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Cortinove, B. "Filosofia e Ciência do Tempo." Páginas de Filosofia 3, no. 1-2 (2011): 105–9. http://dx.doi.org/10.15603/2175-7747/pf.v3n1-2p105-109.

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Ferreira Rodrigues, Valter. "Por uma docência criativa em tempos de regressão." Ixtli: Revista Latinoamericana de Filosofía de la Educación 5, no. 10 (2018): 187–203. https://doi.org/10.63314/yytp7137.

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Abstract:
Quando considerada não apenas como um tipo de saber historicamente estabelecido, mas principalmente como uma atividade da inteligência, capaz de transformar o modo como o ser humano compreende a si, o mundo e a maneira como constrói e age sobre a realidade, a Filosofia, enquanto filosofar, se converte numa experiência crítico-criativa do pensamento e da ação. À luz dessa compreensão, os processos de ensino e aprendizagem da Filosofia, independentemente do nível ou modalidade de ensino, buscam levar os sujeitos neles inseridos a terem um contato direto com uma “filosofia completa”, isto é, ao m
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Leite, Murilo, and Carolina Peters. "Hegel no tempo do fim: a filosofia contra o relógio." REVES - Revista Relações Sociais 4, no. 1 (2021): 10001–14. http://dx.doi.org/10.18540/revesvl4iss1pp10001-10014.

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Abstract:
No prefácio que escreveu à sua Filosofia do Direito, Hegel debate criticamente com seus contemporâneos e oferece uma das principais colaborações sobre o papel da filosofia e dos filósofos desenvolvidas na modernidade, defendendo a paciência como atributo indispensável ao fazer filosófico. O texto completa 200 anos em meio à pandemia de Covid-19, quando não apenas o vírus, mas também acaloradas contendas filosóficas se alastram em escala global. Em meio a esse cenário, a comemoração do bicentenário do prefácio traz à tona a pergunta: será que é possível filosofar no calor da hora? Motivados por
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Zaccaro, Gabriel. "TEMPO SUBJETIVO NA FILOSOFIA DA MEMÓRIA: AUTONOESE E VIAGEM NO TEMPO MENTAL." Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia 15, no. 38 (2023): 241–66. http://dx.doi.org/10.36311/1984-8900.2023.v15n38.p241-266.

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Abstract:
A filosofia da memória é uma área na qual se convergem conhecimentos próprios da filosofia, assim como de evidências empíricas provenientes da área da psicologia cognitiva e das neurociências. Um dos problemas vigentes dentro da filosofia da memória se concentra na busca de uma definição precisa de nossas memórias episódicas, isto é, nossas memórias de eventos do passado. Uma característica inescapável para qualquer definição precisa da memória episódica concerne sua fenomenologia específica. Apesar de ser um elemento majoritariamente estudado na psicologia, vemos recentemente que a filosofia
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Fernandes, Marcos Aurélio. "história da filosofia como coisa da filosofia." Trilhas Filosóficas 16, no. 2 (2024): 341–67. https://doi.org/10.25244/tf.v16i2.6650.

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Abstract:
Este ensaio pretende pôr em discussão questões que concernem à história da filosofia. Tais questões são: o que é filosofia? Qual a sua “coisa”? A “coisa” da filosofia é histórica e/ou é história? A história da filosofia diz respeito essencialmente a esta “coisa”? Como é a historicidade da filosofia? Quais as possibilidades e os limites de uma historiografia filosófica? Qual o sentido de uma confrontação pensante com a história da filosofia? Filosofia é filosofar. Filosofar é uma realização de ser. É a radicalização da possibilidade de ser do pensamento. Trata-se de uma correspondência ao misté
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Fernandes, Alexandre De Oliveira, Emanoel Luís Roque Soares, and Maurício De Novais Reis. "ENSINAR E APRENDER FILOSOFIAS NEGRAS: Entrevista a Renato Noguera." ODEERE 3, no. 6 (2018): 07. http://dx.doi.org/10.22481/odeere.v3i6.4334.

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Abstract:
Uma boa entrevista precisa de uma entrada? Necessitamos aqui, realmente de uma apresentação de nosso entrevistado? Se sim, seremos sintéticos, porque estamos convencidos de que importa a fala de Renato Noguera. Deixaremos que a entrevista diga “algo” sobre ele que não possa ser pinçado rapidamente de seu currículo lattes, produção bibliográfica, palestras e bancas de trabalhos acadêmicos, não sem dizer, contudo, que Noguera é daqueles pensadores que aproximam o conhecimento das pessoas. Não escreve e nem fala como se estivesse em uma Catedral, engomado e asséptico. Noguera é pop: dá entrevista
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Moraes, Felipe Moralles e. "Filosofia em (e contra) seu tempo." ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy 18, no. 3 (2019): 393–415. http://dx.doi.org/10.5007/1677-2954.2019v18n3p393.

