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Langa, Ercilio Neves Brandão. "África:." Tensões Mundiais 16, no. 31 (2020): 189–218. http://dx.doi.org/10.33956/tensoesmundiais.v16i31.2826.

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Abstract:
O artigo analisa antecedentes históricos da Organização da Unidade Africana (OUA), a maior e mais relevante instituição de África. Surge em 1963 da trajetória histórica do continente marcado por exploração, escravidão, colonização, lutas armadas, pan-africanismo e nacionalismo; processos que culminaram com a descolonização, autodeterminação dos povos e independências. A OUA resulta das fricções de dois grupos de países, Monróvia e Casablanca, que lutavam pelo mesmo objetivo: fim da colonização.
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Souza, Talita Tavares Batista Amaral de. "Escravidão interna na África, antes do tráfico negreiro." Revista Vértices 5, no. 2 (2003): 11–23. http://dx.doi.org/10.5935/1809-2667.20030007.

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Leite, Maria Jorge dos Santos. "TRÁFICO ATLÂNTICO, ESCRAVIDÃO E RESISTÊNCIA NO BRASIL." Sankofa (São Paulo) 10, no. 19 (2017): 64. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1983-6023.sank.2017.137196.

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Abstract:
Entre os séculos XVI e XIX, milhares de homens e mulheres negros perderam sua condição humana ao serem capturados e transformados em mercadoria negociável, através de uma atividade comercial denominada tráfico atlântico, que envolveu sujeitos de três continentes: Europa, África e América, culminando na escravidão negra, da qual o Brasil participou intensamente. Este trabalho tem como objetivo revisitar a história da escravidão no Brasil, através da análise das formas de resistência apresentadas pelos escravizados, desde sua retirada da África, até a formação de quilombos. Reflete, ainda, as co
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Martin, Denis-Constant. "A herança musical da escravidão." Tempo 15, no. 29 (2010): 15–41. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-77042010000200002.

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Abstract:
A escravidão colocou em contato povos de diferentes origens em situações radicalmente novas, em um contexto de violência e dominação extremas. Apesar disso, tais contatos, a despeito da brutalidade que os fundava e das profundas desigualdades então engendradas, resultaram também em processos de mistura e criação cultural que produziram, especialmente, novas formas de expressão musicais. Este artigo busca analisar, de uma perspectiva comparada, processos sociais de criação musical no contexto de sociedades escravagistas ou pós-escravagistas, especialmente o surgimento de novas formas musicas no
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Viana, Iamara da Silva, and Flávio dos Santos Gomes. "Letramento, escravidão e mocambos." Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura 28 (December 21, 2020): e020023. http://dx.doi.org/10.20396/resgate.v28i0.8659369.

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Abstract:
Neste ensaio apresentamos um documento inédito revelando a localização de livros e manuscritos num rancho de quilombola. São evocadas questões iniciais a respeito das expectativas de alfabetização, posse de livros entre escravizados e libertos. Horizontes de letramento podiam estar próximos não só de cativos que trabalhavam na casa grande, mas também de senzalas e mocambos. Mesmo nos quilombos, não havia isolamentos sociais que excluíam o acesso as senzalas, as trocas mercantis e a circulação de notícias atlânticas. Diante das questões de ensino da História da África, da escravidão e da pós-em
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Da Silva, Ana Lúcia, and Teresa Kazuko Teruya. "Descolonizando o currículo escolar e o ensino de história: Agudás, os retornados a África." ODEERE 5, no. 10 (2020): 41–69. http://dx.doi.org/10.22481/odeere.v5i10.7602.

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Abstract:
O objetivo deste artigo é analisar a letra do samba-enredo: “Agudás: os que levaram a África no coração e trouxeram para o coração da África, o Brasil”. Que contribuição este enredo oferece ao ensino de História da África e cultura afro-brasileira? Oferece uma memória histórica inédita ao carnaval carioca, dando visibilidade ao povo negro que retornou à África antes da abolição da escravidão no Brasil em 1888. Assim, propõe desconstruir o paradigma eurocêntrico e construir caminhos para a descolonização do currículo escolar, na perspectiva dos Estudos Culturais. Esta arte carnavalesca da escol
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Smutko, Gregório. "A luta dos Capuchinhos contra a escravidão dos negros durante os séculos XVII e XVIII." Revista Eclesiástica Brasileira 51, no. 203 (1991): 552–67. http://dx.doi.org/10.29386/reb.v51i203.2949.

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Abstract:
Este artigo não tem a pretensão de ser um estudo exaustivo, mas uma amostra do que fizeram alguns Capuchinhos no Caribe, na América do Sul, na Espanha, África e em Roma para combater o tráfico negreiro e a escravidão. Consideraremos também alguns dos esforços, baldados, do Vaticano, combatendo a escravidão. Queremos limitar-nos aos casos seguintes: 1) Francisco José de Jaca e Epifânio de Moirans (século XVII); 2) Girolamo Merolla da Sorrento (séculos XVII-XVIII); 3) A Cúria Geral dos Capuchinhos (século XVII); 4) Os Capuchinhos na Venezuela e Colômbia (séculos XVII-XVIII).
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Mamigonian, Beatriz Gallotti. "África no Brasil: mapa de uma área em expansão." Topoi (Rio de Janeiro) 5, no. 9 (2004): 35–53. http://dx.doi.org/10.1590/2237-101x005009002.

