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BATISTA, Alcelides. "A (IN)VIABILIDADE DA NAVEGAÇÃO COMERCIAL PELO ARAGUAIA: UM SÉCULO DE DESAFIOS." Revista Margens Interdisciplinar 11, no. 16 (2018): 13. http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v11i16.5390.

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Abstract:
O objetivo desse artigo é apresentar um breve contexto histórico da navegação fluvial pelo rio Araguaia, considerando as ações políticas e administrativas tomadas em fins do século XVIII e ao longo do século XIX, no intuito de efetivar a comunicação e o comércio interprovincial Goiás-Pará. A partir do contexto histórico, pretende-se demonstrar também como os acidentes naturais existentes tornaram-se fatores limitantes para a implantação da navegação fluvial. Dessa forma, apresentamos relatórios de viajantes, estudos e memórias descritivas do período que registraram as condições de navegabilida
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Ferreira Oliveira, Guilherme. "Circum-navegação e o expansionismo estadunidense no século XIX." Fronteiras & Debates 4, no. 2 (2018): 203. http://dx.doi.org/10.18468/fronteiras.2017v4n2.p203-206.

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Abstract:
<p>Alguns trabalhos historiográficos contribuem significativamente graças a sua análise cuidadosa e pormenorizada do objeto de estudo, outras têm seu brilhantismo na qualidade e no teor do material utilizado como fonte. Podemos dizer que o livro <em>Velas ao Mar</em> compreende esses dois aspectos com êxito. A autora, Mary A. Junqueira, professora dos programas de História e Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), é reconhecida como umas das principais referências no Brasil para o estudo da História dos Estados Unidos e das narrativas e práticas estabeleci
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Soffiati, Arthur. "Os canais de navegação do século XIX no Norte Fluminense." Boletim do Observatório Ambiental Alberto Ribeiro Lamego 1, no. 2 (2007): 13–23. http://dx.doi.org/10.5935/2177-4560.20070010.

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Iglezias Motta Dourado, Bruna. "Companhia Pernambucana de Navegação a Vapor:." Revista Maracanan, no. 36 (October 4, 2024): 358–85. http://dx.doi.org/10.12957/revmar.2024.82710.

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Abstract:
Este trabalho investiga a trajetória de uma empresa de navegação a vapor, a Companhia Pernambucana de Navegação a Vapor (1853-1908). A empresa sediada no Recife-PE, foi criada pelo governo imperial para promover a navegação regular a vapor, entre os portos de Maceió, em Alagoas, e Fortaleza, no Ceará. A metodologia proposta por este estudo utiliza uma ampla gama de fontes composta por decretos legislativos, relatórios ministeriais, provinciais e periódicos. O estudo da trajetória da Companhia Pernambucana de Navegação a Vapor pretende contribuir para a ampliação das pesquisas em história de em
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Nunes, Francivaldo Alves. "“Servidos por boas estradas fluviais”:." Antíteses 16, no. 32 (2023): 401–21. http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2023v16n32p401-421.

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Abstract:
Este texto propõe recuperar os principais debates que envolveram a implantação de vias de navegação no Pará da segunda metade do século XIX, com destaque para as experiências vivenciadas nos rios Araguaia e Tocantins. Para isso estamos utilizando um conjunto de documentação produzida pela administração provincial e do Império, assim como os anais do parlamento brasileiro. A perspectiva é desenvolver uma análise que percebe a instituição de uma navegação regular a vapor como ação que busca promover o desenvolvimento econômico e a promoção do povoamento da Amazônia.
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Gomes, Anna Beatriz de Andrade, and Giselle Costa de Sousa. "Conhecimentos de natureza matemática mobilizados pelo uso do Octante Reflexivo de John Hadley (1682-1744)." Boletim Cearense de Educação e História da Matemática 11, no. 32 (2024): 1–16. http://dx.doi.org/10.30938/bocehm.v11i32.12436.

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Abstract:
Desde tempos antigos, a matemática desempenha um papel crucial no desenvolvimento da sociedade. Estudos da História da Matemática apontam que a Matemática em si não era uma área institucionalizada até o século XIX, e, antes disso era utilizada em áreas que identificamos como na navegação, astronomia, engenharias, entre outras. Durante os séculos XVII e XVIII não foi diferente, a matemática, por exemplo, aparece associada à construção e uso de instrumentos utilizados para atender necessidades sociais, como no caso do desenvolvimento da navegação. Nesta ótica, o presente trabalho tem o objetivo
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Carvalho, Francisquinha Laranjeira. "A formação de cidades ribeirinhas no Araguaia a partir de presídios militares — século XIX." Labor e Engenho 11, no. 2 (2017): 137. http://dx.doi.org/10.20396/labore.v11i2.8649746.

