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Journal articles on the topic 'Mulher camponesa'

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Kempf, Renata Borges, and Josiane Carine Wedig. "Processos de resistência de mulheres camponesas: olhares pela perspectiva decolonial." Mundo Agrario 20, no. 43 (2019): e111. http://dx.doi.org/10.24215/15155994e111.

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Abstract:
Este artigo aborda as dinâmicas de organização de mulheres camponesas, observando como elas, em contextos específicos, constroem ações coletivas que produzem mudanças nas relações de poder e de opressão. A análise, orientada pela perspectiva decolonial, é um estudo de caso em uma agroindústria familiar no município de Pranchita-PR. As mulheres camponesas vivenciam situações que as diferenciam das mulheres urbanas e também dos camponeses (homens). Como parte de ambas as categorias (mulher e camponês), elas sofrem duplamente os efeitos da modernidade e da colonização. Dessa maneira, o objeto do
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Santos, Nilma Angélica dos. "A DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO NA AGRICULTURA FAMILIAR: entre a invisibilidade e a desvalorização do trabalho (re)produtivo de mulheres trabalhadoras rurais do município de Brejo/MA frente à expansão da monocultura de soja." Revista de Políticas Públicas 20 (January 9, 2017): 331. http://dx.doi.org/10.18764/2178-2865.v20nep331-338.

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Abstract:
O presente artigo faz uma caracterização da divisão sexual do trabalho na agricultura familiar, destacando que o caráter produtivo da mão de obra feminina nesse contexto é invisibilizado e destituído de seu reconhecimento social enquanto trabalho. Discute o processo de dominação/exploração no qual as mulheres estão inseridas mediante sua condição de gênero e sua posição socioeconômica desfavorável enquanto agricultoras familiares camponesas. Demonstra, ainda, como as mulheres são especialmente afetadas pelo processo de expropriação da terra e dos demais recursos da agricultura familiar campone
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Almeida, Ricardo Santos de, Aparecida Mendonça Silva Germano, and Maria Aparecida Vieira de Melo. "Resistência campesina: uma análise do projeto mulheres da caatinga em Igaci e Cacimbinhas, Alagoas, Brasil." Caderno de Geografia 30, no. 2 (2020): 331. http://dx.doi.org/10.5752/p.2318-2962.2020v30n2p331.

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Abstract:
Evidenciaremos por meio deste estudo a superação da invisibilidade e a desvalorização da mulher camponesa a partir da experiência produtiva de 30 mulheres gerenciando um empreendimento gerador de renda e trabalho. Para tal, analisaremos o projeto Mulheres da Caatinga que contribui para o empoderamento político e organizacional da Cooperativa Cheiro da Terra associado a práticas educativas contributas neste processo. A pesquisa aqui evidenciada baseia-se em procedimentos qualitativos e traz à tona experiências de empoderamento político das mulheres camponesas participantes do Coletivo de Mulher
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Peralta, Paula Eduarda Carloto, Amanda Vieira Teodoro, and Ruth Tainá Aparecida Piveta. "O feminismo na prática das mulheres agricultoras." Simpósio Gênero e Polí­ticas Públicas 6 (January 20, 2021): 254–73. http://dx.doi.org/10.5433/sgpp.2020v6.p254.

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Abstract:
As mulheres camponesas no ocidente, não alcançadas por produções teóricas e acadêmicas urbanas e invisibilizadas por uma produção neoliberal de um feminismo hegemônico, vêm resistindo através de uma ação prática do feminismo em seu cotidiano. Agricultoras independentes ou pertencentes a movimentos sociais de luta pela terra, remodelam suas relações com a terra, com a coletividade e com a natureza, subvertendo relações patriarcais. Esse trabalho objetiva refletir sobre as microrrevoluções realizadas por mulheres neste contexto, através da análise da entrevista de uma mulher camponesa integrante
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Calado, Camila, and Valéria Silva. "Agricultura, gênero e reprodução social: Modos de vida das mulheres rurais em contextos de expansão do agronegócio." Revista ECO-Pós 23, no. 2 (2020): 79–107. http://dx.doi.org/10.29146/eco-pos.v23i2.27532.

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Abstract:
Pesquisa analisa os impactos do agronegócio sobre os modos de vida das mulheres das localidades rurais do Vale do Brejo Prata/Sebastião Leal/PI, num contexto em que sociabilidades camponesas passam a ser experimentadas sob trânsitos modernos/tradicionais, globais/locais e rurais/urbanos. Através da etnografia, da observação direta, da fotografia e da entrevista semiestruturada, identificamos a centralidade das mulheres na reprodução social dos grupos locais. Entretanto, se antes com lugares sociais vinculados ao trabalho doméstico, à religiosidade, à pequena criação e ao extrativismo, na atual
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KREFTA, Noemi Margarida. "A mulher camponesa e suas lutas pelo direito à saúde." Tempus Actas de Saúde Coletiva 8, no. 2 (2014): 295. http://dx.doi.org/10.18569/tempus.v8i2.1525.

