Academic literature on the topic 'Crise não epiléptica psicogênica'

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Journal articles on the topic "Crise não epiléptica psicogênica"

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Kurcgant, Daniela, and José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres. "Crise não epiléptica psicogênica: história e crítica de um conceito." História, Ciências, Saúde-Manguinhos 18, no. 3 (2011): 811–28. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-59702011000300012.

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Abstract:
Discute o desenvolvimento do conhecimento psiquiátrico sobre a crise não epiléptica psicogênica (CNEP), buscando iluminar os pressupostos epistemológicos do conceito e suas implicações práticas. Em sua definição atual, crises ou ataques recorrentes são manifestações comportamentais semelhantes às da epilepsia, mas que dela diferem por não serem consequentes de descargas elétricas cerebrais anormais, podendo ter origem psicogênica. Em direção inversa da metafísica, investiga-se a emergência histórica do conceito de CNEP nos últimos quarenta anos. Conceitos de comorbidade psiquiátrica, abuso e d
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Stella, Florindo, and Mário Eduardo Costa Pereira. "Semiologia e características clínicas das crises pseudo-epilépticas." Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental 6, no. 1 (2003): 109–29. http://dx.doi.org/10.1590/1415-47142003001009.

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Abstract:
Os autores discutem as características semiológicas e clínicas de crises não-epilépticas psicogênicas e o papel de elementos de natureza inconsciente na gênese desses fenômenos. Essas crises constituem condição psicopatológica relativamente freqüente em centros de atendimento de pacientes portadores de epilepsia e em serviços de emergência psiquiátrica. O diagnóstico diferencial entre ambos os quadros nem sempre representa tarefa fácil e exige do clínico conhecimento das manifestações semiológicas tanto de crises genuinamente epilépticas, como de crises conversivas, de natureza essencialmente
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Oliveira, Guilherme Nogueira Mendes de, João Vinícius Salgado, Eduardo Portela, Sílvio Roberto Sousa Pereira, and Antônio Lúcio Teixeira. "Crises não-epilépticas: clínica e terapêutica." Jornal Brasileiro de Psiquiatria 57, no. 1 (2008): 52–56. http://dx.doi.org/10.1590/s0047-20852008000100010.

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Abstract:
Discutir as crises ou os eventos paroxísticos que simulem crises epilépticas, enfatizando as diferenças semiológicas entre elas e as perspectivas terapêuticas. Realizamos uma revisão da literatura, selecionando artigos nas bases de dados Medline e Bireme, a partir dos unitermos: "non-epileptic seizures", "psychogenic seizures". As crises não-epilépticas (CNE) podem ser classificadas em fisiológicas (síncope, migrânea, ataque isquêmico transitório) e em psicogênicas (voluntárias ou não). O padrão-ouro para a diferenciação entre as crises epilépticas e as CNE é o videoeletroencefalograma, mas vá
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Teixeira, Wagner Afonso. "Imitadores da epilepsia: as crises não-epilépticas fisiológicas." Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology 13, no. 4 suppl 1 (2007): 15–23. http://dx.doi.org/10.1590/s1676-26492007000500004.

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Abstract:
Crises não-epilépticas (CNE) são eventos que podem lembrar crises epilépticas, porém não acompanhados de suas características clínicas e eletrencefalográficas. Podem ser subdivididas em CNE psicogênicas (CNEP) e fisiológicas (CNEF). As CNEF podem ocorrem em 12-36% dos pacientes com epilepsia. A distinção entre CNEF e epilepsia é importante pacientes erroneamente diagnosticados são freqüentemente investigados de forma excessiva, tratados desnecessariamente e restringidos em sua atuação. A história clinica constitui a ferramenta diagnóstica mais útil no diagnóstico. Lamentavelmente não há um con
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Marchetti, Renato Luiz, Daniela Kurcgant, Liliana Beccaro Marchetti, José Gallucci Neto, Mary Ann Von Bismark, and Lia Arno Fiore. "Resultados preliminares de um programa de tratamento de crises não-epilépticas psicogênicas." Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology 13, no. 4 suppl 1 (2007): 39–44. http://dx.doi.org/10.1590/s1676-26492007000500009.

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Abstract:
Apesar dos avanços no diagnóstico das crises não epilépticas psicogênicas (CNEP), até o presente momento não há tratamentos que sejam padronizados e eficientes. O presente estudo examinou a freqüência de crises e as condições de trabalho e acadêmicas em um grupo de pacientes portadores de CNEP antes e depois de completarem um programa de oito semanas específico, desenvolvido no PROJEPSI (Projeto de Epilepsia e Psiquiatria) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com os objetivos de redução da freqüência de crises e de danos as
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Fiszman, Adriana. "As crises não-epilépticas psicogênicas como manifestações clínicas do transtorno de estresse pós-traumático." Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology 13, no. 4 suppl 1 (2007): 32–35. http://dx.doi.org/10.1590/s1676-26492007000500007.

