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ROMANO, Valter Pereira, and Rodrigo Duarte SEABRA. "Estudo de vogais suarabácticas na fala de paranaenses e paulistas sob uma perspectiva estatística e sociodialetológica." DELTA: Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada 33, no. 2 (2017): 571–607. http://dx.doi.org/10.1590/0102-445032523272446455.

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Abstract:
RESUMO O estudo analisa o comportamento da epêntese vocálica em encontros consonantais na fala de brasileiros naturais e residentes nos estados de São Paulo e Paraná. Utiliza-se como corpus os dados coletados pela equipe do Projeto ALiB em 55 municípios sumarizando 220 informantes. Selecionaram-se três questões do Questionário Fonético-Fonológico: 54, 72 e 101, cujo caput são os vocábulos aftosa, pneu e advogado, respectivamente. O estudo considera aspectos teóricos e metodológicos da Dialetologia e da Sociolinguística para analisar o fenômeno fonético-fonológico compreendido sob uma perspecti
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Alves, Thamy Saraiva, Lucilinda Ribeiro Teixeira, and Maria do Perpetuo Socorro Cardoso Sillva. "CARTOGRAFIA LINGUÍSTICA:UMA ANÁLISE FONÉTICO-FONOLÓGICO DO FENÔMENO LINGUISTICO – TRANSFORMAÇÃO DO /lh/ EM /i/ NA CIDADE DE BELÉM -PA." Caderno de Letras, no. 40 (September 8, 2021): 471–86. http://dx.doi.org/10.15210/cdl.v0i40.17003.

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Abstract:
Neste artigo, objetivamos analisar as variantes linguísticas encontradas nos bairros da cidade de Belém, no Estado do Pará, respectivamente uma análise fonético-fonológico do fenômeno linguístico – transformação do /lh/ em /i/. O estudo tem como base o dialetológico, ancorado na Sociolinguística e na Geolinguística, utilizando o método cartográfico na produção de dados fonético-fonológico que envolvem o sujeito em sociedade, contribuindo para registro das variações linguísticas e as influências dessas variantes no âmbito regional, possibilitando mostrar as lexias encontradas na mesorregião de
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Romano, Valter Pereira, and Rodrigo Duarte Seabra. "“P[E]NEU”, “AD[E]VOGADO” e “AF[E]TOSA”: o abaixamento das vogais suarabáticas nos dados do projeto Atlas Linguístico do Brasil." Signum: Estudos da Linguagem 20, no. 1 (2017): 276. http://dx.doi.org/10.5433/2237-4876.2017v20n1p276.

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Abstract:
Este artigo traz reflexões acerca da epêntese vocálica no Português Brasileiro, em especial, sobre o fenômeno fonético-fonológico conhecido como suarabácti, que consiste na inserção de uma vogal epentética para desfazer encontros consonantais impróprios. Utiliza-se como corpus de análise dados que integram o banco de dados do Projeto Atlas Linguístico do Brasil, coletados em dois estados federativos, Paraná e São Paulo, junto a 220 informantes estratificados, equitativamente, segundo as variáveis sexo (homem e mulher) e faixa etária (faixa 1: 18 a 30 anos/ faixa 2: 50 a 65 anos), todos com esc
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YIDA, Vanessa, Dayse de Souza Lourenço SIMÕES, and Celciane Alves VASCONCELOS. "A SÍNCOPE DAS POSTÔNICAS NÃO FINAIS NO INTERIOR PARANAENSE: UMA ANÁLISE AUTOSSEGMENTAL E VARIACIONISTA A PARTIR DE DADOS DO ALIB." Alfa: Revista de Linguística (São José do Rio Preto) 63, no. 3 (2019): 483–507. http://dx.doi.org/10.1590/1981-5794-1911-1.

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Abstract:
RESUMO Este estudo busca descrever e analisar o fenômeno da síncope da vogal postônica não final no falar paranaense interiorano, com base em dados coletados em entrevistas realizadas pelo Projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), em dezesseis pontos de inquérito situados no interior do Paraná, totalizando 64 informantes. Desse modo, foram avaliadas a frequência e possíveis fatores linguísticos e extralinguísticos que podem condicionar a síncope/manutenção da vogal postônica não final das proparoxítonas em onze itens lexicais: lâmpada, elétrico, fósforo, pólvora, abóbora, árvore, sábado, núm
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Miranda, Camille Cardoso, and Gessiane Lobato Picanço. "O fenômeno de nasalização em línguas Tupí-Guaraní." LIAMES: Línguas Indígenas Americanas 20 (April 16, 2020): e020003. http://dx.doi.org/10.20396/liames.v20i0.8658655.

