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Beuys, Joseph, Alexandre Sá, and Davi Pereira. "Camus – O mito de Sísifo." Revista Concinnitas 20, no. 36 (2020): 359–63. http://dx.doi.org/10.12957/concinnitas.2019.47983.

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Ferrándiz Santos, Juan, and Alberto Rodríguez Balo. "Benchmarking o el mito de Sísifo." Revista de Calidad Asistencial 26, no. 5 (2011): 275–77. http://dx.doi.org/10.1016/j.cali.2011.05.001.

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Pac Salas, David, and Angel Sanz Cintora. "Los vecinos de las viviendas sociales de alquiler del Ayuntamiento de Zaragoza y la inserción social por el empleo: el mito de Sísifo." Acciones e Investigaciones Sociales, no. 25 (April 7, 2011): 79. http://dx.doi.org/10.26754/ojs_ais/ais.200825326.

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Betancur Urhan, Gonzalo, and Gustavo López Álvarez. "Industrialización y desarrollo: el mito de Sísifo." Lecturas de Economía, no. 15 (October 22, 2011): 41–76. http://dx.doi.org/10.17533/udea.le.n15a10383.

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Abstract:
Resumen Este artículo busca identificar las interpretaciones más coherentes sobre la industrialización colombiana desde 1960 y plantear algunos interrogantes sobre las posibilidades y alcances de las estrategias de crecimiento en una economía subdesarrollada como la colombiana. En la primera parte se enuncian algunos enfoques sobre la industrialización latinoamericana y se sugieren hipótesis orientadoras para el estudio del proceso colombiano; la segunda presenta las tesis sobre este último y, finalmente, se examinan brevemente los casos de Corea del Sur y del Brasil los que a la vez, dan pie
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Pessoa, Patrick. "Sísifo infeliz No intenso agora." Viso: Cadernos de estética aplicada 12, no. 23 (2018): 334–44. http://dx.doi.org/10.22409/1981-4062/v23i/272.

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Abstract:
No intenso agora é uma meditação sobre o suicídio baseada em uma perspectiva anti-psicológica, de fortes tintas existencialistas. O mito de Sísifo, de Camus, é a obra filosófica com a qual o filme dialoga mais diretamente. Para defender esta tese, o filme de João Moreira Salles é inserido no contexto de um debate cinematográfico sobre as relações entre o suicídio e a política que inclui uma breve análise dos seguintes filmes: Trinta anos esta noite, de Louis Malle; O inquilino, de Roman Polanski; Os amantes constantes, de Phillipe Garrel; e Morrer aos trinta anos, de Romain Goupil, filme prefe
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Do Carmo, Aguinaldo Adolfo. "O universo circular de Murilo Rubião: o mito de Sísifo representado nos contos, “O convidado” e “Aglaia”." Literartes 1, no. 7 (2017): 313. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9826.literartes.2017.115238.

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Abstract:
O objetivo desse artigo é mostrar como o mito é representado nos contos de Murilo Rubião, dando ênfase ao mito de Sísifo e a circularidade. Os contos escolhidos para análise são “O convidado” e “Aglaia”, os quais pertencem à obra O convidado, publicada pela primeira vez em 1974. O trabalho consiste em mostrar as incidências do mito através das ações das personagens e da construção das narrativas dos contos. Ademais, abordaremos alguns estudos acerca do mito bem como a sua relação com a literatura. A partir desse estudo, analisaremos os contos a fim de detectar sua possível relação com o mito e
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Xavier Hoste, Vinicius. "Entre O mito de Sísifo e Sambas do absurdo: a possibilidade de revelar o absurdo através do samba." Viso: Cadernos de estética aplicada 12, no. 22 (2018): 160–79. http://dx.doi.org/10.22409/1981-4062/v22i/245.

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Abstract:
O intento deste artigo é pensar a relação que o ensaio O mito de Sísifo – publicado em 1942 por Albert Camus – e o disco Sambas do Absurdo – lançado em 2017 pelo trio: Rodrigo Campos, Juçara Marçal e Gui Amabis – mantém com o absurdo. A fim de iluminar essa relação, buscaremos apresentar, em primeiro lugar, o que seria o absurdo para Camus; para isso, percorreremos, principalmente, o caminho traçado pelo autor em O mito de Sísifo. Em seguida, tentaremos mostrar como essa teoria do absurdo ecoa nas mais diversas camadas de Sambas do Absurdo. Por fim, gostaríamos ainda de ressaltar como o disco
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Pimenta, Danilo Rodrigues. "O absurdo camusiano em "O mito de Sísifo"." Jangada: crítica | literatura | artes, no. 12 (December 21, 2018): 52–67. http://dx.doi.org/10.35921/jangada.v1i12.159.

