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1

Sais, Lilian Amadei. "Odisséia." Letras Clássicas, no. 9 (October 26, 2005): 253. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v0i9p253-256.

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Ribeiro, Roberto Carlos. "AS VIAGENS DE RETORNO DE ULISSES E LEOPOLD BLOOM." A Cor das Letras 8, no. 1 (2017): 89. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v8i1.1568.

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Abstract:
Este paper apresenta uma leitura de duas obras estrangeiras, Ulisses, de James Joyce, e Odisséia, de Homero, procurando analisar os percursos das personagens principais através de seus deslocamentos. A viagem no espaço geográfico de Ulisses e a viagem vertical na memória de Leopold Bloom. Tal percurso demonstrará a relação das personagens com os seus mundos e con-sigo mesmas, denotando a trajetória da desagregação do homem, desde o mundo grego até a contemporaneidade.
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Bourdieu, Pierre. "A odisséia da reapropriação: a obra de Mouloud Mammeri." Revista de Sociologia e Política, no. 26 (June 2006): 93–95. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-44782006000100008.

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Abstract:
Este artigo reproduz uma conferência de Pierre Bourdieu sobre a obra do escritor e antropólogo argelino Mouloud Mammeri. O texto de Bourdieu foi lido in absentia no colóquio realizado em Argel sobre "A dimensão magrebina da obra de Mouloud Mammeri". O Autor compara a relação de Mammeri com o Magreb, região do Norte da África, como uma "odisséia", na qual essa peregrinação comporta dois momentos. O primeiro, de afastamento da cultura nativa, em direção à cultura universal universitária. O segundo, de reapropriação da cultura de origem através da investigação etnológica e de suas pesquisas sobre
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4

Schell, Denis. "HERÓIS E GIGANTES EM ESPAÇOS ÉPICOS." Veritas (Porto Alegre) 48, no. 4 (2003): 507. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2003.4.34824.

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Abstract:
O texto trata de episódios do poema grego Odisséia, de Homero, (segunda metade do séc. VII a. C.) e do poema sumério Gilgamesh (anônimo, do terceiro milênio a. C.). Ulisses, na volta de Tróia para Ítaca, encontra-se com Polifemo; Gilgamesh e Enkidu vão ao encontro de Humbaba, monstro da floresta de Cedros. Uma visão dos monstros no imaginário grego e mesopotâmico, concepções de deuses, do homem, da morte, nos dois mundos, como indagações e considerações sobre natureza, cultura e linguagem perpassam o texto crítico.
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Paz, Ravel. "DA ORDEM MÍTICA AO “CAOS ENFEITIÇADO”: O HOMEM E O MUNDO NA ODISSÉIA DE HOMERO E EM MOBY DICK, DE HERMAN MELVILLE." Revista de Filosofia Aurora 15, no. 17 (2003): 29. http://dx.doi.org/10.7213/rfa.v15i17.1618.

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Abstract:
O trabalho propõe uma aproximação entre a Odisséia e Moby Dick, sublinhando os traços épicos e míticos do romance de Melville em sua dialética com as contradições e o desencantamento de seu tempo. Palavras-chave: Romance e epopéia; Mito e realidade; Desencantamento do mundo.
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Oliveira, Leide Daiane De Almeida, Larissa Ceres Lagos, and Giovana Beatriz Manrique Ursini. "Entrevista com Donaldo Schüler." Cadernos de Tradução 39, no. 2 (2019): 294–304. http://dx.doi.org/10.5007/2175-7968.2019v39n2p294.

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Abstract:
Esta é uma entrevista realizada recentemente com o escritor e tradutor Donaldo Schüler. Ele é professor emérito em Língua e Literatura grega da UFRGS, além de ser poeta e ensaísta. Sua carreira como tradutor conta com traduções de tragédias gregas, a Odisséia de Homero e Finnegans Wake de James Joyce. Sua tradução da última obra de Joyce lhe rendeu o prêmio Jabuti em 2004. É principalmente sobre sua experiência como tradutor de Finnegans Wake, um dos livros mais desafiadores da literatura ocidental, que essa entrevista se propõe dedicar maior atenção.
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7

Santos, Vladimir Chaves dos. "História de Polifemo: entre vida primitiva e idade de ouro." Diálogos 23, no. 2 (2019): 4. http://dx.doi.org/10.4025/dialogos.v23i2.46175.