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Abstract:
Pensar e construir uma política de saúde para os povos do campo, da floresta e das águas tem sido um desafio de vários anos. Em 2004, com a instituição do Grupo da Terra, foi iniciado o debate e a construção de cada passo da Política Nacional de Saúde Integral da População do Campo, Floresta e Águas (PNSIPCFA). Naquela ocasião, os Movimentos Sociais Populares foram convocados para dar sua contribuição, o que foi importante, pois nada mais justo do que ter como protagonista da política aqueles que vivem a realidade em questão.
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Montijo, César Colon. "Mi Jaragual: Masculinidade precária,soberania e farmacolonialidade aural na salsa de Ismael “Maelo” Rivera." Revista ECO-Pós 23, no. 1 (2020): 81–113. http://dx.doi.org/10.29146/eco-pos.v23i1.27544.

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Abstract:
O cantor afro-porto-riquenho Ismael 'Maelo' Rivera (1931-1987) incluiu a sua versão da música "Mi jaragual" em seu álbum intitulado Vengo por la maceta (1973). Essa música pinta um retrato familiar no qual a vida camponesa, a propriedade da terra e a mulher se tornam formas de exercer uma soberania heteropatriarcal fundamentada em ideias românticas sobre nação, família e masculinidade. Este ensaio propõe uma escuta crítica desse retrato patriarcal cantado em “Mi Jaragual”, tomando-o não como um deslize, mas como uma reafirmação do homem ou do masculino como o parâmetro do que significa ser hum
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Vargas, Rosane M. Brum. "A mulher camponesa amazônica e a feira de produtos regionais: uma transformação no seu habitus." Somanlu - Revista de Estudos Amazônicos 13, no. 1 (2013): 70–85. http://dx.doi.org/10.29327/233099.13.1-5.

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Farias, Marisa De Fátima Lomba de. "LAVOURAS E SONHOS: AS REPRESENTAÇÕES CAMPONESAS NOS ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA." REVISTA NERA, no. 11 (May 29, 2012): 33–47. http://dx.doi.org/10.47946/rnera.v0i11.1407.

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Abstract:
A vida no campo se transforma cotidianamente e o camponês – mulheres e homens – convive com essa mudança, em um movimento entre a permanência e a alteração de valores que (re)estruturam a sua identidade. Para analisar o campesinato, é importante valorizá-lo em sua especificidade, considerando o momento histórico vivido. Deve-se ainda, compreendê-lo na sua cultura, na sociabilidade da família e no grupo social mais amplo no qual está inserido. Portanto, as famílias camponesas também se transformam no movimento histórico da sociedade, ou seja, diante da organização produtiva, do mercado, element
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Gaspareto, Sirlei Antoninha Kroth, Erica Karnopp, and Cidonea Machado Deponti. "A Agricultura Camponesa (des)aparecerá frente às determinações do Capital e/ou se (re)criará?" Redes 21, no. 3 (2016): 34–48. http://dx.doi.org/10.17058/redes.v21i3.8391.

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Abstract:
Discute-se neste artigo alguns aspectos relacionados ao debate sobre o (des)aparecimento da agricultura camponesa como um tema recorrente que ganha visibilidade em diferentes contextos e perspectivas teóricas com diferentes entendimentos, concepções e percepções. Esta discussão resulta de processos que estão em construção, vão sendo (re)significados e (re)elaborados pelos próprios sujeitos que permanentemente “se fazem” nas lutas por diferentes modos de vida e por sua vez, tais construções estão em disputa tanto no mundo acadêmico quanto no mundo político. Trabalha-se com a ideia de que mesmo
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Serrano, Carlos. "Os sete papéis da mulher camponesa na província de Gaza, Moçambique: reminiscências de uma antiga pesquisa de campo." Cadernos CERU 27, no. 2 (2016): 107–22. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2595-2536.v27i2p107-122.

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Abstract:
Resumo: O projeto “Educação para a vida familiar nas aldeias comunais e nas atividades femininas através da comunicação social”, do qual participamos no auge da guerra civil, ou, se preferirem, da guerra de desestabilização, teve entre suas fases operacionais uma pesquisa “atitudinal” junto às camponesas da província de Gaza, no sul de Moçambique. O objetivo era o reconhecimento dos fatores que poderiam determinar a aceitação plena e produtiva da introdução de novas tecnologias de trabalho, assim como a mudança de atitude quanto a aspectos de saúde, de higiene e de planejamento familiar. Assim
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Schwendler, Sônia Fátima. "DIA INTERNACIONAL DA MULHER NO CAMPO BRASILEIRO: NOVAS FORMAS DE PROTESTO POLÍTICO E DE RESISTÊNCIA." Revista da Faculdade de Direito da UFG 38, no. 01 (2014): 50. http://dx.doi.org/10.5216/rfd.v38i01.33895.

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Abstract:
Este artigo analisa as novas formas de protesto político e de resistência realizadas por mulheres camponesas brasileiras durante a celebração do Dia Internacional da Mulher. Desde 2006, as mulheres brasileiras da Via Campesina (movimento internacional de organizações camponesas) têm realizado ações radicais, a fim de reivindicar o dia 8 de março como o dia internacional de luta das mulheres trabalhadoras e questionar o modelo político, cultural e econômico de desenvolvimento. Seus esforços para quebrar o silêncio referente ao impacto social e ambiental da expansão do chamado “deserto verde”, c
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Jahn, Elisiane De Fatima. "Envelhecimento do campo e o Movimento de Mulheres Camponesas: desafios e perspectivas." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 113. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.1253.