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Abstract:
Tupí-Guaraní, tronco Tupí. Para averiguação do processo de nasalidade em línguas Tupí-Guaraní utiliza-se como pressuposto teórico principal a abordagem tipológica de Walker (1998), para verificar e compreender, a partir de uma hierarquia tipológica de harmonia nasal, segmentos que podem ser gatilhos ou alvos do espalhamento nasal. O estudo também utiliza as considerações de Ohala (1993) e Cohn (1990, 1993) para examinar o processo de nasalização como efeito fonético ou fonológico. A abordagem tipológica permitiu observar o comportamento de consoantes e vogais em relação à nasalidade, possibili
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Lima, Ana Vitória Dias, Andreluza de Fátima da Silva Pombo, Andreia Pacheco de Almeida, et al. "ENTRE O BÚFALO E A VOZ: A DESPALATALIZAÇÃO NO FALAR MARAJOARA SOB A LENTE DO ALIB." Aurum Revista Multidisciplinar 1, no. 2 (2025): 62–76. https://doi.org/10.63330/armv1n2-006.

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Abstract:
O trabalho em questão é um registro do fenômeno da despalatização encontrado na fala dos sujeitos moradores do município de Ponta de Pedras, pertencente à Ilha do Marajó, no estado do Pará. Nessa perspectiva, o presente estudo é pautado no domínio de três áreas da ciência da linguagem – dialetologia, sociolinguística, fonética e fonologia. A partir disso, objetivou-se realizar a descrição e a análise fonético-fonológica da despalatalização encontrada nos dados obtidos. Para isso, utilizaram-se como referencial teórico os estudos de Bagno (2001; 2007; 1999), Ferreira e Cardoso (1994), Calvet (2
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Silva, Amanda Dos Reis. "Distribuição diatópica dos ditongos diante de no corpus do ALiB: uma contribuição geolinguística." A Cor das Letras 20, no. 1 (2019): 33. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v20i1.4623.

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Abstract:
Este estudo trata da distribuição diatópica da ditongação diante de <S> em 22 cidades da Bahia, a partir do corpus do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Foram observadas respostas a seis perguntas do Questionário Fonético-Fonológico (QFF) voltadas à ditongação e, depois, foi feita uma análise geral, com base em 5.001 dados de sílabas fechadas por <S> obtidas de toda a gravação do QFF e do Questionário Semântico-Lexical (QSL). Os resultados para as seis respostas são expostos em cartas linguísticas que demonstram diferenças diatópicas significativas. Da verificação de todos os dema
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Vitti, Maria Eduarda Gomes, Lourenço Chacon Jurado Filho, and Mirian Verza Amarante. "Aspectos fonético-fonológicos da língua em inserções ortográficas na escrita da criança." Caderno Pedagógico 21, no. 9 (2024): e7978. http://dx.doi.org/10.54033/cadpedv21n9-190.

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Abstract:
A escrita infantil desperta interesse pedagógico e clínico, por apresentar ocorrências ortográficas não convencionais – aquelas que fogem às normas ortográficas. Um tipo frequente dessas ocorrências são as inserções ortográficas – acréscimos de grafemas em posições não previstas pela ortografia convencional da palavra. Porém, a literatura não investiga especificamente esse fenômeno, nela apenas mencionado ou quantificado. Dessa forma, a partir dessa lacuna e considerando que as inserções ortográficas corresponderiam, na fala, às epênteses, este trabalho teve como objetivo identificar caracterí
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Borges, Mônica Veloso. "Diferenças entre as falas feminina e masculina no Karajá e em outras línguas brasileiras: aspectos tipológicos." LIAMES: Línguas Indígenas Americanas 4, no. 1 (2012): 103. http://dx.doi.org/10.20396/liames.v4i1.1428.

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Abstract:
O Karajá (Família Karajá) é falado por aproximadamente dois mil indígenas (em Goiás, Mato Grosso e Tocantins). Essa língua possui distinções, conforme o sexo do falante, no nível fonético-fonológico, as quais foram descritas por Borges (1997), tais como: a) distinções no ataque de uma ou duas sílabas; b) diferenças no ataque e no núcleo de uma sílaba medial; e c) diferença nos segmentos que compõem as sílabas. As distinções entre as falas do homem e da mulher podem ser encontradas também em empréstimos tomados ao português. Nesse trabalho são apresentadas essas diferenças e são discutidos dado
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Tchambala, Jacinto. "Variation in Sociolinguistics of Portuguese in Angolan Bi/Plurilingual Context." Revista Academicus: Revista multidisciplinar 3, no. 1 (2025): 78–86. https://doi.org/10.4314/academicus.v3i1.7.