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Abstract:
Nada claro é o sentido em que a filosofia se relaciona com seu próprio tempo e seu próprio presente. Da perspectiva da história do pensamento filosófico, vários modelos foram sugeridos, desde uma forte confiança na tradição, até a rejeição completa do presente e a demanda por uma “filosofia do futuro“; desde a suspeita de que a filosofia nada mais é do que uma ideologia entre outras, até a exigência de que ela se engaje nas lutas e conflitos de seu tempo a fim de se preparar para um futuro melhor. Este ensaio apresenta uma análise e uma problematização dessas abordagens e defende um ponto de v
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Santos, Vladimir Chaves dos. "Vico e a ordem de estudos de seu tempo: a ligação entre conhecimento e ética." Educação & Sociedade 24, no. 85 (2003): 1277–94. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-73302003000400009.

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Abstract:
Vico criticou a racionalidade que predominava em seu tempo e propôs outra como alternativa. No início dessa empreitada, sugeriu o engenho como perfil de inteligência que um programa pedagógico deveria fomentar. O engenho pensado por Vico deveria ser apto a restabelecer a ligação entre conhecimento e ética, algo que, segundo esse filósofo, teria sido abandonado pelas filosofias da moda na virada do século XVII para o XVIII. Além disso, o engenho poderia revigorar a inventio, uma das principais faculdades da retórica clássica, então menosprezada pela filosofia moderna. O ponto de partida do impu
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Alves, Marcus. "Tempo social na filosofia de Agostinho." Prometeica - Revista de Filosofía y Ciencias, no. 21 (August 18, 2020): 7–19. http://dx.doi.org/10.34024/prometeica.2020.21.9988.

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Abstract:
O presente artigo enfoca o 'tempo social', como distinto das compreensões desse fenômeno na física; o tempo social habita o discurso, o habitus, expresso pela prática como um meio sobre o qual as ações humanas são formuladas de acordo com as possibilidades lógicas que fornece. Reconhecidamente, o cristianismo propôs uma forma histórica linear, como um processo contínuo embora ainda sagrado, pontuado por intervenções divinas. No entanto, essa história linear sacralizada só poderia ser adequadamente entendida por meio do sistema medieval exegético; um conjunto de regras intelectuais organizadas
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Amarante, Ana Helena. "Notas para uma Filosofia contra o Tempo." Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE), no. 13 (October 5, 2011): 11–18. http://dx.doi.org/10.26512/resafe.v0i13.4368.

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Abstract:
Este trabalho, tangenciando principalmente uma atmosfera nietzscheana, como já sugere o título, quer deslocar a questão da utilidade da filosofia - o "para que serve?" - para uma questão que procura pela força da filosofia - "a quem aflige?".
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Hansen, Gilvan Luiz. "Espaço, Tempo e Modernidade." GEOgraphia 2, no. 3 (2009): 51. http://dx.doi.org/10.22409/geographia2000.23.a13374.

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Abstract:
Resumo Este artigo é uma discussão introdutória acerca da importância das concepções de espaço e tempo na modernidade. O objetivo deste texto é enfatizar os aspectos teóricos e práticos dos conceitos de espaço e tempo, mediante a apresentação de três perspectivas de interpretação desta questão na filosofia desenvolvida na modernidade. Palavras-chave: Modernidade, Espaço, Tempo, Filosofia Moderna, J. Habermas.Abstract This article is an introductory debate about the importance of space and time conceptions in modernity. The objective from this text is emphasize the theoretical and practical asp
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Hansen, Gilvan Luiz. "Espaço, Tempo e Modernidade." GEOgraphia 2, no. 3 (2009): 51. http://dx.doi.org/10.22409/geographia2000.v2i3.a13374.

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Abstract:
Resumo Este artigo é uma discussão introdutória acerca da importância das concepções de espaço e tempo na modernidade. O objetivo deste texto é enfatizar os aspectos teóricos e práticos dos conceitos de espaço e tempo, mediante a apresentação de três perspectivas de interpretação desta questão na filosofia desenvolvida na modernidade. Palavras-chave: Modernidade, Espaço, Tempo, Filosofia Moderna, J. Habermas.Abstract This article is an introductory debate about the importance of space and time conceptions in modernity. The objective from this text is emphasize the theoretical and practical asp
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Flor do Nascimento, Wanderson. "DESAFIOS EDUCACIONAIS DO TEMPO PRESENTE." Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação (RESAFE), no. 27 (January 19, 2017): 1–3. http://dx.doi.org/10.26512/resafe.v0i27.4870.

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Gagnebin, Jeanne Marie. "Tempo, Crise, Catástrofe – Em Defesa da Pluralidade na Pesquisa Filosófica." Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea 9, no. 3 (2021): 11–20. http://dx.doi.org/10.26512/rfmc.v9i3.42993.