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Abstract:
O encontro do herói Odisseu com o ciclope Polifemo na Odisséia de Homero em dado momento saiu do terreno do mito e chegou até o da história. Polifemo tornou-se uma figura do mundo primitivo, em que reina violência, antropofagia, irracionalidade, paixão e música. O problema do valor da vida primitiva na antiguidade clássica conduzia a dois pólos antagônicos de interpretação. De um lado, a perspectiva progressista que via na história a saída de um estado primitivo e selvagem através da técnica. De outro lado, a perspectiva decadentista, segundo a qual os primeiros homens viveram no melhor dos mu
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8

Cardoso, Beatriz Amazonas. "A PROSA TRANSGRESSORA DE THERESA MARGARIDA DA SILVA E ORTA." Revista Desassossego, no. 17 (December 28, 2017): 85–101. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2175-3180.v0i17p85-101.

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Abstract:
O fato de Theresa Margarida da Silva e Orta, autora de As Aventuras de Diófanes, não pertencer aos cânones da literatura portuguesa nem da feminina constitui uma problemática que instigou nossa leitura. Criadora de um protorromance inspirado em obras clássicas como Odisséia (de Homero) e Télémaque (de Fénelon), Theresa Margarida é vista aqui como um retratista feminino dos cenários políticos, religiosos, sociais e culturais da época, em um ambiente dominantemente masculino. Como das mulheres letradas só era esperada e permitida a produção poética, a postura da autora portuguesa tem a conotação
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Torrano, Jaa. "Homero, Odisseia I." Letras Clássicas, no. 5 (December 6, 2001): 277. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v0i5p277-291.

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Pessoa, Patrick. "Reflexões sobre uma odisseia por vir – um diálogo filosófico." Cadernos Benjaminianos, no. 7 (December 31, 2013): 26. http://dx.doi.org/10.17851/2179-8478.0.7.26-40.

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Abstract:
O nosso texto apresenta um possível diálogo entre P, um dramaturgo empenhado na elaboração de uma versão teatral da Odisseia, de Homero, e JM, uma filósofa que escreveu alguns estudos importantes sobre a dialética do esclarecimento em Homero. Eles investigam juntos como seria possível traduzir a Odisseia para a linguagem do teatro contemporâneo sem sacrificar o poder embutido em sua distância histórica. Ao fim do diálogo, P lê para JM o argumento de sua odisseia por vir.
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Antunes, Leonardo. "Odisseia, trad. Trajano Vieira." Letras Clássicas, no. 12 (December 19, 2008): 283. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v0i12p283-288.

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Werner, Christian. "Eumeu e Auerbach: os efeitos da narrativa em Homero." Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos 29, no. 1 (2017): 171. http://dx.doi.org/10.24277/classica.v29i1.412.

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Abstract:
Por meio de dois episódios na Odisseia, a reação de Eumeu às narrativas de Odisseu disfarçado como cretense no canto XIV e sua avaliação da performance do cretense em uma conversa com Penélope no canto XVII, esse artigo, iniciando-se por uma reavaliação do capítulo de Auerbach sobre a Odisseia em seu Mimesis, discute como alguns elementos de uma performance narrativa intradiegética são conceitualizados e explorados no poema.
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IndreÈ™, Ruxandra, and Natália Oásis de Oliveira. "Ioan Caragiani, ao leitor, prefácio da Odisseia de Homero." Belas Infiéis 9, no. 3 (2020): 151–52. http://dx.doi.org/10.26512/belasinfieis.v9.n3.2020.30851.

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Silva, Maria de Fátima. "Homero e o mundo vegetal." Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos 32, no. 2 (2020): 157–80. http://dx.doi.org/10.24277/classica.v32i2.885.

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Abstract:
Homero é reconhecido, séculos mais tarde, por Teofrasto como uma fonte a considerar em matéria botânica e algumas referências concretas lhe são feitas na História das plantas. Mas a importância desta componente, sobretudo na Odisseia, vai além de um propósito informativo sobre a relação entre as plantas e os diversos ambientes referidos no poema; a construção literária do nóstos de Ulisses passa também pela exploração simbólica das paisagens diversas que vai cruzando.
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Barbosa, Tereza Virginia Ribeiro. "A cicatriz de Homero em Milton Hatoum." Aletria: Revista de Estudos de Literatura 24, no. 1 (2014): 165–78. http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.24.1.165-178.

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Abstract:
Este ensaio caminha na direção de observar que a literatura do escritor amazonense Milton Hatoum, especificamente o romance Dois irmãos, que ganhou o Prêmio Jabuti do ano de 2000, se utiliza de um estratagema muito semelhante àquele inaugurado pela famosa cena da cicatriz de Ulisses do poema épico Odisseia, de Homero.
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Assunção, Teodoro Rennó. "Annotations sur le mépris de Godard et l’Odyssée d'"Homère"." Revista Archai, no. 7 (2011): 109–14. http://dx.doi.org/10.14195/1984-249x_7_10.