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Abstract:
Este artigo tratou do fenômeno da variação da língua portuguesa no contexto angolano, forçado por sua coexistência anacrônica com outras línguas bantas. As bases teórico-metodológicas que embasaram o estudo foram os postulados da linguística variacionista laboviana, apoiada na dinâmica social e linguística, objeto da sociolinguística. O objetivo deste artigo foi, necessariamente, descrever os principais fatores que influenciam a instabilidade normativa do português em Angola, cujas particularidades são notórias nos domínios fonético-fonológico, morfológico, semântico e até pragmático. A relevâ
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Drude, Sebastian Velten. "A Fonologia do Awetí." Revista Brasileira de Línguas Indígenas 3, no. 2 (2021): 183. http://dx.doi.org/10.18468/rbli.2020v3n2.p183-205.

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Abstract:
<p>O trabalho apresenta as principais propriedades fonológicas do Awetí (Tupí). O Awetí tem seis vogais orais e nasalidade vs. oralidade distintiva em pelo menos uma sílaba de cada palavra; em outras sílabas o contraste é neutralizado (harmonia nasal). Entre as quinze consoantes predominam as de articulação apical; as fricativas e a lateral têm uma posição marginal no sistema. A posição do acento lexical é usualmente previsível, ele recai sobre a última vogal da raiz, com poucas exceções. A harmonia nasal é o fenômeno suprassegmental mais saliente. Na fonotática encontramos a estrutura b
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Ananias, Thayná Cristina, and Carla Maria Cunha. "palatalização dos segmentos /t/ e /d/ adjacentes a ditongo em registros de fala mossoroense." Revista de Estudos da Linguagem 30, no. 1 (2024): 11–52. http://dx.doi.org/10.17851/2237-2083.30.1.11-52.

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Abstract:
Este artigo focaliza a análise do fenômeno da palatalização dos segmentos /t/ e /d/ em onset silábico contíguo a ditongo, em Mossoró–RN. As postulações de Clements e Hume (1996) sobre Geometria de Traços, de Selkirk (1982) sobre o Modelo Autossegmental de Sílaba formam a base teórica da pesquisa, que transversalmente traz também à discussão características socioculturais dos falantes (ARAGÃO, 2006, 2020; CARDOSO; MOTA; PAIM, 2012; WEINREICH; LABOV; HERZOG, 2006). A metodologia de coleta de dados envolve dois Questionários Fonético-Fonológicos Lúdicos, um Questionário Fonético-Fonológico e uma
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Lima, Ana Vitória Dias, Aurora de Castro Pantoja, Bárbara Andresa de Souza Balieiro, et al. "“TRABALHEMO NA PRANTAÇÃO”: UM BREVE MAPEAMENTO DO ROTACISMO NO MARAJÓ – PA." Aurum Revista Multidisciplinar 1, no. 3 (2025): 1–13. https://doi.org/10.63330/armv1n3-001.

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Abstract:
Este trabalho tem como objetivo registrar e analisar o fenômeno do rotacismo presente na fala de moradores do município de Ponta de Pedras, situado na Ilha do Marajó, no estado do Pará. A investigação está inserida no campo da dialetologia, sociolinguística, fonética e fonologia, buscando compreender como esse processo de variação linguística se manifesta em uma comunidade específica. O foco principal da pesquisa é a descrição e interpretação fonético-fonológica do rotacismo, com base nos dados coletados em campo. Para embasar teoricamente o estudo, foram considerados autores como Bagno (1999;
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Avelheda, Anna Carolina Da Costa, Eliete Figueira Batista Da Silveira, and Silvia Carolina Gomes De Souza. "Avaliação do uso variável das vogais pretônicas: estudos preliminares de crenças e atitudes." Letrônica 10, no. 1 (2017): 293. http://dx.doi.org/10.15448/1984-4301.2017.1.24929.

