos Direitos Humanos, na medida em que essa educação tenha como
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Dias, Isabel. "Resenha Livro: Mulheres, raça e classe." Cuestiones de género: de la igualdad y la diferencia, no. 12 (June 24, 2017): 447. http://dx.doi.org/10.18002/cg.v0i12.4854.

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Almeida Azarias, Emily, and Pamela Mariana Queiroz Santana. "Raça, classe e a "universalidade insurgente"." Revista ECO-Pós 24, no. 2 (2021): 690–702. http://dx.doi.org/10.29146/ecopos.v24i2.27771.

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Abstract:
O presente trabalho traça um panorama da obra Armadilhas da identidade, de Asad Haider, evidenciando os principais pontos e tensionamentos entre raça, classe e políticas de identidade. Asad baseia a escrita em sua experiência enquanto filho de imigrantes paquistaneses nos Estados Unidos e discute, por um viés marxista, a interferência do neoliberalismo nas ações políticas que envolvem os debates raciais, diferenciando “identitarismo” de “políticas de identidade”. Esta resenha, por sua vez, busca delinear pontes entre o contexto estadunidense e o brasileiro a partir da obra de intelectuais que,
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Maestri, Mário. "Raça, classe e política no Brasil." Crítica Marxista 14, no. 24 (2007): 94–97. http://dx.doi.org/10.53000/cma.v14i24.19595.

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Abstract:
Em meados de 2006, manifesto ao Parlamento contra os projetos que propõem a discriminação positiva de brasileiros com alguma afro-ascendência, relançou a discussão sobre o combate às seqüelas do racismo, jamais enfrentada sistematicamente pela esquerda marxista que, porém, sempre enfatizou a importância da escravidão e do racismo na luta de classes no Brasil.
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Guimarães, Antonio Sérgio Alfredo. "Formações nacionais de classe e raça." Tempo Social 28, no. 2 (2016): 161. http://dx.doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2016.109752.

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Abstract:
Neste texto, proponho a releitura de dois conceitos-chave nos estudos históricos sobre racismo e movimentos sociais negros nas Américas - racialização e formação racial -, examinando-os à luz das teorias das classes sociais e da formação de grupos sociais em geral. Meu ponto de partida é de que esses conceitos não podem ser operacionalizados na análise de processos históricos senão em concomitância com análises concretas de formações nacionais e de classes. Tomo o Brasil moderno e contemporâneo para sustentar empiricamente os processos históricos que podem fundamentar empiricamente a minha pro
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Jesus, Yasmin Couto de. "RAÇA E CLASSE NA AMÉRICA LATINA." Revista Práxis e Hegemonia Popular 8, no. 12 (2023): 326–42. http://dx.doi.org/10.36311/2526-1843.2023.v8n12.p326-342.

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Abstract:
O presente artigo busca identificar, a partir de uma revisão de literatura, as contribuições do pensamento de Mariátegui sobre a questão indígena para que seja possível entender de que forma a junção do marxismo com o indigenismo, bem como o reconhecimento das reivindicações dos indígenas à terra, tem potencial para encorpar a produção marxista da América Latina sobre a luta revolucionária contra o capital. Para isso, será discutido neste artigo como Mariátegui aborda a realidade do problema do índio a partir do nacional e do internacional, identificando como a interação entre esses implica na
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Barros, Matheus de Carvalho. "RAÇA E CLASSE EM JOSÉ CARLOS MARIÁTEGUI E FLORESTAN FERNANDES." Revista Trabalho Necessário 21, no. 46 (2023): 01–23. https://doi.org/10.22409/tn.v21i46.59148.

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Abstract:
O objetivo deste artigo é elaborar uma sucinta comparação entre as obras do jornalista peruano José Carlos Mariátegui e do sociólogo brasileiro Florestan Fernandes. Mariátegui e Fernandes analisaram questões similares tais como: o colonialismo enraizado na América Latina, a configuração da dependência e o caráter complementar das modalidades de dominação étnico-racial e de classes. Nesse sentido, o objetivo fundamental do trabalho é perseguir a forma como esses autores articularam raça e classe, identificando os sujeitos racializados como protagonistas das transformações radicais. Palavras-cha
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Marques Jr., Joilson Santana. "Aids e juventude: gênero, classe e raça." Ciência & Saúde Coletiva 15, no. 4 (2010): 2251–53. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-81232010000400039.