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Trevizam, Matheus. "“Ilíada” de Homero: tradução em quadrinhos. Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa, Andreza Caetano, Paulo Corrêa, Piero Bagnariol. Belo Horizonte: RHJ, 2012, 112 p. (ISBN: 978‑85‑7153‑310‑3) “Odisseia” de Homero em quadrinhos." Humanitas 66 (December 10, 2014): 449–51. http://dx.doi.org/10.14195/2183-1718_66_28.

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Abstract:
“Ilíada” de Homero: tradução em quadrinhos. Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa, Andreza Caetano, Paulo Corrêa, Piero Bagnariol. Belo Horizonte: RHJ, 2012, 112 p. (ISBN: 978‑85‑7153‑310‑3)“Odisseia” de Homero em quadrinhos. Tradução por imagens de Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa e Piero Bagnariol. São Paulo: Peirópolis, 2013, 88 p. (ISBN: 978‑85‑7596‑183‑4)http://dx.doi.org/10.14195/2183-1718_66_28
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Malta, André. "Traduções em prosa da Odisseia de Homero: exemplos e problemas." Nuntius Antiquus 10, no. 1 (2014): 5–15. http://dx.doi.org/10.17851/1983-3636.10.1.5-15.

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Abstract:
My aim is to discuss four Portuguese translations of Homer’s Odyssey. Two were written in prose (by Dias Palmeira/ Alves Correia and by Jaime Bruna), in the 20th century, and two in free verse (by Frederico Lourenço and by Donaldo Schüler), in the 21st century. A quick review of these examples reveals that all of them want to recover Homer’s narrative fluidity, without giving attention to its main formal aspects – which surely enhance the understanding of the contents. As to the latest versions, it is possible to claim that, despite the impressive differences between them, deployment of a free
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Xanthakos, Viviani. "Cena-típica e tema em Homero: recepção do hóspede no Canto XIV da Odisseia." CODEX – Revista de Estudos Clássicos 2, no. 1 (2010): 162. http://dx.doi.org/10.25187/codex.v2i1.2829.

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Abstract:
<div class="page" title="Page 162"><div class="layoutArea"><div class="column"><p><span>O estudo de cenas-típicas na poesia homérica teve início com o trabalho de Walter Arend, em 1933, que desenvolveu a teoria de que tanto na <em>Ilíada</em> quanto na <em>Odisseia</em> existem ações recorrentes que são descritas com muitos detalhes e palavras semelhantes. Embora o trabalho de Arend tenha sido independente das pesquisas desenvolvidas por Milman Parry acerca da oralidade em Homero, o conceito de cena-típica (ou tema, como foi tratado por Alb
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Cruz, Vanessa Rita de Jesus. "LENDO ODISSEIA DE HOMERO (SEGUNDO JOÃO VÍTOR), DE GUSTAVO PIQUEIRA: UMA ANÁLISE LITERÁRIA." EntreLetras 9, no. 3 (2018): 330–41. http://dx.doi.org/10.20873/uft.2179-3948.2018v9n3p315.

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Alves, Elis Regina Fernandes, and Sara Almieira da Rocha. "A SUBVERSÃO FEMININA NA REESCRITA DO MITO DE PENÉLOPE EM A ODISSEIA DE PENÉLOPE, DE MARGARET ATWOOD." Ideação 22, no. 1 (2020): 130–52. http://dx.doi.org/10.48075/ri.v22i1.24561.

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Abstract:
Analisa-se o romance A odisseia de Penélope (2005), de Margaret Atwood à luz da crítica feminista. Objetiva-se analisar a reescrita da Odisseia, de Homero, que dá voz à Penélope, tornando-a protagonista. O feminismo elucida a evolução da escrita feminina, a figuração de personagens femininas, que, de estereotipadas, passaram a se mostrar mais independentes, ousadas e insubmissas, conforme avançavam as conquistas femininas na sociedade. De caráter bibliográfico, este trabalho utiliza referencial teórico sobre os feminismos como movimentos sociais, o feminismo na literatura, com base em Alves e
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Campos, André Malta. "O MC Homero e o Rapsodo Max BO: a épica grega na linguagem do Rap." ETD - Educação Temática Digital 15, no. 3 (2013): 523. http://dx.doi.org/10.20396/etd.v15i3.1270.

