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García Velázquez, Alfonso. "La vida de la escritura II: El maestro constructivista." Pulso. Revista de educación, no. 25 (October 30, 2002): 11–23. http://dx.doi.org/10.58265/pulso.4874.

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Abstract:
En este artículo se resumen las estrategias básicas que debe seguir un maestro para enseñar a sus alumnos a mejorar sus producciones escritas desde el enfoque constructivista. Considerando que la escritura es un instrumento de aprendizaje, se muestra cómo podemos ajustar la ayuda pedagógica para acercarnos a la zona de desarrollo próximo. Para ello, el profesor; mediante estrategias comunicativas, aporta los apoyos que el alumno necesita y le ayuda a desarrollar estrategias que le permitan elaborar escritos que faciliten los procesos de comunicación por medio del lenguaje escrito. En este proc
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Reiter, Camila Beatriz, and Fabiane Olegário. "ESCRITA BIOGRAFEMÁTICA: ESCRITURA DE UMA VIDA DOCENTE." Revista Educação e Linguagens 12, no. 24 (2023): 468–81. http://dx.doi.org/10.33871/22386084.2023.12.24.468-481.

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Abstract:
A área da educação está repleta de discursos que vão sendo reproduzidos e disseminados no tecido social, tornando-se verdades absolutas e inquestionáveis. Nesse sentido, este texto tem a intenção de problematizar o discurso dominante do professor como mero reprodutor do conhecimento. Para tal ação, esta escrita utiliza o pensamento teórico-prático de Roland Barthes, a fim de pensar como uma escrita biografemática pode contribuir na formação de um professor autor. A noção de biografema entra como operador de processos criadores por meio da experimentação de uma escrita que vai permitir o inédit
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Thies, Vania Grim, and Eliane Peres. "Quando a escrita ressignifica a vida: diários de um agricultor - uma prática de escrita "masculina"." Revista Brasileira de Educação 14, no. 41 (2009): 216–31. http://dx.doi.org/10.1590/s1413-24782009000200002.

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Abstract:
Este trabalho analisa diários escritos por um agricultor gaúcho, 61 anos, com escolarização primária, que há 36 anos (1972-2008) "registra sua vida por escrito", escrevendo rigorosamente todos os dias e deixando marcas de sua própria história através da escrita. A metodologia utilizada é a análise de dez diários juntamente com entrevistas semiestruturadas. O referencial teórico está apoiado em autores ligados à história da cultura escrita e ao campo das práticas de letramento. Algumas das conclusões desse trabalho indicam que a escrita dos diários é, para o agricultor, "uma forma de existir no
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Da Silva, Hudson Marques, and Josimere Maria Da Silva. "Escrita de si e memória: a narrativa como testemunho de vidas." Tabuleiro de Letras 12, no. 2 (2018): 82. http://dx.doi.org/10.35499/tl.v12i2.5386.

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Abstract:
Este ensaio propõe uma discussão em torno dos conceitos de “memória”, “escrita de si” e “literatura de testemunho” numa tentativa de pensar o papel que ambos desempenham na construção de um texto em que o sujeito narra a sua própria história. Para isso, tomam-se como exemplos duas obras da literatura latino-americana: Margem das lembranças, romance escrito na década de 1960, pelo escritor pernambucano Hermilo Borba Filho, e Paula, da escritora chilena Isabel Allende, com datação de três décadas depois. Em comum, estas obras de caráter autobiográfico trazem em suas superfícies a reconstrução em
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Brandini, Laura Taddei. "Sarlo e Barthes: um encontro em Buenos Aires." Revista Criação & Crítica, no. 35 (August 2, 2023): 207–32. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1984-1124.i35p207-232.

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Abstract:
Os escritos de Roland Barthes tiveram e continuam tendo um papel fundamental no pensamento de muitos intelectuais e escritores ao redor do mundo. Na América Latina não tem sido diferente. Na Argentina, uma de suas primeiras leitoras foi a escritora e crítica Beatriz Sarlo, que desde os anos de 1960 escreve sobre Barthes e “com” Barthes, ou seja, desenvolve seu pensamento sobre a literatura e a cultura argentinas tendo o escritor como uma de suas referências. Nesse sentido, A Cidade vista. Mercadorias e cultura urbana (2009), de Sarlo, apresenta-se como uma errância da escritora por Buenos Aire
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Gonçalves, Juliana Aparecida Jonson, and Antonio Carlos Rodrigues de Amorim. "UM CURRÍCULO AO AVESSO." Revista Espaço do Currículo 14, no. 3 (2021): 1–12. http://dx.doi.org/10.15687/rec.v14i3.60767.

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Abstract:
A vida que transborda nas cidades, em suas arquiteturas de afetos, nas pessoas, imagens e escritas que agem sobre os corpos em seus múltiplos encontros exige um currículo ainda a ser escrito. Escrita inventiva, que narra a imaginação que resiste às identidades orgânicas de uma personagem, cujo diário é potência para liberar alegria que resiste à morte cotidiana. Um movimento hacker próximo à pichação, ferindo o corpo da cidade com uma escrita errante. Apostando na heterogeneidade de estilos de escritas, o artigo deseja liberar um currículo para encontrar o fluxo de vidas em composição com pala
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Zen, Giovana Cristina, María Claudia Molinari, and Aline Carvalho Nascimento. "PRÁTICAS COTIDIANAS DE LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA COMO UM DIREITO DA INFÂNCIA." Práxis Educacional 16, no. 41 (2020): 255–77. http://dx.doi.org/10.22481/praxisedu.v16i41.7263.