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Abstract:
Pessoas idosas sempre existiram na história da humanidade, apesar de representarem um fato isolado. No entanto hoje, este fato passa a ser corriqueiro, devido ao processo de envelhecimento populacional. Este fenômeno, também se evidencia com maior intensidade no campo/roça, devido, entre outros fatores a migração dos jovens para as grandes cidades. Esta nova conjuntura da população camponesa aos poucos vai se tornando um desafio, com relação à concretude da reprodução da vida, da produção de alimentos e da organização popular, no entanto, ao mesmo tempo também pode ser inspirador de novas pers
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Maria Campos Vasconcelos Chehab, Isabelle, and Giovana Nobre Carvalho. "Feminismo camponês e popular: a voz que vem do campo." Revista Ártemis 29, no. 1 (2020): 157–71. http://dx.doi.org/10.22478/ufpb.1807-8214.2020v29n1.52385.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo analisar uma nova proposta teórico-prática do feminismo intitulada de Feminismo Camponês e Popular. Para tal fim, adotou-se como marco metodológico a teoria interseccional feminista. Inicialmente, discorreu-se acerca das suas origens e efeitos para a organização dos movimentos autônomos de mulheres do campo e movimentos sociais que se proponham a incluir a pauta de gênero nos seus debates. Na sequência, debruçou-se sobre como este feminismo, urdido e proposto pelas próprias camponesas, está sendo construído. Por derradeiro, concluiu-se que a sua organicidade e ref
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Coutinho, Adelaide Ferreira. "As políticas educacionais do estado brasileiro ou de como negaram a educação escolar ao homem e a mulher do campo - Um percurso histórico." EccoS – Revista Científica 11, no. 2 (2010): 393–412. http://dx.doi.org/10.5585/eccos.v11i2.1931.

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Abstract:
Historicamente, no Brasil, a educação escolar para quem vive e trabalha no campo não foi uma prioridade do Estado. Por muito tempo, apesar do caráter da economia ser eminentemente agrário, a educação rural foi relegada nas legislações brasileiras. Quando a educação camponesa mereceu referência, a intencionalidade foi barrar o êxodo rural fixando o homem ao campo e favorecer a elevação da produtividade rural. Percebe-se que para o campo, desde 1889, se produziram processos educativos de contensão, impedindo que homens e mulheres ousassem querer outro tipo de vida. Em que pese à evidência de que
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Schwendler, Sonia Fatima, Catarina Rielli Vieira, and Mariana Ribeiro Do Amaral. "Relações de trabalho, gênero e geração das jovens camponesas em assentamentos de reforma agrária." Mediações - Revista de Ciências Sociais 23, no. 3 (2017): 248. http://dx.doi.org/10.5433/2176-6665.2018v23n3p248.

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Abstract:
O presente artigo analisa a inserção das jovens camponesas no trabalho do campo tendo como foco a questão de gênero e geração. Para esta análise, toma-se por referência pesquisa realizada em assentamento de reforma agrária no Estado do Paraná, com jovens entre 14 e 20 anos. Por meio da metodologia da história de vida e do grupo focal buscou-se compreender a trajetória de vida da juventude camponesa, em especial das jovens, e as relações de gênero que estabelecem no contexto do trabalho familiar. Argumenta-se que as hierarquias de gênero e geração, que estruturam as relações de poder em regimes
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Barbosa, Lia Pinheiro. "FLORESCER DOS FEMINISMOS NA LUTA DAS MULHERES INDÍGENAS E CAMPONESAS DA AMÉRICA LATINA." Novos Rumos Sociológicos 7, no. 11 (2019): 205. http://dx.doi.org/10.15210/norus.v7i11.17048.

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Abstract:
O presente artigo visa apresentar a concepção de luta das mulheres e de feminismos erigida pelas indígenas e camponesas do campo popular latino-americano. Nesse marco, o escrito destaca dois processos de elaboração teórica em curso, a saber, o Feminismo Camponês e Popular e o Feminismo Comunitário, ambos vinculados à inserção política das mulheres camponesas e indígenas no debate em torno à compreensão teórico-crítica do patriarcado, da opressão de gênero e das vias de construção de sua luta política como mulheres. Adentra-se, ainda, ao contexto de inserção política das Zapatistas com o grito
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Gaspareto, Sirlei Antoninha Kroth, and Valdete Boni. "Movimento de Mulheres Camponesas em Santa Catarina: 30 anos construindo a luta camponesa e feminista." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 7. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.2465.

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Gaspareto, Sirlei Antoninha Kroth, and Zenaide Collet. "Movimento de Mulheres Camponesas em Santa Catarina: em busca de uma Pedagogia Camponesa e Feminista." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 17. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.2466.

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Abstract:
Ao completar 30 anos de história, o Movimento de Mulheres Camponesas em Santa Catarina (MMC/ SC) construiu coletivamente um processo pedagógico de reafirmação da luta histórica pela libertação das mulheres em consonância com a transformação da sociedade que se efetiva, através de novas práticas e relações sociais. Partindo do eixo motivador dessa experiência, foi elaborada uma estratégia de trabalho que ganhou o formato de uma gincana participativa, envolvendo, de forma direta e indireta, as integrantes do MMC num grande mutirão de trabalho e (re)organização de seu movimento. Este trabalho cul
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R. S. Barbosa, Yamira, and Débora F. Lerrer. "Organização, trabalho e cuidado:." Raízes: Revista de Ciências Sociais e Econômicas 38, no. 2 (2018): 88–101. http://dx.doi.org/10.37370/raizes.2018.v38.12.