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Abstract:
O objetivo é falar a respeito do trabalho conjunto de que o autor participou em 2011, "Ilíada e Odisseia: ritmo e poesia", trabalho que propunha a transposição de quatro trechos da poesia épica de Homero para a linguagem do rap e resultou em dez apresentações na cidade de São Paulo, com o MC Max BO e o DJ Babão. No artigo, não só indico quais são as características principais da Ilíada e da Odisseia, mas também como se aproximam da criação dos rappers contemporâneos, tornando assim pertinente a "tradução" desses textos antigos numa forma urbana atual, com forte apelo entre os jovens. A iniciat
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Assunção, Teodoro Rennó. "A súplica do aedo Fêmio para não ser degolado (Odisseia 22, 342-53)." Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos 32, no. 2 (2020): 317–55. http://dx.doi.org/10.24277/classica.v32i2.882.

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Abstract:
Este artigo é uma tentativa (ou ensaio) de uma interpretação mais detida e precisa, por meio da tradução e principalmente do comentário detalhado, do texto grego da súplica do aedo Fêmio para não ser degolado por Odisseu na Odisseia (22, 342-53), levando em conta não apenas um entendimento vocabular e sintático adequado do texto desta súplica em sua básica função discursiva ou retórica, mas também a sua interpretação “literária”, social e religiosa no contexto da Odisseia (mais especificamente) e da Ilíada, com uma atenção particular à palavra autodídaktos (“autodidata” ou “espontâneo”), cuja
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Martins, Paulo. "Odisseia 7.79–135: uma ἔκφρασις". Letras Clássicas 18, № 1 (2014): 19. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v18i1p19-34.

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Abstract:
Entre as passagens épicas que se valem da écfrase, muito já se discutiu sobre o escudo de Aquiles em Homero, ou o de Héracles em Hesíodo, ou o de Eneias em Virgílio. Também não foram poucos os trabalhos empenhados a discutir as pinturas no templo de Juno em Cartago, apresentadas também na Eneida de Virgílio. Este artigo visa a discutir a écfrase como procedimento retórico-poético aplicado à narrativa da Odisseia, tendo em vista o episódio do palácio de Alcino. Não se preocupa o texto, pois, apenas com os critérios elocutivos da écfrase, como também o trabalha sob uma perspectiva da produção de
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Gabrecht, Ana Penha. "A relação entre a identidade helênica e o espaço ocupado: Telêmaco em Ítaca." Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, no. 2 (April 19, 2014): 115. http://dx.doi.org/10.17648/rom.v0i2.7442.

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Abstract:
Neste artigo trabalharemos com a ideia de que os locais descritos na Odisseia, poema épico atribuído à Homero, podem, de certa forma, dizer algo sobre a maneira como o espaço era pensado e significado na Idade do Ferro antiga. Acreditamos, ainda, que as interações sociais realizadas nos espaços podem influenciar no modo pelo qual o ser humano entende e representa a si mesmo e os outros ao seu redor. Nesse sentido, a análise das aventuras de Telêmaco (Telemaquia – os quatros primeiros cantos da Odisseia) poderá nos auxiliar na tarefa de compreender a forma na qual os gregos entendiam o lugar (t
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Torrano, Jaa. "Orestes e o oráculo." CODEX -- Revista de Estudos Clássicos 8, no. 1 (2020): 171–82. http://dx.doi.org/10.25187/codex.v8i1.32985.

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Abstract:
Nosso escopo neste estudo é descrever as mutações sofridas pelo personagem Orestes na passagem da épica para a tragédia e nas tragédias. Como Orestes é apresentado na Odisseia e nas tragédias? O que caracteriza e distingue cada uma dessas versões? Para responder a essas questões leremos e compararemos os versos de Homero e as tragédias de Ésquilo, Sófocles e Eurípides.
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Neto, Félix Jácome. "A arte de Homero e o historiador: observações introdutórias." Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, no. 2 (April 19, 2014): 197. http://dx.doi.org/10.17648/rom.v0i2.9061.

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Abstract:
Este artigo visa abordar algumas características literárias específicas dos poemas homéricos - Ilíada e Odisseia - sobre as quais uma abordagem histórica precisa estar plenamente consciente de modo a entender o tipo de registro discursivo com o qual trabalha, bem como o contexto cultural que informa a produção da épica homérica. A obscura e altamente debatida evidência sobre os estágios mais recuados da produção e da transmissão dos poemas, assim como os dispositivos estilísticos específicos de um texto derivado da oralidade, logo distinto da nossa experiência moderna de literatura, são desafi
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Marques Júnior, Milton. "O Trágico no Canto XXII da Ilíada." Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, no. 2 (April 19, 2014): 76. http://dx.doi.org/10.17648/rom.v0i2.7441.