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Abstract:
A confrontação da filosofia com outras formas de saber não é novidade. Desde sua instauração como discurso específico em Platão, a assim chamada “filosofia” tenta se definir em confronto com outros discursos em vigor na cidade. Podemos dizer que a história da filosofia não se exaure na história de suas doutrinas e de seus sistemas, isto é, não pode ser minimamente entendida sem levar em consideração o embate da filosofia com outras figuras de saber, sendo que ambas, filosofia e outras formas de saber, reagem à constelação histórica mais ampla na qual se inscrevem e que, ao mesmo tempo, em part
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Zippel, Nicola. "Pensare nel tempo. La storia della filosofia nella pratica filosofica con i bambini." SOCIETÀ DEGLI INDIVIDUI (LA), no. 68 (November 2020): 108–15. http://dx.doi.org/10.3280/las2020-068010.

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Braz Teixeira, António. "A Filosofia Portuguesa no Tempo de Camões." Philosophica: International Journal for the History of Philosophy 7, no. 14 (1999): 117–31. http://dx.doi.org/10.5840/philosophica199971420.

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Abstract:
Cette étude présente une synthèse de la pensée philosophique portugaise entre la publication, à Salamanque, des Logices utriusque Scholia, de Pedro Margalho (1520), et l’édition, à Lyon, du traité Quod nihil scitur du médecin et philosophe Francisco Sanches (1581). La première partie de l’ét ude considere les contributions apportées à la logique de la Renaissance par Margalho (?-1556), António de Gouveia (1510-1566) et Pedro da Fonseca (1528-1599). Dans une seconde partie, sont indiqués les traits les plus caractéristiques de la pensée métaphysique de Leão Hebreu (1465-1535) et Pedro da Fonsec
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Garnica, Antonio Vicente Marafioti. "Algumas notas sobre Filosofia da Matemática e Filosofia da Educação Matemática." REMATEC 17, no. 41 (2022): 20–32. http://dx.doi.org/10.37084/rematec.1980-3141.2022.n41.p20-32.id434.

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Abstract:
A partir da perspectiva de que o campo da Educação Matemática tem se ampliado consideravelmente, de modo a incorporar novos objetos, metodologias e abordagens, este artigo questiona o papel que as Filosofias “clássicas” da Matemática têm desempenhado no desenho desse campo, principalmente no que diz respeito à constituição de uma Filosofia da Educação Matemática cujo papel deve ser promover a incorporação de práticas, procedimentos e valores que respondam mais efetivamente às demandas do tempo presente e às necessidades da prática pedagógica cotidiana.
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Rodrigues, Carla. "FAZER FILOSOFIA FEMINISTA." Sapere Aude 16, no. 31 (2025): 10–25. https://doi.org/10.5752/p.2177-6342.2025v16n31p10-25.

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Abstract:
Este artigo se organiza em torno de perguntas que participam do meu percurso na filosofia como filósofa feminista: quem está autorizado a fazer filosofia? Como o método participa do sistema de autorização? O que é fazer filosofia no Brasil hoje? Para esclarecimento de tais questões, vou recorrer a duas filósofas feministas que me constituíram como professora e pesquisadora: Judith Butler e Donna Haraway. Alguns acontecimentos constituem os elementos que forma o cenário do presente artigo. Em primeiro lugar, o início da política de cotas para ingresso nas universidades federais, em 2012. Depois
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Hissa, Sarah de Barros Viana. "Dando tempo ao tempo, na arqueologia." Revista de Arqueologia 29, no. 1 (2016): 188–202. http://dx.doi.org/10.24885/sab.v29i1.448.

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Abstract:
A arqueologia se constrói com base em necessárias convenções de mundo. Uma destas gira em torno do conceito de tempo. Desde o advento da industrialização, da intensificação do urbano e do comércio e da secularização e cientificização do pensamento, processos referentes à construção da modernidade, o tempo é compreendido principalmente como absoluto e não-humano. Neste contexto, as convenções do conceito giram em torno da sua mensurabilidade, regularidade, previsibilidade e linearidade. Contudo, essa não é a única concepção de tempo na filosofia, na arqueologia ou mesmo nas ciências exatas. Est
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Simon, Zoltán Boldizsár. "Transformação do Tempo Histórico." rth | 24, no. 1 (2021): 139–55. http://dx.doi.org/10.5216/rth.v24i1.69676.

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Abstract:
Nesse texto, defendo que, ao contrário do que dizem todos os rumores, o empreendimento da filosofia da história segue bem vivo nos dias de hoje – diria até indispensável. Isso não significa dizer, é claro, que as críticas do pós-guerra devem ser completamente desconsideradas. A questão não é como retornar a uma descreditada filosofia da história, idealizadora do conceito processual de história, dotada de direcionalidade, teleologia, sentido e substância inerentes no desenrolar das coisas humanas. A questão é se a possibilidade de mudança das coisas humanas no tempo pode ser conceitualizada enq
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Ribeiro, Sidarta. "Tempo de cérebro." Estudos Avançados 27, no. 77 (2013): 07–22. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-40142013000100002.