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Abstract:
RESUMO: Nos três ciclos do pensamento de Albert Camus, a saber, o lirismo, o absurdo e a revolta, a relação entre o homem e o mundo é explorada. Contudo, o objetivo deste texto é investigar essa relação no ciclo do absurdo, mais precisamente em O mito de Sísifo. Nessa direção, buscamos compreender como o franco-argelino descreveu em seu ensaio sobre o absurdo, a relação de divórcio entre o homem e o mundo, constatada pela sensibilidade e esclarecida pela razão, nomeada de sentimento do absurdo e noção do absurdo, respectivamente. Para isso, destacaremos o absurdo como o marco inicial, o equiva
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Conde, Ana Flávia Cicero, and Paulo José da Costa. "Reflexões sobre a compulsão à repetição a partir de correlações com o mito de Sísifo." Revista Tempo Psicanalítico 51, no. 2 (2019): 31–52. https://doi.org/10.71101/rtp.51.476.

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Abstract:
Este artigo objetiva investigar o conceito de compulsão à repetição na obra freudiana, com o intuito de trazer clarificações para a complexidade que o envolve. O método empregado foi a pesquisa teórica sobre psicanálise, sendo que foi utilizado o mito de Sísifo para fazer correlações com o conceito estudado, porque nele foram encontrados modelos de comportamentos repetitivos e a mitologia sempre se mostra como uma fonte rica de reflexões sobre o humano. Foram correlacionados três momentos presentes na dinâmica da compulsão à repetição com outros três encontrados no mito de Sísifo por possuírem
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Bueno, Guilherme, and Ana da Rosa Bandeira. "O processo de criação de Um Sísifo Ilustrado: mesclando metodologia e poética." CHAPON CADERNOS DE DESIGN/ CENTRO DE ARTES/ UFPEL 2, no. 1 (2021): 124–46. http://dx.doi.org/10.15210/chapon.v2i0.17678.

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Abstract:
O presente artigo apresenta a metodologia projetual empregada para a criação de uma adaptação, em formato de livro ilustrado, do ensaio filosófico O mito de Sísifo (2018), de Albert Camus, resultado prático do Trabalho de Conclusão de Curso Um Sísifo Ilustrado (BUENO, 2019). Além disso, este artigo discute brevemente a interação entre arte de design no universo dos livros ilustrados. Embasado em revisão bibliográfica e pesquisa documental, o objetivo principal deste texto é, em suma, servir de referência para aqueles que desejam entender melhor o processo de criação deste tipo de livro, ou que
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Santos, Douglas Eraldo dos. "Camus, Lourenço Mutarelli, Ionesco e Jesus Kid entram num bar: diálogos do absurdo." Opiniães, no. 25 (October 23, 2024): 390–404. https://doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2024.221434.

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Abstract:
In this work, we set out to reflect on the presence of the absurd in Lourenço Mutarelli's literature. We our discussions start from the dialog established between the narrative of Jesus Kid (2021) and the concept of the absurd discussed by Albert Camus in O mito de Sísifo (1942).
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Guerado, E. "El Mito de Sísifo. La refundación de la SECOT." Revista Española de Cirugía Ortopédica y Traumatología 64, no. 4 (2020): 229–35. http://dx.doi.org/10.1016/j.recot.2020.04.005.

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Mazón-Ontiveros, Rafael. "La tragedia del Sísifo existencialista: estudio comparativo." La Colmena, no. 113 (March 15, 2022): 39. http://dx.doi.org/10.36677/lacolmena.v0i113.15178.

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Abstract:
Se realiza un análisis comparativo entre las novelas El túnel, de Ernesto Sábato, y El extranjero, de Albert Camus. Seguimos la metodología de la literatura comparada, en su rama tematológica, para estudiar en ambas obras los conceptos existencialistas de la nada, el absurdo, el mito camusiano de Sísifo y la rebeldía. Al recuperar la idea de la transición entre el absurdo y la rebeldía, planteada por el investigador Juvenal Vargas Muñoz, hemos descubierto que los dos escritores realizan una actualización del esquema trágico aristotélico a partir de los términos ‘hybris’, ‘anagnórisis’ y ‘hamar
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Mazón-Ontiveros, Rafael. "La tragedia del Sísifo existencialista: estudio comparativo." La Colmena, no. 113 (March 15, 2022): 39. http://dx.doi.org/10.36677/lacolmena.v0i113.15178.

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Abstract:
Se realiza un análisis comparativo entre las novelas El túnel, de Ernesto Sábato, y El extranjero, de Albert Camus. Seguimos la metodología de la literatura comparada, en su rama tematológica, para estudiar en ambas obras los conceptos existencialistas de la nada, el absurdo, el mito camusiano de Sísifo y la rebeldía. Al recuperar la idea de la transición entre el absurdo y la rebeldía, planteada por el investigador Juvenal Vargas Muñoz, hemos descubierto que los dos escritores realizan una actualización del esquema trágico aristotélico a partir de los términos ‘hybris’, ‘anagnórisis’ y ‘hamar
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Neves, Mônica Medina Santos Almeida, and Washington Ramos dos Santos Junior. "Semelhança, Sísifo e experiência fílmica em espaços educativos." Sertanias: Revista de Ciências Humanas e Sociais 5, no. 2 (2024): 1–19. https://doi.org/10.22481/sertanias.v5i2.15661.