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Abstract:
Resumo:Este artigo traça os contornos de uma nova área da historiografia brasileira, dedicada ao estudo da diáspora africana no Brasil. Nascida nos debates e pesquisas sobre o tráfico de escravos e a escravidão, a área hoje guarda suas próprias questões teórico-metodológicas, na busca dos historiadores por apreender a experiência própria dos africanos através do Atlântico e na sociedade escravista brasileira. O artigo discute as soluções dadas pelos historiadores para o desafio de definir a identidade africana no Brasil e apresenta algumas publicações recentes sobre os temas de trabalho, práti
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Darrigol, Adeline. "La Guinée Équatoriale: en lien entre l’Afrique, la péninsule ibérique et l’Amérique latine." Esboços: histórias em contextos globais 25, no. 39 (2018): 111–30. http://dx.doi.org/10.5007/2175-7976.2018v25n39p111.

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Abstract:
No passado, os intercâmbios entre a África Subsaariana e a América Latina se limitavam ao comércio escravo do Atlântico. A África subsaariana forneceu escravos para plantações na América Latina. A abolição da escravidão, a presença de afrodescendentes, a independência dos países da América Latina e da África mudaram as relações entre as duas regiões do mundo. Por razões históricas e linguísticas, a Guiné Equatorial é um elo entre a África, a Península Ibérica e a América Latina. Em 1984, o Congresso internacional hispânico e africano da cultura teve lugar em Bata. Em 2013, Malabo acolheu a ter
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Penha, Eli Alves. "IMAGEM E REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA ÁFRICA NO BRASIL: A GEOPOLÍTICA AFRICANA DO GOVERNO LULA / IMAGE AND SOCIAL REPRESENTATION OF AFRICA IN BRAZIL: THE AFRICAN GEOPOLITICS OF THE LULA GOVERNMENT." Geo UERJ, no. 33 (December 31, 2018): e34310. http://dx.doi.org/10.12957/geouerj.2018.34310.

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Abstract:
A África é parte constitutiva da nossa formação nacional mas esse aspecto não é bem compreendido pelos brasileiros que tendem a subestimar a importância dessas relações ancestrais. Por conta desse desconhecimento, a imagem que prevaleceu da África foi marcada pelo legado da escravidão, da violência e do atraso e pobreza. Por outro lado, desde a década de 1970, a África tem sido visualizada como uma “fronteira em movimento” do Brasil no seu objetivo de se projetar geopoliticamente no âmbito do Atlântico Sul. No contexto do governo Lula, a expansão dessa fronteira oriental ocorre em sintonia com
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WEHLING, Arno. "Uma solução setecentista ousada e inovadora para a escravidão no Brasil." História (São Paulo) 34, no. 2 (2015): 146–64. http://dx.doi.org/10.1590/1980-436920150002000062.

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Abstract:
Resumo Análise dos argumentos jurídicos e teológicos da obra de Manuel Ribeiro RochaEtíope resgatado..., além de seus fundamentos políticos e econômicos. O autor, um padre e advogado português que viveu na Bahia do século XVIII, apresenta as circunstâncias da escravidão na África e no Brasil, centrando sua argumentação no estatuto jurídico da remição dos escravos, o que permitiria em médio prazo sua liberdade. O estado português cumpriria assim sua finalidade de instrumento da justiça, dentro dos preceitos cristãos.
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Sela, Eneida Maria Mercadante. "A África carioca em lentes européias: corpos, sinais e expressões." Revista Brasileira de História 26, no. 52 (2006): 193–225. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-01882006000200009.

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Abstract:
A proposta deste artigo é examinar as maneiras pelas quais alguns viajantes europeus que estiveram no Rio de Janeiro durante a primeira metade do século XIX diferenciaram os africanos na experiência da escravidão, tratando de um viés temático específico: os registros produzidos pela literatura de viagem oitocentista a respeito de suas belezas físicas, sinais corporais e expressões de cantos e danças. A convergência temática e valorativa desses relatos permite-nos observar a reiteração de certas tópicas que cristalizaram os significados mais comuns atribuídos pelos olhares estrangeiros aos afri
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Veloso Rodrigues, João Botelho, and João Bartolomeu Rodrigues. "ROTA DOS ESCRAVOS NAS CARAÍBAS." Revista Internacional de Educação, Saúde e Ambiente 2, no. 3 (2020): 33–61. http://dx.doi.org/10.37334/riesa.v2i3.25.