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Abstract:
A nossa intenção nesse artigo é mostrar, de modo claro, mais do que uma ou outra ação trágica, um núcleo trágico desenvolvido por Homero, que possa justificar ainda mais a importância do poeta da Ilíada e da Odisseia, na base do gênero dramático. Estes núcleos podem ser exemplificados com o combate Ajax-Heitor, no Canto VII da Ilíada, transformado por Sófocles, na tragédia Ajax; na Odisseia, Canto XI, na ocasião do encontro de Odisseu com a alma de Agamêmnon, no Hades, seguramente o ponto de partida de Ésquilo para a sua trilogia Oresteia. Porém, é no Canto XXII da Ilíada que conseguimos ver a
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Silva, Adelio Alves da. "A PRIMEIRIDADE E INFINITO NA GRÉCIA ANTIGA E NA AMAZÔNIA." Complexitas – Revista de Filosofia Temática 1, no. 2 (2017): 52. http://dx.doi.org/10.18542/complexitas.v1i2.4367.

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Abstract:
Apresenta a experiência de Primeiridade e ‘Infinito’, como um princípio universal e atemporal. Na história do pensamento, ela surge nos poemas concebidos por Homero (IIíada e Odisseia), sua ocorrência acontece em qualquer lugar, sem mudar a sua forma, não importa o período histórico. Essa mesma experiência ocorreu quando o poeta Lauro esteve pela primeira vez na Amazônia. Nela ele identificou as mesmas manifestações das experiências, do pastor, do marinheiro e do vigia que compõem os poemas de Homero. Cada representante da cultura da Grécia antiga foi substituído no mesmo poema por um represen
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Campos, Andre Malta. "A sina de Odisseu e o que o nome ensina." Filosofia e Educação 9, no. 1 (2017): 25. http://dx.doi.org/10.20396/rfe.v9i1.8648424.

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Abstract:
Quero explorar aqui um expediente fundamental da Odisseia: o jogo em grego entre Odusseús e o verbo odússomai. Trabalhando com essa etimologia fantasiosa, mas eloquente, Homero parece nos forçar a ver em “Odisseu” um nome tão transparente quanto o de outros personagens da narrativa, e chamar nossa atenção para implicações trazidas por esse jogo, especialmente a ligação com seu desaparecimento e a cólera vinda dos deuses.
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Graziosi, Barbara. "Homer, from reception to composition." Letras Clássicas, no. 14 (December 19, 2010): 21. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2358-3150.v0i14p21-33.

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Abstract:
Esse artigo pretende contribuir com duas áreas dos estudos homéricos que raramente parecem entrar em um diálogo produtivo: crítica textual e estudos de recepção. Ele acessa três abordagens diferentes do texto de Homero: as edições da Ilíada e da Odisseia de H. van Thiel, a da Ilíada de Martin West para a Teubner e a abordagem multitextual de Gregory Nagy; ao mesmo tempo, ele leva a sério a ênfase crescente na recepção nos estudos clássicos. Ao levar em conta variantes textuais, morfologia e sintaxe, esse artigo ilustra como o estudo de recepção pode contribuir para a constituição do texto e, v
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Vasconcellos, Paulo Sérgio De. "A apropriação da Ilíada na epopeia virgiliana." Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos 32, no. 1 (2019): 165–80. http://dx.doi.org/10.24277/classica.v32i1.838.

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Abstract:
Desde pelo menos Sérvio e Macróbio (século IV-V), costuma-se ver na estrutura da Eneida de Virgílio uma divisão em duas partes de acordo com o objeto de imitação homérico: a primeira constituiria uma espécie de Odisseia do protagonista Eneias (narrando seus errores, conforme Sérvio); a segunda, que narra gestas bélicas (de bello), sua Ilíada. Tem-se apontado que essa divisão não é estanque, havendo imitação significativa da Ilíada na primeira parte da Eneida e da Odisseia na segunda. Em 1989, num capítulo de seu Virgil’s Augustan epic, Francis Cairns, em oposição à bipartição tradicionalmente
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Berchez, Amanda Naves, and Wellington Ferreira Lima. "Murilo Rubião, leitor: as ressonâncias mitológicas presentes em Teleco, o coelhinho." ArReDia 7, no. 12 (2018): 45–65. http://dx.doi.org/10.30612/arredia.v7i12.7992.

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Abstract:
O presente artigo visa a analisar em que medida o conto “Teleco, o coelhinho” de Murilo Rubião tem referências da mitologia grega, sobretudo provenientes da obra clássica “Odisseia” de Homero. Além disso, há a intenção de identificar, a partir das leituras sugeridas na contística de Murilo Rubião, os valores que a principal personagem do conto em questão, o coelho Teleco, pode adquirir por meio do viés mitológico, principalmente pelas correspondências com o Telêmaco homérico.
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Oliveira, Marcela. "Ulisses e o ardil da narração." Viso: Cadernos de estética aplicada 9, no. 17 (2016): 45–57. http://dx.doi.org/10.22409/1981-4062/v17i/204.