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Abstract:
O presente artigo aborda o Rio Araguaia como o caminho, a estrada para o desenvolvimento do comércio, na segunda metade do século XIX. A navegação fluvial brasileira apresenta-se, nesse período, como meio de propiciar condições de vida aos moradores das cidades mais afastadas dos principais centros comerciais e próximas dos rios, fundamentadas no intercâmbio comercial mais efetivo com o exterior. Na primeira metade do século XIX, os receios de invasão externa através dos rios levaram o príncipe D. João VI, em 1809, a viabilizar a política de defesa e proteção do Território Imperial através da
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Gregório, Vitor Marcos. "O progresso a vapor: navegação e desenvolvimento na Amazônia do século XIX." Nova Economia 19, no. 1 (2009): 185–212. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-63512009000100008.

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Abstract:
O estabelecimento de linhas regulares de barcos a vapor na região amazônica não foi uma decisão rápida nem tampouco simples. Decorreu de longo processo decisório que se criou juntamente com o início da vida parlamentar brasileira, ainda em 1826, e passou por diversos avanços e retrocessos antes que a abertura do rio Amazonas a todos os países amigos atraíssem definitivamente o capital estrangeiro para a atividade, a partir de 1867. Este artigo pretende analisar este processo fundamental para a formação do Estado nacional brasileiro e para a definitiva incorporação da Amazônia ao conjunto do Im
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Paião, Caio Giulliano. "Culturas de trabalho e associações de práticos em Manaus e Belém (anos finais do século XIX)." Mundos do Trabalho 11 (October 22, 2019): 1–22. http://dx.doi.org/10.5007/1984-9222.2019.e65676.

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Abstract:
O trecho fluvial entre Belém e Manaus há muitos anos era percorrido por populações nativas e suas práticas de navegação. O prático é ainda hoje o embarcadiço que guia e/ou pilota navios de diferentes calados. Com os avanços capitalistas na região, impulsionados pela expansão da navegação a vapor, a necessidade de compor tripulações com práticos experimentados obrigou armadores e comandantes a negociarem com habitantes e suas culturas de trabalho. Nos anos finais do oitocentos, de maior movimento náutico e portuário, companhias armadoras passaram a questionar o controle destes profissionais sob
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OLIVEIRA, RENATA FERREIRA DE. "“EU NÃO QUERO ESTRADAS EM MINHAS TERRAS!” os indígenas entre os projetos de navegação e desenvolvimento do Jequitinhonha e Mucuri na segunda metade do século XIX." Outros Tempos: Pesquisa em Foco - História 19, no. 34 (2022): 241–72. http://dx.doi.org/10.18817/ot.v19i34.990.

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Abstract:
Este texto vai tratar das relações entre os indígenas e os principais empreendimentos comerciais do norte de Minas Gerais e o sul da Bahia focando na disputa entre os rios Mucuri e Jequitinhonha, na segunda metade do século XIX. O território analisado foi palco de rivalidades de dois grandes projetos estatais/particulares, o encabeçado pela Bahia: navegação do Jequitinhonha e o coordenado pelos Ottoni: navegação do Mucuri. Conceder a ocupação desse território a particulares constituiu-se enquanto uma manobra do governo imperial para sua consolidação nas fronteiras. As empresas fomentadas com d
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Marques, Isthefany Pereira, and Sidclay Pereira Cordeiro. "A navegação no Rio São Francisco e a formação territorial de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA)." Revista Mutirõ. Folhetim de Geografias Agrárias do Sul 6, no. 1 (2025): 63–76. https://doi.org/10.51359/2675-3472.2025.265871.

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Abstract:
Com mais de quatrocentos anos de história na formação territorial brasileira, o Rio São Francisco desempenhou um papel crucial na colonização e ocupação do semiárido brasileiro. A navegação contribuiu para o fortalecimento de um mercado interno nessa área, especialmente em suas margens, e facilitou o transporte das produções do interior até os portos marítimos. Assim, esta pesquisa pretende elaborar uma linha do tempo sobre o processo de navegação no Rio São Francisco, focando na formação territorial de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Para sua construção, foram pesquisadas fontes secundárias e
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Costa, Ivoneide, and Anderson Macedo Da Silva. "Recursos gráficos utilizados nos mapas no século XIX: desenhos e mapas da Comissão de Melhoramento do Rio São Francisco." Revista Geometria Gráfica 3, no. 2 (2019): 83. http://dx.doi.org/10.51359/2595-0797.2019.243740.