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Abstract:

 
 
 O artigo descreve a trajetória das mulheres que fundaram o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), o contexto e os fatores que favoreceram o surgimento de um movimento de mulheres agricultoras nos anos 1980. A pesquisa se baseou na análise de documentos, revisão bibliográfica, método de observação participante e entrevistas semiestruturadas com suas fundadoras. O trabalho descreve o percurso pelo qual passaram para obterem reconhecimento enquanto trabalhadoras rurais e acesso a direitos, aponta como surgiu o MMC e seu atual projeto de agricultura camponesa e feminis
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Boni, Valdete. "O conceito clássico de campesinato e o movimento de mulheres camponesas." Raízes: Revista de Ciências Sociais e Econômicas 35, no. 1 (2015): 132–46. http://dx.doi.org/10.37370/raizes.2015.v35.432.

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Abstract:

 
 
 Durante os anos oitenta do século passado, organizações de mulheres rurais começam a aparecer e a consolidar-se em vários estados brasileiros. Em Santa Catarina é criado o Movimento das Mulheres Agricultoras - MMA. Em 2004, movimentos de mulheres agricultoras começaram a se unir em torno de outra denominação - é assim que o Movimento de Mulheres Camponesas - MMC - nasceu. Este artigo começa com uma breve história deste movimento e mostra como o conceito de campesinato foi construído, analisando as práticas e discursos do MMC e como as militantes usam este ter
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Souza, Adelma Ferreira, Sonia Maria P. Pereira Bergamasco, and Eonilson Antonio Lima. "Estratégias de reprodução social camponesa: o poder de resistência da juventude rural, Vale do Jarui, Tocantins." Retratos de Assentamentos 20, no. 1 (2017): 307. http://dx.doi.org/10.25059/2527-2594/retratosdeassentamentos/2017.v20i1.266.

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Abstract:
O presente trabalho objetivo apresentar as condições para a reprodução social camponesa entre as novas gerações no vale do Juari, região noroeste estado do Tocantins. Trata-se, portanto, de compreender porque, diferente de outros estudos sobre a reprodução camponesa e sucessão rural, as novas gerações, inclusive as mulheres, querem ficar no campo. Entende-se que a política de reforma agrária foi vetor para assegurar as novas gerações de camponeses o retorno e acesso à terra. Observa-se que “escolha” dos jovens (homens e mulheres) de continuar nos assentamentos rurais na região do vale não está
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Schwendler, Sônia Fátima. "O processo pedagógico da luta de gênero na luta pela terra: o desafio de transformar práticas e relações sociais." Educar em Revista, no. 55 (March 2015): 87–109. http://dx.doi.org/10.1590/0104-4060.39833.

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Abstract:
O presente artigo analisa o processo pedagógico da luta de gênero que ocorre dentro da luta pela terra a partir do protagonismo das mulheres trabalhadoras do campo. Com base na literatura da temática da educação, gênero e movimentos sociais e, a partir de extensa pesquisa de campo desenvolvida no Sul do Brasil com mulheres e homens do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), este estudo evidencia os principais elementos que contribuíram para o empoderamento das mulheres camponesas e a mutação das relações de gênero na luta pela terra. A
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Nogueira, Verena Sevá. "Trabalho assalariado e campesinato: uma etnografia com famílias camponesas." Horizontes Antropológicos 19, no. 39 (2013): 241–68. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-71832013000100010.

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Abstract:
Partindo de uma pesquisa etnográfica com famílias camponesas que saem de suas terras para trabalhar em diferentes lugares do Brasil, o objetivo deste texto é pensar a relação entre trabalho assalariado e campesinato. O recorte analítico privilegia a modalidade migratória atualmente mais significativa no município de Aracatu (BA), a "migração para o café", na qual, durante quatro meses ao ano, homens e mulheres fecham suas casas no sertão e se deslocam para trabalhar em lavouras de café da região Sudeste. Finalizado o trabalho, retornam para casa e ali permanecem até a colheita do próximo ano.
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Boni, Valdete, and Cleber José Bosetti. "“Camponês é aquele que produz seu próprio alimento": Segurança e Soberania Alimentar como meio de resistência." Revista Grifos 26, no. 42 (2017): 211. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v26i42.3856.

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Abstract:
O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), a partir dos anos 2000, tem discutido o conceito de campesinato associado à ideia de produção de alimentos saudáveis. Nesse contexto, ficam evidentes três conceitos-chaves para discutir o atual momento do MMC, que são o de campesinato, o de segurança alimentar e o de soberania alimentar. Embora com significados um pouco diferentes, esses dois últimos conceitos se entrelaçam na medida em que, para um povo, ter a soberania alimentar significa chances bem maiores de garantir a segurança alimentar. Outro ponto de convergência é a agroecologia, como categor
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Dos Santos, Débora Fragata, and Silvia Aparecida Zimmermann. "O MOVIMENTO DE MULHERES CAMPONESAS NA CONSTRUÇÃO DO FEMINISMO CAMPONÊS POPULAR: PROTAGONISMO FEMININO, PRÁTICAS FEMINISTAS E HISTÓRIA DE LUTA." Novos Rumos Sociológicos 7, no. 11 (2019): 279. http://dx.doi.org/10.15210/norus.v7i11.17051.

