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Journal articles on the topic 'Povo Mundurukú'

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Costa, Nathalia M. P., and Dioney M. Gomes. "A ETNOTERMINOLOGIA DA LÍNGUA MUNDURUKÚ- TUPÍ E AS CONTRIBUIÇÕES DA ECOLINGUÍSTICA." Cadernos de Linguagem e Sociedade 14, no. 1 (2013): 252–74. http://dx.doi.org/10.26512/les.v14i1.22249.

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Abstract:
A etnoterminologia estuda os termos encontrados nos discursos de especialidade de uma comunidade autóctone). Em cada contexto étnico, haverá diferentes termos (etnotermos), cultural comunitariamente variável. Por exemplo, a concepção do termo “alma” na cultura grecoromana é diferente da forma como ele é concebido na maioria das culturas orientais e indígenas. Para postular uma etnoterminologia a partir do estudo de comunidades autóctones, é preciso reconhecer que elas são detentoras de conhecimentos especializados, presentes em um discurso de especialidade. Desde 2009, pesquisamos os etnotermo
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Korap Munduruku, Alessandra, and Kena Azevedo Chaves. "“Precisamos estar vivos para seguir na luta”: pandemia e a luta das mulheres Munduruku." Mundo Amazónico 11, no. 2 (2020): 179–200. http://dx.doi.org/10.15446/ma.v11n2.88662.

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Abstract:
O povo Munduruku, na Bacia do Tapajós, vive intensa pressão de grandes empreendimentos e interesses econômicos sobre seu território. Situação agravada pelo atual governo e também pelo avanço da pandemia que atinge os povos indígenas na Amazônia, expondo as fragilidades das políticas de proteção e saúde. O coronavírus já faz vítimas dentre os Munduruku, e o povo sofre com a perda de caciques, lideranças e familiares. Por meio da Associação Wakoborun, as mulheres Munduruku colocaram-se na linha de frente de combate à pandemia, prestando suporte aos parentes. Este trabalho que se segue é um relat
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Giglio, Zula Garcia. "O Banquete dos Deuses: conversa sobre a origem da cultura brasileira." Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura 9, no. 1 (2006): 119. http://dx.doi.org/10.20396/resgate.v9i10.8645575.

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Abstract:
Dividido em dez pequenos capítulos, este livro trata dos aspectos básicos de um processo educacional, sendo escrito do ponto de vista de um educador pertencente ao povo indígena Munduruku. Seu autor é um íncio deste povo e há muitos anos dedica-se à tarefa de educar crianças e jovens; possui formação acadêmica convencional: cursou Faculdade (História e Psicologia), pós graduou-se (Antropologia Social), matém atividades acadêmicas dentro e fora do Brasil e também envolve-se no trabalho de resgatar a cultura de seu povo e de outros povos indígenas do Brasil.
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Scopel, Daniel, Raquel Dias-Scopel, and Esther Jean Langdon. "A cosmografia Munduruku em movimento: saúde, território e estratégias de sobrevivência na Amazônia brasileira." Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas 13, no. 1 (2018): 89–108. http://dx.doi.org/10.1590/1981.81222018000100005.

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Abstract:
Resumo Neste artigo, examina-se a perspectiva do povo Munduruku sobre o meio ambiente, bem como a relação do conhecimento e da práxis deste povo em relação à prevenção e à resolução de problemas de saúde. A ocupação do território, o uso de recursos disponíveis e a vida social implicam efeitos sobre os corpos Munduruku, na medida em que a manutenção dos laços sociais e a proteção do ambiente são consideradas por eles como condições necessárias para a reprodução da coletividade. A partir de uma perspectiva particular aos Munduruku sobre como funciona o cosmo e sobre a eficácia das práticas de au
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Lira Sá, Alexandre. "DISCURSIVIDADE PÓS-COLONIAL E A ESCRITA LITERÁRIA DE YTANAJÉ CARDOSO EM CANUMÃ: A TRAVESSIA." Revista Decifrar 13, no. 26 (2025): e262504. https://doi.org/10.29281/rd.v13i26.17233.

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Abstract:
Ytanajé Coelho Cardoso é um escritor indígena descendente dos Munduruku, autor do romance Canumã: a travessia, publicado em 2019. Nessa obra são narradas histórias e vivências de um povo tradicional munduruku que se encontra em uma região banhada pelo rio Canumã, situado no estado do Amazonas. A indicação do termo travessia sugere um olhar acerca das transformações que afligem as raízes tradicionais de uma comunidade indígena. Assim, a construção dessa narrativa conscientiza acerca da preservação do legado cultural indígena, buscando, sobretudo, manter viva a língua e as memórias de um povo hi
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Lemos Ribeiro, Thais, and Verônica Korber Gonçalves. "Projetos de carbono florestal com povos indígenas: reflexões sobre governança global do clima através da perspectiva do Projeto Earth System Governance." Relações Internacionais, no. 79 (September 2023): 66–79. http://dx.doi.org/10.23906/ri2023.79a06.

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Abstract:
O Projeto Earth System Governance é uma rede de pesquisa interdisciplinar sobre governança global ambiental, que apresenta uma proposta organizada em torno de questões contextuais e lentes analíticas. Este trabalho tem como objetivo aplicar as cinco lentes analíticas para governança global num caso concreto de negociação de créditos de carbono realizada em 2011 entre uma empresa irlandesa – Celestial Green Venture PLC – e o povo indígena munduruku no Brasil. Partindo deste caso, identificamos o alcance e os desafios de aplicação destas lentes analíticas em processos de governança no nível loca
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Emanoel Monteiro Gomes, Cristhyan. "Onde se ausculta o saber ancestral." Revista Discente Ofícios de Clio 9, no. 16 (2024): 19–37. https://doi.org/10.15210/clio.v9i16.28319.