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Abstract:
No século XIX muitos engenheiros foram contratados para pôr em prática osempreendimentos ligados à modernização de portos, estradas e urbanísticas. Com o intuito de facilitar as transações de mercadorias e pessoas, a ideia do governo era criar nas regiões relacionadas com o vale do Rio São Francisco um amplo sistema geral de transporte utilizando as vias de comunicação fluvial, ferroviária e terrestre, criando assim um grande sistema de comunicação e transporte. A Comissão de Melhoramento do Rio São Francisco (CMRSF) foi criada em 1883 para executar melhoramentos no rio com objetivo de facilit
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Medeiros, Euclides Antunes, and Olívia Macedo Miranda Cormineiro. "BARQUEIROS, NAVEGAÇÃO E CULTURA:Narrativas e representações acerca da dominação e das resistências nas águas dos rios Araguaia e Tocantins entre os séculos XIX e XX." História Revista 19, no. 3 (2016): 151. http://dx.doi.org/10.5216/hr.v19i3/30308.

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Abstract:
Neste artigo pretendemos perscrutar as representações construídas pelas narrativas domédico Francisco Ayres da Silva e outros interlocutores relativas aos sertões quesão singrados pelos rios Araguaia e Tocantins e que circunscrevem os Estados dePará, Maranhão e norte de Goiás, atual Estado de Tocantins[i].Interrogando essas narrativas pretendemos evidenciar algumas das dimensõessocioculturais que envolvem o trabalho e a vida das tripulações que navegavam essesrios entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras do século XX, e que,em um movimento duplo, disputavam seus modos de viver e r
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Costa, Ivoneide de França. "Comissão hidráulica do Império (1879-1880)." Projeto História : Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História 75 (December 15, 2022): 55–88. http://dx.doi.org/10.23925/2176-2767.2022v75p55-88.

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Abstract:
O processo de modernização ocorrido no século XIX influenciou as estruturas econômicas ao redor do mundo. Para estudo e execução dos empreendimentos Imperiais, contrataram-se cientistas e engenheiros nacionais e estrangeiros que realizaram ações individuais ou desenvolveram seus trabalhos em comissões, dentre as quais destaca-se a Comissão Hidráulica do Império – CHI (1879-1880). O presente artigo tem por objeto a CHI, constituída para estudar e propor melhoramentos para o porto de Santos e o sistema de navegação através do rio São Francisco. No texto, tem como foco estudar os projetos para o
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Monnerat, Tanize. "Brasil telegrafado: o impacto das novas tecnologias de informação sobre a circulação de objetos culturais entre Brasil e França (1874-1899)." Jangada: crítica | literatura | artes 1, no. 17 (2021): 81–108. http://dx.doi.org/10.35921/jangada.v1i17.358.

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Abstract:
Este artigo analisa as notícias breves presentes nas principais publicações francesas do fim do século XIX. Registro mais abundante na imprensa francófona, ele é amplamente tocado pelas inovações tecnológicas da informação: telégrafo, navegação e agência de imprensa. O que intensifica a circulação de gêneros midiáticos, mediadores e sobretudo objetos culturais entre o Brasil e a França. Tais transformações tornam a comunicação transatlântica mais rápida e abundante, estabelecendo mesmo uma rede internacional de comunicação. Como principais consequências observa-se a introdução de novas fontes,
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Silva, Gustavo Pereira da. "O predomínio das casas estrangeiras sobre a exportação cafeira em Santos no século XIX." América Latina en la Historia Económica 22, no. 3 (2015): 213. http://dx.doi.org/10.18232/alhe.v22i3.655.

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Abstract:
<p>A historiografia econômica indica o domínio das casas estrangeiras sobre a exportação cafeeira em Santos a partir da década de 1890. Todavia, há uma lacuna no entendimento do processo que levou o capital estrangeiro a controlar a exportação do café brasileiro no XIX. Nosso trabalho visa elucidar o aparecimento de casas estrangeiras – sobretudo inglesas e alemãs – em meados daquele século no porto de Santos e compreender como tais empresas conseguiram açambarcar quase toda a exportação cafeeira da província de São Paulo nas décadas de 1880 e 1890. Para tanto, utilizamos relatórios da A
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Gregório, Vitor Marcos. "O poder da representação: a relação entre Executivo e Legislativo na política imperial de meados do século XIX." Almanack, no. 13 (August 2016): 56–82. http://dx.doi.org/10.1590/2236-463320161304.

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Abstract:
Resumo Este artigo tem por objetivo analisar brevemente dois momentos da dinâmica política brasileira de meados do século XIX: os debates em torno da criação da província do Paraná, em 1843; e os debates em torno do estabelecimento de linhas de navegação no rio Amazonas, em 1853. A partir da constatação de que a relação entre os poderes Executivo e Legislativo ao longo destes debates não se baseava na submissão de deputados e senadores às determinações e opiniões emanadas do ministério, é feita a indicação da necessidade de se repensar o processo político do império brasileiro sobre novas base
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Nunes, Francivaldo Alves. "“Por terra ou por água”: os rios Tapajós e Xingu entre os planos de transporte na Amazônia do século XIX." Topoi (Rio de Janeiro) 24, no. 53 (2023): 445–64. http://dx.doi.org/10.1590/2237-101x02405304.