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Abstract:

 
 
 
 A relação entre a infância e a alfabetização ainda é um acirrado campo de disputas teóricas e metodológicas no Brasil. No bojo das reflexões sobre a infância, o termo alfabetização foi banido dos discursos oficiais. Esse posicionamento tem consequências sérias porque trata a alfabetização como uma tarefa estritamente escolar, situada em um período específico da vida das crianças e desconsidera que a alfabetização é um processo pelo qual as crianças passam para compreender os diferentes usos da escrita na sociedade. Face à problemática, apres
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Sales, Tiago Amaral. "ESCRITA COMO MODO DE VIDA." Revista Espaço do Currículo 16, no. 3 (2023): 1–11. http://dx.doi.org/10.15687/rec.v16i3.68236.

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Abstract:
De que maneiras a escrita pode ser potente contemporaneamente à educação e à pesquisa deste campo? É a partir desta inquietação que este texto tece reflexões acerca de possibilidades contemporâneas da escrita na tarefa de aprender, de ensinar e de pesquisar os acontecimentos que permeiam a educação. Para tal feitura, mobiliza-se cinco caminhos pós-críticos para a escrita: a cartografia, o ensaio, a autoficção, a escrita-oficina e a fabulação especulativa. Cada dimensão destas é apresentada brevemente e rizomaticamente de modo a compor com uma escrita que acontece com o corpo todo. Defende-se u
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Santos, Mariana Pires. "Ensaiar a escrita, escrever a vida." Revista Entrecaminos 3, no. 1 (2019): 79–87. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2447-9748.v3i1p79-87.

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Abstract:
Procuramos analisar o livro de relatos autobiográficos Varia imaginación (2003), da escritora argentina Sylvia Molloy, à luz de suas próprias reflexões sobre a autobiografia, desenvolvidas principalmente em seu livro de ensaios At Face Value/Acto de presencia (1991/1996), mas também em seu primeiro romance, En breve cárcel (1981). Entendemos que Varia imaginación recupera, em outro registro, muitas das reflexões apresentadas no volume de ensaios críticos sobre a autobiografia hispano-americana, assim como questões já abordadas naquele romance. Entre a publicação de En breve cárcel e a de Varia
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Lima, Fátima. "A teimosia da Escrita-Vida." Revista África e Africanidades 14, no. 40 (2021): 7–12. http://dx.doi.org/10.46696/issn1983-2354.raa.2021v14n40.cadernointelectualidades2.p7-12.

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Castro, Laura. "cosmopoéticas de livros e escritas indígenas." Grau Zero – Revista de Crítica Cultural 11, no. 1 (2023): 73–96. http://dx.doi.org/10.30620/gz.v11n1.p73.

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Abstract:
A arte, o papel e o desenho, o livro e a escrita, guardam seu lugar algoz na nossa história colonial. No entanto, podemos pensar nas escritas e livros de artistas, mestres e pensadores indígenas como aliados na luta pelo território, na luta pela vida? Este artigo pretende cotejar esta reflexão a partir de escritos e cantos de mestres e mestras dos povos originários, além de escritos de artistas indígenas contemporâneos, confluindo modos de pensar essas escritas com pensadores originários e afro-diaspóricos a fim de antever mundos e alfabetos diversos, que apontam outras éticas e políticas para
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Souza Santos, Josilene De, and Arlindo Cornélio Ntunduatha Juliasse. "SENTIDOS DA LEITURA E ESCRITA DE DOIS SUJEITOS DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS NOS CONTEXTOS BRASILEIRO E MOÇAMBICANO." e-Mosaicos 7, no. 14 (2018): 31–45. http://dx.doi.org/10.12957/e-mosaicos.2018.29869.

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Abstract:
RESUMO O trabalho retrata as histórias de vida de João e Vicente, sujeitos entrevistados nas pesquisas de mestrado e doutorado, pondo em destaque os sentidos da escrita e da leitura na vida cotidiana e escolar. João, oriundo de uma família humilde da Paraíba, só no ano de 2011, pela primeira vez, começou a estudar. Vicente, oriundo de Mogovolas, Província de Nampula, região norte de Moçambique, falante de suas línguas maternas, mas alfabetizado na utilizada como instrumento unificador, a Língua Portuguesa. Lemos as narrativas separadamente e as correlacionamos em busca de possíveis elementos d
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Silva, Renata Ferreira da. "MODOS PARA UMA PÓS-VERDADE, ESCRITA E..." Revista Observatório 4, no. 1 (2018): 56. http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2018v4n1p56.

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Abstract:
Como fazer da própria escrita uma paixão? Perco-me. A escrita, não como uma potência exercida sobre uma paixão, mas a força de uma paixão. Afinal, quem escreve constrói um pensamento ou é construído por ele? À medida que escrevemos entramos em contato com forças e, na medida em que sofremos suas ações, um sentido singularizado torna-se escrita. A paixão aqui neste texto é pensar modos de escrita agenciados a... paixão, amizade, andarilhagem e... como sequência suplementar para uma escrita pós uma verdade... Que modos são estes? Modos de vida, estudo, pesquisa e existência.
 