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Abstract:
Este ensaio tem por objetivo refletir a afinidade entre semelhança e imaginação, baseando-se na obra foucaultiana e tecendo relações com a experiência cinematográfica em situações de ensino. O conceito de semelhança em Foucault explora como, até o século XVI, a relação entre signos e conhecimento era central no pensamento ocidental. A semelhança permitia compreender e representar o mundo, articulando elementos por proximidade (convenientia), reflexo (aemulatio), analogia e simpatia. Esses conceitos encontram eco no mito de Sísifo, que exemplifica a circularidade e repetição como formas de refl
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Mattos, Ricardo Mendes, and Ricardo Franklin Ferreira. "O idoso em situação de rua: Sísifo revisitado." Estudos de Psicologia (Campinas) 22, no. 1 (2005): 23–32. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-166x2005000100004.

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Abstract:
Este trabalho visa um dos problemas sociais mais severos que acometem a população da terceira idade: a rualização. Baseado na história de vida de um sujeito emblemático dessa condição, o trabalho aponta que a rualização faz parte de um círculo de pobreza e inserção prematura no mercado de trabalho, gerador de inserções temporárias, irregulares e instáveis no sistema produtivo. A vulnerabilidade familiar, o alcoolismo e a itinerância são destacados como componentes gerais dessa situação. Como plena realização do mito de Sísifo, tais circunstâncias favorecem a constituição de indivíduos presos e
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Santos, Maria Angélica Amâncio. "Eternos habitantes das fronteiras." Em Tese 19, no. 1 (2013): 293. http://dx.doi.org/10.17851/1982-0739.19.1.293-307.

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Abstract:
Este estudo analisa os limites e mesclas na obra da Albert Camus, a começar por <em>O Estrangeiro </em>(1942) procurando verificar como o entrecruzamento de gêneros textuais – suplementação do romance pelas formas diário, prosa poética e ensaio – contribui para que o absurdo, como teorizado em <em>O Mito de Sísifo</em>, instaure-se na narrativa.
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Eckhardt, Fabiana, Aline Praça Bernar, and Renato Simões Moreira. "Entre Sísifo e Chronos: uma reflexão sobre tempos da docência, da infância e da esperança." Revista Teias 22, no. 67 (2021): 18–30. http://dx.doi.org/10.12957/teias.2021.62392.

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Abstract:
Sísifo, figura da mitologia grega, evoca-nos duas distintas ideias: a sagacidade que ludibria os poderosos — por duas vezes enganou as forças do submundo e escapou à morte — e o sofrimento de um esforço que jamais finda. Condenado a uma pena exemplar por enganar as forças do inferno, Sísifo é submetido a um ordálio cíclico e sem fim. Contudo, fica uma questão: Teria a atuação docente, principalmente durante o isolamento social e suas aulas remotas, seu quê de pena sisífica? Ou existe no aparente castigo do filho de Éolo mais que as aparências sugerem? O presente artigo apresenta uma aproximaçã
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Maldonado Ortega, Rubén Darío. "La cólera de Meursault sobre el problema del reconocimiento en El Extranjero de Camus." Estudios de Filosofía, no. 33 (January 1, 2006): 181–99. http://dx.doi.org/10.17533/udea.ef.12838.

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Abstract:
Se trata de mostrar el itinerario del modo como Albert Camus, echando mano de una analítica e lo absurdo, afronta el problema de la libertad humana en abierta confrontación can la tradición ontológica racionalista, para lo cual se sirve del recurso literario como medio de expresión lúdico-didáctica, en particular del episodio que do cuenta de la cólera de Meursault en lo parte final de su novelo El Extranjero. En el desarrollo de dicho itinerario se mostrará la línea de correspondencia entre las ideas formuladas en El mito de Sísifo, donde queda exhibida la condición propia del hombre en térmi
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Sevilla Moreno, Julio. "El mito de Sísifo: los límites de la política exterior libanesa." Revista de Estudios Internacionales Mediterráneos, no. 31 (December 15, 2021): 218–43. http://dx.doi.org/10.15366/reim2021.31.011.

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Abstract:
Con el fin de la ocupación siria en 2005 al Líbano se le presenta el reto de definir su política exterior. Un sistema confesional que crea profundas divisiones a la hora de tomar decisiones a nivel diplomático, un poder regional que no cesa de polarizarse y la influencia de actores externos provoca sin embargo una parálisis crónica en un Estado que ve cómo todo conflicto externo lo afecta sin quererlo. Ante esta situación, el Líbano aplica una política exterior de supervivencia, llamada de “neutralidad positiva” y de “disociación” años más tarde, en un intento de evitar que los partidos políti
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Vilardo Abreu, Maria Teresa Tedesco. "O ENSINO DE GRAMÁTICA NA ESCOLA BÁSICA: O MITO DE SÍSIFO." Revista Linguagens & Letramentos 7, no. 1 (2022): 183. http://dx.doi.org/10.56814/lel.v7i1.1964.