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Abstract:
O livro Meu avô Apolinário (2001) é uma sensível e profunda narrativa autobiográfica do escritor indígena Daniel Munduruku. Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo central traçar reflexões acerca de três propriedades presentes na sociedade munduruku: a instituição do sonho, a práxis xamânica e as relações tecidas entre os humanos e não humanos, a partir da respectiva obra. Analisamos como esses três elementos constituem maneiras ancestrais de compreensão da vida e da existência do povo munduruku, retratando uma parcela das suas cosmologias. Nesse sentido, o que fazemos é observar,
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Cardoso, Estélio Lopes, Ytanajé Coelho Cardoso, Ana Paulina Aguiar Soares, and Adnilson de Almeida Silva. "A TERRITORIALIDADE NA PERSPECTIVA DO POVO MUNDURUKU: TERRA INDÍGENA COATÁ-LARANJAL EM BORBA - AMAZONAS." Caminhos de Geografia 24, no. 93 (2023): 119–31. http://dx.doi.org/10.14393/rcg249365343.

Full text
Abstract:
O propósito deste trabalho é apresentar a noção de territorialidade a partir da percepção do povo Munduruku, que vive no município de Borba, estado do Amazonas, e analisar, sobretudo, as relações do modo de pensar o lugar atualmente. Evidencia-se que o território consiste em um espaço de pertencimento étnico, no qual estão inseridos os fenômenos históricos tanto concreto quanto abstrato, preservados na paisagem territorial indígena. O pertencimento cultural, simbólico e social que um determinado povo originário estabelece com seu meio de viver se dá pela permanência do lugar. Os Munduruku, nes
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Moreira, Fernanda Cristina, and Rosamaria Santana Paes Loures. "“Recalibrar o mundo”:." Revista Ñanduty 9, no. 13 (2021): 122–51. http://dx.doi.org/10.30612/nty.v9i13.15544.

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Abstract:
Nas últimas duas décadas, as paisagens da bacia do rio Tapajós vêm sofrendo um intenso processo de transformação, diante do avanço das frentes capitalistas, envolvendo, sobretudo, a construção de barragens hidrelétricas, de portos e a exploração mineral. Esses projetos alteraram substancialmente o território e a vida do povo Munduruku, habitante da bacia do rio Tapajós. Neste artigo, buscaremos compreender as consequências da destruição de locais considerados sagrados, como Karobixexe e Dekoka’a, para todo o povo e, mais amplamente, para os pariwat (não indígenas). Abordaremos, ainda, as relaç
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Guedes, Eneias Barbosa, and Leandro Pansonato Cazula. "O povo Munduruku (TI-MP, Pará, Brasil) e a luta por direitos territoriais." Revista Campo-Território 19, no. 55 (2024): 287–311. http://dx.doi.org/10.14393/rct195572926.

Full text
Abstract:
Por este texto apresento reflexões sobre estudo de caso junto ao Povo Munduruku do Planalto Santareno. O objetivo da pesquisa foi compreender a luta pelo reconhecimento do direito territorial e a necessária demarcação da Terra Indígena Munduruku do Planalto (TI-MP). Ante iminentes ameaças de devastação do ambiente de trabalho e de reprodução de vida, decorrentes das práticas atinentes à expansão de ampliadas formas de subordinação do uso dos recursos naturais aos interesses capitalistas, tal como a formação da propriedade privada da terra e o monocultivo de grãos, todavia em áreas em que predo
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Précoma, Adriele Fernanda Andrade, Adriano Braun, and Liana Amin Lima Da Silva. "Direito de existência e autodeterminação dos povos indígenas diante das ameaças do Complexo de Hidrelétricas na Bacia do Juruena: O caso do Projeto da Usina Castanheira." Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD 9, no. 18 (2020): 373–403. http://dx.doi.org/10.30612/rmufgd.v9i18.12164.

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Abstract:
A Amazônia tem sido palco de megaprojetos de infraestrutura e desenvolvimento, o que resulta em graves conflitos socioambientais com impactos sobre diversos povos indígenas. Nesse contexto, indaga-se sobre o respeito desses empreendimentos à legislação nacional e aos compromissos internacionais dos quais o Brasil é signatário. Para responder essa pergunta, apresentamos o estudo de um caso emblemático: o projeto da UHE Castanheira, em Mato Grosso, cuja consecução compreende uma série de documentos oficiais tais como o processo de licenciamento ambiental, inquéritos civis em trâmite perante o Mi
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Colares, Anselmo Alencar. "Afirmação étnica e educação escolar indígena do povo Munduruku de Marituba (Belterra-Pará)." Revista HISTEDBR On-line 13, no. 50 (2013): 99. http://dx.doi.org/10.20396/rho.v13i50.8640297.

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Abstract:
O artigo trata de educação escolar indígena na Aldeia de Marituba (Município de Belterra,Pará), constituída por cerca de trinta famílias que reivindicam a demarcação de suas terras,após terem sido praticamente expulsas de onde moravam durante a criação da FlorestaNacional do Tapajós. Considerando que a Constituição Federal, a LDB e vários outrosdispositivos legais garantem a educação diferenciada para os indígenas, buscou-se entendera concretização deste direito para um grupo que precisou recriar sua identidade, apósdécadas de quase total integração com a cultura não indígena, num processo int
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Kaba, Munduruku João, Monteiro Alencar Joelma Cristina Parente, and Fernandes Waldely Rodrigues. "Saberes dos povos indígenas, etnoconhecimentos e currículos escolares na Amazônia: tecituras de uma Escrita Coletiva Intercultural." Educazione Aperta, no. 16 / 2024 (July 18, 2024): 19–38. https://doi.org/10.5281/zenodo.12773081.