 PALAVRA
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Gurgel, Evanilson, and Marlécio Maknamara. "Cartografando geografias de vida." Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica 6, no. 17 (2021): 190–206. http://dx.doi.org/10.31892/rbpab2525-426x.2021.v6.n17.p190-206.

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Abstract:
O artigo está vinculado às pesquisas (auto)biográficas filiadas a uma perspectiva pós-crítica em Educação. O objetivo é a composição de um modo outrora denominado fictífico-cienticional de experimentar com a vida, utilizado em uma investigação com professores/as em formação inicial. O argumento proposto é que os/as professores/as, ao reinventarem as suas memórias e reconfigurarem o vivido por meio de uma estética de obra de arte, colaboram tanto para o borramento das fronteiras entre realidade e ficção, quanto para o soerguimento de uma forma artística de escrita de si. Operando metodologicame
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Komesu, Fabiana, and Luciani Tenani. "Considerações sobre o conceito de "internetês" nos estudos da linguagem." Linguagem em (Dis)curso 9, no. 3 (2009): 621–43. http://dx.doi.org/10.1590/s1518-76322009000300010.

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Abstract:
Nosso objetivo neste ensaio é discutir o conceito do chamado "internetês", popularmente conhecido como o português escrito (digitado) na internet. Da perspectiva dos estudos da linguagem, em particular, de teorias provenientes dos estudos do discurso, procuramos explicitar perguntas e apresentar hipóteses acerca desse fenômeno em emergência, comumente tomado como escrita "fonetizada" ou como "interferência da fala na escrita". De nosso ponto de vista, analisar o internetês permite observar uma possibilidade da língua e do discurso, considerando-se a heterogeneidade como traço constitutivo da l
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Fidelis, Kaio Adriano Batista, and Guilherme Massara Rocha. "Um pássaro de canto particular, literário: a paisagem escritural barthesiana e a inscrição da morte na vida." Revista Criação & Crítica, no. 30 (September 29, 2021): 380–98. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1984-1124.i30p380-398.

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Abstract:
Percorrendo o Diário de luto de Roland Barthes, este artigo propõe uma reflexão sobre o ponto de virada na escrita barthesiana nomeado por ele de Vita Nova. Acompanhamos esse movimento a partir de três inscrição recolhidas de seu diário: seu processo de escrita, sua narrativa onírica e seu investimento libidinal. Atravessado e profundamente marcado pelo luto de sua mãe, Barthes inscreve um projeto de romper com sua lógica de escrita anterior, acrescentando um desejo por uma nova forma de escrita. Todavia, extraímos a partir desse percurso no diário um intervalo escrito entre a continuidade mor
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Lima, Johnny Dos Santos, and Alexandra Santos Pinheiro. "Dramaturgia feminina nos tempos de repressão: Hilda Hilst." Raído 13, no. 32 (2019): 31–46. http://dx.doi.org/10.30612/raido.v13i32.9533.

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Abstract:
Neste artigo, propomos apresentar um breve histórico da escrita feminina no campo da dramaturgia, questionar a baixa produção de textos teatrais escritos por mulheres e divulgar a escrita dramatúrgica de Hilda Hilst no período de exceção. A pesquisa é de cunho bibliográfi co e tem aporte téorico, principalmente, em Vincenzo (1992), Araujo (2017), Pallotini (2008), Ventura (1988) e Foucault (1979). A escrita dramatúrgica de mulheres é pouco estudada no Brasil, visto que encontramos apenas uma autora que levanta a escrita de mulheres nos anos de 1960. Também observamos que escrever teatro no mom
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Maruju, Viviane Cristina, Sônia Regina da Luz Matos, and Flávia Brocchetto Ramos. "O combate de uma vida-de-professora-pesquisadora à redacionalização da escrita no Ensino Médio." Raído 14, no. 34 (2020): 244–58. http://dx.doi.org/10.30612/raido.v14i34.10433.

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Abstract:
Este artigo problematiza as práticas de escrita redacionalizadas pelas demandas utilitárias do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Objetiva apresentar uma proposta de combate de uma vida-de-professora-pesquisadora à redacionalização da escrita no Ensino Médio. Para tanto, mune-se dos conceitos de “escritura” e de “biografema” do crítico literário francês Roland Barthes, bem como dos traços do de inutilezas, do poeta Manoel de Barros, a fim engendrar pela Política do Texto (COSTA, 2017) um combate às práticas de escrita redacionalizadas nessa etapa da Educação Básica. Tramado metodologicamen
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Nancy, Jean-Luc. "2.7 Será que isto que estou te escrevendo é atrás do pensamento? (diálogo com Água Viva, de Clarice Lispector) (2020, Trad. Isadora Bonfim Nuto)." Terceira Margem 27, no. 53 (2023): 309–16. http://dx.doi.org/10.55702/3m.v27i53.61196.