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Abstract:
O presente trabalho intitulado Rota dos escravos nas Caraíbas tem por objetivo perceber que a escravidão é um fenómeno universal e que a sua origem é testemunhada na mais antiga literatura universal. Num segundo momento, dá-se a conhecer o contexto em que se inscreve a rota dos escravos que na sequência dos descobrimentos animou o comércio triangular: Europa, África e América, no tempo da colonização. O contexto histórico da escravatura nas Caraíbas é objeto de análise deste trabalho. Num momento final, tentarei apreender a reação na atualidade de duas “filhas da escravidão” Marlene Nourbese P
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Vieira, José Glebson, Maria Santos, and Maria José Da Silva Souza. "Negros, morenos e quilombolas: resistência e mobilização étnico-política das comunidades quilombolas do Arrojado (Portalegre/RN) e de Queimadas (Currais Novos/RN)." ODEERE 5, no. 9 (2020): 251. http://dx.doi.org/10.22481/odeere.v5i9.6665.

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Abstract:
Este artigo analisa os processos de resistência negra em duas comunidades quilombolas, a do Arrojado em Portalegre/RN e a de Queimadas em Currais Novos/RN. A discussão aqui proposta pretende relacionar as ideias de África, exílio e sertão ao contexto da escravidão e do colonialismo e, por conseguinte, compreender os usos e apropriações de categorias identitárias, como quilombolas, dentro de processos políticos de afirmação étnica e do enfrentamento ao racismo. A intenção é discorrer os efeitos da luta pelo reconhecimento étnico na reorganização social e política das referidas comunidades, assi
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Reginaldo, Lucilene. ""África em Portugal": devoções, irmandades e escravidão no Reino de Portugal, século XVIII." História (São Paulo) 28, no. 1 (2009): 289–319. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-90742009000100011.

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Abstract:
Este artigo discute a história das irmandades que congregaram escravos e libertos africanos e seus descendentes em Portugal, no século XVIII. Para tanto, leva em consideração um panorama mais geral da história e da historiografia da escravidão e da presença africana em Portugal. Busca compreender o contexto de surgimento e as singularidades das irmandades de negros no cenário das confrarias leigas portuguesas. E, finalmente, destaca com especial atenção, a importância destas organizações na configuração da vida comunitária e na defesa dos interesses das populações liberta e escrava.
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Weiner, Melissa F. "O fardo holandês: escravidão, África e imigrantes nos livros de história da escola primária na Holanda." Sociologias 17, no. 40 (2015): 212–54. http://dx.doi.org/10.1590/15174522-017004006.

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Abstract:
Há muito, os holandeses se orgulham de sua identidade de povo tolerante, "terra prometida" para imigrantes perseguidos e generosa com fundos de "desenvolvimento" direcionados a outras nações. Esquivam-se, contudo, do papel que desempenharam historicamente no imperialismo, na escravatura e no genocídio colonialistas e consideram os não brancos, tanto na Holanda quanto fora dela, ingratos para com a ajuda de seu país. Esse artigo sintetiza pesquisas anteriores1 sobre as representações de escravidão, imigração e da África em todos os livros didáticos de história para ensino fundamental na Holanda
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Pantoja, Selma. "Redes e tramas no mundo da escravidão atlântica, na África Central Ocidental, século XVIII." História Unisinos 14, no. 3 (2010): 236–41. http://dx.doi.org/10.4013/htu.2010.143.01.

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Pires Rocha, Andréa, and José Francisco Dos Santos. "Ensino da história da ´África e da diáspora africana." CRÍTICA E SOCIEDADE 10, no. 1 (2020): 70–88. http://dx.doi.org/10.14393/rcs-v10n1-2020-57679.

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Abstract:
A história da África e da diáspora africana é essencial para a compreensão da história da América Latina, especialmente quando apresentada em uma perspectiva decolonial. O artigo traz breves apontamentos sobre a história do racismo na América Latina, demonstrando como a diáspora negra compõe a formação do continente, embora o racismo tenha impetrado formas de dizimar e excluir os negros, no bojo da escravidão e em contextos pós abolições. Em contraponto apresentamos reflexões sobre o necessário fortalecimento de uma práxis Afro-Latina-Americana antirracista. Para isso, apresentamos sugestões d
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Saillant, Francine. "O Navio Negreiro: refiguração identitária e escravidão no Brasil." Tempo 15, no. 29 (2010): 111–37. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-77042010000200005.

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Abstract:
O artigo apresenta e analisa a narração de uma encenação teatral realizada pela mãe de santo de um terreiro do Rio de Janeiro sobre a partida, a viagem e a chegada dos escravos africanos no Brasil. A peça é encenada por crianças e membros da família de santo nos quadros de uma atividade educativa. A narração se baseia em uma ideia central: os escravos vieram para o Brasil como portadores de uma cultura material e imaterial, de uma memória e de tradições trazidas por meio daqueles que souberam resistir à escravidão e à condição servil. O candomblé assume neste contexto uma significação política
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Cairus, José. "Instrumentum vocale, mallams e alufás: o paradoxo islâmico da erudição na diáspora africana no Atlântico." Topoi (Rio de Janeiro) 4, no. 6 (2003): 128–64. http://dx.doi.org/10.1590/2237-101x004006005.