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Abstract:
As crises não epilépticas psicogênicas (CNEP) ainda são pouco entendidas. Como não existem critérios clínicos positivos para as CNEP, não há consenso sobre sua definição, assim como não se tem clareza em relação à nosologia de base, à fisiopatologia e ao tratamento apropriado. As CNEP manifestam-se principalmente por sintomas conversivos e dissociativos, os quais estão ligados historicamente a uma doença considerada de origem traumática, a histeria. Recentemente, observou-se que pacientes com CNEP apresentam taxas elevadas de experiências traumáticas, em particular abuso na infância, e de tran
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SCOTONI, ANNA ELISA, MARILISA M. GUERREIRO, and HÉLIO JOSÉ DE ABREU. "Crise epiléptica única: análise dos fatores de risco para recorrência." Arquivos de Neuro-Psiquiatria 57, no. 2B (1999): 392–400. http://dx.doi.org/10.1590/s0004-282x1999000300009.

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Abstract:
Estudamos crianças acompanhadas em nosso Ambulatório de Epilepsia Infantil que apresentaram primeira crise epiléptica não provocada no período de setembro/1989 a julho/1996. O tempo médio decorrido entre a crise e a inclusão no estudo foi 16 dias. As variáveis: idade, sexo, tipo e etiologia da crise epiléptica, estado de sono, antecedente de convulsão febril (CF), antecedente de crise não provocada nos familiares próximos (AF), eletrencefalograma (EEG) e tomografia computadorizada (TC) foram avaliadas como fatores de risco para recorrência. Encontramos dois grupos de pacientes, quanto a etiolo
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Rivarola, Manoel Rocca, and Magda Lahorgue Nunes. "Consenso para o manejo e seguimento de pacientes com episódios de possível ameaça a vida (ALTE) e abordagem do diagnóstico diferencial de ALTE com primeira crise convulsiva." Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology 13, no. 2 (2007): 51–57. http://dx.doi.org/10.1590/s1676-26492007000200003.

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Abstract:
OBJETIVO: Este estudo teve como objetivo a elaboração de guia para manejo e seguimento de crianças com episódios de possível ameaça a vida (ALTE) com enfoque especial ao diagnóstico diferencial deste evento com primeiro episódio de crise convulsiva. MÉTODOS: Através de revisão da literatura foi elaborado um consenso, entre os membros do comitê de Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL) da Associação Latinoamericana de Pediatria (ALAPE), para orientação quanto ao manejo e investigação etiológica de pacientes com ALTE. RESULTADOS: A proposta de sistematização da investigação destes pacientes
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MONTENEGRO, M. AUGUSTA, MARILISA M. GUERREIRO, ANNA ELISA SCOTONI, ANTÔNIA TEREZINHA TRESOLDI, and M. VALERIANA L. MOURA-RIBEIRO. "Doença cerebrovascular na infância: I. Manifestações epilépticas." Arquivos de Neuro-Psiquiatria 57, no. 3A (1999): 587–93. http://dx.doi.org/10.1590/s0004-282x1999000400008.

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Abstract:
As crises epilépticas podem constituir complicação de doença cerebrovascular (DCV), e a sua prevalência, apresentação clínica, fatores de risco e evolução em crianças tem sido estudadas por poucos autores. Neste estudo, 39 crianças com diagnóstico de DCV foram avaliadas quanto à ocorrência de manifestações epilépticas. Vinte e quatro (61,5%) apresentaram crises durante algum momento da doença (22 na fase aguda e 2 na tardia); 13 (54,2%) apresentaram crises generalizadas, 7 (29,2%) parciais, e 4 (16,6%) secundariamente generalizadas. A prevalência de manifestação epiléptica em lactentes foi sig
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Fukujima, Márcia Maiumi, and José Osmar Cardeal. "Características das crises epilépticas após acidente vascular cerebral isquêmico." Arquivos de Neuro-Psiquiatria 55, no. 4 (1997): 741–48. http://dx.doi.org/10.1590/s0004-282x1997000500010.

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Abstract:
Os infartos cerebrais constituem uma das mais importantes causas de epilepsia de início tardio. Foram estudados 35 pacientes que apresentaram crises epiléptica com início 24 horas após a instalação do acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) e que tiveram pelo menos 1 recorrência da crise, a fim de definir as principais características dessas crises e correlacioná-las aos principais achados clínicos e laboratoriais. O tempo entre a instalação do AVCI e a primeira crise foi de 3 a 1650 dias, com predomínio (89%) de crises de instalação tardia (>14 dias); houve um pico de freqüência no per
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Dissertations / Theses on the topic "Crise não epiléptica psicogênica"

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Neto, José Gallucci. "O SPECT no diagnóstico diferencial entre crise epiléptica e crise não epiléptica psicogênica." Universidade de São Paulo, 2010. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5142/tde-03112010-170337/.