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Abstract:
No encontro entre matemática, física, química, biologia, psicologias, filosofia e artes, as neurociências fascinam o público pela possibilidade de compreensão dos mecanismos das emoções, pensamentos e ações, doenças e loucuras, aprendizado e esquecimento, sonhos e imaginação, fenômenos que nos definem e constituem. Como interpretar as novas descobertas das neurociências? O presente artigo aborda alguns tópicos de amplo interesse social: o envelhecimento, a educação, as drogas, o retorno científico à psicanálise e o problema da consciência.
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Johanson, Izilda. "Bergson e a busca metódica do tempo perdido." Trans/Form/Ação 27, no. 2 (2004): 21–29. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-31732004000200002.

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Abstract:
Tendo como ponto de referência o pensamento de Henri Bergson e, a partir dele, a relação de identidade entre liberdade e criação, ação livre e ação criadora, este trabalho tem como propósito levantar algumas questões relativas à função do método em relação a uma filosofia que encara a arte, o artista e a atividade artística como exemplos de que o conhecimento acerca do real e do verdadeiro é possível e, justamente em virtude disso, os toma como paradigmas da própria filosofia. Em outros termos, interessa aqui dar alguns passos no sentido da investigação acerca do que quer e o que pode uma filo
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Freire, José Carlos. "Gramsci e a filosofia política de seu tempo." Griot : Revista de Filosofia 3, no. 1 (2011): 79–93. http://dx.doi.org/10.31977/grirfi.v3i1.494.

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Abstract:
O presente artigo procura refletir sobre o modo pelo qual Gramsci debate com os autores de seu tempo, a fim de recolocar o marxismo no terreno da história e da dialética. Tomamos como referência o confronto de Gramsci com o neo-idealismo italiano, representado por Benedetto Croce, e com o marxismo economicista, representado por Nicolai Bukharin. Com isso, procuraremos analisar se Gramsci seria autenticamente um marxista ou, dito de outro modo, até que ponto ele teria se afastado de Marx pela aproximação a Hegel. O confronto de Gramsci com o neo-idealismo de Croce e o determinismo de Bukharin e
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Borges, Rogério Pereira. "O Tempo Retrabalhado." Brazilian Journalism Research 9, no. 1 (2013): 230–33. http://dx.doi.org/10.25200/bjr.v9n1.2013.461.

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Abstract:
O debate do jornalismo, não raro, atém-se a questões técnicas ou se dedica a pontos mais imediatos de suas funções, procedimentos e possibilidades tecnológicas. Não obstante o valor inequívoco de tais discussões, é necessário compreender que a reflexão também deve passar pela contemplação de sua filosofia, buscando-se autores de outras áreas ou campos de estudo que contribuam na evolução das abordagenspertinentes à comunicação. Um caso emblemático desse diálogo é a obra Tempo e Narrativa, de Paul Ricoeur, que a Ed. Martins Fontes acaba de reeditar.
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Kuhnen, Tânia Aparecida, and Ilze Zirbel. "A LEGITIMIDADE DA FILOSOFIA FEMINISTA: CONTRIBUIÇÕES INICIAIS À SUA IMPORTÂNCIA NO BRASIL." Revista Ideação 1, no. 42 (2020): 253. http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i42.5484.

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Abstract:
Neste artigo procuramos argumentar a favor da legitimidade de uma Filosofia Feminista e contribuir para a sua solidificação no Brasil. Para tanto, discutiremos o suposto paradoxo da aproximação entre o pensamento feminista, de caráter mais concreto e atento às contingências e às vidas das mulheres, e a Filosofia, que preza a abstração e os universalismos, ao mesmo tempo que possui uma produção teórica androcêntrica e uma história de apagamento das mulheres. Em seguida, trataremos de algumas críticas endereçadas à Filosofia Feminista, efetuadas com o intuito de rejeitá-la com
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Azevedo, Cristiane A. de. "A Spätphilosophie de F. W. Schelling e o desdobrar da consciência humana." Kriterion: Revista de Filosofia 55, no. 130 (2014): 549–60. http://dx.doi.org/10.1590/s0100-512x2014000200006.

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Abstract:
Em 1821, Friedrich W. Schelling (1775-1854) inaugura um novo caminho para o seu pensamento. Esse novo caminho, como afirma o próprio filósofo, divide sua filosofia em duas partes, a saber, a filosofia negativa, que diz respeito a toda sua produção anterior, e a filosofia positiva que se inaugura a partir das aulas de Erlangen. Contudo, como veremos neste artigo, suas duas filosofias estão unidas na busca pelo pensamento da Unidade. Essa busca traduz-se na Spätphilosophie como busca do Absoluto. O presente artigo tem como objetivo refletir sobre os escritos da chamada Filosofia da Mitologia que
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Santos, Daniel. "AS MARCAS DO TEMPO E A POLÍTICA MAQUIAVELIANA." Cadernos Espinosanos, no. 41 (December 19, 2019): 15–36. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2019.151114.