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Freitas Machado, Milena, and Monica Rodrigues Costa. "Resenha do Livro: Mulheres, Raça e Classe." Revista Fim do Mundo, no. 4 (March 27, 2021): 347–50. http://dx.doi.org/10.36311/2675-3871.2021.v2n4.p347-350.

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Ribeiro, Carlos Antonio Costa. "Classe, raça e mobilidade social no Brasil." Dados 49, no. 4 (2006): 833–73. http://dx.doi.org/10.1590/s0011-52582006000400006.

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Souza, Jessé. "Raça ou classe? Sobre a desigualdade brasileira." Lua Nova: Revista de Cultura e Política, no. 65 (August 2005): 43–69. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-64452005000200003.

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Abstract:
O tema da desigualdade no Brasil só pode ser compreendido à luz da especificidade de nosso processo de modernização. Isso significa dizer que a determinação do peso específico da variável racial exige um quadro de referência teórico amplo, inclusivo e totalizador. A construção, ainda que tentativa, desse referencial teórico exige resgatar o debate brasileiro acerca dessa questão em meados do século passado. Defende-se aqui que o problema da classe social tem sido injustamente relegado no contexto do debate acerca da singularidade de nossa desigualdade.
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Silva, Bruna de Souza da, Olivia Macedo Miranda de Medeiros, and Naiane Vieira dos Reis. "RAÇA E CLASSE NA CONFIGURAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO." Kwanissa: Revista de Estudos Africanos e Afro-Brasileiros 6, no. 14 (2023): 05–28. http://dx.doi.org/10.18764/2595-1033v6n14.2023.1.

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Abstract:
Este artigo buscou interpretar o relato biográfico de Catarina, mulher negra, nortista e amazônida, em situação de prostituição de rua, no município de Nova Olinda-TO. Buscando suporte em uma análise interseccional (DAVIS, 2016) e a partir da história de vida de Catarina, investigamos o destaque que adquiriu o corpo feminino por meio da maternidade, sexualidade e raça, observando como isso se transformou em um instrumento de subalternização da mulher, inclusive por meio da prostituição. Como resultado desta investigação, observamos que os padrões racistas, classistas e de gênero foram mobiliza
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Soares Pinheiro Andrade, Rosana. "subordinação de raça no processo de formação da classe trabalhadora brasileira." Revista Fim do Mundo, no. 4 (March 27, 2021): 155–75. http://dx.doi.org/10.36311/2675-3871.2021.v2n4.p155-175.

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Abstract:
A associação entre formas capitalistas com formas pré-capitalistas de produção, durante o processo de formação da classe trabalhadora brasileira, nos traz elementos para aprofundar as reflexões críticas acerca do debate em torno do racismo. Nessa direção, o artigo discorre sobre alguns fundamentos da sociedade capitalista relacionando-os à formação da classe trabalhadora no Brasil e sua convivência com a escravidão, objetivando discutir o legado deixado pela escravidão para a classe trabalhadora brasileira. Diante das evidências de manutenção de um ciclo geracional de pobreza entre a população
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Osorio, Rafael Guerreiro. "Classe, raça e acesso ao ensino superior no Brasil." Cadernos de Pesquisa 39, no. 138 (2009): 867–80. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-15742009000300009.

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Abstract:
Este artigo apresenta evidências produzidas a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2006 sobre as relações entre classe, raça e acesso ao ensino superior. O objetivo é preencher a lacuna de conhecimento que ainda persiste sobre o tema, a despeito do intenso debate público sobre a adoção de políticas de promoção de acesso equitativo ao ensino superior para negros ou para pobres. Os indicadores apresentados apontam a existência de associações entre classe, raça e acesso ao ensino superior para além dos efeitos das relações entre classe, raça e término do ensino médio. Conclui
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Santos, Diogo Joaquim dos. "Luta antirracista, unidade e transformação: um ensaio teórico." Revista Katálysis 21, no. 3 (2018): 594–601. http://dx.doi.org/10.1590/1982-02592018v21n3p594.