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Abstract:
<p>Classicamente, a gramática é ensinada como um conjunto de regras para definir o “certo” e o “errado” na língua portuguesa. Por seu turno, os alunos aprendem essas normas por meio da análise de frases soltas ou de textos literários redigidos na forma culta da língua. A verificação do aprendizado é realizada por exercícios rasos de identificação, repetição, correção, entre outras. Não há conexão com o contexto social, desconsiderando o propósito comunicativo ou reflexivo acerca do uso da língua. Por esta razão, este trabalho tem como objetivo realizar uma análise descritiva de exercício
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Brandão, Gilda Vilela. "Graciliano Ramos e o sentimento de absurdo." Revista Diadorim 13 (June 28, 2013): 99–122. http://dx.doi.org/10.35520/diadorim.2013.v13n0a3986.

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Abstract:
Partindo da ideia de que o asco pela existência constitui um topic expressivo na obra romanesca de Graciliano Ramos (1892-1953), o artigo especula as possíveis relações existentes entre esse posicionamento estético-existencial e o sentimento do absurdo na forma concebida por Albert Camus (1913-1960). Nessa perspectiva, centra-se no romance Angústia, de Ramos, no ensaio filosófico Le mythe de Sisyphe (O mito de Sísifo) e nos romances L'étranger (O Estrangeiro) e La Peste (A peste), de Camus.
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Buarque, Luisa. "Elogio da Loucura por Campos de Carvalho." Viso: Cadernos de estética aplicada 4, no. 9 (2011): 12–19. http://dx.doi.org/10.22409/1981-4062/v9i/96.

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Abstract:
Em 1972, o autor Campos de Carvalho publica uma série de crônicas no Pasquim, reunidas e lançadas em um pequeno livro, trinta anos mais tarde. Em uma delas, apresenta-se uma espécie de dialética da loucura e da normalidade que, de alguma forma, pode ser aproximada de certas ideias contidas tanto em O Mito de Sísifo, de Camus, quanto em O Nascimento da Tragédia, de Nietzsche. O presente artigo propõe uma interpretação dessa crônica literária, sob a luz das referidas filosofias.
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Gulicz, Igor, and Willian André. "NA MANCHA, UM SUICIDA: SOBRE A MORTE DE RORSCHACH EM WATCHMEN, DE ALAN MOORE E DAVE GIBBONS." IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 25, no. 2 (2021): 11–23. http://dx.doi.org/10.34019/1982-0836.2021.v25.35938.

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Abstract:
Este artigo propõe uma análise do graphic novel Watchmen (1986-1987), escrito por Alan Moore e ilustrado por Dave Gibbons. O foco da análise é o personagem Rorschach, cuja morte no desfecho da narrativa é interpretada aqui como sendo um suicídio, e não um sacrifício. Para sustentar tal hipótese, propõe-se principalmente um diálogo com o ensaio O mito de Sísifo (1942), de Albert Camus. REFERÊNCIAS ALVAREZ, Alfred. O deus selvagem: um estudo do suicídio. Trad. Sonia Moreira. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. CAMUS, Albert. O mito de Sísifo. Trad. Ari Roitman e Paulina Wacht. 6 ed. São Paulo
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Jiménez Piraján, Oscar Javier. "El mito de Sísifo: el problema del sentido y el absurdo necesario." Revista Internacional de Filosofía Teórica y Práctica 4, no. 2 (2024): 59–77. http://dx.doi.org/10.51660/riftp.v4i2.172.

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Abstract:
El problema del sentido fue abordado por Albert Camus a partir del ejercicio del pensar, y de la creación derivada del pensar como posible respuesta a la condición absurda de la vida. Sin embargo, lo absurdo no halla su determinación, ni como resignación desesperanzada, ni como salida feliz o indiferente al hecho de vivir. En todo ejercicio sistemático, o metódico, del pensamiento ―filosofía, ciencia, historia o arte de la novela― encuentra el pensador existencialista, más que la posibilidad de una improbable respuesta al dilema de vivir, un camino de plenitud: esta no significa consuelo, evas
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Flores, Moisés. "El absurdo y la rebelión metafísica en Albert Camus." Revista Latinoamericana de Difusión Científica 3, no. 5 (2021): 36–47. http://dx.doi.org/10.38186/difcie.35.04.

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Abstract:
El pensamiento de Albert Camus (1913-1960) se caracterizó por reivindicar la libertad y la rebelión del individuo. Tomando en cuenta estos dos principios, a continuación se analiza el absurdo y la rebelión metafísica en dos obras centrales de Camus: El Mito de Sísifo (1942) y El Hombre Rebelde (1951). El absurdo forma parte de la condición humana. La rebelión metafísica busca la superación del absurdo, en cuanto obstáculo de la libertad; también aboga por hacer conciencia en el hombre de defender su libertad ante cualquier estructura, Institución o Estado que pretenda limitarla.
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Marques, Vitor, and Maria Inez Carvalho. "A NOÇÃO DO ABSURDO EM CAMUS E A GEOGRAFIA ESCOLAR." Revista Signos Geográficos 4 (August 17, 2022): 1–20. http://dx.doi.org/10.5216/signos.v4.72510.