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Abstract:
RESUMO Este texto propõe recuperar os principais debates que envolveram a implantação de vias de navegação no Pará da segunda metade do século XIX, reservando um aparte para as experiências vivenciadas nos rios Tapajós e Xingu. Para isso, utilizamos um conjunto de documentação produzida pela administração provincial e do Império, assim como os anais do parlamento brasileiro. A perspectiva é compreender as ações do governo imperial como política de incentivo à migração de populações para áreas beneficiadas com essas construções, de forma a perceber os impactos sobre a ocupação e o consequente a
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Silva, Weder Ferreira da. "Empreendimentos comerciais e a “questão indígena” nos sertões de Minas Gerais (1847-1860)." Em Tempo de Histórias, no. 18 (August 31, 2011): 65–78. http://dx.doi.org/10.26512/emtempos.v0i18.19890.

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Abstract:
A Companhia do Mucuri, fundada em 1847 pelo renomado político liberal Teófilo Benedito Ottoni, foi criada em um período de intensa atividade comercial e financeira no Brasil Imperial. Para colocar em prática o ambicioso projeto de comércio e navegação a vapor que interligaria a província de Minas à praça comercial do Rio de Janeiro, o diretor da Companhia empreendeu a conquista de uma região até então habitada pelos temidos índios botocudo. O presente trabalho pretende abordar as estratégias de cooptação do apoio da população autóctone para o empreendimento capitalista. Pretendemos destacar ai
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Rei Coronato, Daniel. "Convenção Preliminar de Paz de 1828 e a formação do sistema internacional platino." Campos Neutrais - Revista Latino-Americana de Relações Internacionais 5, no. 2 (2023): 27–39. http://dx.doi.org/10.14295/rcn.v5i2.15802.

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Abstract:
A Convenção Preliminar de Paz de 1828 pôs fim a um dos mais significativos conflitos internacionais da região platina no século XIX: a Guerra da Cisplatina (1825-1828). Originalmente concebida como provisória, acabou por tornar-se o único dispositivo jurídico internacional relevante na região platina nas décadas seguintes. Contudo, suas disposições falharam em definir fronteiras, assim como estabelecer um marco de relacionamento entre os Estados, especialmente em questões de navegação, extradição e comércio. A ambiguidade de seus artigos abriu caminho para intervenções estrangeiras e conflitos
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Dornelles, Soraia Sales. "Trabalho compulsório e escravidão indígena no Brasil imperial: reflexões a partir da província paulista." Revista Brasileira de História 38, no. 79 (2018): 87–108. http://dx.doi.org/10.1590/1806-93472018v38n79-05.

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Abstract:
RESUMO Este artigo trata de um tema ainda muito pouco explorado na historiografia, o trabalho indígena no Brasil imperial, principalmente posterior à década de 1840, a partir das alterações da legislação indigenista de 1845 (Regulamento acerca das Missões de Catequese e Civilização de Índios) e imperial de 1850 (Lei de Terras). Em desacordo com a falácia já em voga no século XIX, de que os índios não se prestavam ao trabalho, observamos como essas populações atuaram nos mais diversos ramos econômicos: agricultura, pecuária, atividades extrativistas, serviços domésticos, abertura de estradas e
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Sinder, Matheus. "Indústria Escravista na Bahia." História, histórias 11, no. 21 (2024): 76–104. http://dx.doi.org/10.26512/rhh.v11i21.51827.

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Abstract:
O presente trabalho tem como objetivo discutir a presença industrial na Bahia do século XIX. Para isso, objetivamos desconstruir as perspectivas de que há no oitocentos um atraso industrial no Brasil. Por isso, tomamos a província da Bahia como centro da análise abordando: a quantidade de fábricas existentes; os principais setores fabris em dessas fábricas; as dinâmicas de mercados dessas fábricas e a identificação de uma ausência de incompatibilidade entre indústria e escravidão no período. Para isso, utilizamos as documentações dos Almanacks administrativos e mercantis da Bahia de meados dos
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Puh, Milan. "Imigração como relato: experiências de viajantes croatas." Epígrafe 5, no. 5 (2018): 139. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2318-8855.v5i5p111-142.