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Abstract:
Resumo O intuito do presente trabalho é levantar uma reflexão acerca do debate sobre raça e classe no Brasil, tendo como ponto de partida de análise a hipótese central de que tal debate ainda se sustenta amplamente na suposta impossibilidade de que raça e classe constituam uma unidade. Essa forma ideológica retrógrada, no entanto, aparece como forma de legitimação da ideologia burguesa e expressa a fragmentação real da classe trabalhadora em sua totalidade. Nesse sentido, seu avanço envolve um esforço coletivo de mobilização e sistemática organização e união entre luta antirracista e a luta co
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Kalsing, Vera. "RELAÇÕES DE RAÇA, CLASSE E SEXO, E SUA IMBRICAÇÃO." Revista Cronos 25, no. 2 (2024): 31–50. https://doi.org/10.21680/1982-5560.2024v25n2id36558.

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Abstract:
Discuto neste texto as abordagens de duas sociólogas contemporâneas que levam em conta a articulação das desigualdades de gênero, de raça e de classe. São elas: Heleieth Saffioti e Danièle Kergoat. Apresento aqui a ideia do novelo patriarcado-racismo-capitalismo, desenvolvida por Saffitoti, e a perspectiva da consubstancialidade das relações sociais de sexo, raça e classe, cunhada por Kergoat. O objetivo é apontar diferenças nos pensamentos das duas autoras, outrossim, revelar pontos de convergência que possam existir entre essas duas visões. Suas análises da realidade social podem nos ajudar
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Pereira, Ellen Caroline, and Simone Sobral Sampaio. "A relação de classe e raça na formação da classe trabalhadora brasileira." Serviço Social & Sociedade, no. 133 (December 2018): 432–45. http://dx.doi.org/10.1590/0101-6628.152.

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Abstract:
RESUMO: O propósito deste artigo é apresentar e analisar, ainda que sucintamente, através de Fernandes (2007), Ianni (1978) e Moura (1992) a complexidade da relação classe e raça no entendimento da composição da classe trabalhadora brasileira. Parte-se da compreensão de que as teorias racialistas, mesmo no processo de transição do escravismo para as relações de trabalho na sociedade capitalista, persistiram na formação da classe trabalhadora brasileira.
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Miranda, Líbia Mafra Benvindo de, and Solange Maria Teixeira. "Envelhecimento e dependência no Brasil: os imbricamentos de classe, “raça”/etnia e gênero." Argumentum 17 (April 23, 2025): 1–16. https://doi.org/10.47456/argumentum.v17.2025.44012.

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Abstract:
O artigo objetiva analisar aspectos relacionados à velhice dependente da classe trabalhadora marginalizada e invisibilizada, assim como a sua vinculação com a complexidade das relações sociais envolvidas pela condição de classe, “raça”/etnia e gênero, de modo a evidenciar que a produção social da velhice se encontra na materialidade da vida de homens e mulheres. Trata-se de um trabalho teórico, de caráter bibliográfica e documental, baseado na literatura de base crítica, especialmente de cariz marxista. Discute-se envelhecimento a partir da gerontologia crítica, e dependência a partir do imbri
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Fonseca, Jamile Guerra. "Equidade educacional: políticas integradas para superar desigualdades de gênero, raça e classe." Revista Educação e Saber – REdeS 2, anais (2025): 510–19. https://doi.org/10.24302/redes.v2ianais.5230.