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Abstract:
A presente pesquisa conjuga os pressupostos da sociolinguística variacionista e a metodologia de análise de crenças e atitudes linguísticas, baseando-se em corpora sociolinguisticamente estratificados de falantes do Rio de Janeiro para analisar o alteamento das vogais médias pretônicas. Primeiramente, focalizamos os casos de especialização semântica. Por meio de um questionário fonético fonológico e de um questionário de percepção, observamos como os usuários da língua produzem os itens cujos sentidos podem influenciar na escolha da variante pretônica. A hipótese é a de que o alteamento tende
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Loregian-Penkal, Loremi, and Luciana Lanhi Balthazar. "CONTATO LINGUÍSTICO PORTUGUÊS BRASILEIRO -TALIAN EM SANTA FELICIDADE (CURITIBA) E COLOMBO, PARANÁ." Web Revista SOCIODIALETO 11, no. 33 (2021): 1. http://dx.doi.org/10.48211/sociodialeto.v11i33.337.

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Abstract:
O contato linguístico do Português Brasileiro com o Talian, Língua de Referência Cultural Brasileira (IPHAN/MinC, 2014), no planalto curitibano (Santa Felicidade, bairro de Curitiba, e Colombo- PR), é ainda inexplorado sociolinguisticamente. Entrevistas sociolinguísticas, faladas em Talian, realizadas a partir de 2018 pelo Centro de Estudos Vênetos no Paraná, CEVEP, servem de amostra à análise aqui apresentada, cujo principal objetivo é descrever e analisar parte desse contato entre essas duas línguas, mostrando que tal fenômeno é algo normal entre as línguas vivas e que coexistem em um mesmo
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MOURA, FABIO JOSE DE ABREU. "A CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NO NÍVEL SILÁBICO DO INGLÊS: INFLUÊNCIA NA PRODUÇÃO DA PARAGOGE EM MONOSSÍLABOS." INTERNATIONAL JOURNAL EDUCATION AND TEACHING (PDVL) ISSN 2595-2498 3, no. 3 (2020): 72–86. http://dx.doi.org/10.31692/2595-2498.v3i3.148.

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Abstract:
A construção deste trabalho realiza-se por uma abordagem quali-quantitativa, desdobrando-se numa pesquisa de campo e de análise de dados. Por meio desta, busca-se comprovar a influência da consciência fonológica no nível silábico do inglês na diminuição da paragoge em palavras monossilábicas, evitando a produção do /i/ final na pronúncia de determinadas palavras. Para tal, baseia-se nos estudos de Alves (2012), Aquino (2010), Lamprecht (2012), Blanco-Dutra (2012) e Scherer (2012). Quanto ao processo metodológico da pesquisa-ação, que se fez no âmbito de aprendizagem da língua inglesa numa esco
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Souza, Daiane Silva, and Marcela Moura Torres Paim. "A variação das vogais médias pretônicas à luz das variáveis sociais em Porangatu e Jataí (GO)." A Cor das Letras 19, no. 2 (2019): 22. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v19i2.1911.

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Abstract:
Neste trabalho, apresenta-se uma análise do comportamento variável das vogais médias pretônicas em duas localidades do Estado de Goiás, observando como os fatores sociais atuam na seleção das variantes, condicionando a pronúncia das vogais como média-baixa (ex.: t[Ɛ]l[Ɛ]visão e c[ɔ]legas) ou como média-alta (ex.: b[o]rb[o]leta e t[e]rreno). Analisam-se amostras de duas localidades de Goiás — Porangatu e Jataí — coletadas a partir dos questionários fonético-fonológico e semântico-lexical (cf. Comitê Nacional, 2001). Os dados foram confrontados com os de Goiânia (GO). A análise tem como embasame
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Do Carmo, Márcia Cristina, and Valeska Gracioso Carlos. "Alçamento Vocálico sem Motivação Aparente: as vogais médias pretônicas no noroeste do estado de São Paulo." Signum: Estudos da Linguagem 22, no. 2 (2019): 114. http://dx.doi.org/10.5433/2237-4876.2019v22n2p114.

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Abstract:
Este artigo investiga o fenômeno fonético-fonológico variável alçamento das vogais médias pretônicas em contexto medial na variedade falada no noroeste do Estado de São Paulo, como em m[i]lhor e c[u]lega. Este trabalho discorre especificamente sobre o alçamento sem motivação aparente, ou seja, que não pode ser explicado por harmonização vocálica, engatilhado por uma vogal alta em sílaba subsequente, como em m[i]nino e g[u]rdura. Dessa forma, esta pesquisa avança em relação aos estudos de Silveira (2008), XXX (2009, 2013, 2014) e XXX e XXX (2013) sobre o alçamento das vogais médias pretônicas m
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Couto, Hildo Honório do. "Estudos gramaticais à luz da linguística ecossitêmica." Scripta 20, no. 38 (2016): 26. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3428.2016v20n38p26.