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Abstract:
Este artigo desenvolve a hipótese de que as características do ardil e da persistência são indissociáveis na composição do caráter de Ulisses, herói da Odisseia de Homero, e de que essa combinação é fundamental para a arte da narração em geral. Nesta via de leitura, justamente essas duas qualidades fazem do herói também um grande narrador: astúcia no sentido da criação ficcional e perseverança no sentido do controle e da repetição insistente, ambas necessárias ao poeta/narrador.
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Costa, Lorena Lopes da. "Sobre os usos da tradição clássica: três leituras francesas da 'Odisseia'." Idéias 6, no. 1 (2015): 185. http://dx.doi.org/10.20396/ideias.v6i1.8649483.

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Abstract:
Nos anos que se seguem à Grande Guerra (1914-1918), três autores franceses, ex-combatentes e recém-chegados da guerra, recriam a 'Odisseia'. Falsificando Homero, falsificando a ficção, mas sem prescindir da tradição, Jean Giono, Giraudoux e Louis Aragon encontram nela um meio de narrar o que dificilmente pode ser narrado: o retorno da guerra. Será, então, pelo uso que fazem da epopeia que os autores irão desconstruir a imagem do herói na guerra e o lado épico da verdade, bem como será por meio dela que irão renarrar o retorno daquele que volta da guerra, embora ele volte, por causa da guerra,
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Pinto, Marco Syrayama de. "Paralelismos entre o conto brasileiro da Caipora e o conto turco de Depegöz." Opiniães 1, no. 1 (2010): 97. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2010.108695.

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Abstract:
Muito se escreveu acerca de vários aspectos da epopeia grega Odisseia, de Homero. Entretanto, suas influências, ou melhor, paralelismos com contos de outros países foram menos investigados. Neste estudo, confrontamos o conto de Depegöz, contido no ciclo épico turco chamado Dede Korkut Oğuznameleri, traduzido como O livro de Dede Korkut, com um conto brasileiro recolhido no interior do estado de São Paulo. Quanto a qual seja o conto original, se o turco ou o grego, ou mesmo outro, só restam conjecturas.
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Azevedo, Cristiane. "A métis de Penélope." Anais de Filosofia Clássica 12, no. 23 (2018): 31–48. http://dx.doi.org/10.47661/afcl.v12i23.23995.

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Abstract:
O artigo pretende explorar as intervenções de Penélope ao longo da narrativa de Homero na Odisseia com o objetivo de demonstrar como o poeta tem um cuidado especial na construção de seu personagem. A rainha é retratada não só como prudente mas também como aquela que é justa. Se estamos acostumamos a atribuir a métis a Odisseu, veremos que tal atributo não é exclusividade sua. Penélope intervém com sucesso no universo masculino e garante a imortalidade de seus feitos através de sua métis.
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Lima, Kelly. "Já que a história se repetia com diferenças: o amadurecimento de Telêmaco e Milly Bloom." Anuário de Literatura 22, no. 2 (2017): 150–60. http://dx.doi.org/10.5007/2175-7917.2017v22n2p150.

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Abstract:
Entre as diversas referências e os múltiplos paralelos entre o Ulysses de James Joyce e a Odisseia de Homero, destaca-se o espelhamento entre Leopold Bloom e Odisseu, Molly Bloom e Penélope, Stephen Dedalus e Telêmaco. Entretanto, ainda que Stephen seja o “filho espiritual” de Leopold, os Bloom têm um herdeiro literal: sua filha Milly Bloom. Como Telêmaco, Milly é o espelho da família, tem preferência clara pelo pai e entra em conflito com a mãe quando amadurece. Ambos são filhos únicos que carregam a expectativa dos pais, e quando saem de casa às pressas para um mundo que lhes dará mais exper
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Alves Ribeiro Jr., Wilson. "A caracterização de Polifemo no Ciclope de Eurípides." CODEX -- Revista de Estudos Clássicos 8, no. 1 (2020): 281–300. http://dx.doi.org/10.25187/codex.v8i1.33634.

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Abstract:
Polifemo, um dos mais assustadores e perigosos monstros da mitologia grega, é um dos principais personagens do drama satírico Ciclope, de Eurípides. Muitos elementos de sua caracterização, inspirada em parte pelo livro 9 da Odisseia de Homero, despontam em outros sombrios personagens de alguns dramas de Eurípides. O sofisticado Polifemo euripidiano também influenciou obras literárias e artísticas a partir do século IV aC e, em nossos dias, alguns traços desse ciclope podem ser encontradas nos malignos ogros de contos de fadas do século XVII.
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Lessa, Fábio De Souza, and Felipe Marques Maciel. "A HELENA ÉPICA SOB A ÓTICA DO GÊNERO." Revista Hélade 4, no. 1 (2018): 104. http://dx.doi.org/10.22409/rh.v4i1.13278.