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Abstract:
Este artigo é uma fabulação com e sobre a Geografia Escolar. Produto de pensares e quereres das experiências com estudos e práticas desta Geografia, é embasado por uma tradução, hibridação, descolamentos que seus autores engendram da Estética do absurdo – o absurdismo – de Albert Camus. Nos inspiramos no Mito de Sísifo para defender a incorporação do absurdo na escola, o que nos autorizou a compor operações do incontrolável, do que não se pode banir do currículo, numa tensão insuperável, do rolar incessante de uma pedra-currículo. Valendo-nos das contribuições de Judith Butler, imaginamos um c
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Paiva, Rita. "A precariedade humana e a existência estilizada." Trans/Form/Ação 36, no. 1 (2013): 117–36. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-31732013000100008.

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Abstract:
Este artigo tematiza o desamparo vivenciado pela consciência ante a ausência de bases sólidas para seus anseios de felicidade e para suas representações simbólicas. Com esse propósito, toma como objeto de reflexão um dos ensaios filosóficos de Albert Camus, O mito de Sísifo, equacionando a possibilidade de uma ética que estilize a vida, sem que se minimize a dolorosa precariedade da existência humana. Posteriormente, em diálogo com alguns textos de M. Foucault, a reflexão procura estabelecer os vínculos possíveis entre a ética camusiana e a ética como uma estética da existência, tal como pensa
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Jiménez Tobón, Juan Carlos. "literatura como salvación en La Vida Breve de Juan Carlos Onetti." Poligramas, no. 58 (May 16, 2024): e20413092. http://dx.doi.org/10.25100/poligramas.v0i58.13092.

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Abstract:
Este artículo estudia a Juan María Brausen, personaje principal de La vida breve de Juan Carlos Onetti, a partir del concepto de “conciencia del absurdo”, con base en el trabajo del filósofo francés Albert Camus en el libro El mito de Sísifo. Se propone que en Brausen es posible encontrar a un “hombre-creador absurdo”, es decir, al reconstructor literario de un mundo que se derrumba. De esta manera, la novela de Onetti demuestra ser una obra de significativo contenido estético y metaficcional que, además, señala en el ejercicio de creación literaria un instrumento para la salvación existencial
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Marchán Cárdenas, Juan Camilo. "¿Cómo evitar que el mito de Sísifo se replique en la educación médica actual?" Investigación en Educación Médica, no. 40 (October 12, 2021): 107–8. http://dx.doi.org/10.22201/fm.20075057e.2021.40.21392.

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Aguilar Rebolledo, Francisco. "¿Cómo evitar que el mito de Sísifo se replique en la educación biomédica actual?" Plasticidad y Restauración Neurológica 8, no. 2 (2021): 63–65. http://dx.doi.org/10.35366/103083.

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Borba, Camila da Cunha Melo de Farias, and Isabele Bandeira de Moraes D'Angelo. "O sistema capitalista no contexto dos trabalhadores migrantes e refugiados: o mito de sísifo." Research, Society and Development 9, no. 1 (2020): e169911826. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i1.1826.

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Abstract:
Em meio a crises humanitárias com abrangências nacionais e internacionais, mais do que nunca se pode perceber a onda de migrantes e refugiados que, fugindo de situações de guerra, fome e miséria, buscam novos destinos e realidades em países com conjecturas político-sociais menos drásticas. Contudo, quando conseguem chegar a terras novas, sua recepção nem sempre é hospitaleira. Por estarem em situação de vulnerabilidade, desde seu ponto de origem, a fugir de violências e extrema pobreza, desesperados para adquirir estabilidade em um novo país, os refugiados e, especialmente, os imigrantes ilega
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Latella-Calderón, Lino, Jorge Jesús Villasmil Espinoza, and Andrea Elizabeth Ríos Ramírez. "Relecturas filosóficas del suicidio en diálogo con El Mito de Sísifo de Albert Camus." Revista Latinoamericana de Difusión Científica 6, no. 10 (2024): 91–106. http://dx.doi.org/10.38186/difcie.610.07.

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Abstract:
El suicidio es un fenómeno existencial que pone al límite la voluntad humana de extinción del ser, razón por la cual Albert Camus (1985) lo definió en su momento como el único problema filosófico realmente importante. Mediante una metodología fenomenológica y hermenéutica, que describe subjetividades y fenómenos y, al mismo tiempo, reconstruye sus significados, el objetivo de la presente investigación fue reinterpretar filosóficamente el fenómeno suicidio, en diálogo con El Mito de Sísifo de Albert Camus. Además, se efectuó una entrevista en profundidad a una persona depresiva con ideación sui
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Leva, Gabriel, and Reinaldo Furlan. "ALBERT CAMUS: A RECONFIGURAÇÃO DO MUNDO ATRAVÉS DA ARTE." Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia 16, no. 40 (2024): 197–222. http://dx.doi.org/10.36311/1984-8900.2024.v16n40.p197-222.