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Abstract:
Texto originalmente proferido como conferência que ausculta o processo de escrita como endereçamento, em diálogo com o processo de escrita de Clarice Lispector em Água viva. O texto cita o primeiro título que Clarice daria ao que depois se tornou Água viva, Atrás do pensamento: monólogo com a vida. O que se escreve se escreve sempre ao mesmo tempo “a” você, e “com” você, tendido pela preposição no gesto do endereçamento, e de ser-com, e nessa tensão, é. É preciso que o monólogo “com” a vida se transforme em um diálogo com o outro, que ocorre na transformação da escrita em leitura, e da leitura
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Guerreiro, Raquel De Oliveira, Pedro Augusto Papini, Erica Franceschini, et al. "Um céu estrelado. Como acreditar em um mundo sem nós? Manifesto memória como céu de amor irreversível." Revista Polis e Psique 11, no. 1 (2021): 247–56. http://dx.doi.org/10.22456/2238-152x.108575.

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Abstract:
Este texto foi escrito pelos integrantes do grupo de pesquisa Corpo, Arte e Clínica após o falecimento de nossa querida orientadora, professora e amiga Tania Mara Galli Fonseca, cuja presença em nossas vidas deixa marcas da ordem do indizível. O texto foi lido em voz alta junto à comunidade acadêmica no evento Temas em Debate, em 25/10/2019. Na plateia havia pessoas que a admiravam e amavam, tanto por sua pessoa quanto por seu significativo trabalho de escrita e pesquisa, sua incessante produção de pensamento diante dos mais sensíveis pulsares revolucionários da vida coletiva. Para quem endere
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Brasil, Luís Assis. "Ensinar escrita criativa." Palavras - revista em linha 2, no. 2 (2019): 55–60. http://dx.doi.org/10.61248/pel.v2i2.43.

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Nunes, Alina. "AUDRE LORDE: CONTRIBUIÇÕES PARA UMA EPISTEMOLOGIA DA CRÍTICA FEMINISTA À LITERATURA LÉSBICA NEGRA." Revista de Literatura, História e Memória 17, no. 30 (2022): 159–75. http://dx.doi.org/10.48075/rlhm.v17i30.28049.

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Abstract:
Este artigo explora a possibilidade da construção de uma epistemologia para a crítica feminista à literatura lésbica negra através de Audre Lorde. A partir das contribuições de Elaine Showalter, Adrienne Rich e Conceição Evaristo, exploro as ideias da zona selvagem, do sonho de uma língua em comum, do continuum lésbico e da escrevivência, alinhando esses conceitos ao que foi escrito por Audre Lorde em ensaios escritos na década de 1970. Nesse sentido, discuto a ideia do erótico como potência para a escrita e a escrevivência como estratégia de esperança. Essas ideias são importantes para a cons
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Lermen, Sabrina, and Betina Schuler. "FILOSOFIA COM CRIANÇAS NA ESCOLA: PRÁTICAS DE LEITURA, ESCRITA E EXERCÍCIO DO PENSAMENTO NA PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMPO." HOLOS 2 (June 11, 2018): 289–306. http://dx.doi.org/10.15628/holos.2018.6090.

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Abstract:
Este artigo investiga o exercício do pensamento, pautado pela prática da filosofia com crianças (diferenciando-se da filosofia para crianças), através de práticas de leitura e escrita em uma escola pública na região do Vale do Caí, RS. A partir da perspectiva do pensamento da diferença, operando com autores como Foucault, Deleuze e Kohan, interroga-se de que modos essa experimentação poderia produzir pequenos deslocamentos quanto aos clichês e pensamentos dogmáticos que atravessam nossas vidas. Essa investigação entende o pensamento como essa provocação do fora, viabilizado por diferentes inte
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SEGARRA, Marta. "VIDA Y VERDAD: AUTOBIOGRAFÍAS DE HÉLÈNE CIXOUS." Signa: Revista de la Asociación Española de Semiótica 27 (April 9, 2018): 75. http://dx.doi.org/10.5944/signa.vol27.2018.21849.

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Abstract:
La literatura escrita por mujeres se ha considerado confrecuencia desde el prisma autobiográfico, como si las autoras fueran másproclives a la verdad autobiográfica, a contar sus vidas incluso en susobras de ficción. Por ello, la crítica relaciona generalmente a las escritorasfrancesas contemporáneas con el género de la “autoficción”. HélèneCixous, especialmente en sus últimas obras, realiza por su parte un usomuy particular de la escritura autobiográfica, o de la relación entre vida yliteratura, llevando este género hasta sus límites.
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Silva, Gustavo de Castro. "Edgar Morin e a escrita de vida." Revista FAMECOS 30, no. 1 (2023): e42801. http://dx.doi.org/10.15448/1980-3729.2023.1.42801.

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Abstract:
Este artigo tem o objetivo de pensar a (auto)biografia a partir da metodologia da complexidade em Edgar Morin. Adepto contumaz da escrita autobiográfica, Morin produziu um grande número de obras no gênero, além disso, é autor de uma biografia sobre seu pai, Vidal Nahum. Ele misturou o gênero biografia e diário pessoal ao dedicar um livro a Edwige Agnes, de quem ficou viúvo, e com quem foi casado durante trinta anos. A partir de pesquisa bibliográfica verificamos a presença do gênero autobiográfico na produção do francês. O autor compreendeu o indivíduo e a si mesmo dentro de um circuito comuni
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Thies, Vania Grim. "Fazer pão e votar: estética da vida no diário de agricultores." Cadernos de Pesquisa 45, no. 157 (2015): 546–64. http://dx.doi.org/10.1590/198053143190.