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Abstract:
O artigo trata da origem da jurisprudência islâmica maliquita e na especificidade da sua aplicação à escravidão, além da evolução do debate em África envolvendo etnicidade, religião e escravização e de uma análise-síntese do manuscrito árabe que encontra-se no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro no Rio de Janeiro. Os tópicos abordados no artigo, originariamente, fazem parte de um contexto consideravelmente mais amplo, mas podem contribuir de forma positiva para alargar a discussão sobre o estudo da diáspora africana no Brasil.
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Mathias, Carlos Leonardo Kelmer. "A tese de Williams e o Antigo Sistema Colonial: notas sobre um debate clássico." História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography 6, no. 11 (2012): 190–209. http://dx.doi.org/10.15848/hh.v0i11.442.

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Abstract:
O presente artigo examina a influência da chamada tese de Williams no clássico livro de Fernando Novais, Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. Mais de perto, o texto analisa os principais argumentos do trabalho de Eric Williams Capitalismo e escravidão à luz da historiografia acerca do tema e os correlacionam com algumas das noções norteadoras do estudo de Novais. Em linhas gerais, os pontos mais relevantes da tese de Williams consistem no delineamento da contribuição das Índias Ocidentais britânicas para o enriquecimento inglês e para a Revolução Industrial. Nesse sentido, Wi
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Franz, Marcelo, and Victor De Barros Rodrigues. "Nação crioula e narrativa crioula: mesclas discursivas na construção de um retrato complexo da escravidão." Revista Mulemba 8, no. 14 (2016): 59–68. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2016.v8n14a4322.

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Abstract:
Analisamos no romance Nação crioula: a correspondência secreta de Fradique Mendes (2011), de José Eduardo Agualusa, a relação entre os discursos histórico e ficcional destacando o modo como a obra dialoga intertextualmente com a criação de Eça de Queirós por meio da figura do protagonista e como rememora o tráfico negreiro praticado pela tríade Portugal, África e Brasil. A junção desses discursos resulta na constitui- ção de um texto que definimos como “crioulo”, tendo por base a definição do teorizador Édouard Glissant.
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Calvo, Daniela. "Comensalidade e antropofagia como metáforas de poder, violência e conflitos na África Subsaariana." Religião & Sociedade 40, no. 3 (2020): 189–216. http://dx.doi.org/10.1590/0100-85872020v40n3cap08.

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Abstract:
Resumo: O objetivo deste artigo é analisar a comensalidade e a antropofagia como metáforas que ligam poder, conflitos, violência e feitiçaria na África Subsaariana com base na revisão bibliográfica. O imaginário da feitiçaria continua a proliferar-se em todos os setores da vida social e acompanha os processos de urbanização e modernização. A feitiçaria e as imagens de banquetes antropofágicos representam uma tentativa de explicar e domesticar eventos históricos traumáticos, tais quais a colonização e a escravidão, a urbanização e as rápidas mudanças sociais, econômicas e políticas, por meio de
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Oloukpona-Yinnon, Adjai Paulin. "Perceptions africaines du Brésil: le spectre du passé." Esboços: histórias em contextos globais 25, no. 39 (2018): 4–24. http://dx.doi.org/10.5007/2175-7976.2018v25n39p4.

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Abstract:
O último romance de Kangni Alem, As crianças do Brasil, trata dosaspectos esquecidos do tráfico de escravos entre a África e o Brasil. O livroapresenta uma espécie de pesquisa arqueológica no mundo Atlântico, com ofito de desvelar um conhecimento sobre a tragédia do tráfico de escravos. Oautor recorre à metáfora de navios destruídos para forjar sua própria incursãoartística pelas memórias da escravidão. Combinando a exploração científica e artística, ele se refere essencialmente a situações contemporâneas no Brasile no Togo, atualizando a representação da memória escrava e mostrandonovas manei
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Souza Guimarães, Tânia Mára Souza Guimarães, and Sueli Teresinha Abreu-Bernardes. "O DESVELAR DA ÁFRICA EM CRIAÇÕES ARTÍSTICAS EM LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DO ENSINO FUNDAMENTAL." HOLOS 2 (April 20, 2016): 337. http://dx.doi.org/10.15628/holos.2016.3592.

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Abstract:
Este artigo foi elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado em educação e apresenta a análise de criações artísticas africana e afro-brasileira presentes em livros didáticos de História do Ensino Fundamental, em uma cidade do Triângulo Mineiro, durante o período de 2011 a 2013. As análises das expressões encontradas fundamentaram-se em princípios da pesquisa fenomenológica, segundo Bicudo. Observou-se, nas imagens, a predominância de expressões da arte pré-histórica, das máscaras africanas e de imagens que remetem à escravidão, dificultando o trabalho de valorização da identidade, da histór
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Ribeiro, Elaine. "Os trabalhadores Loandas da expedição portuguesa ao Muatiânvua (1884-1888)." Varia Historia 29, no. 51 (2013): 697–720. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-87752013000300004.