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Abstract:
<p>O objetivo deste artigo é apresentar argumentos em prol de uma representação reticular-rizomática do que a tradição tem chamado de estrutura linguística, tendo por base teórica a versão da ecolinguística chamada de linguística ecossistêmica. Para tanto, ele apresenta um panorama das concepções de língua ao longo da história, salientando que as primeiras concepções laicas estavam em consonância com a ciência moderna, mas que as primeiras reflexões sobre questões linguísticas eram normativas, pressupunham um sistema estático. As primeiras tentativas de se representar graficamente se der
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Cavalcante Xavier, Francisco. "O ABAIXAMENTO HARMÔNICO DE VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS (NA FALA DE BELÉM/PA) À LUZ DA FONOLOGIA AUTOSSEGMENTAL." Verbum 12, no. 3 (2023): 210–23. http://dx.doi.org/10.23925/2316-3267.2023v12i3p210-223.

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Abstract:
RESUMO
 O sistema vocálico tônico do português, com seus sete segmentos distintivos – /i, e, ε, a, ɔ, o, u/ – reduz-se a um subsistema pretônico de apenas cinco vogais – /i, e, a, o, u/. Tal redução sistêmica é fruto da neutralização do contraste de dois graus entre as médias (Câmara Jr., 1970, 1971) cuja consequência foi a queda das oposições /e/ - /ε/ e /o/ - /ɔ/, resultando em apenas um segmento anterior – /e/ – e um posterior – /o/. Não obstante, a realização fonética em dois graus das médias pretônicas não apenas persiste, mas é a materialização de importante variação dialetal no por
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Silva, Amanda Dos Reis, and Jacyra Andrade Mota. "RELAÇÕES ENTRE CARACTERÍSTICAS ACÚSTICO-ARTICULATÓRIAS DE VOGAIS ANTES DE E SUA DITONGAÇÃO VARIÁVEL EM CIDADES BAIANAS." Revista Diadorim 20, no. 2 (2018): 209–37. http://dx.doi.org/10.35520/diadorim.2018.v20n2a18019.

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Abstract:
Busca-se, neste trabalho, apontar relações entre características acústico-articulatórias de vogais diante de S e a sua ditongação variável. Esse fenômeno será observado a partir de realizações dos vocábulos LUZ, ARROZ, DEZ, TRÊZ, VOZ e PAZ, obtidas da aplicação do Questionário Fonético-Fonológico do Projeto Atlas Linguístico do Brasil. Parte-se da fala de dez informantes nativas de cinco cidades baianas (Salvador, Caravelas, Euclides da Cunha, Vitória da Conquista e Barra). Esse tipo de ditongação não somente particulariza o Português Brasileiro em face do Português Europeu (LEITE DE VASCONCEL
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Freitas, Amanda Cristina de, and Mariana Fagundes de Oliveira Lacerda. "O apagamento do /R/ em coda final de nomes e verbos infinitivos na escrita escolar de alunos do 8º ano." Revista Investigações 34, no. 2 (2021). http://dx.doi.org/10.51359/2175-294x.2021.251221.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo geral fazer uma reflexão sobre o ensino de ortografia, considerando a variação linguística, a partir da análise de um fenômeno fonético/fonológico, a apócope do /R/ em coda final de nomes e verbos infinitivos, no texto de alunos do 8º ano do Centro de Educação Básica da Universidade Estadual de Feira de Santana. A análise de dados apontou uma baixa frequência do cancelamento do /R/ em posição final de nomes e verbos no infinitivo, se compararmos com os dados de pesquisas anteriores.
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Lima, Ana Vitória Dias, and Cindy Izabelle Hage Pantoja. "UM ESTUDO GEOSSOCIOLINGUÍSTICO COM IDOSOS ACERCA DO ROTACISMO NO MARAJÓ - PA." May 25, 2025. https://doi.org/10.5281/zenodo.15508592.

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Abstract:
Este trabalho tem como objetivo registrar e analisar o fenômeno do rotacismo presente na fala de moradores do município de Ponta de Pedras, situado na Ilha do Marajó, no estado do Pará. A investigação está inserida no campo da dialetologia, sociolinguística, fonética e fonologia, buscando compreender como esse processo de variação linguística se manifesta em uma comunidade específica. O foco principal da pesquisa é a descrição e interpretação fonético-fonol&oacute
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Farah Arnone, Juliane, and Felipe Venâncio Barbosa. "recuperação lexical e o fenômeno “ponta dos dedos” na Libras." Revista SCIAS Língua de Sinais 1, no. 1 (2022). http://dx.doi.org/10.36704/sciasls.v1i1.6855.