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Abstract:
This work focuses on education among the Munduruku people, whose communities/villages are located in the Amazon region of Brazil. We present various elements of their cultural traditions, way of life, challenges faced, and future prospects for this ethnic group in relation to ethno-knowledge in the school curriculum. The aim is to engage in collective reflections on indigenous knowledge and ethno-knowledge, considering the set of knowledge, skills, and practices developed by the Munduruku over generations, which need to be ensured in the school curricula of their schools. By incorporating ethn
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Silva, Maria Beatriz Rodrigues da, Paulo Henrique Ordones da Silva, and Renata Beatriz Brandespin Rolon. "O romance de Ytanajé Cardoso e a iminência da perda etnolinguística do povo munduruku: uma leitura de Canumã: a travessia (2019)." outra travessia 1, no. 37 (2024): 235–59. https://doi.org/10.5007/2176-8552.2024.e98606.

Full text
Abstract:
Este artigo objetiva expor de que modo a iminência da perda etnolinguística do povo munduruku amazonense foi transposta à literatura em Canumã: a travessia, livro de estreia de Ytanajé Cardoso, publicado em 2019. Importa analisar o primeiro romance escrito por um indígena da etnia munduruku, dentro da ótica dos estudos pós-coloniais e decoloniais, sob fundamentação teórica principal de Mignolo (2020). A intenção é potencializar os estudos literários de autoria indígena no que concerne a análises de obras desvinculadas do padrão eurocêntrico, que servem como resposta ao colonizador. As perspect
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Silva, Cassia Beatriz Feleol, and Denize de Souza Carneiro. "Munduruku, os Wai Wai e o português acadêmico." Grau Zero – Revista de Crítica Cultural 11, no. 1 (2023): 23–48. http://dx.doi.org/10.30620/gz.v11n1.p23.

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Abstract:
Apresentamos, neste trabalho, os resultados de uma pesquisa sobre os desafios relacionados ao português acadêmico que impactam a permanência de graduandos Munduruku e Wai Wai na Universidade Federal do Oeste do Pará assim como as estratégias que usam/usaram para driblar os problemas a fim de atenderem às práticas de letramento exigidas neste ambiente. Os dados que serviram de base para descrição e reflexão sobre o tema foram obtidos por meio de entrevistas junto a quatro estudantes de cada povo. A análise do conteúdo de suas falas mostra que, além de falantes de suas línguas maternas, têm fluê
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Carneiro, Denize De Souza, and Márcio Gean Cardoso Batista. "Situação Sociolinguística dos Munduruku Residentes em Santarém/Pará." Revista Brasileira de Línguas Indígenas 3, no. 2 (2021): 123. http://dx.doi.org/10.18468/rbli.2020v3n2.p123-139.

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Abstract:
<p>Neste trabalho, apresentamos os resultados de uma pesquisa sobre o nível de bilinguismo e a atitude linguística dos Munduruku que migraram para Santarém/PA, bem como sobre o valor funcional das línguas que constituem seu repertório. O estudo foi realizado a partir das reflexões teóricas da Sociolinguística Qualitativa, com base em De Heredia (1989), que trata do bilinguismo como habilidade individual, e em Fishman (1971, 1974), que trata da questão do bilinguismo do ponto de vista social. Os dados que serviram de base para a análise foram obtidos por meio de entrevistas junto a 27 mem
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Oliveira, Rodrigo Magalhães de. "“Respeitem a forma de a gente ser”: Protocolo de Consulta Munduruku e pluralismo jurídico." Revista Direito e Práxis 12, no. 4 (2021): 2628–57. http://dx.doi.org/10.1590/2179-8966/2020/50663.

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Abstract:
Resumo O artigo analisa o conflito entre o povo indígena Munduruku e o governo federal em torno do licenciamento de uma usina hidrelétrica no Estado do Pará. Por meio de etnografia documental, identifica que os agentes em conflito possuem sensibilidades jurídicas distintas acerca do direito à consulta e conclui que os Protocolos de Consulta Prévia são dotados de juridicidade, conforme previsão legal específica reconhecendo o pluralismo jurídico.
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De Oliveira, Rodrigo Magalhães. "O jabuti e a anta: povo Munduruku, hidrelétrica, conflito e consulta prévia na bacia do rio Tapajós." Amazônica - Revista de Antropologia 12, no. 2 (2021): 621. http://dx.doi.org/10.18542/amazonica.v12i2.7947.

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Abstract:
O artigo apresenta uma análise etnográfica documental dos múltiplos conflitos envolvendo o povo Munduruku e o governo federal, a partir da tentativa de implantação da Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós, enfatizando o embate quanto à aplicação situacional do direito à consulta prévia, livre e informada. Tendo como base a história indígena que opõe o jabuti e a anta, procuro demonstrar as discursividades conflitantes, as resistências e os interesses em disputa na implantação deste projeto, bem como explicitar como os agentes envolvidos mobilizam diferentes sentidos para o dispositivo legal q
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Porto, Marcelo Firpo de Souza, and Diogo Rocha. "Neoextrativismo, garimpo e vulnerabilização dos povos indígenas como expressão de um colonialismo persistente no Brasil." Saúde em Debate 46, no. 133 (2022): 487–500. http://dx.doi.org/10.1590/0103-1104202213317.