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Abstract:
Em 1884, o governo português promoveu uma expedição para a Lunda, no atual nordeste angolano. Chefiada pelo major Henrique de Carvalho, esta expedição contou com o trabalho de homens e mulheres oriundos de diferentes partes da África centro-ocidental, que se revelaram responsáveis, em grande medida, pelo andamento da viagem. Tendo como referência a narrativa desta expedição, produzida por Henrique de Carvalho, o objetivo deste artigo é analisar a atuação destes trabalhadores que ficaram conhecidos como Loandas, considerando as novas formas de exploração do trabalho no pós-abolição do tráfico d
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Rocha, Ilana Peliciari. "O Retorno dos Ex-Escravos do Brasil Para a África: Historiografia, Séculos Xvii-Xix." Revista Brasileira Multidisciplinar 16, no. 2 (2013): 81. http://dx.doi.org/10.25061/2527-2675/rebram/2013.v16i2.65.

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Abstract:
O artigo trata de comunidades de brasileiros ex-escravos retornados à África e propõe uma mudança de perspectiva historiográfica, que considera o inter-relacionamento entre a história dos dois continentes. São africanos retornados a partir do Brasil, nos séculos XVII e XIX, que carregaram consigo a vivência no Brasil e influíram em suas novas comunidades africanas. Com esse tema, o artigo apresenta as principais discussões da historiografia, salientando aspectos como: a cultura, a religiosidade, a família, a inserção política e econômica, a questão da etnia e da identidade. Traz um balanço dos
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Eugênio, Alisson. "Os relatos de Luiz Antônio de Oliveira Mendes sobre a saúde da população escrava: do trafico na África ao cativeiro no Brasil (1793)." Idéias 4 (April 26, 2014): 201. http://dx.doi.org/10.20396/ideias.v4i0.8649419.

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Abstract:
Neste artigo serão analisadas as considerações de um intelectual lusobrasileiro, de origem baiana, Luiz Antônio de Oliveira Mendes, a respeito das condições de saúde dos escravos, desde o tráfi co até o cativeiro no Brasil, e suas propostas para melhorar tais condições, com o objetivo de saber como ele fundamentou suas críticas e qual estratégia utilizou para convencer os agentes da escravidão da necessidade de mudar a maneira como eles tratavam os indivíduos a ela submetidos. A análise é feita a partir do Artigo “Memórias sobre os escravos e tráfi co de escravatura entre a costa da África e o
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Scherer, Jovani de Souza. "Parentesco de nação: vestígio de uma comunidade africana em Rio Grande." Anos 90 15, no. 27 (2008): 189–231. http://dx.doi.org/10.22456/1983-201x.6744.

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Abstract:
Este trabalho investiga as experiências de busca de liberdade empreendidas por escravos e libertos no município de Rio Grande, no extremo sul do Império brasileiro, durante o século XIX. Ao contrário do observado para outras regiões brasileiras, em Rio Grande os nascidos na África tiveram mais sucesso que os nascidos no Brasil em se libertar da escravidão. Na configuração desse quadro foi fundamental a ação da comunidade de africanos ocidentais. Minas e nagôs constituíram parte substancial da população africana da cidade portuária sulina, reorganizaram suas vidas em torno do parentesco de naçã
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Rodrigues, Bruno Pinheiro. "TRAJETÓRIAS ANÁLOGAS:." História, histórias 1, no. 2 (2014): 199–214. http://dx.doi.org/10.26512/hh.v1i2.10732.

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Abstract:
O presente artigo é uma reflexão acerca das analogias entre a literatura contemporânea da escravidão no Brasil e colonialismo na África, à luz da produção historiográfica. Inicialmente, é desenvolvida uma discussão sobre as possibilidades de mobilidade dos sujeitos – colonizado e escravizado – no interior dos respectivos sistemas. Na sequência, o debate em torno das possibilidades de liberdade individual e remodelação do sistema escravista/colonial, a partir das considerações do norte-americano Frederick Cooper, de Giovanni Levi e dos brasileiros João José Reis e Eduardo Silva. Por fim, o arti
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Miller, Joseph C. "Restauração, reinvenção e recordação: recuperando identidades sob a escravização na áfrica e face à escravidão no Brasil." Revista de História, no. 164 (June 30, 2011): 17. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0i164p17-64.

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Lopes, Gustavo Acioli. "Combates na história atlântica: a historiografia de Joseph E. Inikori." História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography 6, no. 12 (2012): 176–96. http://dx.doi.org/10.15848/hh.v0i12.494.

Full text
Abstract:
O presente artigo aborda a historiografia do nigeriano Joseph E. Inikori, destacando sua análise de três temas clássicos da história atlântica moderna: o aspecto quantitativo do tráfico transatlântico de escravos, o impacto do tráfico de escravos na África e a relação entre o capitalismo e a escravidão moderna. Apresentam-se os seus argumentos em contraposição a outras abordagens que aqui denominamos “revisionistas”, de forma a ressaltar os principais pontos de discordância que têm marcado os debates no campo referido e a posição de Inikori nele. Argumenta-se, enfim, que suas análises constitu
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Döpcke, Wolfgang. "Reflexões sobre a Conferência das Nações Unidas contra o Racismo, a Intolerância Racial, a Xenofobia e a Intolerância Correlata." Revista Brasileira de Política Internacional 44, no. 2 (2001): 26–45. http://dx.doi.org/10.1590/s0034-73292001000200002.