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Abstract:
A proposta deste artigo é analisar a personagem Helena na Ilíada e na Odisseia a partir do conceito de gênero. Para isso, elegemos quatro eixos de investigação — técnico-poético, espacial, ético e discursivo — para ver de que maneira, e com quais possíveis intenções, Helena subverte as relações de gênero vigentes na épica homérica. Defendemos que a análise das falas e ações da personagem revela que o poeta confere a ela um status privilegiado, o que nos faz refletir sobre quais os âmbitos de ação e participação das mulheres à época de Homero.
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Sais, Lilian Amadei. "Vestes que falam: a tecelagem e as personagens femininas dos poemas homéricos." Revista Criação & Crítica, no. 15 (December 9, 2015): 7. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v0i15p7-19.

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Abstract:
<p>O objetivo desse artigo é mostrar de que forma as vestes são apresentadas na sociedade homérica. Podemos observar que a tecelagem, sendo um trabalho exclusivamente feminino em Homero, é importante para que as mulheres obtenham prestígio e fama. A <em>Odisseia</em> nos mostra que o oferecimento de roupas como presente era uma etapa importante na cena típica de hospitalidade, consolidando os laços existentes entre anfitrião e hóspede. Por fim, argumentamos que na narrativa homérica a vestimenta possui capacidade de comunicação.</p>
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Duarte, Adriane Da Silva. "Laertes e o mundo do trabalho na Odisseia." Nuntius Antiquus 3 (June 30, 2009): 3. http://dx.doi.org/10.17851/1983-3636.3.0.3-13.

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Abstract:
<p>ABSTRACT: Odysseus establishes several alliances to fight Penelope’s suitors in order to reassume his place at Ithaca. These alliances are marked by work. Humble workers (like Eumaeus, Philoetius, Eurycleia) stand side by side the hero’s wife, Penelope, the weaver. All this activity contrasts with the suitors’ idleness, constantly consuming the products of other people’s work. One of the last recognition scenes of the poem, in which the hero is recognized by his father, Laertes (<em>Od</em>., XXIV 205-360), reaffirms work’s special place at Odysseus’ relationships and stra
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FONTELE (UFPI), Jáder De Moura. "A INTERPRETAÇÃO DA LITERATURA DE HOMERO NA FILOSOFIA DE ALASDAIR MACINTYRE COMO CONTRAPONTO AO EU EMOTIVISTA." Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia 11, no. 27 (2019): 31–49. http://dx.doi.org/10.36311/1984-8900.2019.v11.n27.04.p31.

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Abstract:
O artigo visa apresentar como o filósofo Alasdair MacIntyre interpreta a literatura grega da sociedade heroica, em especial nas obras Ilíada e Odisseia de Homero para apresentar como os indivíduos e a estrutura social da sociedade heroica são diferentes do eu emotivista enquanto produto da crise da linguagem moral moderna. A literatura homérica está para MacIntyre como um arquétipo de tradição que proporcionava aos seus membros uma expressão de vida particular e uma linguagem moral coerentes onde a moral e a estrutura social são uma coisa só, onde o indivíduo não está fragmentado dentro de si
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Fontes, Bruno. "Num caminho infinito para Ítaca: a presença e a ausência da escrita em Le Mépris, de Jean-Luc Godard, 1963." Aletria: Revista de Estudos de Literatura 27, no. 3 (2017): 175–92. http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.27.3.175-192.

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Abstract:
Este artigo analisa as correspondências entre as especulações sobre o cinema e o papel das instâncias de escrita no filme Le Mépris (1963), de forma a entender como essa presença cumpre, mas ao mesmo tempo desestabiliza, a questão da adaptação. Examinar a escrita nesse filme através dessas modalidades permite concluir que nele a epopeia de Homero é limitada a um circuito de alusões e subscrições, de forma a propor que a adaptação da Odisseia “preferiu não se escrever” e afirmar que o filme “resiste” a uma ideia unívoca de “texto”, refletindo sobre o cinema tanto através da presença como da aus
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Guimaraes, Mayara Ribeiro. "Viagem, poesia e morte em Age de Carvalho." MOARA – Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Letras ISSN: 0104-0944, no. 49 (November 29, 2018): 57. http://dx.doi.org/10.18542/moara.v0i49.6358.