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Abstract:
A luta feminista foi fundamental na conquista de direitos básicos para as mulheres, sendo esta evidenciada principalmente pela ação das mulheres em contexto urbanizado, que tendo poucas vezes mencionadas as especificidades das mulheres rurais. Estas mulheres historicamente têm seus trabalhos produtivos invisibilizados e direitos negados, desde direitos profissionais, previdenciários, à terra, entre outros. Os movimentos de mulheres rurais no Brasil surgem da necessidade de uma organização que priorizasse suas demandas. O artigo tem como objetivo explicar a construção do Feminismo Camponês Popu
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Samper-Erice, Adriana, and Flávia Charão-Marques. "Mulheres camponesas, discursos e práticas para outro desenvolvimento." Revista Estudos Feministas 25, no. 2 (2017): 683–705. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9584.2017v25n2p683.

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Abstract:
Resumo: Este artigo propõe uma reflexão sobre aspectos do discurso sobre o desenvolvimento construído pelo Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), acessados por meio da análise de documentos e da observação das práticas das mulheres participantes. A primeira parte do texto trata dos diferentes discursos sobre mulheres e desenvolvimento, pontuando algumas das principais mudanças ao longo das últimas décadas. A próxima seção analisa os principais elementos que constroem o discurso sobre desenvolvimento do MMC, que se contrapõe aos princípios norteadores propostos pelas agências de desenvolvimen
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Collet, Zenaide, and Maurício Roberto da Silva. "As narrativas das crianças sobre as práticas educativas do Movimento de Mulheres Camponesas." Roteiro 43 (December 6, 2018): 399–428. http://dx.doi.org/10.18593/r.v43iesp.16272.

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Abstract:
Com o presente artigo tem-se o intuito de divulgar, por meio das narrativas capturadas de depoimentos orais, a voz da criança camponesa, colocando em destaque suas representações em diálogo com as mães-militantes. A pergunta-problema que orientou a pesquisa foi: no âmbito do diálogo entre crianças e mulheres-mãe militantes, quais as representações sociais sobre o processo formativo e as práticas educativas construídas nas lutas do Movimento de Mulheres Camponesas? Na perspectiva epistemológica, tomamos como referência algumas reflexões sobre as leis e categorias da dialética materialista da hi
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Bassi, Ingrid Gomes, and Jax Nildo Aragão Pinto. "COMUNICAÇÃO, RESISTÊNCIA E NÃO VIOLÊNCIA: AS NARRATIVAS HISTÓRICAS DA RÁDIO COMUNITÁRIA CAMPONESA "PALMARES"." Revista de Comunicação Dialógica, no. 1 (September 5, 2019): 40–55. http://dx.doi.org/10.12957/rcd.2019.40828.

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Abstract:
O presente artigo desenvolve a análise da narrativa histórica da Rádio Comunitária Camponesa “Palmares FM 106,3” do assentamento do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) em Parauapebas, região sudeste do Pará. Para isso utilizamos a matriz metodológica colaborativa e não-extrativista, a partir do corpus de análise de fevereiro de 2019. Como resultados e discussões compreendemos as associações de resistência cultural e política da Rádio Palmares com as fundamentações sobre a importância da comunicação dialógica nas concepções de Freire (1971) e o uso da não violência, baseando-se nas teor
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Bertoncello Valandro, Andressa, Rosana Maria Badalotti, and Maria Elisabeth Kleba. "Saúde e Ambiente como Pautas de Interesse do Movimento de Mulheres Camponesas." Revista Cadernos do Ceom 31, no. 48 (2018): 83. http://dx.doi.org/10.22562/2018.48.08.

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Abstract:
O Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) é uma organização de mulheres residentes/trabalhadoras do campo que emerge em diferentes regiões do Brasil durante a década de 1980. Caracteriza-se por ser um movimento autônomo, feminista, classista e popular. Desde sua emergência tem acumulado importantes conquistas no que se refere à garantia de direitos para as mulheres do campo. Protagonista de uma forma peculiar de compreensão e intervenção sobre a realidade cotidiana, o MMC vem, ao longo de sua história, tecendo novas relações em diferentes dimensões da experiência humana. Deste modo, o artigo qu
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Conte, Isaura Isabel. "De mulheres camponesas em movimento na América Latina ao Movimento de Mulheres Camponesas do Brasil." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 51. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.1256.

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Abstract:
A voz e as demandas políticas das mulheres camponesas no Brasil, na América Latina, e, poderíamos dizer, em todos os continentes aparece tardiamente na história. Isto não significa que se mantivessem passivas ou que não desencadeassem processos de luta, especialmente por mantimentos, por água, terra, enfim, pela defesa de direitos à sobrevivência primeiramente, direitos do mundo do trabalho, e, ou junto a ele a reivindicação da cidadania. Neste ensaio trataremos de movimentos feitos por mulheres camponesas da América Latina, destacando as indígenas, até chegar ao Movimento de Mulheres Campones
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Wedig, Josiane Carine, Angélica Servegnini de Wallau, Ana Flávia Padilha, and André Luiz Simonetti. "Sociabilidade e Lazer entre Mulheres Camponesas." LICERE - Revista do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer 23, no. 2 (2020): 59–82. http://dx.doi.org/10.35699/2447-6218.2020.21784.