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Abstract:
O texto articula elementos e conceitos que, na filosofia política de Maquiavel, giram ao redor da força do tempo, ou melhor, da relação dos seres humanos - entendidos como atores políticos, vidas políticas - com as temporalidades que fundam desde o corpo político à sua segurança, ou, do contrário, favorecem a corrupção, as revoltas e as sedições - provocando, assim, o enfraquecimento ou mesmo o fim da civilidade. Para que a questão seja razoavelmente colocada, faço acompanhar essas análises a centralidade dos conflitos nessa filosofia política.
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Araújo, Leonardo. "Deleuze e Proust: tempo, signo e pensamento." Humanidades em diálogo 5 (November 23, 2013): 215–30. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2013.106249.

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Abstract:
O presente texto expõe uma reconstrução da abordagem do filósofo Gilles Deleuze sobre a obra literária de Marcel Proust. Deleuze encontra no texto de Proust temas fundamentais para sua própria filosofia: o signo, o tempo e o pensamento. O atrelamento desses temas forja uma nova concepção do próprio tempo e, principalmente, uma nova imagem do pensamento: não mais baseada no pressuposto de que o pensamento é algo de natural, e sim de que ele necessita de uma força exterior para se ativar. Deleuze tem como uma das principais questões de sua filosofia (e encontra em Proust um aliado) a pergunta pe
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Bedetti, María Belén, and Verónica Soledad Walker. "John Dewey: ideias para pensar no ensino de filosofia e seus sentidos." Educação em Análise 5, no. 2 (2020): 241. http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2020v5n2p241.

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Abstract:
O artigo defende a inclusão da filosofia como espaço de ensino e aprendizagem na escola. Começa por reconhecer a necessidade de abordar filosoficamente a questão para seu ensino e reconstruir o sentido em que a entendemos como um passo anterior à sua defesa. Nesse quadro, retoma-se a discussão de um ensino centrado na filosofia ou na tradição filosófica, como um debate clássico sobre a didática da filosofia. Como contribuição central, a concepção de filosofia de John Dewey é investigada, e são analisadas as razões para o estudo dessa disciplina, que apresenta uma superação do debate tradiciona
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Rouanet, Luiz Paulo. "Estruturalismo ou não-estruturalismo? Homenagem a Oswaldo Porchat." Argumentos - Revista de Filosofia 16, esp (2024): 211–20. https://doi.org/10.36517/argumentos.16.esp.93557.

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Abstract:
A partir de uma provocação feita pelo Professor Oswaldo Porchat Pereira, este texto procura analisar vantagens e desvantagens do estruturalismo como método de pesquisa em Filosofia, e as limitações que pode impor ao pensamento filosófico autoral. Na primeira parte, examina o texto de Victor Goldschmidt, “Tempo lógico e tempo histórico na interpretação dos sistemas de Filosofia”, considerado uma espécie de manifesto do estruturalismo em Filosofia. Na segunda parte, efetua algumas críticas a esse método, tomando como referência o texto de Porchat “Discurso aos estudantes sobre pesquisa em Filoso
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Almeida Ribeiro, Guilherme. "Kant e filosofia da diferença." Revista de Filosofia Aurora 28, no. 44 (2016): 489. http://dx.doi.org/10.7213/aurora.28.044.ds05.

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Abstract:
Embora a filosofia de Kant não fosse requisitada diretamente por Gilles Deleuze para compor o “espaço aliado” de sua filosofia da diferença, é possível atentar para a valorização de certos elementos constitutivos da crítica kantiana no interior da démarche deleuziana. Conforme pretendemos demonstrar, os conceitos de Kant que são privilegiados por Deleuze estão implicitamente reunidos em torno do desdobramento de duas apropriações: em primeiro lugar, a recuperação sistemática da doutrina das faculdades como colaboradora de uma concepção de diferença não apenas empírica e externa, mas, sobretudo
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Bonneau, Cristiano. "A QUESTÃO DA INVENÇÃO- UMA REFLEXÃO SOBRE O CONHECIMENTO EM LEIBNIZ." Cadernos Espinosanos, no. 34 (June 29, 2016): 89. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2016.116947.

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Abstract:
Leibniz é um contumaz crítico das filosofias da tradição e de seus contemporâneos. No que se refere à questão do conhecimento, existe na filosofia leibniziana uma oposição clara às gnosiologias mais influentes e determinantes de seu tempo, no caso do cartesianismo, do empirismo e até mesmo do intuicionismo espinoseano. O ecletismo de Leibniz tomou forma a partir de suas críticas, que, segundo algumas interpretações, intentavam conciliar os mais diletos pontos de vista. No entanto, o pensamento de Leibniz envereda por outros campos na questão do conhecimento, assim como o fez reconhecidamente n
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Santos, Claudecir Dos, and Odair Neitzel. "O lugar da filosofia na contemporaneidade." Griot : Revista de Filosofia 12, no. 2 (2015): 66–78. http://dx.doi.org/10.31977/grirfi.v12i2.668.