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Abstract:
Neste trabalho será realizada uma abordagem das relações entre o relato de viagem e as diversas experiências de imigrantes croatas no Brasil. Especificamente, trataremos das experiências migratórias ocorridas entre 1850 e o fim da Primeira Guerra mundial (até 1918), arco temporal tido como o primeiro período de imigração croata para o país. Nesse sentido, foram abordados os relatos, as histórias e dados referentes aos imigrantes croatas que chegaram com passaportes do Império Austro-húngaro, sendo registrados, desta forma, como “austríacos”. Trata-se de três relatos: de imigrantes croatas prod
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XIMENES NETO, Antonio Rodrigues, Jáder Onofre de MORAIS, and Lidriana de Souza PINHEIRO. "MODIFICAÇÕES NA GEOMORFOLOGIA MARINHA A PARTIR DE ESTRUTURAS PORTUÁRIAS: O CASO DO MUCURIPE, FORTALEZA/CE." Geosciences = Geociências 37, no. 4 (2018): 793–805. http://dx.doi.org/10.5016/geociencias.v37i4.12597.

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Abstract:
O litoral de Fortaleza/CE apresenta desde o século XIX importantes alterações na linha de costa, principalmente devido a obras portuárias e de estruturas mitigatórias de erosão. A pesquisa teve como objetivo analisar a evolução batimétrica do litoral norte de Fortaleza desde o início de operação do porto do Mucuripe em 1945. A área de estudo foi delimitada pelo espigão do Titanzinho e o emissário submarino, porém foi enfatizado o entorno portuário. Foi realizada a construção de modelos digitais batimétricos a partir das cartas náuticas da Diretoria de Hidrografia e Navegação – DHN entre 1945 e
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Fiori, Natalia. "Educación y revolución y revolución." Revista HISTEDBR On-line 23 (April 27, 2023): e023001. http://dx.doi.org/10.20396/rho.v23i00.8667907.

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Denis, Ferdinand, Carl Schlichthorst, José Maria Pereira da Silva, et al. "Século XIX." Teresa, no. 21 (December 26, 2021): 333–401. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2447-8997.teresa.2021.188315.

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Borges, Marco Oliveira. "A carreira da Índia e o problema da entrada na barra do rio Tejo." Revista de História da Sociedade e da Cultura 20 (December 31, 2020): 53–77. http://dx.doi.org/10.14195/1645-2259_20_3.

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Abstract:
Em finais do século XVI, devido a obras de fortificação, os canais de navegação da barra do rio Tejo começaram a assorear, a estreitar e a apresentar uma profundidade menor, afectando fortemente a navegação, sobretudo dos navios da carreira da Índia, caracterizados pelas suas grandes dimensões. O maior problema verificou-se na carreira de São Gião (São Julião), que é o canal Norte de navegação e o principal para os navios que se deslocavam para Lisboa, ficando mais sujeito a ser palco de encalhes e de naufrágios. Este estudo pretende contribuir para a discussão destes assuntos, tentando ao mes
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Hahner, June E. "Escolas mistas, escolas normais: a coeducação e a feminização do magistério no século XIX." Revista Estudos Feministas 19, no. 2 (2011): 467–74. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-026x2011000200010.

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Abstract:
A presente discussão objetiva explorar aspectos históricos sobre o lugar da coeducação no momento em que o magistério primário passou da ocupação majoritariamente masculina, em meados do século XIX, para a ocupação feminina, no século XX. A educação de meninas e a feminização do magistério, ocorridas ainda no século XIX, são analisadas no fluxo das reformas que aconteceram no final do século XIX e só podem ser entendidas a partir da ideia de modernização instaurada no país, na transição do século XIX para o século XX.
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Domingues, Ângela. "O Brasil nos relatos de viajantes ingleses do século XVIII: produção de discursos sobre o Novo Mundo." Revista Brasileira de História 28, no. 55 (2008): 133–52. http://dx.doi.org/10.1590/s0102-01882008000100007.

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Abstract:
O conhecimento científico do Brasil é anterior ao período da abertura dos portos brasileiros ao comércio e navegação das nações europeias. Embora seja inegável a importância e a novidade trazidas pelas obras de John Mawe, Thomas Lindley, Henry Koster, Maximiliano de Wied-Neuwied ou do barão de Eschwege, há que considerar que o Brasil tornou-se mais conhecido dos europeus do Setecentos graças aos roteiros, diários de viagens, mapas e vistas de marinheiros e traficantes, corsários e piratas que percorreram o litoral brasileiro durante o século XVIII. Assim como pelos registos produzidos por home
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Payen, Pascal. "A constituição da história como ciência no século XIX e seus modelos antigos: fim de uma ilusão ou futuro de uma herança?" História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography 4, no. 6 (2011): 103–22. http://dx.doi.org/10.15848/hh.v0i6.250.

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Abstract:
O objetivo do artigo é o de analisar a relação entre a constituição da história como disciplina científica no século XIX e os modelos antigos da historiografia. Nesse sentido, serão abordados as diferentes concepções de história do século XVI ao XVIII, as mutações historiográficas do início do século XIX, e, por fim, a importância de Tucídides para a constituição da ciência histórica, sobretudo, na Alemanha do século XIX.
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Osta, Maria Laura. "Discussões feministas no século XIX." Revista NUPEM 6, no. 11 (2017): 23–38. http://dx.doi.org/10.33871/nupem.v6i11.232.