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Abstract:
Análise dos poemas “Atravessando” e “Ele, o rico-de-sombras”, de Age de Carvalho (Ainda: em viagem, 2015), sob a perspectiva do topos da viagem como experiência-limite ligada à morte e à natureza da linguagem poética. A partir da reflexão em torno da figura de Odisseu enquanto signo literário que surge na Odisseia, de Homero, e se abre aos sistemas de signos que cada período literário lhe conferirá, pela perspectiva do crítico italiano Piero Boitani, busca-se discutir a trágica verdade que acompanha a poesia: a de que conhecer é perecer, e que o fenômeno poético se manifesta como ponto frágil
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Schmidt Capela, Carlos Eduardo. "o sujeito encena ou sujeito a risco." El Taco en la Brea 1, no. 9 (2019): 64–76. http://dx.doi.org/10.14409/tb.v1i9.8190.

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Abstract:
Desdobramentos do episódio do encontro entre Odisseu e Nausícaa, narrados a partir do Canto VI da Odisseia, quando o herói finalmente alcança a ilha dos Feácios, são no ensaio discutidos sobretudo com base na ocorrência do choro. O pranto desarma o ímpeto belicoso e facilita a integração daqueles que a ele se entregam aos grupos de que fazem parte, ou que os asilam. Num segundo momento, a recriação do mesmo episódio, no Ulysses, de James Joyce, é enfocado, sendo então realçados os inevitáveis contrastes daí advindos, resumidos na troca do lamento solidário acentuado por Homero pela busca egoís
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Almeida, Daniel Manzoni de. "O complexo de Penélope." Revista Aspas 8, no. 1 (2018): 302–14. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v8i1p302-314.

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Abstract:
Neste conto exponho a história de Eliseu: um jovem de classe média alta, cisgênero, branco, homossexual e profissionalmente reconhecido. Aparentemente, bem-sucedido aos padrões da estrutura da sociedade brasileira. Porém, ainda falta um amor em sua vida. Na busca desse relacionamento, Eliseu é como o mito de Penélope, na Odisseia de Homero, subvertido: em vez de esperar, procura por seu amado construindo no dia as possibilidades de uma relação, mas a destruindo à noite com facilidade o pouco que construiu, sempre na busca de uma felicidade pautada nas normas de uma sociedade heteronormatizada
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Soares, Martinho Guilherme Fonseca. "Os 'nautai' e a promoção do culto de Atená na Sicília do Período Arcaico." Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, no. 15 (June 30, 2020): 118–36. http://dx.doi.org/10.17648/rom.v0i15.30735.

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Abstract:
Este artigo apresenta a condição dos nautai como “protegidos” de Atená, as particularidades de seu ofício no campo da navegação no contexto do expansionismo grego rumo à fundação de suas apoikiai no Mediterrâneo ocidental. Explora os desafios da navegação em alto-mar e, a partir da leitura da Odisseia, de Homero, como Atená foi invocada pelos marinheiros do Período Arcaico em suas travessias. Em seguida, dedica-se ao mapeamento dos templos e santuários dedicados à divindade nas apoikiai fundadas em território siciliano ao longo dos séculos VIII e VI a.C., buscando, por fim, destacar os element
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Peixoto, Gustavo Rocha. "A casa de Ulisses no labirinto de espelhos." Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP 25, no. 47 (2018): 126–56. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-2762.v25i47p126-156.

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Abstract:
O sonho de Telêmaco, entre morcegos melancólicos, dá início a uma odisseia noturna pelos labirintos espelhados da historiografia da arquitetura. O livro A coluna e o vulto, publicado em 2017, trata das“permutas de significados entre corpo e arquitetura.” O que deveria ser uma resenha daquele inovador ensaio de Mario Henrique d’Agostino, terminou por se converter em “mal disfarçado pretexto” para umaprofunda reflexão sobre os graus e direções da historiografia da arquitetura permeada por imaginação arquitetural e mitos literários de longa reverberação; por certezas e verdades; filologia e filos
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Dourado-Lopes, Antonio Orlando. "A destruição do muro aqueu no canto XII da Ilíada: questões e interpretações." Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos 29, no. 1 (2017): 233. http://dx.doi.org/10.24277/classica.v29i1.415.

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Abstract:
Examinando o debate tradicional sobre o sentido e a autenticidade de Ilíada, XII, 1-33, que conta em prolepse externa a destruição do muro aqueu por Apolo e Posêidon, reconsidero as semelhanças com a petrificação da nau dos feácios, anunciada em Odisseia, VIII, 564-71 e descrita em XIII, 125-87, e com a referência de Hesíodo a uma estirpe dos heróis nos Trabalhos e dias, 156-73. Defendendo que o emprego do termo hēmítheoi em Ilíada XII agride o principal critério de distinção entre homens e deuses em Homero, a oposição entre mortalidade e imortalidade, ofereço mais um argumento para a suspeiçã
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