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Abstract:
RESUMO O artigo, em forma de ensaio, defende que as ameaças de vulnerabilização mais recentes contra os povos indígenas, intensificadas no contexto da pandemia de Covid-19, refletem um colonialismo persistente. Este se atualiza no contexto da inserção semiperiférica do Brasil no sistema-mundo capitalista, neoliberal e globalizado como exportador de commodities produzidas pelos dois setores estratégicos do neoextrativismo, a mineração e o agronegócio. O modelo neoextrativista beneficia principalmente grupos transnacionais e elites nacionais com grande poder econômico e político, além do próprio
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Campos, Nathally Regina M. N. "Memórias de índio: uma leitura humanizadora da literatura indígena de Daniel Munduruku." Boitatá 12, no. 24 (2017): 234. http://dx.doi.org/10.5433/boitata.2017v12.e32959.

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Abstract:
O artigo em questão pretende compor uma análise da função humanizadora da literatura indígena tendo como objeto específico de trabalho a obra Memórias de Índio: uma quase autobiografia de Daniel Munduruku. O autor e professor paraense pertence ao povo Munduruku, que, até o século XIX, ocupava o Vale do Tapajós de forma dominante. Esta nação indígena, hoje, luta para manter-se na região e preservar sua tradição guerreira. Objetiva-se articular considerações acerca do caráter autobiográfico e, ao mesmo tempo, ficcional da obra e elaborar uma reflexão acerca do papel da literatura indígena no âmb
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Oliveira, Antônio Nunes de, and Marcos Cirineu Aguiar Siqueira. "Ensino de física com materiais alternativos: uma experiência com a educação escolar indígena Munduruku." ScientiaTec 4, no. 3 (2018): 119–33. http://dx.doi.org/10.35819/scientiatec.v4i3.2161.

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Abstract:
O ensino de ciências utilizando materiais alternativos tem sido destacado por trabalhos científicos como uma excelente oportunidade de superar as dificuldades de acesso a laboratórios didáticos. O tema ganha ainda mais relevância quando falamos da educação escolar indígena Munduruku, uma vez que esses não dispõem de laboratórios em suas aldeias e, até mesmo, o fornecimento de energia elétrica é restrito. Este trabalho consiste no relato de uma experiência, cujo foco foi possibilitar aos cursistas do projeto Ibaorebu de formação integral Munduruku (ação coordenada pela FUNAI em parceria com o I
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Zilio, Rafael. "Práticas espaciais insurgentes do movimento indígena no Brasil diante da ofensiva jurídico-legal contemporânea." Ateliê Geográfico 16, no. 3 (2022): 305–22. http://dx.doi.org/10.5216/ag.v16i3.73672.

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Abstract:
O artigo analisa algumas das principais práticas espaciais insurgentes do movimento indígena no Brasil diante da atual conjuntura de ofensiva jurídico-legal. Primeiramente, oferecemos como pano de fundo uma discussão sobre a problemática de origem colonial da imposição do Estado moderno no que chamamos de América, elemento que está presente até hoje em inúmeros conflitos de territorialidades em nosso continente e que repercutem nas atuais práticas espaciais indígenas. Posteriormente, contextualizamos a ofensiva jurídico-legal no Brasil contemporâneo destacando a tese do “marco temporal” em jul
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Santos, Waniamara de Jesus dos. "O ethos indígena na obra literária memorialista de Daniel Munduruku." Caletroscópio 1, no. 1 (2012): 53–75. http://dx.doi.org/10.58967/caletroscopio.v1.n1.2012.3557.

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Abstract:
Sob a égide das teorias postuladas pela Retórica Clássica e pela Argumentação do Discurso reflete-se sobre a construção identitária do indígena Daniel Munduruku em sua obra memorialista “Meu vô Apolinário: um mergulho no rio da (minha) memória” . Esse escritor adentra no universo da tradição Retórica Clássica, manejando com habilidade a exposição de suas ideias de modo a alterar conceitos pré-concebidos sobre a visibilidade dos povos indígenas pela sociedade brasileira não-índia. Munduruku evidencia uma nova configuração índia resultante da atuação do ethos prévio e do ethos mostrado, trabalha
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Pinheiro, Natálya Cristiana Pereira. "Relatos históricos dos séculos XVIII e XIX: povos indígenas e plantas nas margens do Alto Rio Tapajós." Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, no. 42 (November 26, 2024): 186–202. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2024.219933.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo aprofundar a análise das referências históricas compreendidas entre os séculos XVIII e XIX, explorando as espécies botânicas e práticas agroecológicas dos povos indígenas na região do Alto Rio Tapajós. Busca-se estabelecer um diálogo entre a etnohistória, etnobotânica e arqueologia, visando contribuir para a compreensão da construção de florestas culturais ao longo do rio Tapajós. Utilizando como base exemplos de povos do Tronco Tupi (Apiaká, Kaiabi, Munduruku e Sateré-Mawé), este estudo se propõe a examinar as complexas relações entre comunidades indígenas e a ag
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Aquino Pereira, Marcos José de. "Bem-viver: nova perspectiva para se relacionar com o tempo." MOTRICIDADES: Revista da Sociedade de Pesquisa Qualitativa em Motricidade Humana 5, no. 1 (2021): 42–54. http://dx.doi.org/10.29181/2594-6463-2021-v5-n1-p42-54.