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Abstract:
Este artigo discute um dos tópicos mais polêmicos da recente Conferência das Nações Unidas contra o Racismo - a questão do pagamento de reparações para as vítimas do tráfico transatlântico de escravos - num contexto histórico amplo e profundo. Argumenta-se que a historiografia da escravidão e do tráfico apresenta um quadro complexo de envolvimento que não permite uma simples projeção de responsabilidade exclusiva nesta tragédia humana. Quando apresentado como mais um projeto de transferência de recursos dos países ocidentais para a África, a reivindicação de pagamentos de reparações está apres
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Mello, Amílcar D'Avila de. "John Banister: um cirurgião elisabetano no Brasil." História, Ciências, Saúde-Manguinhos 18, no. 1 (2011): 51–65. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-59702011000100004.

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Abstract:
Na história quinhentista do Brasil, são muito raras as referências aos profissionais da saúde. Na expedição de Edward Fenton, despachada pela Coroa inglesa em 1582 para fundar um entreposto comercial na Ásia, vinha o famoso cirurgião-barbeiro e físico (médico) John Banister. Desviada da sua rota original para repetir os feitos de Francis Drake, a esquadra fez escala na África, atravessou o Atlântico e ancorou no litoral catarinense. Nessas águas, a expedição degenerou em ações piráticas e retornou fracassada à Europa. John Banister é considerado aquele que libertou a anatomia inglesa da sua es
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Parés, Luis Nicolau. "Catolicismo em disputa: a comunidade agudá e a geopolítica colonial (Uidá 1844-1866)." Topoi (Rio de Janeiro) 18, no. 36 (2017): 639–65. http://dx.doi.org/10.1590/2237-101x01803609.

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Abstract:
RESUMO Este artigo examina a ocupação e subsequente expulsão dos padres da Societé des Missions Africaines de Lyon do forte português de Uidá (Ajudá), na África Ocidental, na década de 1860. A concorrência entre os projetos de missionização católica dos portugueses e dos franceses encobria interesses coloniais de caráter nacional, mas também uma antiga disputa eclesiástica entre o padroado português e o papado romano. A contextualização da longa duração desse evento busca compreender como a comunidade local dos agudás - composta de portugueses, brasileiros e africanos libertos retornados da Ba
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Candido, Mariana P. "O limite tênue entre liberdade e escravidão em benguela durante a era do comércio transatlântico." Afro-Ásia, no. 47 (2013): 239–68. http://dx.doi.org/10.1590/s0002-05912013000100007.

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Abstract:
O artigo examina processos de captura e escravização na região de Benguela, África centro ocidental. Apesar de a historiografia sobre escravidão e o tráfico de escravos enfatizar a guerra como principal mecanismo de captura, vários casos indicam que um número significativo de indivíduos foram sequestrados por pessoas conhecidas. Além disso, foram capturados em localidades sob o domínio português, próximos à costa, relativizando a ideia de que na primeira metade do século XIX a maioria dos escravos era oriunda do interior do continente. Vários temas consagrados na historiografia, como o movimen
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Pereira, José Gomes. "Escravidão e loucura: uma leitura do conto "A escrava", de Maria Firmina dos Reis." Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978) 46, no. 3 (2017): 1134. http://dx.doi.org/10.21165/el.v46i3.1695.

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Abstract:
Este trabalho se refere a um estudo sobre o conto “A Escrava”, da escritora brasileira Maria Firmina dos Reis, publicado na Revista Maranhense (1887:1 nº 3), o qual aborda a problemática da discriminação racial em nosso país, ainda na época da escravidão. São três as categorias de vozes do discurso no conto: a voz dos escravocratas, na qual aparece a figura do senhor; a voz dos abolicionistas, em que aparece a senhora, a narradora inicial; e a voz da escravizada, que é Joana, a escrava. Há, no conto, a falta de acordo entre o discurso religioso de igualdade/solidariedade e as vozes do discurso
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Whitaker, Dulce Consuelo Andreatta, Elis Cristina Fiamengue, and Diego da Costa Vitorino. "As viagens de Carybé à República de Benin: história, cultura e política no Golfo da Guiné – África." Acta Scientiarum. Human and Social Sciences 43, no. 1 (2021): e55823. http://dx.doi.org/10.4025/actascihumansoc.v43i1.55823.

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Abstract:
Neste artigo debatemos as possibilidades e os limites do relato etnográfico, analisando o rico diário de viagens de Carybé à Benin nos anos de 1969 e 1987. Ao nos depararmos com suas impressões sobre a cultura e o cotidiano neste pequeno país da África, localizado na região do Golfo da Guiné, decidimos colocar à luz da história a descrição sincrônica que o artista constrói. A partir das relações históricas e políticas dos reinos do Benin, de Oyo e do Daomé, elaboradas numa perspectiva africanista, foi possível compreender as contradições no processo de formação da República de Benin e suas int
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Silva, Vagner Gonçalves da. "LEGBA NO BRASIL - TRANSFORMAÇÕES E CONTINUIDADES DE UMA DIVINDADE." Sociologia & Antropologia 9, no. 2 (2019): 453–68. http://dx.doi.org/10.1590/2238-38752019v925.