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Abstract:
O estudo realiza uma análise de uma organização denominada clube de mães. A partir de um estudo de caso, na comunidade São Caetano, município de São Lourenço do Oeste, em Santa Catarina/Brasil, nosso objetivo foi compreender o papel que o clube de mães ocupa nas práticas de sociabilidade e nas formas de organização de mulheres camponesas. O clube de mães transpõe as dicotomias dos espaços sociais, abrindo a possibilidade de ação das mulheres no espaço público, já que elas passam a frequentar outras comunidades, e deslocam-se a outros municípios, para os quais viajam coletivamente. Ao observar
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Fernandes, Sirlei Aparecida. "Entraves para inclusão de gênero nas políticas de crédito no meio rural." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 157. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.1624.

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Abstract:
Ao pensar políticas de desenvolvimento para o meio rural, é necessário questionar as desigualdades sociais e econômicas que permeiam o debate sobre gênero e agricultura familiar no espaço rural brasileiro. As desigualdades de gênero no meio rural são refletidas no acesso desigual aos recursos econômicos e benefícios oriundos das políticas públicas. Diante deste debate, nas décadas de 1980 e 1990, os movimentos sociais organizados, entre eles, o Movimento de Mulheres Camponesas, pressionam o governo brasileiro a fazer política de crédito diferenciada aos agricultores e agricultoras familiares,
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Oliveira, Deiviani de, Luan Eudair Bridi, Miria Lucia Luiz, and Regina Godinho Alcantara. "Trajetórias de mulheres camponesas no Espírito Santo: permanências e descontinuidades." Revista Brasileira de Educação do Campo 3, no. 4 (2018): 1221–48. http://dx.doi.org/10.20873/uft.2525-4863.2018v3n4p1221.

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Moraes, Dione. "Falas da experiência feminina:." Raízes: Revista de Ciências Sociais e Econômicas 22, no. 1 (2004): 30–45. http://dx.doi.org/10.37370/raizes.2003.v22.207.

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Abstract:

 
 
 A partir de uma pesquisa enfocando a situação de famílias camponesas no contexto da modernização agrícola das chapadas, nos cerrados do sudoeste piauiense, este artigo analisa as narrativas de mulheres camponesas, enfatizando temas como experiência, trabalho, trânsito pelos espaços privado e público e estilo narrativo. Essas narrativas das sertanejas dos cerrados apresentam elementos importantes sobre o trabalho, como a experiência de vida em diversos momentos e espaços sociais — o que tem particular relevância no que se refere a sujeitos de um mundo rural que
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Belaidi, Rabah, and Larissa Carvalho De Oliveira. "O Direito Agrário no Debate sobre Gênero no Campo: Possibilidades e Desafios." Revista de Direito Agrário e Agroambiental 1, no. 2 (2016): 36. http://dx.doi.org/10.21902/2526-0081/2015.v1i2.329.

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Abstract:
A questão de gênero no campo ainda se apresenta como um tema não encarado com a profundidade necessária pelo direito posto pelo Estado, em nosso país. A investigação principal deste trabalho consagra a realidade da mulher rural brasileira, de classe social baixa, no sentido de questionar o contexto em que o direito agrário contribui para a redução ou perpetua a desigualdade de gênero no campo. Trata-se de uma análise jurídica sobre determinado enfoque da realidade das camponesas, especialmente em tom crítico frente às suas dificuldades de acesso aos recursos agrícolas, à extensão rural, aos cr
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Lage, Allene. "A MULHER DENTRO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO: Emancipações em disputa no âmbito da construção de protagonismos." Revista Debates Insubmissos - ISSN:2595-2803 1, no. 1 (2018): 12. http://dx.doi.org/10.32359/debin2018.v1.n1.p12-35.

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Abstract:
Este artigo reúne os resultados do projeto de produtividade científica A MULHER NOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO. Identidades, saberes de luta e educação. Um estudo comparado entre as mulheres do Movimento Sem Terra e as do Movimento das Mulheres Trabalhadoras Rurais, financiado pelo CNPq. O projeto tratou de vários fenômenos inerentes às questões da mulher dentro dos movimentos sociais do campo, tais os processos sociais de (in)visibilização produzidos sobre as mulheres camponesas, as estratégias de luta adotadas pelas mulheres dentro dos movimentos sociais para a sua afirmação no âmbito das r
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Pillett, Edileuza Amoras. "A Participação das Mulheres na Reserva Extrativista Caeté/Taperaçu na Comunidade de Taquandeua-Bragança/PA." Amazônica - Revista de Antropologia 9, no. 1 (2018): 388. http://dx.doi.org/10.18542/amazonica.v9i1.5496.

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Abstract:
A pesquisa “A Participação das Mulheres na Reserva Extrativista Caeté/Taperaçu na Comunidade de Taquandeua”, tem como perspectiva compreender a participação da mulher na atividade extrativista, discutindo o seu papel na sociedade capitalista; tentando identificar como foi constituída a Reserva extrativista Caeté-Taperaçú na Comunidade de Taquandeua. Observou-se quais os benefícios e as vantagens da reserva extrativista para os moradores da referida comunidade; procurando descrever o papel da mulher da comunidade de Taquandeua. A pesquisa de campo ocorreu no período de janeiro a abril de 2016,
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Paula Andrade, Maristela de. "Conflitos agrários e memória de mulheres camponesas." Revista Estudos Feministas 15, no. 2 (2007): 445–51. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-026x2007000200011.