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Abstract:
O artigo apresenta alguns resultados de pesquisa e discute os processos da autoria e a organização estética do gênero diário, tendo a escrita como ato ético e responsável de interação entre o mundo da vida e o mundo da teoria. O material de análise corresponde a 21 diários escritos por três irmãos agricultores, que foram problematizados com base nos princípios da análise dialógica do discurso do Círculo de Bakhtin. Os resultados da análise demonstram que a estética da vida está inscrita no ato ético e responsável da escrita realizada pelos três irmãos agricultores e organizada pelos autores-cr
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Ferrús Antón, Beatriz. "«Salió tan parecido el retrato». La «Vida de la Venerable Reverenda madre Sor María Anna Águeda de San Ignacio» y la tradición visual de su tiempo." Nuevas de Indias. Anuario del CEAC 6 (December 31, 2021): 92–119. http://dx.doi.org/10.5565/rev/nueind.86.

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Abstract:
Este artículo analiza las relaciones de la Vida de Sor María Anna Águeda de San Ignacio (1758), escrita por Joseph Bellido, no solo con la abundante tradición de vidas conventuales escritas durante el periodo virreinal, sino también con la cultura visual de su tiempo. Esta no solo constituye un referente en el devenir cotidiano de las profesas, sino que comparte motivos de gran simbolismo con la literatura conventual. El diálogo entre cultura visual y cultura escrita ilumina el significado y origen de estos. El modelo que legan las figuras de santa Catalina de Siena y santa Rosa de Lima es est
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Brandini, Laura Taddei. "Fotografia e escrita." Revista Criação & Crítica, no. 25 (December 27, 2019): 119–32. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v1i25p119-132.

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Abstract:
A proposta deste artigo é fazer uma releitura da Câmara clara(1980), de Roland Barthes, tendo em vista a teia de relações que essa obra cria ligando a fotografia, a escrita e o luto. Para tanto, na esteira de numerosos críticos, defendo sua compreensão não como um texto teórico, mas literário, em que o escritor expõe o caminho reflexivo que percorre para tentar reencontrar sua mãe, morta. O diferencial deste texto com relação à fortuna crítica sobre esse, que foi o último livro que Barthes publicou em vida, reside em evidenciar como da contemplação da fotografia o escritor passa à escrita da m
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Santos, Rosenilson Da Silva. "Foucault, a história e a escrita dos infames." Esboços - Revista do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC 23, no. 35 (2016): 250. http://dx.doi.org/10.5007/2175-7976.2016v23n35p250.

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Abstract:
http://dx.doi.org/10.5007/2175-7976.2016v23n35p250O texto que ora apresentamos é fruto das leituras prazerosas que temos desenvolvido sobre a vida e a obra de Michel Foucault através da literatura acadêmica, especialmente daquela que trata de suas visitas ao Brasil e obrasque esse filósofo escreveu sobre a vida dos homens, sobretudo nos livros em que se concentra nas “vidas infames”. Nossa preocupação é investigar relaçõesentre como Foucault viveu sua história, o que escreveu sobre História, como problematizou, enquanto pesquisador, histórias de vidas muito particulares, que resultaram em algu
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Cabral, Geovanni Gomes. "Assim foi meu passado: escrita autobiográfica, histórias e memórias do poeta José Costa Leite." Revista Maracanan, no. 22 (October 1, 2019): 212–27. http://dx.doi.org/10.12957/revmar.2019.40251.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo apresentar o processo de escrita da autobiografia A vida da minha vida, do poeta José Costa Leite. Nele, procurei descrever como ocorreu a aproximação com esse cordelista e sua experiência mediante seus escritos autobiográficos. Tomei como referência, para poder pensar essa “escrita e construção de si”, a leitura de Philippe Lejeune que permite problematizar essa narrativa de si e do arquivamento da própria vida. José Costa Leite é um poeta paraibano que reside na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Vem, desde a década de 1940, escrevendo folhetos de cordel e produz
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Gonçalves, Marco Antonio. "Um mundo feito de papel: sofrimento e estetização da vida (os diários de Carolina Maria de Jesus)." Horizontes Antropológicos 20, no. 42 (2014): 21–47. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-71832014000200002.

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Abstract:
Este artigo revisita os escritos de Carolina Maria de Jesus, em particular o livro Quarto de despejo, com a intenção de pensar sua escrita (e seu próprio ato de escrever) como forma de elaboração de sua condição social de existência. Sua escrita, enquanto automodelagem de sua "pessoa" é construída através de processos de percepção de seu sofrimento social e de instauração de uma aguda consciência de sua corporalidade. Explorando o conceito de sofrimento social, enquanto processo de experiência e cognição, analisa-se o lugar de sua escrita, dolorosamente crítica, na forma como apreende o mundo,
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Dias, Susana Oliveira. "Divulgação monstra: pulsações por entre vida, caos e política." RUA 15, no. 2 (2015): 30. http://dx.doi.org/10.20396/rua.v15i2.8638855.