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Abstract:
Resumo Este ensaio debate o tempo como algo que foi fetichizado pela Modernidade, assumindo um papel determinante na vida das pessoas, consequência da dicotomização entre tempo de trabalho e tempo de ócio, com a valorização do primeiro sobre o segundo, e a sua associação com a busca pela qualidade de vida em detrimento a se usufruir de uma vida de qualidade, diante do que apresentamos como possibilidade de superar essa realidade a perspectiva do Bem-Viver, que parte de outra relação com o tempo, a natureza e os/as outro/as, fruto das vivências e conhecimentos dos povos originários da América L
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Santos, Rosana Cristina Zanelatto, and Leticia Cintra Paulo de Oliveira. "conceito de literatura a partir da escrita e das falas de escritores indígenas." FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária, no. 27 (December 15, 2021): 168–83. http://dx.doi.org/10.23925/1983-4373.2021i27p168-183.

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Abstract:
Este texto tem por objetivo apresentar o conceito de literatura a partir da escrita e das falas dos escritores indígenas Graça Graúna, Eliane Potiguara, Ailton Krenak e Daniel Munduruku, percebendo como eles compreendem o que seja “literatura”. Para tanto, analisamos sua escrita e suas falas sobre o tema, estabelecendo contrapontos com teóricos que também as conceituam. Outro ponto de investigação é sobre a utilização da expressão “literatura indígena”: será que ela apresenta características diferentes do que comumente se entende por literatura na historiografia literária brasileira? Graúna, P
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Joseph, Carlos Eduardo Colares, Sebastião Diego Cardoso Dos Santos, and Ednéa do Nascimento Carvalho. "Relação entre os saberes tradicionais indígenas e a educação escolar na aldeia Açaizal – etnia Munduruku." CONTRIBUCIONES A LAS CIENCIAS SOCIALES 16, no. 11 (2023): 26523–32. http://dx.doi.org/10.55905/revconv.16n.11-105.

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Abstract:
Pensar a Escola Indígena a partir das concepções de mundo dos povos originários é descrito como um dos princípios da Educação no Referencial Curricular Nacional (BRASIL, 1998). Analisar na prática como se dá a integração entre conhecimento tradicional e educação escolar foi o objetivo dessa pesquisa que teve como espaço amostral a Escola Indígena Dom Pedro II, localizada na Aldeia Açaizal, Território Munduruku no município de Santarém – Pará. A metodologia utilizada foi a observação direta intensiva, caracterizada pela técnica da observação e da entrevista (MARCONI E LAKATOS, 2003, p.190). Foi
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Soares Oliveira, Kátia Luzia, and Susane Rodrigues de Oliveira. "Lei 11.645/08 e os movimentos indígenas." Sul-Sul - Revista de Ciências Humanas e Sociais 5, no. 1 (2024): 51–74. http://dx.doi.org/10.53282/sul-sul.v5i1.1017.

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Abstract:
Em diálogo com autores indígenas como Gersem Baniwa, Casé Angatu, Edson Kaiapó, Daniel Munduruku e outros não-indígenas, este artigo pretende elucidar parte da trajetória de lutas e reivindicações dos movimentos indígenas que contribuíram na conquista da obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Indígena nas escolas brasileiras, com a Lei 11.645/08. Nessa perspectiva, abordam-se os significados políticos e sociais dessa Lei para os povos indígenas e a sociedade brasileira, bem como a importância do protagonismo dos povos indígenas na história da educação no Brasil, tendo em vista o forta
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Acselrad, Marcop, and Helosa Maria de Castro Araujo. "FOTOGRAFIA E O PERTENCIMENTO DOS POVOS ORIGINÁRIOS DO BRASIL." Policromias - Revista de Estudos do Discurso, Imagem e Som 8, no. 2 (2023): 82–102. http://dx.doi.org/10.61358/policromias.v8i2.59637.

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Abstract:
Este trabalho, cujo título “Fotografia e o pertencimento de povos originários do Brasil” surge a partir do primeiro capítulo da dissertação apresentada e defendida em janeiro de 2023 no Programa de Pós-graduação em comunicação na linha 1 de pesquisa em fotografia e audiovisual da Universidade Federal do Ceará, desenvolvida a partir de estudos decoloniais, descoloniais e contra coloniais sobre fotografia, povos originários e decolonialidade de modo a circular caminhos pela história da fotografia capazes de pluralizar olhares contra a história única da imagem de indígenas brasileiros, com o títu
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Valões, José Inaldo, and Deivid de Andrade dos Santos. "DIREITO, INTERCULTURALIDADE E A LUTA TINGUI-BOTÓ: A EXCLUSIVIDADE DO DOCENTE DA PRÓPRIA ETNIA COMO EFETIVAÇÃO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA." INTERFERENCE: A JOURNAL OF AUDIO CULTURE 11, no. 2 (2025): 729–58. https://doi.org/10.36557/2009-3578.2025v11n2p729-758.

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Abstract:
O processo histórico dos Tingui-botós constata a luta pelo reconhecimento estatal – a qual, acarretou em uma territorialização fundamentalmente negociada, ou seja, suas lutas pela reivindicação territorial, pelo reconhecimento étnico e educacional foram baseadas em reivindicações políticas, ocasionando uma dependência inevitável do arcabouço jurídico estatal, onde as conquistas territoriais do grupo indígena concentraram-se nas articulações com diversos órgãos estatais como o SPI (Serviço de Proteção ao índio), a FUNAI (Fundação Nacional do índio) e o ITERAL (Instituto de Terras de Alagoas). E
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Cabral, Gladir Da Silva, and Lucas Garcia Nunes. "A caligrafia da própria história: a potência da palavra em A terra dos mil povos." Palimpsesto - Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ 21, no. 38 (2022): 358–79. http://dx.doi.org/10.12957/palimpsesto.2022.63083.