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Abstract:
A distinta experiência de ocupar e ser um lugar na história da humanidade pode simbolizar, ao mesmo tempo, força e fraqueza de quem vivencia esse fenômeno. Contudo, quem consegue esse feito, conquista a condição de reencontrar-se em diferentes tempos históricos, rever sua essência e avaliar sua existência. Este é o caso da filosofia. Ao longo da história, ela tanto ocupou um lugar, como também foi esse lugar. E hoje, qual é o lugar da filosofia? É em torno dessa questão que emergem as principais reflexões que dão vida a esse trabalho. Fundamentando-se em conceitos e ideias dos filósofos Pierre
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Gentil, Hélio Salles. "Filosofia e Literatura:." Revista Limiar 3, no. 5 (2019): 159–72. http://dx.doi.org/10.34024/limiar.2016.v3.9249.

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Abstract:
Este trabalho pretende contribuir para o esclarecimento das relações entre filosofia e literatura a partir do exame do romance enquanto narrativa de ficção. Considera para isso o entrelaçamento inextricável entre sua estrutura mais própria, o enredo, e sua função mimética, tal como elaborada na hermenêutica filosófica de Paul Ricoeur. Ganham destaque a noção de “autonomia da obra” e a distinção entre “mundo do texto” e “mundo da ação”, esclarecedoras do modo pelo qual as narrativas de ficção participam da existência, principalmente por seu vínculo com o tempo, e do tipo próprio de conhecimento
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Onate, Neusa M. Rudek. "ONATE, A. M. Ficção e tempo na filosofia de Edmund Husserl . Tomo II. Porto Alegre: Editora Fi, 2019, 174p." Aoristo - International Journal of Phenomenology, Hermeneutics and Metaphysics 3, no. 1 (2020): 260–62. http://dx.doi.org/10.48075/aoristo.v3i1.24889.

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Abstract:
No segundo volume de Ficção e tempo na filosofia de Edmund Husserl o professorAlberto M. Onate prossegue com as análises iniciadas no volume anterior de sua obra(este publicado em 2016) centrando-se em duas obras: Ideias para uma fenomenologiapura e uma filosofia fenomenológica I – Introdução geral na fenomenologia pura (1976) e Ideiaspara uma fenomenologia da consciência interna do tempo (1893-1917).
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Marques, Lúcio Álvaro. "Sobre um Cânone Filosófico Tupiniquim." Veritas (Porto Alegre) 69, no. 1 (2024): e44954. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2024.1.44954.

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Abstract:
Após a onda de desconstrução do pensamento que marcou a última década da filosofia entre nós, talvez tenha chegado o tempo do refluxo do pensamento, a saber, o tempo de debater a existência de um cânone filosófico brasileiro, justamente quando a legitimidade da ciência e, sobretudo da filosofia, é posta em questão. O ponto pede atenção: desde o século XVI, há ensino de filosofia nestas terras, então, quais seriam as razões para afirmar ou negar a existência de uma filosofia brasileira? Para responder à questão, na primeira parte deste artigo, situamos uma ideia de cânone filosófico à luz da pr
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Machado, Fernando Da Silva. "O TEMPO DA VIDA DO ESPÍRITO NA FILOSOFIA DE GASTON BACHELARD." Cadernos Cajuína 3, no. 1 (2018): 24. http://dx.doi.org/10.52641/cadcaj.v3i1.198.

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Abstract:
Nosso objetivo é mostrar como Bachelard edifica a noção de vida em sua filosofia ao esboçar uma reflexão sobre o problema filosófico do tempo junto às noções de instante e duração. O livro <em>A intuição do instante</em> (1932), obra dedicada a esta reflexão metafísica sobre o tempo confluindo, quatro anos mais tarde, para <em>A dialética da duração</em> (1936), obra que, por sua vez, define o conceito de duração a partir das várias temporalidades superpostas constitutivas da própria existência, são as referências privilegiadas deste estudo. Ressaltaremos a importância
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Taub, Emmanuel. "About the Face and the expression. The Edenic time as revolutionary." Veritas (Porto Alegre) 63, no. 1 (2018): 52. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2018.1.29658.

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Abstract:
***Sobre o rosto e a expressão: O tempo edênico como revolucionário***Do texto bíblico à filosofia judaica do século XX, de Walter Benjamin e Emmanuel Levinas à filosofia de Martin Heidegger e Giorgio Agamben, da poesia de Rilke à poesia de Paul Valéry, o problema do rosto, expressão e linguagem tem sido um tema central do pensamento judaico. Entre esses problemas, a discussão do tempo sagrado e do tempo profano torna-se o lugar para pensar sobre o problema da Revelação. O objetivo principal deste artigo é analisar a Revelação a partir do pensamento judaico em relação à linguagem e ao problema
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Buck-Morss, Susan. "Walter Benjamin: Between Academic Fashion and the Avant-Garde." Pandaemonium Germanicum, no. 5 (December 19, 2001): 73. http://dx.doi.org/10.11606/1982-8837.pg.2001.64326.