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Abstract:
No século XIX no Brasil duas vezes foram discutidos os direitos políticos das mulhers pelos deputados. Analisando suas falas a partir de uma história da leitura, trabalharemos com os conceitos apropriados pelos deputados. No ano 1821 se defenderam pela primeira vez na América Latina os direitos políticos das mulheres. As ideias que a ilustração criou sobre as mulheres impregnaram as falas dos deputados. O binômio moral-mulheres apareceu várias vezes como inseparável e defendido como um dos principais argumentos para outorgar o voto às mulheres. Analisaremos de onde provêm esses conceitos tão f
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Osta, Maria Laura. "Discussões feministas no século XIX." Revista NUPEM 6, no. 11 (2017): 23–38. http://dx.doi.org/10.33871/nupem.v6i11.232.

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Abstract:
No século XIX no Brasil duas vezes foram discutidos os direitos políticos das mulhers pelos deputados. Analisando suas falas a partir de uma história da leitura, trabalharemos com os conceitos apropriados pelos deputados. No ano 1821 se defenderam pela primeira vez na América Latina os direitos políticos das mulheres. As ideias que a ilustração criou sobre as mulheres impregnaram as falas dos deputados. O binômio moral-mulheres apareceu várias vezes como inseparável e defendido como um dos principais argumentos para outorgar o voto às mulheres. Analisaremos de onde provêm esses conceitos tão f
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Pastorini, Vanessa. "Mulheres francesas do século XIX." albuquerque: revista de história 13, no. 26 (2021): 47–66. http://dx.doi.org/10.46401/ardh.2021.v13.14405.

Full text
Abstract:
Como forma de contribuir para a compreensão da luta das mulheres por direitos, sobretudo na evolução e retrocessos vivenciados pelos personagens femininos, o presente artigo enseja esboçar um panorama das mulheres francesas do século XIX. O trabalho toma como pressuposto acompanhar as mudanças políticas ocorridas no cenário da França, e como elas marcaram a vida das cidadãs. Ao lado dos grandes marcos, lançamos luz sobre as “re-ações” de personagens femininos que culminaram na estruturação do chamado feminismo.
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Novaes, Mariana de Souza. "Escritoras cearenses do século XIX." Revista Estudos Feministas 17, no. 3 (2009): 292–929. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-026x2009000300023.

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Paraíso, Maria Hilda Baqueiro. "Legislação Indigenista no século XIX." Revista de História, no. 125-126 (July 30, 1992): 153. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9141.v0i125-126p153-155.

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Silva, Eliane Maria Paschoal da. "Cinco gravuras do século XIX." Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, no. 38 (July 1, 1995): 166. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-901x.v0i38p166-174.

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Coli, Jorge. "A pintura no século XIX." Revista de História da Arte e da Cultura 3, no. 2 (2022): 98–140. http://dx.doi.org/10.20396/rhac.v3i2.17529.

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Abstract:
Em 1927, Henri Focillon (1881-1943), historiador da arte francês, publica em Paris o livro La peinture au XIXe siècle: le retour à l’antique, le Romantisme, seguido, no ano seguinte, por La peinture au XIXe et XXe siècles: Du Reálisme à nos jours. Os volumes, editado por H. Laurens, integravam a série Manuels d’Histoire de l’Art, sob direção de Henry Marcel, antigo diretor dos Museus Nacionais de França. A coleção tinha por objetivo “retraçar, em uma série de obras distintas, a história e a evolução de cada forma de arte”, das “origens” ao século XX. A tradução em português a seguir apresenta
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Martínez Neira, Manuel. "educação jurídica no século XIX." Revista da Faculdade de Direito, no. 57 (April 2, 2025): 75–119. https://doi.org/10.22456/0104-6594.146153.

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Abstract:
No século XIX, produziu-se uma evolução enorme na concepção da formação jurídica que transcorreu paralela ao assentamento da autêntica vocação do século: a consolidação de uma ordem burguesa em que os direitos vinham determinados pela capacidade econômica. Encontramos, logo de entrada, a relevância que adquiriram os estudos de direito pátrio. Superada a cultura do ius commune e implantada progressivamente a codificação, os planos de estudo deveriam articular-se em torno dos códigos, e, dessa maneira, foram sendo decantadas as distintas disciplinas. Além disso, houve a separação de uma formação
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De Azevedo, Claudia Chalita. "A FORMAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DO ROMANCE." Cadernos do IL, no. 47 (December 29, 2013): 104–22. http://dx.doi.org/10.22456/2236-6385.40195.