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Abstract:
Neste artigo buscamos investigar o papel da arte no pensamento e obra de Albert Camus. Para isso, avançamos em seus principais ensaios: O mito de Sísifo e O homem revoltado, na tentativa de sintetizar suas ideias acerca da criação absurda e da arte revoltada. Consideramos que a criação absurda, pensada n’O mito... sofrerá uma expansão explosiva no segundo ensaio do autor. Se, inicialmente, a arte para Camus devia expressar a fratura do homem e seu mundo, a consciência de nossa própria absurdidade, a arte revoltada revela o movimento inicial de todas as subjetividades humanas: a estilização de
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Almeida, Rafael Ribeiro. "CAMUS LEITOR DE HEIDEGGER." PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília 8, no. 15 (2019): 76–105. http://dx.doi.org/10.26512/pl.v8i15.23652.

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Abstract:
O texto desenvolvido pretende evidenciar e examinar a influência de Martin Heidegger (1889-1976) sobre o pensamento filosófico de Albert Camus (1913-1960) e com isso sugerir uma proximidade, notadamente entre a concepção heideggeriana de angústia e a perspectiva camusiana acerca do absurdo, destacando ao cabo suas pertinentes diferenças. Para tanto, examinam-se ambos os conceitos, respectivamente no tratado Ser e tempo (publicado em 1927) e no ensaio filosófico O mito de Sísifo (publicado em 1942). Nesse sentido, os pontos de maior aproximação, de modo geral, recaem nos temas: condição humana,
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Almeida, Cleber Ranieri Ribas de. "A “máquina do mundo” e a filosofia do absurdo: Drummond, leitor de Albert Camus." Scripta 25, no. 55 (2022): 279–321. http://dx.doi.org/10.5752/p.2358-3428.2021v25n55p279-321.

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Abstract:
O artigo tenta provar que o poema “A Máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade, foi parcialmente escrito a partir da reutilização de diversas metáforas, imagens e conceitos extraídos do livro O Mito de Sísifo, de Albert Camus. No intuito de demonstrar esta hipótese destacamos alguns excertos do livro de Camus e os cotejamos com metáforas e imagens análogas encontradas em “A Máquina do Mundo”. A conclusão a que chegamos é que Drummond reelaborou metaforicamente a filosofia do sentimento do absurdo em várias passagens do poema. Tal reelaboração intertextual, poética e metafórica se dera c
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Das Chagas, José Soares, Gabriel Kafure Da Rocha, Oneide Perius, Judikael Castelo Branco, and Divino Ribeiro Viana. "Estética e ética como formação: a recusa do suicídio filosófico-pedagógico em camus." OBSERVATÓRIO DE LA ECONOMÍA LATINOAMERICANA 21, no. 9 (2023): 12986–3003. http://dx.doi.org/10.55905/oelv21n9-135.

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Abstract:
O escopo deste artigo é apresentar e discutir a imbricação implícita entre o estético e o formativo a partir da obra literária do argelino Albert Camus. Para tanto, dialogamos com os escritos e a poética do romancista e dramaturgo sobretudo os da primeira fase da sua produção relativa à década de trinta do século XX até à época do Mito de Sísifo e do Estrangeiro, na década de quarenta, período em que se põe como reflexão a absurdidade e o suicídio. Assim, dentro de um viés teórico e especulativo, pretendemos colocar a questão da formação dentro do horizonte do ethos do absurdo, que é o de recu
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Sant’Angelo, Maria de Nazareth Eichler. "'Sisyphus nobis ante oculos' (Lucr. 3. 995): o dissenso entre 'imperium' e 'auctoritas' na Roma de fins da República." Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, no. 13 (November 17, 2019): 64–79. http://dx.doi.org/10.17648/rom.v0i13.28062.

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Abstract:
Propomos, no artigo que segue, uma nova interpretação acerca da seção do De rerum natura que contém o mito de Sísifo (3, 995-1002). Nossa leitura parte do contexto de crescente desequilíbrio verificado em fins da República, da dinâmica de complementaridade e exclusão recíprocas do binômio propriamente romano de auctoritas e potestas. Lucrécio evoca o personagem mítico como forma de alertar para a necessidade de impedir que o imperium dos altos magistrados lhes seja recusado pelo “não” vindo dos deuses. O autor acusa segmentos da elite comprometidos com a orientação política “dos optimates” de
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Lins, Rafael De Castro, and Aline Leite Grunewald. "O rosto divino do Absurdo – do suicídio de Kierkegaard." FronteiraZ : Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária, no. 20 (July 12, 2018): 222. http://dx.doi.org/10.23925/1983-4373.2018i20p222-239.