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Abstract:
No último século, muitos escritores indígenas têm encontrado na educação e na literatura um espaço de resistência e luta. É o caso de Kaka Werá Jecupé, autor da obra A Terra dos Mil Povos: História indígena do Brasil contada por um índio, que será objeto de análise no presente trabalho, destacando a importância da tomada da palavra pelos povos originários, a reconstrução de sua história a partir da memória ancestral, em diálogo com o conhecimento a respeito dos indígenas produzido por historiadores e antropólogos brancos. Mobilizaremos, para isso, conceitos fundamentais neste trabalho, como te
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Porto, Marcelo Firpo de Souza, and Diogo Rocha. "Neo-extractivism, mining, and vulnerability of indigenous peoples as an expression of persistent colonialism in Brazil." Saúde em Debate 46, no. 133 (2022): 487–500. http://dx.doi.org/10.1590/0103-1104202213317i.

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Abstract:
ABSTRACT This essay argues that the most recent threats of vulnerability against indigenous peoples, intensified in the context of the COVID-19 pandemic, reflect a persistent colonialism. This is updated in the context of Brazil’s semi-peripheral insertion into the capitalist, neoliberal, and globalized world-system as an exporter of commodities produced by the two strategic sectors of neo-extractivism, mining and agribusiness. The neo-extractivist model benefits mainly transnational groups and national elites with great economic and political power, in addition to the financial sector. Moreov
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Rodrigues Ramos, Raquel de Cássia, Cláudia Rodrigues de Freitas, Joseane Frassoni dos Santos, Sheyla Werner, Isabelle Bertaco, and Marilena Assis. "Kubai nos encanta: uma história indígena em Comunicação Aumentativa e Alternativa." Saúde em Redes 8, no. 2 (2022): 439–52. http://dx.doi.org/10.18310/2446-4813.2022v8n2p439-452.

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Abstract:
O presente estudo é parte de uma pesquisa em andamento e, para este artigo, objetiva analisar a produção e a potencialidade de um livro infantil em multiformato, cujo conteúdo parte de uma história mitológica do povo indígena Kubeo, que descreve a criação do mundo. A obra em questão desenvolveu-se em língua portuguesa brasileira e língua indígena guarani, sendo essas mediadas por Comunicação Aumentativa e Alternativa. A criação do livro nas duas línguas mostrou-se pertinente ao reconhecimento das culturas indígenas na literatura infantil e à necessidade de propiciar acesso, às crianças indígen
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Furtado, Bahiyyeh Ahmadpour, David Lopes Neto, Daniel Scopel, and Raquel Paiva Dias-Scopel. "PERCEPÇÃO DE INDÍGENAS MUNDURUKU E EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DE SAÚDE INDÍGENA SOBRE RESOLUTIVIDADE NA ATENÇÃO À SAÚDE." Enfermagem em Foco 7, no. 3/4 (2017): 71–74. http://dx.doi.org/10.21675/2357-707x.2016.v7.n3/4.920.

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Abstract:
Objetivo: compreender as percepções de indígenas da etnia Munduruku e de profissionais da Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena sobre a resolutividade no Pólo-base Kwatá, Terra Indígena Kwatá Laranjal, localizada no município de Borba, estado do Amazonas, Brasil. Metodologia: os dados foram coletados por meio de observação participante, entrevistas e análise documental. O trabalho de campo foi realizado entre agosto e outubro de 2015. Resultados: os achados mostraram que usuários e profissionais perceberam deficiências na resolução dos problemas de saúde e identificaram obstáculos para a e
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Da Silva Oliveira, Rubenil. "FIGURAÇÕES DA RESISTÊNCIA FEMININA INDÍGENA EM “O KARAÍBA”, DE DANIEL MUNDURUKU." Revista Decifrar 13, no. 26 (2025): e262508. https://doi.org/10.29281/rd.v13i26.17999.

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Abstract:
Este artigo propõe discutir sobre as formas de resistência feminina indígena protagonizadas pelas personagens Maraí e Potyra em O Karaíba (2010), de Daniel Munduruku em diálogo com A mulher habitada (2000), de Gioconda Belli. O conceito de resistência aqui proposto é lido como valorização das subjetividades e existências invisibilizadas historicamente. Os estudos literários sobre resistência têm sido extensamente discutidos a partir da definição proposta no texto Narrativa e Resistência de Alfredo Bosi (1996), em que consiste em duas dimensões: resistência como tema e resistência como escrita
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Silva Filho, Joel Vieira da, and Cristian Souza de Sales. "Metade cara, metade máscara: memória coletiva e identidade indígena na obra de Eliane Potiguara." Boitatá 15, no. 30 (2021): 62. http://dx.doi.org/10.5433/boitata.2020v15.e41320.

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Abstract:
Este texto investe numa discussão acerca das relações existentes entre memória coletiva e identidade indígena em Metade Cara, Metade Máscara (2004) da escritora indígena contemporânea Eliane Potiguara. Metade Cara, Metade Máscara é uma obra de cunho autobiográfico, de gênero híbrido, entremeando lendas, ficção, testemunhos, depoimentos e poemas. Através da narrativa de deslocamento e processo diaspórico da escritora, destacamos como as memórias individual, coletiva e as identidades se incorporam e se encenam poeticamente. O trabalho evidencia como os poemas operam em favor da preservação da me
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Veríssimo, Barbosa Milena. "Narrativas indígenas Potiguara: literatura oral, seres encantados, história e tradição." Revista Letras Raras 13, no. 1 (2024): e3091. https://doi.org/10.5281/zenodo.14579689.