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Abstract:
A maquinaria biotecnológica – laboratórios, pesquisas, pesquisadores, DNAs, modelos, sons, conceitos, palavras, filmes, imagens, notícias etc. – se efetua e expressa intensamente sob os signos da organicidade e do julgamento moral (bem ou mal). O que poderia a divulgação científica em meio a essa paisagemcorpo-pensamento? Que pulsares em forças-escritas-pesquisas poderiam ser potencializados ao pensarmos em uma divulgação científica como de-formações, multiplicações, proliferações e dispersões das biotecnologias? Apostas políticas que querem fazer da escrita-pesquisa possibilidades de fuga da
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Sugizaki, Eduardo, Kellen Maria Sodré Machado, and João Ricardo Martins da Silva. "A ESCRITA DE SI E O BIOGRAFEMA COMO PROTESTOS." Revista Guará - Revista de Linguagem e Literatura 9, no. 2 (2020): 96. http://dx.doi.org/10.18224/gua.v9i2.7629.

Full text
Abstract:
O artigo contém duas peças originais e inéditas de escrita de si. A primeira é um escrito autobiográfico de um jovem negro de periferia de Goiânia que apresenta uma existência dividida entre limitações conjunturais e dificuldades e possibilidades abertas por políticas públicas. A segunda peça é o relato de uma psicóloga atuando como agente governamental de proteção à vida de adolescentes sob grave ameaça à vida. Os autores dão pistas sobre o lugar teórico da escrita de si e do biografema no pensamento contemporâneo e fazem ligações várias tanto com a filosofia como com a literatura. O texto bu
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MOREIRA, T. R. "Escrita de Nós ou Escrita Engajada: geografias de vida desde um professor gay." Revista Latino-americana de Geografia e Genero 15, no. 1 (2024): 67–80. http://dx.doi.org/10.5212/rlagg.v.15.i1.0004.

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Abreu, Denise Borille de. "Marte anuncia a guerra e a colheita: escrita feminina e trauma de guerra em Ventos do Apocalipse, de Paulina Chiziane." Cadernos CESPUC de Pesquisa Série Ensaios 1, no. 27 (2016): 143–58. http://dx.doi.org/10.5752/10.5752/p2358-3231.2015n27p143.

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Abstract:
Este trabalho busca levantar pressupostos teóricos sobre a escrita feminina do trauma de guerra, tomando como referência o romance Ventos do Apocalipse (1999), da escritora moçambicana Paulina Chiziane. Tanto os estudos mais recentes de teoria do trauma (trauma theory) quanto os de escrita biográfica (life writing) apontam para três características principais das narrativas femininas do trauma de guerra: o uso de mecanismos de repetição, a presença de um ouvinte compassivo e a busca de identidades.Palavras-chave: Teoria do trauma. Escrita de vida. Auto ficção. Narrativas femininas do trauma de
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Tanus, Gustavo. "Impressões e arquivos: notas sobre-vida, literatura e vida literária em Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus." Anuário de Literatura 27 (February 15, 2022): 01–19. http://dx.doi.org/10.5007/2175-7917.2022.e81458.

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Abstract:
Neste ensaio, propomos uma crítica sobre arquivos literários, refletindo, sobretudo o arquivo da Carolina Maria de Jesus. Nossa motivação primeira advém da leitura de Quarto de despejo (1960), da autora; livro que é sua estreia na literatura e contemplou seus cadernos de memórias, edição que teve, numa recepção de primeira hora, foco documental nos aspectos do ambiente social no qual ela vivia e sobre o qual ela registrara suas memórias. Passado esse interesse sobre os lugares periféricos, relacionando também a uma dita tradição literária brasileira que não recebe bem a escrita diarística que
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Laia, Sérgio. "Foucault: sua escrita, sua vida, e a psicanálise." Psicologia em Revista 24, no. 1 (2018): 360–70. http://dx.doi.org/10.5752/p.1678-9563.2018v24n1p360-370.

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Abstract:
Este texto procura investigar como a ambiguidade de Foucault com relação à psicanálise não se restringe a suas formulações de como a descoberta freudiana subverte as malhas do poder e também é envolvida pelas tramas do poder. Este texto, então, enfocará essa ambiguidade no modo como Foucault (sem qualquer recurso à experiência psicanalítica) se serve do que escreve para avançar em questões que, voltadas para a filosofia, a política, o saber, não deixam de se articular também ao que toca seu corpo e sua vida. Nesse contexto, as formulações de Lacan sobre o parlêtre (“falasser”) e o “sinthoma” s
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Demasi, Maria Antonia, and Silvana M. C. Tótora. "Um devir-Valéria." Revista Ártemis 28, no. 1 (2019): 149–59. http://dx.doi.org/10.22478/ufpb.1807-8214.2019v28n1.48222.