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Abstract:
Este estudo aborda a equidade educacional, enfocando políticas integradas para mitigar desigualdades de gênero, raça e classe. A justificativa reside na necessidade de superar disparidades históricas e estruturais, promovendo um acesso mais equitativo à educação. Objetivo geral: analisar estratégias para promover a equidade educacional, concentrando-se nas desigualdades de gênero, raça e classe. Objetivo específico: examinar e destacar a importância de ambientes inclusivos, combater estereótipos de gênero, enfrentar o racismo estrutural e abordar as desigualdades socioeconômicas no contexto ed
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Silva, Ariane Mantovan da, and Sidney Jard da Silva. "Gênero, raça e classe na reforma da previdência." Caderno Espaço Feminino 35, no. 1 (2022): 147–64. http://dx.doi.org/10.14393/cef-v35n1-2022-9.

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Abstract:
O artigo analisa a proposta de equiparação da idade e de tempo mínimo de contribuição nas aposentadorias entre homens e mulheres na reforma da previdência do governo Jair Messias Bolsonaro (2019-) por meio de um recorte interseccional na interpretação do princípio constitucional da igualdade. O problema de pesquisa é analisar como as políticas previdenciárias de cunho neoliberal reforçam e aprofundam as desigualdades de classe, gênero e raça existentes no mercado de trabalho.PALAVRAS-CHAVE: Reforma da previdência. Aposentadoria da mulher. Princípio da igualdade. Divisão sexual do trabalho. Int
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Da Silva, Pauline Aparecida Ildefonso Ferreira, and Shirlena Campos de Souza Amaral. "TRABALHO, CLASSE, RAÇA E GÊNERO: UMA REVISÃO HISTÓRICA." Revista Contemporânea 3, no. 11 (2023): 20170–96. http://dx.doi.org/10.56083/rcv3n11-017.

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Abstract:
As reflexões que apresentamos dizem respeito ao lugar da mulher negra na produção / reprodução da sociedade capitalista face aos arranjos contemporâneos do mercado de trabalho. Para tanto, é preciso compreender que tratamos de dois tipos de lugares. Um lugar simbólico/ ideológico e outro físico, ambos totalmente influenciados pelo patriarcado, pelo racismo e pela opressão e desigualdade de gênero e classe. Nosso objetivo é revelar as relações da mulher negra com o mercado de trabalho na atualidade e discutir de que forma, as trajetórias de vida dessas mulheres na cidade podem revelar particula
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Canavêz, Fernanda. "Raça, gênero e classe social na clínica psicanalítica." Revista Tempo Psicanalítico 52, no. 2 (2020): 79–102. https://doi.org/10.71101/rtp.52.392.

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Abstract:
O artigo objetiva situar o debate sobre raça, gênero e classe social na clínica psicanalítica atual, partindo da apresentação do paradigma da interseccionalidade em um diálogo com as Ciências Sociais. Para a consecução da proposta principal, retoma criticamente as raízes modernas da clínica à luz do debate sobre colonialidade para, na sequência, circunscrever a clínica ao debate atual encampado pelos novos movimentos sociais. Por fim, partindo de contribuições de Sándor Ferenczi, aposta-se na clínica como espaço-tempo de desconstrução de desmentidos sociais que reforçam opressões, bem como na
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Diniz, Mariana Ferreira, and Daniela Portugal. "Gênero, raça e classe na produção social da loucura." Revista da Defensoria Pública do Distrito Federal 6, no. 1 (2024): 61–89. http://dx.doi.org/10.29327/2193997.6.1-4.

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Abstract:
O presente trabalho visa tratar da loucura sob uma perspectiva crítica e interseccional, objetivando avaliar de que maneira elementos de gênero, raça e classe foram significativos para a definição do conceito de loucura a partir do movimento higienista do século XIX. A importância do tratamento da referida matéria se dá, primeiramente, pelo fato de que o gênero, a raça e a classe são fatores ainda hoje invisibilizados na compreensão do “louco”, em especial no âmbito jurídico. A relevância da abordagem se manifesta, também, em virtude de ainda se manter viva, nos dias atuais, a patologização da
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Tortul Cesarino, Flávia. "Interseccionalidade e mulher negra: raça, classe, gênero e religião." Sacrilegens 17, no. 1 (2020): 127–50. http://dx.doi.org/10.34019/2237-6151.2020.v17.30794.