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Abstract:
O presente estudo comparou o fluxo sanguíneo cerebral regional avaliado através da tomografia por emissão de fóton simples (SPECT) de pacientes com crises epilépticas temporais com pacientes com crises não epilépticas psicogênicas (CNEP). Todos os SPECT foram realizado no período ictal, tendo as CNEP sido induzidas por métodos sugestivos e de hipnose. Os grupos de pacientes com epilepsia e CNEP foram ainda comparados com um terceiro grupo, denominado grupo de sujeitos saudáveis. As comparações dos SPECT foram feitas através da análise visual (radiologista cego ao estudo) e semiquantitativa pel
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Kurcgant, Daniela. "Uma visão histórico-crítica do conceito de crise não-epiléptica psicogênica." Universidade de São Paulo, 2010. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5137/tde-21062010-173758/.

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Abstract:
As crises não-epilépticas são definidas como crises, ataques ou acessos recorrentes que podem ser confundidos com epilepsia, devido à semelhança das manifestações comportamentais existentes entre ambas, mas difere da crise epiléptica por não ser conseqüente de descargas elétricas cerebrais anormais. Podem ter origem fisiogênica ou psicogênica. Os diagnósticos psiquiátricos que mais freqüentemente apresentam-se sob a forma de crises não-epilépticas psicogênicas são o transtorno conversivo e o transtorno de somatização. Na prática clínica, a diferenciação entre crises epilépticas e crises não-ep
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Santos, Niraldo de Oliveira. "Efeitos do tratamento psicanalítico em pacientes com crises não epilépticas psicogênicas." Universidade de São Paulo, 2014. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-05062014-153641/.

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Abstract:
As crises não epilépticas psicogênicas (CNEP) podem ser definidas como episódios de alteração de movimentos, sensações ou experiência similar à epilepsia causada por processo psicológico e sem associação com descarga elétrica cerebral anormal. Estima-se que o número de casos de pacientes com CNEP seja de 2 a 33 por 100.000 habitantes. O índice de CNEP corresponde ainda a aproximadamente 5% dos pacientes tratados como epilépticos. Os pacientes com CNEP são tratados como possuindo epilepsia refratária, chegando ao limite máximo do tratamento medicamentoso e sem a obtenção de resultados satisfató
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Paola, Luciano de. "Crises não epilépticas psicogênicas : delineamento e validação de um instrumento diagnóstico breve." reponame:Repositório Institucional da UFPR, 2017. http://hdl.handle.net/1884/48950.

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Abstract:
Orientador: Prof. Dr. Hélio Afonso Ghizoni Teive<br>Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna. Defesa : Curitiba, 03/08/2017<br>Inclui referências : f. 83-90<br>Resumo: JUSTIFICATIVA: crises não epilépticas psicogênicas (CNEPs) são comuns. Contudo, há frequente dificuldade diagnóstica e para condução dos casos. Crises epilépticas (CEs) constituem uma emergência médica e sua abordagem imediata e correta é essencial, particularmente em ambiente de pronto atendimento. Várias situações clínicas podem mimetizar CEs,
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Proença, Inah Carolina Galatro Faria. "Estudo sobre história de trauma e eventos dissociativos em pacientes com crises não-epilépticas psicogênicas." Universidade de São Paulo, 2010. http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5142/tde-21122010-115236/.

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Abstract:
INTRODUÇÃO: As crises não-epilépticas psicogênicas são uma condição médica complexa que pode se apresentar como sintomas físicos ou neurológicos porém sem achados orgânicos correspondentes, evidenciando a presença de fatores psicológicos como base dos sintomas. Elas podem ocorrer isoladamente ou se repetir de forma sistemática. Quando se repetem podem estar associadas à baixa auto-estima, perda de emprego, dificuldade nas relações amorosas e sociais. A esta condição clínica denomina-se transtorno de crises não-epilépticas psicogênicas (TCNEP). Dentre os fatores de risco para TCNEP, os mais amp
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Winckler, Maria Isabel Bragatti. "Seguimento clinoceletrográfico de criançcas e adolescentes com crise epiléptica única não-provocada." reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS, 2002. http://hdl.handle.net/10183/1564.

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Abstract:
Os fenômenos convulsivos despertaram o interesse de estudiosos e pensadores já na Antigüidade, quando aspectos mágicos e sobrenaturais eram a eles associados. No século XIX foram lançadas as bases dos conceitos atuais sobre a desestruturação funcional cerebral na epilepsia, e Berger, em 1929, marcou definitivamente a história com a descoberta dos ritmos cerebrais. Crise epiléptica e epilepsia não são sinônimos, já que o último termo refere-se a crises recorrentes espontâneas. Ela costuma iniciar na infância, daí a preocupação com o risco de repetição do primeiro episódio e com a decisão de ins
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