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Abstract:
Este artigo toma para objeto de reflexão questões suscitadas por pesquisa com mulheres camponesas, autodenominadas e conhecidas como quebradeiras de coco babaçu, acerca de conflitos em que estiveram e se encontram envolvidas, elas e suas famílias, no Maranhão. Procura-se refletir sobre aspectos metodológicos suscitados pela análise de depoimentos de lideranças camponesas femininas que reconstroem, hoje, um tempo vivido no passado.
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Valandro, Andressa Bertoncello, Rosana Maria Badalotti, Cristiane Tonezer, and Egon Roque Frohlich. "Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) na defesa da soberania alimentar." COLÓQUIO 15, no. 1 (2018): 71–88. http://dx.doi.org/10.26767/coloquio.v15i1.768.

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Abstract:
Os movimentos sociais, aqui entendidos como expressões de poder da sociedade civil organizada, têm sido objeto de diferentes discursos, tanto em nível acadêmico quanto dos governos, pressionados a produzir respostas às demandas destes atores sociais coletivos. No Brasil, diversos movimentos sociais emergem nas décadas de 1970 e 1980, juntamente com o processo de redemocratização do país, sendo que, na região do oeste catarinense, destaca-se o surgimento de movimentos relacionados ao campo, como é o caso do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), objeto deste estudo. O MMC caracteriza-se como u
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Hollebach, Gabriela Boemler. "O discurso do MMC sobre as alterações no Código Florestal Brasileiro." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 133. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.1333.

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Abstract:
Uma disputa polarizada norteou o debate a respeito do Projeto de Lei 1876/99, que propõe modificações à Lei 4771/65, também conhecida como Código Florestal Brasileiro. Para ambientalistas e movimentos sociais, as alterações representam um retrocesso na política ambiental; para apoiadores do projeto, uma forma de garantir a segurança jurídica dos produtores. Por um lado, as militantes do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) têm como principal bandeira o Projeto de Agricultura Camponesa Ecológico, por outro, as modificações regularizariam sua situação jurídica, visto que, segundo a atual legis
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Alves, Sandra Maria Campos, and Gisélia Batista de Oliveira. "As Contribuições de Paulo Freire para o empoderamento feminino no campo." Research, Society and Development 9, no. 6 (2020): e42963452. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i6.3452.

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Abstract:
O empoderamento feminino é um tema atual que abordam as relações de gêneros. Este artigo tem como objetivo analisar as contribuições de Paulo Freire ao empoderamento feminino no campo para a construção de uma sociedade camponesa igualitária nas relações de gêneros. Para a explanação do tema o texto está dividido em três tópicos: A Pedagogia Progressista e as Relações de Gênero; O Empoderamento Feminino Camponês em uma Perspectiva Freireana e As Relações de Trabalho entre os Gêneros no campo. A metodologia usada é a pesquisa bibliográfica. O empoderamento, segundo Paulo Freire, não é suficiente
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Simon, Carolina Russo. "O PROTAGONISMO DAS MULHERES NA UNIÓN DE TRABAJADORES RURALES SIN TIERRA (UST/MNCI) E A EMERGÊNCIA DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE FEMINISMO NA VIA CAMPESINA/ The role of women in the Unión de Trabajadores Rurales Sin Tierra (UST / MNCI) and the emergence of a new conception of feminism in Via Campesina/ El papel de la mujer en la Unión de Trabajadores Rurales Sin Tierra (UST / MNCI) y el surgimiento de una nueva concepción del feminismo en la Vía Campesina." REVISTA NERA, no. 53 (April 13, 2020): 193–215. http://dx.doi.org/10.47946/rnera.v0i53.6730.

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Abstract:
A proposta deste artigo é discutir a importância do protagonismo das mulheres na conformação da Unión de Trabajadores Rurales Sin Tierra (UST/MNCI), bem como a atuação atual indispensável dessas mulheres nos movimentos camponeses pertencentes a Via Campesina, analisando assim a UST-MNCI como movimento local da Província de Mendoza; o Movimiento Nacional Campesino Indigena (MNCI) como movimento Nacional argentino; a Coordenadoria Latino-americana de Organizações do Campo (CLOC) como rede de movimentos na América Latina e mundial pela Via Campesina. Para isso, com base em abordagens da pesquisa
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Dahmer, Mariza Madalena, Olga Manosso, and Sederli Bombarda Sobrinho. "Roda de conversa: relato da experiência do movimento de mulheres camponesas no enfrentamento à violência contra a mulher no Assentamento Itamarati." RealizAção 7, no. 13 (2020): 81–96. http://dx.doi.org/10.30612/realizacao.v7i13.11201.