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Abstract:
Resumo Neste artigo apresento as transformações e continuidades do culto no Brasil a Legba, entidade africana de origem fon-ewe, com especial atenção a sua prática no tambor de mina maranhense. Parto do processo de reinterpretação feito pelos europeus dessa entidade na África e como esse processo se estendeu ao Brasil por ocasião da Diáspora Africana ocasionada pela escravidão. Meu argumento central é que esse processo de trocas estendido para as Américas ganhou novos interlocutores e complexidade ainda maior afetando os vários sistemas em contato. Se, por um lado, o trabalho da conversão obri
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Takounjou Ngueho, André Ferdinand. "Da necessidade do regresso para as raízes culturais." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 36 (August 5, 2020): 75–83. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2019.36/pp.75-83.

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Abstract:
A história da África está marcada por dois eventos devastadores: a escravidão e a colonização. Da escravidão, o continente sofreu várias vítimas. O navio negreiro engoliu grande parte da juventude Africana. Muitos pais foram privados de sua progenitura. As consciências foram marcadas de forma indelével. No entanto, entre aqueles que, apesar disso, deixaram o continente e aqueles que ficaram há uma ligeira diferença. O segundo evento sujou a consciência dos africanos que ficaram. É nesta perspetiva que o duo martiniquense Césaire-Fanon fala de atropelamento cultural ou de bloqueio identitário p
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Semedo, Carla Indira Carvalho. "“SOMOS DESCENDENTES!” − CONTRANARRATIVAS E AGENCIAMENTOS MUSICAIS DOS COLETIVOS DE TCHABETA NA ROÇA AGOSTINHO NETO (SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE)." Sociologia & Antropologia 10, no. 3 (2020): 981–1000. http://dx.doi.org/10.1590/2238-38752020v1039.

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Abstract:
Resumo Cabo Verde, localizado na costa ocidental da África, é reconhecido como país marcadamente migratório. Entre vários destinos das pessoas cabo-verdianas, a experiência migratória em São Tomé e Príncipe foi concebida e narrada como o retrato da “pior migração” cabo-verdiana, por reverberar a experimentação da escravidão e reforçar uma negritude renegada. À luz da forma como a prática musicocoreográfica tchabeta aparece mobilizada no quotidiano das pessoas cabo-verdianas e os descendentes em São Tomé e Príncipe, as musicalidades constituem um mecanismo de reterritorialização e criação de um
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Souza, Luiz Gustavo Mendel, and Flavia Pereira dos Santos. "O sujeito histórico negro para além do epistemicídio." Fronteiras: Revista Catarinense de História, no. 37 (July 28, 2021): 61–79. http://dx.doi.org/10.36661/2238-9717.2021n37.11766.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo apresentar o resultado do projeto de pesquisa “Debates sobre a Lei nº 10.639/03: Prática e Reflexão sobre História e Cultura Africana e Afro-brasileira em Campos dos Goytacazes”. O trabalho foi pautado em pesquisas realizadas com livros didáticos da rede municipal de Campos dos Goytacazes e sua abordagem sobre a Lei nº 10.639/03. A análise focou-se nos capítulos onde aparecem conteúdos sobre História e Cultura Africana e Afro-brasileira nos livros didáticos da rede municipal. O motor principal para a construção deste trabalho é a busca pela representação do negro
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Balée, William. "Sobre a Indigeneidade das Paisagens." Revista de Arqueologia 21, no. 2 (2008): 9–23. http://dx.doi.org/10.24885/sab.v21i2.248.

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Abstract:
Indigeneidade se refere às maneiras tradicionais de conhecimento do mundo, imersas em culturas de pequena escala. Pode ser detectada em transformações primárias da paisagem, onde enriquecimento em espécies resultaram em melhorias ambientais, não degradação. Paisagens são encontros de pessoas e lugares. Indigeneidade torna-se relevante para as paisagens com o fnal do isolamento da Europa e a redução dos “outros” não-ocidentais a novos sistemas de subordinação, como a escravidão, e a classifcação de suas terras como terra nullius. Essas paisagens, de fato, mostram assinaturas humanas de transfor
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Gebara, Alexsander Lemos de Almeida. "A busca inglesa pelo curso do Rio Níger: do problema geográfico à possessão potencial." História (São Paulo) 31, no. 2 (2012): 146–70. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-90742012000200008.

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Abstract:
O artigo analisa o corpo de textos produzidos por expedições inglesas na região do rio Niger entre primeira viagem de Mungo Park (1795) e a expedição oficial britânica de 1841 procurando notar as semelhanças e diferenças nas representações ao longo do tempo. O período em questão apresenta grandes transformações no contexto atlântico, incluindo o final do tráfico de escravos pela Inglaterra, e marca também uma alteração no equilíbrio das forças na costa e no interior da África Ocidental. Desta forma, o trabalho procura mostrar como as ideias inglesas sobre escravidão e tráfico de escravos inter
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Lahon, Didier. "Inquisição, pacto com o demônio e "magia" africana em Lisboa no século XVIII." Topoi (Rio de Janeiro) 5, no. 8 (2004): 9–70. http://dx.doi.org/10.1590/2237-101x005008001.