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Abstract:
De começo, o artigo ressalta parâmetros essenciais do pensamento filosófico do escritor franco-argelino Albert Camus, mais acertadamente toca nos temas do Absurdo e do Suicídio Filosófico como descritos em O Mito de Sísifo. O fito dessa passagem primeira é divisar a perspectiva camusiana acerca do filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, a fim de apontar elementos textuais e conceituais que revelem como Camus se inspirou em Kierkegaard para compor a persona religiosa de seu romance mais popular, o Capelão Prisional de O Estrangeiro. Um pouco além desta vereda central em que o texto segue, os au
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Luiz Silva de Oliveira, Alberto. "O conceito de nostalgia de unidade e o sentimento do absurdo em O mito de Sísifo de Albert Camus." Saber Humano: Revista Científica da Faculdade Antonio Meneghetti 15, no. 26 (2025): 108–24. https://doi.org/10.18815/sh.v15i26.710.

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Abstract:
O presente artigo tem como objetivo tratar sobre o conceito de nostalgia de unidade e o sentimento do absurdo. Estes dois conceitos participam de forma fundamental do pensamento existencial do filósofo franco-argelino Albert Camus. A partir da reflexão disposta por esses dois conceitos, buscamos responder a dois problemas que se apresentam: a) como se constitui a relação entre consciência e mundo fenomênico, e b) como a dinâmica do sentimento do absurdo e a unidade com o mundo formam uma leitura original do autor sobre questões clássicas da filosofia existencial. Justamente buscando responder
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Martins Barreira, Marcelo. "O MITO DE SÍSIFO DE ALBERT CAMUS COMO DESAFIO ATUAL PARA O ENSINAR A FILOSOFAR." Revista Paranaense de Filosofia 2, esp (2022): 86–91. http://dx.doi.org/10.33871/27639657.2022.2.esp.7716.

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Scrinzi, Mariana, and Claudia Campins. "ROCA DE SÍSIFO Y LA DE FREUD: DEL RECHAZO DE LOS CONFLICTOS A LA POLÍTICA COMO SALIDA." Poiésis - Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação 16, no. 30 (2022): 310–22. http://dx.doi.org/10.59306/poiesis.v16e302022310-322.

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Abstract:
Se parte del concepto clásico de política como arte que vertebra los tres imposibles freudianos: educar, gobernar y psicoanalizar, y se revisan los antecedentes de estos oficios o prácticas que permiten algún tratamiento a ese límite teorizado por Freud: la palabra. También se articulan los imposibles freudianos con la enunciación lacaniana el inconsciente es la política. Desde la lectura de Bernfeld y Camus sobre el mito de Sísifo, se propone el tratamiento del impasse como intervalo y no como callejón sin salida. El impasse como intervalo funda un borde, un vacío que inaugura desplazamientos
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León-Calderón, Henry Wilson, Carlos Eduardo Cruz-Gómez, and Dina Sofía Gualdrón-Álvarez. "COVID-19 y escuela: ¿el espejismo de la innovación?" Revista Educación y Ciudad, no. 44 (January 26, 2023): e2804. http://dx.doi.org/10.36737/01230425.n44.2023.2804.

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Abstract:
La emergencia educativa producto de la pandemia conllevó el cierre de las escuelas la mayoría de los países del mundo, durante el confinamiento estudiantes, maestros y sus familias, aunaron esfuerzos por mantener el proceso educativo. Situación que obligó al uso de las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC), por tanto, una oportunidad para propiciar la innovación pedagógica. Esta investigación cualitativa de tipo explicativo, y estudio de caso se llevó a cabo en un colegio público de Bogotá - Colombia, mediante análisis documental y entrevistas en línea a 19 personas: entre doce
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Dias Junior, Antonio Carlos, and Wenceslao Machado de Oliveira Junior. "Pluralidades e (des)qualificações." ETD - Educação Temática Digital 20, no. 1 (2018): 1. http://dx.doi.org/10.20396/etd.v20i1.8651407.

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Abstract:
O historiador inglês da intelectualidade francesa Tony Judt, em um de seus ensaios, lembra que Hannah Arendt, ao visitar Paris em 1952, teria dito que o escritor Albert Camus seria “sem dúvida, o melhor homem neste momento na França. É claramente superior aos outros intelectuais”.3 Um dos heróis da Resistência francesa, editor de Combat, jornal mais influente na França pós libertação, autor de obras como O mito de Sísifo (1942) e O estrangeiro (1942) - que lhe valeriam o Nobel de literatura em 1957 (três anos antes de sua morte prematura aos 46 anos) - Camus encarnou por algum tempo, na Paris
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Castañeda Lozano, Yebrail. "Sabiduría inteligente ambiental." Ixtli: Revista Latinoamericana de Filosofía de la Educación 11, no. 22 (2024): 181–201. https://doi.org/10.63314/ywec7471.