Full text
Abstract:
Atualmente, existem muitos estudos sobre gênero, feminismo, sobre as desigualdades imputadas às mulheres, como por exemplo, em relação ao fato de ganharem menos que os homens exercendo a mesma função, assim como estudos sobre os negros, raça, o racismo e o combate ao racismo. Contudo, quando a mulher negra se torna objeto de análise, existem menos pesquisas e menos ainda quando se trata da mulher negra no cristianismo. Pretende-se neste texto explanar algumas variáveis relacionadas à mulher negra: raça, classe, gênero e religião, a partir da perspectiva de autores da antropologia, sociologia e
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Jesus, Elisangela Gonçalves de. "Mulheres, raça e classe: a proposta interseccional de Angela Davis." Manuscrítica: Revista de Crítica Genética, no. 47 (December 22, 2022): 229–31. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2596-2477.i47p229-231.

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Torres, Robledo de Almeida, José Aurélio Garcia Bergmann, Claudio Nápolis Costa, et al. "Ajustamento para heterogeneidade de variância para produção de leite entre rebanhos da raça Holandesa no Brasil." Revista Brasileira de Zootecnia 28, no. 2 (1999): 295–303. http://dx.doi.org/10.1590/s1516-35981999000200012.

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Abstract:
Dados de 36.755 primeiras lactações de vacas holandesas, filhas de 866 reprodutores, distribuídas em diferentes estados no período de 1980 a 1993, foram estratificados em rebanhos de acordo com o desvio-padrão fenotípico da produção de leite ajustada para idade adulta, em três níveis: baixo (11.713 lactações), médio (12.764 lactações) e alto (12.278 lactações). A produção total de leite ajustada para idade adulta e ajustada para idade adulta e 305 dias de lactação, dentro de cada classe, e as transformações logaritmo na base 10, raiz quadrada, padronização e divisão pelo desvio-padrão fenotípi
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Moraes, Eunice Lea de, and Lucia Isabel Conceição da Silva. "Feminismo negro e a interseccionalidade de gênero, raça e classe." Cadernos de Estudos Sociais e Políticos 7, no. 13 (2019): 58–75. http://dx.doi.org/10.12957/cesp.2017.32989.

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Abstract:
O artigo aborda a questão das intersecções de gênero, raça e classe no feminismo. Trata-se de um estudo teórico, baseado no pensamento de feministas afro americanas e brasileiras sobre feminismo negro e interseccionalidade, discutindo a seguinte pergunta: como o feminismo interseccional das múltiplas dimensões de gênero, raça e classe influencia na luta das mulheres negras contra as dominações e opressões das quais historicamente são vítimas? O objetivo é discutir a interseccionalidade sexista, racista, classista como fundantes do feminismo negro, afirmando o significado desta conexão na compr
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Teodoro, Cristina. "Violência sexual na infância: gênero, raça e classe em perspectiva interseccional." Zero-a-Seis 24, Especial (2022): 1582–98. http://dx.doi.org/10.5007/1980-4512.2022.e87381.

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Abstract:
O artigo objetiva analisar ocorrências de violência sexual contra crianças e adolescentes, considerando a intersecção de gênero, classe, raça e idade. Para tanto, em um primeiro momento, buscou-se compreender o conceito de violência sexual e seus impactos, posteriormente, foram utilizados como base os dados produzidos sobre violência e abuso sexual, com o recorde de gênero, raça e idade, divulgados pela Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, para o período entre 2011 e 2017. Para a análise foram utilizadas, como referência teórica, a literatura sobre gênero, raça, classe e infância e, ain
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Medeiros, Jonas. "Conhecimento situado, gênero e raça." Plural 26, no. 1 (2019): 155–79. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2019.159748.