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Abstract:
https://youtu.be/eiAX5CWgnzg Os objetivos desta pesquisa são: analisar e discutir como ocorre a busca por sinais-alvo na recuperação lexical de pessoas surdas que utilizam a Libras como língua principal; verificar a ocorrência do fenômeno “ponta dos dedos” (TOF, do inglês tip of the fingers); e descrever os aspectos fonológicos durante a ocorrência do fenômeno. Para atingir os objetivos da pesquisa foi realizado um teste com 34 adultos/as surdos/as, que consistia na sinalização de nomes próprios de celebridades e de cidades do mundo. Enquanto visualizavam as imagens dessas pessoas/ lugares, os
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Pereira, Ivelã, and Ana Lívia Agostinho. "“ANALISEMO” E “DESCREVIMO”." Organon 39, no. 78 (2024). https://doi.org/10.22456/2238-8915.142007.

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Abstract:
Esta pesquisa trata sobre o fenômeno linguístico da alternância vocálica de {amos} e {emos} que variam, respectivamente, para {emo} e {imo}, como em “cantemo” (cantamos) e “comimo” (comemos), fenômeno que tem sido nomeado como “alçamento” (levantamento ou elevação) vocálico(a) por alguns linguistas, como Castilho (1992, 2006), Bortoni-Ricardo (2005, 2011) e Foeger, Scherre e Yacovenco (2017). Defendemos, diferentemente disso, que não se trata de um alçamento vocálico apenas, de caráter puramente fonético-fonológico, mas sim de um fenômeno morfofonológico. A fim de sustentar nossa argumentação,
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Braga, Emerson Viana. "HAPLOLOGIA À LUZ DA TEORIA DA OTIMIDADE E À LUZ DA PERCEPÇÃO DO FALANTE NATIVO." Repositório Digital de Teses e Dissertações do PPGLin-UESB 7, no. 1 (2019). http://dx.doi.org/10.54221/rdtdppglinuesb.2019.v7i1.169.

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Abstract:
No português, como em qualquer língua natural, os processos fonológicos são comuns nas operações morfológicas de formação de palavra. Nesse estudo, mostraremos como o fenômeno da haplologia– desaparecimento de segmentos ou sílabas contíguas semelhantes ou idênticos – é bastante comum em processos de composição com perda de material fonético, portmanteau – sobreposição entre duas bases, como em sacolé (saco + picolé). Essa sobreposição oferece possiblidade para ocorrência da haplologia: a sílaba [ko] em ambas bases, que se funde a partir desta amalgamação. Diante disso, nos questionamos: qual o
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Duarte, Maria Eugenia, and Maria Da Conceição Paiva. "A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E O PAPEL DOS FATORES LINGUÍSTICOS." Revista da ABRALIN 10, no. 3 (2011). http://dx.doi.org/10.5380/rabl.v10i3.32347.

Full text
Abstract:
Neste artigo, discutimos o papel dos fatores estruturais na variação linguística, procurando, sobretudo, destacar a possibilidade de depreender princípios mais gerais acerca das restrições que operam sobre fenômenos fonológicos e sintáticos e a forma como diferentes processos se interrelacionam. No nível fonético-fonológico, retomamos a importância do contexto subsequente e da classe gramatical na realização variável do ditongo [ey] e no apagamento do rótico em coda. No nível sintático-semântico, focalizamos o efeito da manutenção/mudança da função do antecedente e sua maior ou menor referenci
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Kupske, Felipe Flores, and Reiner Vinicius Perozzo. "INDEXICALIDADE SOCIAL COMO BÚSSOLA EM NOVOS MAPAS SOCIOSSEMIÓTICOS." Organon 38, no. 76 (2023). https://doi.org/10.22456/2238-8915.135064.

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Abstract:
A propensão de ver a língua como uma construção que fornece pistas sociais tem grandes implicações tanto para a estrutura da sociedade quanto para os processos psicológicos humanos, incluindo o desenvolvimento de línguas nativas (L1) e não nativas (L2), bem como fenômenos de atrito. Nesse sentido, a indexicalidade social, por exemplo, demonstra desempenhar um papel crucial no desenvolvimento da fala em L2. Embora alguns ramos da linguística acolham a indexicalidade social em sua maquinaria e em suas previsões, a adição de variáveis sociais na área de Aquisição de Segunda Língua (ASL) pode ser
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