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Abstract:
A arte de narrar, contar histórias fabulosas e de grandes feitos, descrever entes sobrenaturais e suas ações, são tarefas inerentes aos sujeitos nas diversas sociedades, desde os tempos remotos até a atualidade (Benjamim, 1994). Os povos indígenas, assim também os Potiguara, por meio dos anciãos, utilizam a contação de histórias para comunicar sua cultura, sua identidade e suas tradições. Contudo, são poucos os trabalhos publicados reunindo a diversidade das narrativas compartilhadas atravé
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Bastos da Fonseca, Thaila. "A POÉTICA INDÍGENA NO CONTEXTO ESCOLAR: CAMINHOS PARA VALORIZAÇÃO DA CULTURA ANCESTRAL." Revista Decifrar 13, no. 26 (2025): e262519. https://doi.org/10.29281/rd.v13i26.17834.

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Abstract:
Este trabalho visa abordar a cultura dos povos originários, despertar o interesse pela leitura e escrita e investigar o processo de construção da identidade cultural dos povos indígenas em sala de aula. Como também, colocar em evidência a literatura indígena produzida por escritores indígenas no contexto escolar, para assim desconstruir estereótipos e visões equivocadas sobre os povos ancestrais. A proposta é relevante uma vez que, os alunos conheceram as diversas obras de autores indígenas existentes e produzidas na Amazônia. Nesta perspectiva, ao ter acesso e conhecimento desta literatura, é
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Cardoso, Ytanaje Coelho, Hellen Cristina Picanço Simas, and Amanda Ramos Mustafa. "Educação escolar munduruku e a produção do currículo de linguagens: ideias preliminares para a construção de um currículo emancipador." Educação Unisinos 26 (December 27, 2021): 1–19. http://dx.doi.org/10.4013/edu.2022.261.05.

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Abstract:
O objetivo deste ensaio é refletir sobre a relação entre a educação escolar munduruku e a produção do currículo de linguagens. Trata-se de uma pesquisa de caráter documental. Os documentos analisados foram: o Projeto Político-Pedagógico da Escola Estadual Indígena Ester Caldeira Cardoso, aldeia Kwatá, município de Borba; as Matrizes Curriculares Interculturais de Referência para o Ensino Fundamental e Ensino Médio (2014) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017). A perspectiva teórica central está assentada na ideia de conhecimento-emancipação, de Boaventura de Souza Santos (2006), ampar
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Gomes Fontenele Rodrigues da Cunha, Angelita, and Eliane Cristina Testa. "O silêncio ativo." Revista Cerrados 33, no. 65 (2024): 134–46. http://dx.doi.org/10.26512/cerrados.v33i65.53276.

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Abstract:
Este texto propõe uma leitura crítico-analítica do poema “Silêncio guerreiro”, de Márcia Wayna Kambeba. A análise que se empreende busca compreender o silêncio ativo como uma manifestação de resistência e de força. Discute-se ainda a importância da poesia indígena contemporânea, as formas de reexistência de um povo e a valorização de sua ancestralidade. Metodologicamente, é um trabalho qualitativo, bibliográfico e interpretativista. Como fundamentação teórica, foram utilizados os seguintes autores: Almeida (2008), Corbin (2021), Grün (2012), Kambeba (2018a, 2018b, 2020, 2023), Munduruku (2008,
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Silva, Maria de Fátima Costa e., and Joel Vieira da Silva Filho. "O eu-nós na poesia de Márcia Kambeba: identidade, resistência e alteridade na literatura de autoria indígena." Anuário de Literatura 29 (December 3, 2024): 01–15. https://doi.org/10.5007/2175-7917.2024.e100480.

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Abstract:
Este estudo visa uma leitura teórico-crítica dos poemas “Índio eu não sou”, “Silêncio Guerreiro” e “União dos povos”, presentes no livro Ay Kakyri Tama “eu moro na cidade” (2013; 2018), da pesquisadora e poeta indígena Márcia Wayna Kambeba. Ao ler os poemas, notamos uma lírica kambebiana do “eu-nós”, conforme Julie Dorrico (2017), revestida pelo discurso de identidade, resistência e alteridade — este último a partir da estética filosófica de Mikhail Bakhtin, uma vez que, embora seja reconhecido no âmbito dos estudos literários por sua teoria romanesca, em Estética da Criação Verbal (2011), tem
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Romano, Jorge O. "De como “chegar a ser gente”." TRAVESSIA - revista do migrante, no. 24 (April 12, 1996): 10–12. http://dx.doi.org/10.48213/travessia.i24.543.

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Abstract:
Os efeitos do crescente processo de urbanização, que se tem manifestado nos últimos cinquenta anos com o crescimento da migração das populações rurais e das pequenas cidades para os pólos urbanos regionais de desenvolvimento industrial e comercial, também expres- sam-se entre os povos indígenas que mantêm contatos antigos com a sociedade nacional. A cidade de Manaus, no coração da Amazônia, é um desses pólos, apresentando durante muito tempo um dos maiores ritmos de crescimento demográfico do país, concentrando um alto fluxo de migração extra e intra-regional, incluindo populações indígenas or
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Moreira, Rosângela Gomes, and Alceu Zoia. "Educação escolar indígena e a produção de material didático específico." Eventos Pedagógicos 12, no. 1 (2021): 240–64. http://dx.doi.org/10.30681/reps.v12i1.10321.