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Abstract:
O objetivo deste artigo consiste em apresentar a formação e desenvolvimento do gênero romance, no século XIX e XX, com ênfase teórica. Além disso, será apresentado a formação e desenvolvimento do gênero romance no Brasil, considerando a tradição no país iniciada no século XIX, e posteriormente, a produção do século XX e início do século XXI, com foco teórico.
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Peto, Lucas. "O CONCEITO DE PERVERSÃO NA SCIENTIA SEXUALIS E NA PSYCHOPATHIA SEXUALIS DE KRAFFT-EBING." Interfaces Científicas - Humanas e Sociais 6, no. 1 (2017): 91–100. http://dx.doi.org/10.17564/2316-3801.2017v6n1p91-100.

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Abstract:
Objetiva-se elucidar o conceito de perversão no cerne da scientia sexualis do século XIX e na psychothia sexualis de Krafft-Ebing. Para tanto, parte-se de breve contextualização acerca da configuração político-econômica europeia nos séculos XVIII e XIX. Posteriormente, são apresentadas análises sobre a configuração epistemológica do discurso médico no século XIX. No cerne dessa configuração epistemológica, interessam os fundamentados que embasam os postulados de base orgânico-positivista, a scientia sexualis, acerca do conceito de perversão no século XIX. Por fim, são analisados os postulados
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Wagner, Gustavo, and Jefferson Foster da Silva. "Navegação indígena nas águas de Morpion." Revista de Arqueologia 35, no. 2 (2022): 121–35. http://dx.doi.org/10.24885/sab.v35i2.941.

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Abstract:
As embarcações tradicionais costeiras são tema de grande popularidade. Ainda comuns em toda a costa, tanto os cenários da navegação quanto as embarcações tradicionais, forçam a reflexão acerca das origens, adaptações e transformações presentes em características, petrechos e tralhas que, na realidade, materializam a multiplicidade de influências étnicas da rica náutica brasileira. Trata-se de um capítulo da Arqueologia Indígena ainda em aberto. O que se pretende com o presente trabalho é, justamente, focar na contribuição eminentemente indígena, um estudo arqueológico e etnohistórico de origen
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Jacob, Sheila Ribeiro. "Diálogos entre literatura e jornalismo em Angola na passagem do século XIX ao XX." Abril – NEPA / UFF 3, no. 5 (2010): 97–102. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v3i5.29767.

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Abstract:
Neste artigo abordamos o início do jornalismo em Angola, no século XIX, e a sua importância para a divulgação e o incentivo à literatura que começava a ser produzida então. Veremos o diálogo entre ambos os movimentos, tanto no século XIX, com a atuação de Alfredo Troni e Cordeiro da Matta, quanto no século XX, quando romancistas tomaram como inspiração a geração da imprensa do século anterior.
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Duarte, Raimunda Dias. "OS DISCURSOS SOBRE A EDUCAÇÃO DE MENINOS EM LIVRO DE LEITURA PRODUZIDO NA AMAZÔNIA NO FINAL DO SÉCULO XIX." @rquivo Brasileiro de Educação 4, no. 9 (2017): 37. http://dx.doi.org/10.5752/p.2318-7344.2016v4n9p37.

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Abstract:
<p><strong>N</strong>este estudo, busco analisar a política de educação de meninos na Amazônia republicana em livro didático. Para alcançar esse objetivo, tenciono entender as ideologias sobre a educação de crianças no final do século XIX e início do século XIX na Amazônia e analisar os discursos sobre a educação de meninos no livro de leitura paraense <em>Compendio de Civilidade Cristã</em>, de Dom Macedo Costa, publicado no final do século XIX e reeditado no início do século XX. O estudo está ancorado nos estudos de Mikhail Bakhtin (2009 e 2010). Os dados mostra
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Britto, Ana Lucia, Suyá Quintslr, and Margareth da Silva Pereira. "Baixada Fluminense: dinâmicas fluviais e sociais na constituição de um território." Revista Brasileira de História 39, no. 81 (2019): 47–70. http://dx.doi.org/10.1590/1806-93472019v39n81-03.

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Abstract:
RESUMO A Baixada Fluminense tem sua identidade territorial marcada pelos rios, e seu nome está relacionado com a configuração fisiográfica da região. O artigo busca contribuir com a história da construção dessa identidade, no século XIX e início do século XX, sob uma perspectiva teórica que se situa na interface entre história ambiental e história dos sistemas sociotécnicos, possibilitando articular dinâmicas fluviais e sociais. O pano de fundo são as mudanças sociais e políticas no Brasil e no Rio de Janeiro no século XIX e até a década de 1930. A análise foi dividida em três diferentes perío
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Souza, Cássia Regina da Silva Rorigues de. "manuais de medicina doméstica e a circulação do conhecimento no século XIX." Revista Brasileira de História da Ciência 15, no. 1 (2022): 4–15. http://dx.doi.org/10.53727/rbhc.v15i1.737.