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Abstract:
“Devir-Valéria” objetiva colocar em cena a escritora Maria Valéria Rezende: mulher, missionária e nos idos dos seus 76 anos. Buscou-se, neste artigo, captar os afetos que atravessam o seu ofício de escrever por meio de um corpo expressivo desses afetos. O encontro com a autora dispara devires que movimentam uma escrita liberta de uma narrativa linear e, também, de uma representação que cria um distanciamento entre as autoras e a escritora. Apresentou-se as relações de forças em luta e a potência de afetar e ser afetada da escrita-corpo-vida de Maria Valéria. Trata-se, pois, de uma questão de d
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Mattos de Oliveira, Thiago, Álvaro Faleiros, and Paula Glenadel. "ESCRITA TRADUTÓRIA E ESCRITA LITERÁRIA: ENTREVISTA COM PAULA GLENADEL." Non Plus, no. 7 (December 14, 2015): 178–81. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-3976.v4i7p178-181.

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Abstract:
O primeiro livro de poemas de Paula Glenadel, "A vida espiralada" (Caetés), data de 1999, três anos após a conclusão do seu doutorado na UFRJ. Em 2005 é lançado "Quase uma arte" (Cosac & Naify), e, em 2008, "A fábrica do feminino" (7Letras). Em 2014, aparece "Rede" (Confraria do Vento). Paralelamente à escrita literária, Paula Glenadel dedica-se à pesquisa acadêmica e à tradução. Michel Deguy, Jacques Roubaud e Nathalie Quintane são alguns dos autores que já traduziu. Nessa entrevista, procuramos explorar as relações, tensões e reverberações que a autora enxerga (e vivencia) entre a escrit
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Goodson, Ivor. "Trajetória para o currículo - história pessoal e política social em estudos curriculares." ETD - Educação Temática Digital 9 (January 13, 2009): 213. http://dx.doi.org/10.20396/etd.v9i0.1053.

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Abstract:
Neste artigo, o campo de estudos de currículo delineia-se por uma escrita biográfica e reflexiva com a qual o autor destaca movimentos de sua vida profissional a partir de registros escritos e lembranças.
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Serna Arnaiz, Mercedes. "La portentosa vida de la Muerte, de fray Joaquín Bolaños: un texto apocalíptico y milenarista." Revista de Indias 77, no. 269 (2017): 115. http://dx.doi.org/10.3989/revindias.2017.004.

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Abstract:
El presente ensayo tiene como objetivo desenmascarar las claves ideológicas de La portentosa vida de la Muerte, texto colonial del siglo XVIII, escrito por fray Joaquín Bolaños, un fraile franciscano nacido en Michoacán y afincado en México. Aunque el ensayo tiene como motivo principal plantear y demostrar la hipótesis por la cual esta obra –escrita a raíz de los sucesos y de los cambios sociales e históricos de finales del XVIII–, se vale del humorismo y del uso retórico del temor a la muerte como pretexto para moralizar y predicar con el fin de que la población lleve una vida honesta de acue
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Vidal, Paloma. "A escrita performática de João Gilberto Noll." Teresa, no. 10-11 (December 3, 2010): 300. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2447-8997.teresa.2010.116866.

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Abstract:
O artigo aborda dois romances recentes de João Gilberto Noll, Berkeley em Bellagio (2002) e Lorde (2004), relacionando sua escrita com a arte da performance. A correspondência é útil na medida em que se trata de uma escrita que aspira a abolir as fronteiras entre literatura e vida para se tornar um experimento com o corpo do próprio escritor. O protagonista desses romances é o escritor brasileiro, sem meios, que vê no convite de instituições estrangeiras a possibilidade de garantir temporariamente sua sobrevivência. Viajar deflagra o experimento que levará o eu ao limite de sua dissolução
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Pedraza Becerra, Fanny Yesmid, Sara Marcela Pinzón Prieto, and Ivone Rojas. "Las narraciones de la vida cotidiana para abrir caminos hacia la escritura." Educación Y Ciencia, no. 22 (September 22, 2019): 599–613. http://dx.doi.org/10.19053/0120-7105.eyc.2019.22.e10074.

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Abstract:
El presente artículo presenta los avances de la investigación titulada “las narraciones de la vida cotidiana para abrir caminos hacia la escritura”, el propósito es fortalecer la producción escrita a través del uso de la narrativa de hechos cotidianos en la vida de los niños y niñas en la producción escrita de textos libres y diarios escolares. La metodológica está basada en un enfoque cualitativo, en la fase de planeación, el diagnóstico determinó que las y los estudiantes trascriben elementos explícitos de las lecturas, sin dar lugar a una producción textual relacionada con la interacción so
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Rückert, Gustavo Henrique. "Transcriando o(s) ponto(s) de vista do Musseque: a(s) vida(s) verdadeiras(s) de Domingos Xavier." Boitatá 7, no. 13 (2012): 25. http://dx.doi.org/10.5433/boitata.2012v7.e31234.

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Abstract:
Este trabalho pretende apresentar uma breve reflexão acerca da história, da narrativa e, principalmente, da escrita e da oralidade na obra A vida verdadeira de Domingos Xavier, do escritor angolano Luandino Vieira. Para isso, busca fundamentação teórica, principalmente, nos Estudos Culturais, nos Estudos Pós-Coloniais e na Nova História. Por fim, é trazida a noção de TransCriação como um avanço em relação a certo platonismo nos estudos das relações entre oralidade e escrita, possibilitando, inclusive, uma alternativa pluralista para o absolutismo da narrativa e da história.
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Abreu, Luis Felipe Silveira, André Corrêa da Silva de Araujo, and Alexandre Rocha da Silva. "Do fait divers ao biografema." Revista ECO-Pós 20, no. 3 (2017): 292. http://dx.doi.org/10.29146/eco-pos.v20i3.2399.