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Abstract:
El planeta se está transformando de forma acelerada y profunda, muestra de estos cambios son los gigantescos y continuos desastres naturales, que están ocasionando miles de victimas y perdidas millonarias a las naciones afectadas. Frente a este desafío la humanidad tiene que apostarle a una inteligencia ambiental o a una sabiduría ambiental para desplazar los estilos de vida que causan una bucleicidad viciosa que destruyen al ambiente por una circularidad virtuosa que busque la preservación del ecosistema natural. La propuesta metodológica está en abordar el Mito de Sísifo cuyo protagonista se
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Soto Pimentel, Verónica. "El concepto de Matriz de Pensamiento: una propuesta epistemológica decolonial para el escenario actual latinoamericano." Íconos - Revista de Ciencias Sociales, no. 57 (January 10, 2017): 21. http://dx.doi.org/10.17141/iconos.57.2017.2265.

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Abstract:
La nueva crisis que enfrentan los gobiernos latinoamericanos de proyectos políticos contrahegemónicos –que habían logrado importantes avances para la inclusión– frente al (re)fortalecimiento de un bloque de países con proyectos de corte neoliberal que han tendido a agudizar las problemáticas sociales regionales plantea la pregunta sobre cómo romper este retorno al mito de Sísifo. Con sustento en presupuestos del pensamiento decolonial, se plantea la hipótesis de que ello sería consecuencia, en parte, de la presencia de rasgos eurocéntricos en la construcción del saber sobre las problemáticas s
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Buceta, Martín. "Entre filosofía y literatura: Albert Camus y la transición de la existencia absurda hacia la comunidad solidaria." Revista humanidades 12, no. 2 (2022): e50759. http://dx.doi.org/10.15517/h.v12i2.50759.

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Abstract:
En sus Carnets Camus afirma que no pensamos más que por la imagen por ello el filósofo debe escribir novelas. Esta aseveración es advertida en gran parte del proyecto filosófico-literario de Camus. Es posible encontrar en su producción escrita un vaivén donde las obras filosóficas están espejadas con novelas que emplazan las problemáticas de modo literario. En el caso particular de El hombre rebelde lo que se puede hallar es una explicitación de ciertas imágenes ofrecidas por él con anterioridad en La peste y El estado de sitio. En este artículo, se pretende recorrer el itinerario filosófico d
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Costa, Thaís Cristina Alves, and Evandro Barbosa. "Para além da pulsão de morte: absurdo e revolta em Albert Camus." Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 11, no. 2 (2020): 454–68. http://dx.doi.org/10.5902/2179378647242.

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Abstract:
O objetivo desse artigo é discutir a possibilidade de uma morte feliz, e consequentemente, uma vida feliz a partir da interpretação dos pilares filosóficos de Albert Camus, a saber: o absurdo e a revolta. Enquanto o absurdo diz respeito ao confronto da irracionalidade do mundo com o desejo de clareza e racionalidade que se encontra no homem, a revolta está vinculada ao desejo inconsciente de uma moral que denominamos de moral antiteísta ou moral de atitude por mover-se consciente no âmbito das ações concretas, nascidas do sentimento da absurdidade do mundo frente à morte e o sofrimento. Testar
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Barros, Douglas Ferreira, and Carlos Campêlo Da Silva. "O absurdo em Kierkegaard e Camus: limite extremo, fé e revolta." TEOLITERARIA - Revista de Literaturas e Teologias 9, no. 19 (2019): 216–38. http://dx.doi.org/10.23925/2236-9937.2019v19p216-238.

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Abstract:
O objetivo do trabalho é investigar aspectos da noção de absurdo em trechos de obras de Camus e de Kierkegaard, centrando nosso interesse sobre o que chamaremos aqui de limite em face do absurdo para ambos os pensadores. Iniciaremos nossa leitura sobre Camus em O mito de Sísifo (2017), e dedicaremos especial atenção ao capítulo “O suicídio filosófico”. Aqui o pensador franco-argelino se remete a Kierkegaard incluindo-o entre os pensadores que efetuaram, de um modo específico, o suicídio filosófico. A partir daí, investigaremos a noção de absurdo em Kierkegaard, especialmente em sua obra Temor
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Paiva, Rita. "Salvação e aniquilamento." Revista Limiar 10, no. 20 (2024): 287–320. https://doi.org/10.34024/limiar.2023.v10.18895.

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Abstract:
Este artigo procura vislumbrar como Albert Camus, particularmente em O mito de Sísifo, relaciona o trágico do existir e o movimento do pensamento. Isso será feito em dois passos. No primeiro, parte de uma relação entre tragédia, salvação e aniquilamento e acompanha a crítica camusiana às estratégias da racionalidade humana para consumar suas nostalgias. No segundo, procura mostrar que o pensamento que não constrói suas representações a partir de nostalgias inconfessáveis é aquele que interdita seus anseios por unidade; sua consumação exige a experiência da revolta e a presença de imagens. Em v
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