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Abstract:
Nestes tempos de triunfo do capitalismo sobre o socialismo real, o presente artigo mostra que, apesar de suas diferenças ideológicas, ambos os sistemas baseiam-se numa concepção da história como progresso. Contrastivamente, é lembrada a filosofia da história de Walter Benjamin, marcada pela crítica do progresso e a concepção de um tempo revolucionário, que interrompe o continuum histórico. À luz da teoria benjaminiana é estudado o conflito de concepções de tempo entre os artistas soviéticos das duas décadas posteriores à Revolução de Outubro de 1917: de um lado, o tempo da interrupção, anárqui
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Carvalho, Felipe Rodolfo de. "A vocação do nosso tempo para a filosofia do direito... e para a filosofia dos direitos humanos." Revista da Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo 113 (August 5, 2018): 293–308. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2318-8235.v113i0p293-308.

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Abstract:
Este ensaio objetiva responder à pergunta quanto ao papel da reflexão filosófica no âmbito do Direito e no âmbito dos Direitos Humanos, explicitando, antes de tudo, por que razão tal indagação necessariamente se coloca. A fim de apresentar uma resposta, busca distinguir as tarefas da Ciência Jurídica e da Filosofia do Direito, ressaltando, ao mesmo tempo, sua complementaridade. Por consequência, propõe-se a identificar não só papéis gerais da Filosofia do Direito, mas também seu papel específico diante do cenário jurídico contemporâneo. É aqui que a busca pelo sentido do Direito se coloca como
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Araújo Oliveira, Leonardo. "POR UMA LIBERTAÇÃO DO TEMPO." PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília 2, no. 3 (2013): 133–45. http://dx.doi.org/10.26512/pl.v2i3.11552.

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Abstract:
O presente artigo reconstrói a argumentação deleuzeana em torno da articulação entre filosofia e cinema, direcionando-a para os seguintes eixos de orientação: a. trabalhando a imagem-movimento, expondo suas variedades e questionando o seu predomínio como imagem cinematográfica; b. expondo a crise interna da imagem-movimento e propondo a insubordinação do tempo ao movimento; c. evidenciando a imagem direta do tempo como possibilidade de novas relações entre pensamento e cinema.
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Salinas Araya, Adán. "Romances y pragmáticas de la historia." Hermenéutica Intercultural, no. 23 (September 7, 2016): 107. http://dx.doi.org/10.29344/07196504.23.524.

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Abstract:
ResumenEl artículo trata sobre las visiones de la historia comprometidas en la gubernamentalidad neoliberal, pragmática y presentista, y sus relaciones con el fascismo utópico, futurista y destinal. Para iniciar este debate usa como punto de arranque los análisis y discusiones biopolíticas; al mismo tiempo se pregunta sobre las condiciones de una visión histórica de la filosofía que pueda servir de alternativa a las filosofías del origen o del destino sin diluirse en el debate sobre las épocas históricas.Palabras clave: filosofía de la historia, neoliberalismo, fascismo, biopo- lítica.Abstract
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Trapp de Queiroz, Caroline. "Nas curvas do tempo: um encontro entre infância e filosofia." Dialogia, no. 25 (April 25, 2017): 83–97. http://dx.doi.org/10.5585/dialogia.n25.6471.

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Abstract:
Esse artigo traz um recorte pontual de uma das discusses desenvolvidas em pesquisa de mestrado que teve como objetivo estabelecer com crianas um dilogo sobre o conceito de tempo. O propsito para este artigo, em especfico, identificar aproximaes entre o que as crianas construram sobre o tempo e aquilo que nos chegou de reflexo por meio de alguns dos filsofos cujas concepes de tempo so recorrentes em pesquisas que se debruam sobre essa temtica. Os autores que entraro nesta anlise so: Herclito, Plato, Aristteles e Agostinho. Em dilogo com eles, so destacados trs eixos encontrados nas conversas co
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VILA, Ícaro Luís Fracarolli, and Jose Petrúcio de FARIAS JÚNIOR. "METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO DE FILOSOFIA." Open Minds International Journal 1, no. 3 (2020): 74–88. http://dx.doi.org/10.47180/omij.v1i3.74.

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Abstract:
A Filosofia como disciplina sofreu muitas idas e vindas na educação brasileira, seja por conta da legislação, seja por questões ideológicas e governamentais. Somente em 2008 é que se firmou como obrigatória no ensino médio, por meio da lei 11684. Ela objetiva em levar o aluno a construir conceitos e conseguir autonomia posteriormente. Contudo, há várias possibilidades pedagógicas acerca de como ensiná-la. Por muito tempo, se usou as metodologias tradicionais. Hoje, entretanto, as metodologias ativas são uma excelente alternativa de se atingir tal objetivo, por usarem o protagonismo do aluno co
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A. V. Bernardo, Luis Manoel. "A filosofia de Matias Aires: uma ciência do tempo?" Argumentos - Revista de Filosofia, no. 25 (December 11, 2020): 287–300. http://dx.doi.org/10.36517/argumentos.25.18.