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Abstract:
<p>Esse artigo propõe uma teoria sobre a escrita biográfica tendo por base o trabalho de Roland Barthes. Partindo de uma revisão da obra do semiólogo francês, identificamos um percurso crítico que articula os conceitos de <em>fait divers</em>, efeito de real, <em>punctum</em> e biografema na tentativa de resolver o problema da escrita realista e da apreensão do sujeito pelo Texto. Através do artifício da escritura, torna-se possível realizar uma dobra no problema “De que forma é possível escrever uma vida?”. Com Barthes, a questão torna-se “Que vida é possível ver
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Ribeiro de Melo, Marcos, Michele De Freitas Faria de Vasconcelos, and Roselusia Teresa de Morais Oliveira. "POR UMA INFÂNCIA DA ESCRITA E DA LEITURA." Revista Brasileira de Alfabetização, no. 12 (July 27, 2020): 64–77. http://dx.doi.org/10.47249/rba.2020.v.433.

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Abstract:

 
 
 
 Em diálogo com as artes literária e cinematográfica, este artigo aposta na infância da leitura e da es- crita como “germe de vida” para a invenção de si e de mundo. A infância, não como uma etapa de um ciclo de vida, mas como “condição de experiência”, como (des)limite da/na linguagem que, com sua força, desestabiliza práticas sociais, inclusive práticas escolares de escrita e leitura. Assim, trata- mos da produção de um corpo leitor-escritor como experiência primordial que abrange uma cognição encarnada e um tempo de ressonâncias que não é o t
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Nascimento, Maria Imaculada Angélica. "Ciranda, roda, vida." Em Tese 17, no. 2 (2011): 123. http://dx.doi.org/10.17851/1982-0739.17.2.123-130.

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Abstract:
Análise do conto “Ana Davenga”, de Conceição Evaristo, apontando questões<br />relativas a preconceitos contra a mulher na sociedade brasileira, principalmente<br />a mulher negra, sujeito de enunciação do conto, cuja dura realidade é<br />apresentada de forma poética. O ponto de vista da análise baseia-se na<br />concepção de Júlio Cortázar a respeito da escrita de um bom – ou um grande –<br />conto.
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Casañas Vásquez, Esperanza, Yasmín Isabel Cuellar Cañón, and María Carmenza Grisales Grisales. "Desarrollo de habilidades relativas a la producción escrita. Análisis de una intervención didáctica mediada por los relatos de vida." Plumilla Educativa 17, no. 1 (2016): 152–71. http://dx.doi.org/10.30554/plumillaedu.17.1754.2016.

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Abstract:
contempla los componentes semántico, sintáctico y pragmático en el texto.En el campo educativo, esta habilidad es fundamental para el fortalecimientode las competencias comunicativas.El presente trabajo investigativo de tipo cuantitativo, con diseño cuasiexperimental,buscó determinar la efectividad de una didáctica alternativamediada por los relatos de vida, para mejorar la producción escrita en25 estudiantes del grado 6º de la Institución Educativa Jesús VillafañeFranco de la ciudad Santiago de Cali. Para lograr este objetivo se realizóun reconocimiento inicial de la producción escrita de los
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Simoni, Karine. "Reflexões sobre a tradução de si: Ugo Foscolo e Jacopo Ortis entre a vida e a poiesis." Revista da Anpoll 1, no. 44 (2018): 220–30. http://dx.doi.org/10.18309/anp.v1i44.1149.

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Abstract:
O artigo objetiva analisar a interconexão entre a escrita de si e a tradução de si a partir da experiência de Ugo Foscolo (1778-1827), autor do romance Ultime letterediJacopoOrtis [As últimas cartas de JacopoOrtis], publicado em definitivo em 1817. Toma-se como corpus o referido romance e as cartas que Foscolo enviou à AntoniettaFagnaniArese entre 1801 e 1803, período que coincide com a primeira publicação completa de Ultime LetterediJacopoOrtis. Uma leitura comparativa entre as cartas trocadas entre Foscolo e Arese e as cartas escritas pelo personagem JacopoOrtis e endereçadas a Lorenzo Alder
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Bylaardt, Cid Ottoni. "De Aires a Ayres." O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira 16 (June 30, 2008): 31–43. http://dx.doi.org/10.17851/2358-9787.16..31-43.

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Abstract:
Este texto procura mostrar a metamorfose operada no personagem Aires de Esaú e Jacó para o Ayres de Memorial de Ayres, obra derradeira de Machado de Assis. Essa mudança pressupõe uma nova concepção de escrita literária em direção à rarefação, ao inacabamento, ao mesmo tempo em que a veia irônica do escritor se aplaca neste último romance, dando lugar a uma compreensão mais serena da vida e da velhice, e a uma concepção de escrita menos comprometida com modelos e convenções. É a linguagem fora do poder, que não funda nem alimenta certezas, construída em suas ambigüidades, em sua incompletude. O
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