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Abstract:
No início do século XVIII a escravidão chegou ao seu apogeu em Portugal, especialmente em Lisboa. Até 1761, um milhar de cativos africanos, ou mais talvez, por ano, desembarca no cais da capital. Vêm diretamente da África ou do Brasil onde residiram alguns anos. Começa para eles um longo processo de adaptação, de reconstrução da identidade e do imaginário. Por detrás da fachada das sete confrarias negras, entre as quais duas eram de nações, que apresenta a versão oficial e enquadrada no catolicismo barroco e procura produzir e apresentar negros à alma branca, se esconde uma outra realidade: a
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Santos, Wéllia Pimentel. "HISTÓRIA, CULTURA E INTOLERÂNCIA ACERCA DAS RELIGIÕES DE MATRIZES AFRICANAS NO BRASIL." Revista de Estudos de Cultura 5, no. 13 (2020): 39–52. http://dx.doi.org/10.32748/revec.v5i13.13132.

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Abstract:
As religiões de matrizes africanas são parte da diversidade religiosa do Brasil. Dentre algumas dessas manifestações, que tem como referência a cultura trazida pelos africanos durante mais de 300 anos de escravidão estão o cabula, o catimbó, a quimbanda e, principalmente, a umbanda e o candomblé, que se propagaram com mais intensidade pelo Brasil. Desde sua chegada ao país estes praticantes foram alvos de perseguições por manifestarem a sua fé, mas, ainda hoje, os episódios de intolerância religiosa fazem parte do cotidiano dessas pessoas. Nesse contexto, este artigo destaca essas manifestaçõe
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Rocha, Telma, Cleyton Williams Golveia da Silva Brandão, and Isla Silva de Jesus. "UM DEFEITO DE COR” E A NECESSIDADE DE DEBATER A ESCRAVIDÃO DA MULHER NEGRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA." Revista Docência e Cibercultura 3, no. 3 (2019): 195–214. http://dx.doi.org/10.12957/redoc.2019.47250.

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Abstract:
O presente trabalho tem como objetivo analisar a escravização da mulher negra no Brasil e a metamorfose desta enquanto sujeito sociocultural e político. O texto dedicar-se-á revelar as sequelas dos prolixos e padecidos anos de exploração e misoginia que afetaram e ainda afetam as mulheres negras, evidenciando a importância da presença desse debate na educação básica brasileira, conforme prevê a Lei nº 11.645/08 que diz “[...] nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena” (BRASIL
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Gomes, Fernanda Santana. "Ethos e vozeamentos." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios, no. 37 (December 2, 2020): 45–65. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3231.2020n37p45-65.

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Abstract:
O estudo consiste em uma análise discursiva da música Carta à mãe África, de Genival Oliveira Gonçalves. Com proeminente teor crítico social, o discurso remete ao racismo, de ontem e hoje, e à escravidão do negro ocorrida no passado de nosso país, mas que no presente ainda deixa transparecer marcas de opressão e violação dos direitos humanos. O principal objetivo é examinar como se constitui o ethos discursivo do enunciador. Dessa forma, busca flagrar os aspectos linguístico-discursivos do texto como interdiscursividade, processos de metaforização, jogos antitéticos e semióticos, responsividad
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Marcussi, Alexandre Almeida. "O anticolonialismo como tragédia: “Os jacobinos negros” entre a História e a política." Cadernos de História 19, no. 30 (2018): 95–122. http://dx.doi.org/10.5752/p.2237-8871.2018v19n30p95-122.

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Abstract:
Este artigo consiste na análise da obra Os jacobinos negros, publicada em 1938 pelo historiador trinitino C. L. R. James. A obra aborda a Revolução de São Domingos, uma rebelião de escravos entre os anos de 1791 e 1804 que culminou na abolição da escravidão e na independência do Haiti. Analisando os argumentos do livro em comparação com outros ensaios políticos do autor no mesmo período, pretendo evidenciar como, por meio de Os jacobinos negros, James pretendia não apenas oferecer uma análise historiográfica da revolução, como também apresentar esse processo histórico como ponto de referência
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Gomes, Fernanda Santana. "Ethos e vozeamentos." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios, no. 37 (December 2, 2020): 45–65. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3231.2020n37p45-65.

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Abstract:
O estudo consiste em uma análise discursiva da música Carta à mãe África, de Genival Oliveira Gonçalves. Com proeminente teor crítico social, o discurso remete ao racismo, de ontem e hoje, e à escravidão do negro ocorrida no passado de nosso país, mas que no presente ainda deixa transparecer marcas de opressão e violação dos direitos humanos. O principal objetivo é examinar como se constitui o ethos discursivo do enunciador. Dessa forma, busca flagrar os aspectos linguístico-discursivos do texto como interdiscursividade, processos de metaforização, jogos antitéticos e semióticos, responsividad
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