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Abstract:
Neste artigo, defendemos que a coerência da obra de Matias Aires (São Paulo, 1705-Agualva, 1763) decorre do modo como entendeu a experiência metafísica do tempo. Numa primeira parte, estabelecemos uma espécie de regime de contrariedade entre o percurso biográfico e a sequência das vaidades criticadas para deduzirmos esse fundo experiencial. Num segundo momento, mostramos como este opera nas Reflexões sobre a Vaidade dos Homens, sua obra prima. Por fim, concluímos, identificando a presença dessa mesma inquietude na relativa indecisão sobre as alternativas ao império da vaidade.
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Cândido, Viviane Cristina. "Comentário: A filosofia experimentada no tempo e na diferença." Trans/Form/Ação 43, no. 4 (2020): 271–76. http://dx.doi.org/10.1590/0101-3173.2020.v43n4.16.p271.

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Câmara Rocha, Ramon Diego, and Regina Simon Da Silva. "ESPAÇO-TEMPO ENQUANTO CATEGORIA DE ANÁLISE NA FILOSOFIA BAKHTINIANA." Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação 23, no. 2 (2023): 111–35. http://dx.doi.org/10.21680/1984-3879.2023v23n2id31981.

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Abstract:
O presente artigo tem o objetivo de refletir sobre o impacto da filosofia do linguista e teórico russo Mikhail Bakhtin, em meados da década de 1920, acerca de movimentos discursivo-ideológicos sobre enunciados concretos, aplicados ao estudo da análise literária. Nesse caminho de compreensão acerca do tema, o espaço-tempo ou “cronotopo”, como cunhado pelo teórico, surge como importante categoria de análise, dentro do que o próprio chamará de “análise material da linguagem”. Assim sendo, deter-nos-emos, em um primeiro momento, às relações entre discurso e espaço-tempo mediante reflexões da filos
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Nachmanowicz, Ricardo. "É POSSÍVEL OUVIR O TEMPO-DURÉE? UMA CRÍTICA AO BERGSONISMO MUSICAL." Kriterion: Revista de Filosofia 64, no. 156 (2023): 701–28. http://dx.doi.org/10.1590/0100-512x2023n15604rn.

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Abstract:
RESUMO O artigo analisa o tema da escuta musical do tempo na filosofia de Vladimir Jankélévitch, buscando avaliar qual seja a prova fenomênica alegada por Jankélévitch para sustentar a tese de que a escuta musical do tempo carrega as mesmas propriedades do conceito de durée de Henri Bergson. Concluímos que (1) as descrições temporais de Jankélévitch não são suficientes para sustentar que a escuta musical equivale à escuta das propriedades da durée, e que (2) esse fato implica um problema tanto para a máxima “a música é a arte do tempo” quanto para a capacidade geral do bergsonismo, verificado
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Kohan, Walter Omar. "VISÕES DE FILOSOFIA: INFÂNCIA." Alea : Estudos Neolatinos 17, no. 2 (2015): 216–26. http://dx.doi.org/10.1590/1517-106x/172-216.

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Abstract:
Resumo Este trabalho é um ensaio sobre as relações entre infância e filosofia. Sócrates e J.-F. Lyotard são as duas figuras principais que o inspiram. O primeiro, como um infante da filosofia, alguém que deu à filosofia uma infância como modo de vida, não apenas cronológica. O segundo, a partir de seu conceito de infantia, como forma do inumano que acompanha o ser humano na sua vida toda. A partir dessas inspirações, este ensaio busca tecer diversas relações da infância e da filosofia com conceitos como tempo, escola, política, escrita e arte.
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Oliveira, Rita de Cássia, Naiara Sales Araújo, José Dino Cavalcante, and Ana Lúcia Rocha Silva. "Tempo e cronotopo no romance contemporâneo: um diálogo entre Ricoeur e Bakhtin em Um deus passeando pela brisa da tarde." Caderno Pedagógico 21, no. 13 (2024): e11513. https://doi.org/10.54033/cadpedv21n13-066.

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Abstract:
O presente estudo investiga um possível diálogo entre as perspectivas de Paul Ricoeur (1913-2005) e Mikhail Bakhtin (1895-1975) sobre o tempo e como as concepções de ambos os autores se refletem no romance Um deus passeando pela brisa da tarde (1994), de Mário de Carvalho (1944). Esse diálogo busca explorar as intersecções entre filosofia e literatura, visando compreender como o conceito de tempo, fundamental nas obras de Ricoeur e Bakhtin, é abordado na narrativa contemporânea. Nosso objetivo é identificar, por um lado, os subsídios teóricos literários que a obra de Ricoeur oferece à literatu
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