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Abstract:
Este artigo buscará narrar as interações entre o pesquisador, um homem branco de classe média, e suas interlocutoras, mulheres periféricas, moradoras da Zona Leste de São Paulo, em sua maioria negras, em um trabalho de campo que resultou em tese de doutorado. As diferenças sociais entre os sujeitos foram constantemente demarcadas durante o processo. Como qualquer pesquisa qualitativa, os dados descritos, analisados e interpretados foram produzidos por interações concretas e específicas. Argumenta-se que tais interações não são invariáveis ou mecanicamente previsíveis, pois cada sujeito concret
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Miyasaki, Donovan. "Nietzsche e Fanon." Estudos Nietzsche 15, no. 2 (2025): 137–70. https://doi.org/10.47456/en.v15i2.47897.

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Abstract:
A Genealogia da Moral de Nietzsche sugere que aristocracias produzem um contratipo escravo perigoso de agência moral fundamentada em ressentimento, que exibe uma moralidade de resignação. No decorrer do texto, ele mescla os registros biológico e político ao falar de tipos humanos como “espécies” (die Spezies) e de classes como “raças” (die Rassen), implicando com isso que todos os tipos humanos são socialmente construídos e que sua causa primária é a organização política. É neste sentido que Nietzsche é um “aristocrata radical”. Contra a visão conservadora de que a hierarquia social reflete um
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Carvalho, Marília Pinto de. "A história de Alda: ensino, classe, raça e gênero." Educação e Pesquisa 25, no. 1 (1999): 80–106. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-97021999000100007.

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Abstract:
Este artigo analisa a trajetória de vida e a prática pedagógica de uma professora das séries iniciais de uma escola pública da cidade de São Paulo, tendo como referência o conceito de cuidado infantil. Tomado como expressão das formas que histórica e culturalmente assume a relação adulto / criança, o cuidado infantil pode ser definido, hoje, neste nível de ensino, como uma atuação do professor ou professora sobre aspectos extracognitivos do desenvolvimento de seus alunos, o que exige uma postura de envolvimento afetivo e compromisso com as crianças. Por meio de um estudo de caso de enfoque etn
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Oliveira, Amurabi. "A Quarentena é branca: classe, raça, gênero e colonialidade." Revista de Estudos AntiUtilitaristas e PosColoniais 10, no. 1 (2020): 193. http://dx.doi.org/10.51359/2179-7501.2020.247623.

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Abstract:
A pandemia do COVID-19 tem impactado o mundo de uma forma sem precedentes, inaugurando, segundo alguns, o chamado “novo normal”. Neste ensaio busco analisar as relações entre classe, raça, gênero e colonialismo a partindo de dois acontecimentos que ocorreram nessa pandemia: a) o assassinato de George Floyd; b) a morte do menino Miguel. Busco chamar a atenção para o fato de que apesar de ser um fenômeno global, a pandemia tem afetado os diferentes grupos sociais de formas distintas, algo mediado pelos diferentes marcadores de diferença e forjado na experiência colonial.
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Pacheco, Ana Cláudia, and Martha Maria Nogueira. "MULHER NEGRA: INTERSECCIONANDO GÊNERO, RAÇA, CLASSE, CULTURA E EDUCAÇÃO." Revista da FAEEBA. Educação e Contemporaneidade 25, no. 45 (2016): 89–99. http://dx.doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2016.v25.n45.p89-99.

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Falquet, Jules. "A combinatória straight. Raça, classe, sexo e economia política." Crítica Marxista 26, no. 48 (2019): 127–45. http://dx.doi.org/10.53000/cma.v26i48.19069.

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Abstract:
O artigo retraça inicialmente os aportes das feministas materialistas francófonas – principalmente Guillaumin, Wittig, Tabet e Mathieu. Essas autoras transformaram a noção de “trabalho” ao teorizar a apropriação dos corpos como “máquinas-de-força-de-trabalho”. Elas mostraram que a sexualidade pode ser apreendida como um trabalho, na continuidade das relações sociais de sexoexistentes, e desnaturalizaram profundamente a maternidade. A autora propõe em seguida o conceito de “combinatória straight”. Comandando ao mesmo tempo as dinâmicas de aliança e de filiação, organizando as dinâmicas simultân
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Magalhães, Belmira, and Lídia Ramires. "Mulher, telejornalismo e estereótipos: classe social, gênero e raça." Revista Leitura, no. 69 (June 14, 2021): 279–94. http://dx.doi.org/10.28998/2317-9945.202169.279-294.