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Abstract:
O presente artigo relata e analisa a partir da Roda de Conversa a importância da organização coletiva das mulheres, da formação e da luta no enfrentamento à violência. A metodologia foi pautada a luz dos referenciais teóricos que abordam a violência contra a mulher, pelas questões de gênero e pelos registros das atividades realizadas no período de fevereiro de 2017 a dezembro de 2018, nas listas de presença e pelo arquivo fotográfico da Roda de Conversa. Foi levantado ainda o número de atendimentos psicológicos e jurídicos realizados nesse período pelo Centro de Atendimento à Mulher (CAM) do m
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Pulga, Vanderléia Laodete. "Contribuições do movimento de mulheres camponesas para a formação em saúde." Trabalho, Educação e Saúde 11, no. 3 (2013): 573–90. http://dx.doi.org/10.1590/s1981-77462013000300007.

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Abstract:
Este artigo apresenta reflexões com base na experiência e na pesquisa desenvolvida com as mulheres camponesas vinculadas atualmente ao Movimento de Mulheres Camponesas e também na interação com grupos, movimentos, articulações, práticas e coletivos de educação popular em saúde que atuam em todas as regiões do Brasil. Identificamos as bases do contexto e do cotidiano de vida, de resistência e de luta dessas mulheres camponesas, suas interfaces com os processos de saúde-adoecimento, bem como as contribuições político-pedagógicas que emergem nas práticas de cuidado, promoção e educação popular em
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Teixeira, Iraí Maria de Campos, and Maria Waldenez de Oliveira. "Práticas de cuidado à saúde de mulheres camponesas." Interface - Comunicação, Saúde, Educação 18, suppl 2 (2014): 1341–53. http://dx.doi.org/10.1590/1807-57622013.0476.

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Abstract:
O presente artigo apresenta resultados de pesquisa acerca de práticas de cuidado à saúde de mulheres camponesas do Assentamento Monte Alegre VI – SP. A metodologia, qualitativa, constou de observação participante, entrevistas individuais e coletivas, tendo ocorrido 15 visitas no período de abril de 2010 a julho de 2011. Participaram doze moradoras, das quais, seis agentes comunitárias de saúde. As práticas de cuidado à saúde referem-se a: companheirismo, diálogo, escuta ativa, mobilizações sociais, assistência multiprofissional dos serviços de saúde, uso de plantas medicinais, crença religiosa
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Faleiro, Wender, and Magno Nunes Farias. "Inclusão de mulheres camponesas na universidade: entre sonhos, desafios e lutas." Educação e Pesquisa 43, no. 3 (2017): 833–46. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-9702201707168124.

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Abstract:
Resumo A educação do campo surge a partir dos movimentos sociais, e busca propiciar, além de uma formação específica e qualificada para as escolas rurais, a inclusão de camponeses na educação superior. Assim, possui caráter de ação afirmativa, pois objetiva diminuir a desigualdade histórica de acesso à educação dos povos do campo. No presente estudo, volta-se o olhar às mulheres do campo, ingressantes na primeira turma (2014) de licenciatura em educação do campo (LEdoC) da Universidade Federal de Góias, Regional Catalão (UFG-RC), com o objetivo de analisar se o ingresso dessas mulheres no ensi
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Collet, Zenaide, and Maurício Roberto da Silva. "As narrativas das crianças sobre as práticas educativas do Movimento de Mulheres Camponesas." Roteiro 43 (December 6, 2018): 399. http://dx.doi.org/10.18593/r.v0i0.16272.

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Abstract:
Resumo: Com o presente artigo tem-se o intuito de divulgar, por meio das narrativas capturadas de depoimentos orais, a voz da criança camponesa, colocando em destaque suas representações em diálogo com as mães-militantes. A pergunta-problema que orientou a pesquisa foi: no âmbito do diálogo entre crianças e mulheres-mãe militantes, quais as representações sociais sobre o processo formativo e as práticas educativas construídas nas lutas do Movimento de Mulheres Camponesas? Na perspectiva epistemológica, tomamos como referência algumas reflexões sobre as leis e categorias da dialética materialis
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Collet, Zenaide, and Maurício Roberto da Silva. "As narrativas das crianças sobre as práticas educativas do Movimento de Mulheres Camponesas." Roteiro 43 (December 6, 2018): 399. http://dx.doi.org/10.18593/r.v43i0.16272.

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Abstract:
Resumo: Com o presente artigo tem-se o intuito de divulgar, por meio das narrativas capturadas de depoimentos orais, a voz da criança camponesa, colocando em destaque suas representações em diálogo com as mães-militantes. A pergunta-problema que orientou a pesquisa foi: no âmbito do diálogo entre crianças e mulheres-mãe militantes, quais as representações sociais sobre o processo formativo e as práticas educativas construídas nas lutas do Movimento de Mulheres Camponesas? Na perspectiva epistemológica, tomamos como referência algumas reflexões sobre as leis e categorias da dialética materialis
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Taborda, Noeli Welter. "Mulheres camponesas e o dia 08 de março na luta de classes." Revista Grifos 22, no. 34/35 (2014): 89. http://dx.doi.org/10.22295/grifos.v22i34/35.2468.

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Abstract:
O presente ensaio traz um estudo sobre a origem e a importância do dia 08 de março, marco internacional de luta das mulheres trabalhadoras, sob a perspectiva de classe e de gênero. Com o objetivo de registrar elementos da ressignifi cação da data, este ensaio apresenta uma refl exão sobre a ação das mulheres, em especial das camponesas, através do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Tal ressignifi cação apresenta o dia 08 de março como uma data de resistência, além da participação das mulheres camponesas nesse processo, a partir de propostas de mobilização construídas pelo MMC. A metodolog
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