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Abstract:
No século XIX, os manuais de medicina doméstica representaram a tradução do conhecimento médico acadêmico em uma linguagem amena e de fácil acesso, voltada para a difusão da medicina entre leigos não iniciados na matéria médica. Tal literatura se insere no gênero divulgação ou vulgarização científica, cada vez mais frequente no meio editorial a partir desse século. Este estudo busca compreender as formas de circulação do conhecimento médico no Brasil do século XIX através das ações de divulgação da obra Guia médica das mãis de família, publicada em 1843 pelo médico francês Jean Baptiste Alban
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Carvalho, Isabel Cristina de Moura, and Carlos Alberto Steil. "Natureza e imaginação: o deus da ecologia no horizonte moral do ambientalismo." Ambiente & Sociedade 16, no. 4 (2013): 103–18. http://dx.doi.org/10.1590/s1414-753x2013000400007.

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Abstract:
Este artigo discute as expectativas de felicidade e elevação moral atribuídas à natureza, no contexto secular contemporâneo, e suas implicações para as práticas educativas ambientais que se baseiam no contato direto com ambientes naturais. Situa a gênese do valor moral da natureza pristina (wilderness) no ideário conservacionista norte-americano do século XIX e argumenta que o sujeito conservacionista-moral do wilderness, associado ao contexto democrático-liberal do século XIX, corrobora, na atualidade, com a noção de natureza boa e bela, tomada como lugar da autenticidade e da transcendência.
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Leva, José Ulisses. "Pluralismo no Brasil do século XIX." Revista de Cultura Teológica. ISSN (impresso) 0104-0529 (eletrônico) 2317-4307, no. 77 (April 2, 2013): 11. http://dx.doi.org/10.19176/rct.v0i77.14537.

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Abstract:
O escopo do artigo Pluralismo no Brasil do Século XIX quer ser uma leitura do ambiente social e eclesial brasileiro no Século XIX. Nesse momento histórico a Igreja começa o século como Oficial e termina separada do Estado. Quais foram as posições estabelecidas pelo Estado? Quais foram as decisões tomadas pela Igreja? Começo meu Artigo com a Revolução Francesa e seu desdobramento, compreendendo o Brasil Independente e Republicano e concluo com a relação da Igreja e a sociedade da época.
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Maciel, Paulo Marcos Cardoso. "A cultura dramática do século XIX no Brasil vista do acervo da Fundação Biblioteca Nacional." Sala Preta 17, no. 2 (2017): 26. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v17i2p26-40.

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Abstract:
Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa sobre a biblioteca dramática 1800-1900, sob guarda da Fundação Biblioteca Nacional, desenvolvida entre 2015 e 2017, que resultou num mapeamento geral dos repertórios bibliográficos disponíveis ou em circulação no Brasil do século XIX. Para tanto, foram levantados os registros de peças teatrais do século XIX, mais os itens localizados em catálogos de livrarias e bibliotecas do mesmo período. A partir da quantificação do acervo, nosso objetivo principal foi a reconstituição da cultura dramática do passado, partindo do reconhecimento da extensão
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Valério, Nuno, and Ana Tomás. "Onde era Lisboa (séculos XIX a XXI)?" Revista Portuguesa de História 52 (October 21, 2021): 209–37. http://dx.doi.org/10.14195/0870-4147_52_9.

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Abstract:
O objetivo deste texto é identificar o espaço urbano da cidade de Lisboa entre os princípios do século XIX e os princípios do século XXI recorrendo a uma metodologia que possa ser aplicada de forma homogénea ao longo do todo o período considerado. Para essa abordagem, tomam-se como base os dados dos recenseamentos da população realizados ao longo desses séculos e informações sobre a rede de transportes da região de Lisboa no mesmo período. Identifica-se a área com população de densidade urbana em torno do núcleo central constituído pela cidade na sua definição legal e administrativa; a área on
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Costa, Antonio Max Ferreira, Maria Adilina Freire Jerônimo de Adrade, and José Mateus Do Nascimento. "Artefatos da produção do conhecimento em trabalho e educação no século XIX." Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica 1, no. 22 (2022): e13465. http://dx.doi.org/10.15628/rbept.2022.13465.

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Abstract:
Este trabalho é resultado de investigações do projeto de pesquisa desenvolvido no NUPED/IFRN, na Linha 3 História, Memória e Historiografia da Educação Profissional (PPGEP/IFRN). O mencionado projeto, denominado “Trabalho e Educação no século XIX: arquivos, fontes e historiografia da aprendizagem de ofício e formação de artífices” objetivou compreender o ensino profissional nos oitocentos. O lócus do estudo foi o repositório Domínio Público, no qual foi feita uma busca de informações nas teses e dissertações sobre o ensino profissional no século XIX. Para análise dos achados, utilizamos a Anál
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