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Abstract:
Nosso objetivo neste artigo é discutir os estereótipos que acompanham a participação das mulheres como âncoras do jornalismo televisivo. O papel das mídias na sociedade tem uma importância cada vez mais abrangente e frequente, principalmente em relação ao seu poder de convencimento, tanto através de seus noticiários e também pela velocidade da internet, que podem, em questão de minutos, alcançar um número enorme de leitores e de novas mensagens e, principalmente, pelo silenciamento de notícias que não devem ser discutidas, como quais as mulheres/jornalistas que podem ser contratadas para apare
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França, Danilo. "SEGREGAÇÃO RESIDENCIAL POR RAÇA E CLASSE EM FORTALEZA, SALVADOR E SÃO PAULO." Caderno CRH 35 (December 17, 2022): e022045. http://dx.doi.org/10.9771/ccrh.v35i0.42018.

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Abstract:
Este artigo trata da importância da variável raça para os contornos da segregação residencial em cidades brasileiras. Nossa hipótese é a de que haveria um padrão geral de segregação caracterizado pela articulação entre raça e classe, ou seja, não podemos reduzi-la a uma ou a outra dessas dimensões. Não obstante, esse padrão deve apresentar variações de acordo com contextos regionais e locais. Nossa estratégia empírica envolveu a categorização da população em diferentes grupos de raça e classe, e a mensuração da segregação residencial entre cada um desses grupos por meio de técnicas amplamente
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Moraes, Eunice Léa. "A interseccionalidade." Letras & Letras 36, no. 1 (2020): 261–76. http://dx.doi.org/10.14393/ll63-v36n1-2020-14.

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Abstract:
O objetivo deste ensaio é destacar, nas bases epistemológicas do pensamento feminista negro, a resistência das mulheres negras às opressões vivenciadas, com base na seguinte problematização: como a formação da consciência crítica de classe, a identidade de gênero e o pertencimento étnico-racial têm constituído a resistência das mulheres negras contra a opressão interseccional de gênero, raça e classe no contexto da luta de classes? A metodologia utilizada foi a revisão bibliográfica. O ensaio apresenta a interseccionalidade, a resistência e a libertação, que compõem o feminismo negro e contrib
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De Paiva, Bibiana, and Larissa Faria de Souza. "INTERSECCIONALIDADE E MOVIMENTO FEMINISTA." Revista Ilustração 2, no. 1 (2021): 15–27. http://dx.doi.org/10.46550/ilustracao.v2i1.47.

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Abstract:
Ao longo da história, mulheres brancas, negras e de classes diversas foram oprimidas de diferentes maneiras. Desse modo, é necessário compreender que o movimento feminista precisa abranger não apenas as questões de gênero, mas também de raça e classe, entre outras, pois o machismo não é a única opressão sofrida pelas mulheres. Diante disso, o trabalho tem como objetivo central fazer uma análise teórica do movimento feminista, da interseccionalidade e de como as opressões de gênero, raça e classe atravessam umas às outras na vida das mulheres. Para tanto, adota a metodologia da pesquisa bibliog
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Motta, Daniele Cordeiro. "Desvendando Heleieth Saffioti." Lutas Sociais 22, no. 40 (2019): 149–60. http://dx.doi.org/10.23925/ls.v22i40.46662.

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Abstract:
Esse texto busca contextualizar a formulação da autora sobre o nó de gênero, raça/etnia e classe; que é, basicamente, a articulação do que a autora considera as três contradições fundantes da nossa sociedade. Entendemos que a contribuição de Saffioti é uma abordagem, brasileira, da teoria da articulação de gênero, raça e classe. Dessa forma, situamos a autora no campo de estudos sobre interseccionalidades, ressaltando a importância da contribuição da autora na análise da relação entre os aspectos da diversidade social brasileira e suas relações com a desigualdade de classes. Para tanto, discut
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