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Abstract:
O trabalho apresenta o resultado da pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação intitulada ‘Ação Saberes Indígenas na Escola: contribuições da ASIE para as comunidades Apiaká, Kayabi, Munduruku, Kaiapó e Terena- Rede UFMT/Polo de Sinop/Juara-MT’, que se propõe a compreender como as ações do projeto ASIE têm contribuído com as escolas dessas comunidades indígenas na elaboração de materiais didáticos específicos. Trazemos uma abordagem sobre interculturalidade nas escolas indígenas presentes também nos materiais didáticos, possibilitando reflexões a cerca da construção das pedagogias indíg
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Pacheco de Andrade, Celeste Maria, and Ana Cláudia Pacheco de Andrade. "Por uma narrativa do reencantamento: A poética do não esquecimento de Ailton Krenak e Daniel Munduruku." Revista Légua & Meia 12, no. 2 (2022): 64–83. http://dx.doi.org/10.13102/lm.v12i2.7743.

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Abstract:
Compreender o texto narrativo como parte de um conjunto de expressão artística que integra o repertório cultural humano permite reconhecer a sua potência de ressignificação, o que implica no registro de diversos olhares sobre o mundo em que nos situamos. Levando em consideração o desdobramento dessas visões, é pertinente o entendimento da narrativa como possibilidade de marcar a presença de uma humanidade no planeta, visto que ela se inscreve na necessidade universal do homem em organizar sua experiência de vida e dar sentido à própria história, através da oralidade, da escrita ou das imagens.
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Santos, Jorge Oliveira dos. "Etnias e culturas na escola municipal Kunyata Putira no município de Manaus – AM, Brasil." Research, Society and Development 12, no. 4 (2023): e2912440851. http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v12i4.40851.

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Abstract:
A representação das etnias e culturas indígenas brasileiras no livro didático do programa nacional no ensino de História do 2.º seguimento do ensino fundamental, distribuído nos anos de 2020 a 2023, na escola indígena Kunyata Putira, emerge salutares questionamentos quanto a possível desvalorização desses povos, prejudicando o planejamento e desenvolvimento de atividades atrativas para os discentes. Desta maneira, objetivo geral deste estudo é analisar etnias e culturas indígenas e como são representadas no livro didático com ênfase na Escola Indígena Municipal Kunyata Putira no ano de 2021 a
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Chaves, Maria Genailze, Lucas Sidnei Carniel, and Valdeci Batista de Melo Oliveira. "O imaginário mítico na Obra "Makunaímã: o mito através do tempo", a história do Jacaré." História Oral 27, no. 01 (2024): 159–75. http://dx.doi.org/10.51880/ho.v27i01.1343.

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Abstract:
Este artigo expõe o mito do jacaré presente na obra Makunaimã: o mito através do tempo (2019), texto híbrido e de autoria múltipla que contempla narrativas orais de Akuli Taurepang sobre os aspectos diversos da vida dos povos Makuxi, Taurepang e Wapichana. Assim, articula-se a respeito do imaginário mítico indígena dos Makuxi, contado por Jaider Esbell. O objetivo está em mostrar e analisar essa contação oral, atribuindo justa credibilidade às sociedades indígenas e aos seus ancestrais, verdadeiros criadores e contadores dessas histórias. Esta pesquisa bibliográfi ca ampara-se, dentre outras,
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Gonçalves Dias, Eveline, and Naiara Sales Araújo. "A ESCRITA DE RESISTÊNCIA INDÍGENA: UMA REFLEXÃO À LUZ DA CONTEMPORANEIDADE." REVISTA DE LETRAS - JUÇARA 6, no. 2 (2022): 103–15. http://dx.doi.org/10.18817/rlj.v6i2.3008.

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Abstract:
O presente estudo tem como objetivo fazer uma reflexão a respeito da escrita de autoria indígena como forma de resistência, tendo em vista a condição subalterna inscrita sobre o sujeito feminino cingida pela conjuntura histórica da formação cultural da sociedade contemporânea, e pelo processo diaspórico vivenciado pelos povos originários, tematizado pela autora supracitada. Nossa reflexão leva em consideração a confluência de vozes nativas prospectivas, e as percepções da literatura indígena como um movimento de resistência e afirmação identitária. A escrita indígena de autoria feminina ancora
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Xavier, Ellen Monique De Lucena, and Kallyop Mikaella Da Silva Ferreira. "Direitos humanos e sociedades indígenas na Amazônia: o lado recôndito nas barragens hidrelétricas do Tapajós em face ao povo Munduruku em Itaituba – Pará." Revista do Conselho Nacional do Ministério Público, no. 7 (June 19, 2019): 227–39. http://dx.doi.org/10.36662/revistadocnmp.i7.111.

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Abstract:
O presente artigo tem por objetivo realizar uma análise da relação existente entre os povos indígenas e o Estado, acerca da legalização de suas terras, dando ênfase aos projetos de barragens hidrelétricas no Tapajós. Nesse sentido, iniciaremos nosso estudo, com metodologia bibliográfica e documental, conceituando no que abrange os Direito Humanos apresentando as principais características de evolução no âmbito internacional e brasileiro, além de informar sobre a importância da Convenção 169 da OIT seus conceitos básicos e, também, certificar sobre os recônditos por de trás de tal empreendiment
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Xavier, Ellen, and Kallyop Ferreira. "Direitos humanos e sociedades indígenas na Amazônia: o lado recôndito nas barragens hidrelétricas do Tapajós em face ao povo Munduruku em Itaituba – Pará." Revista do CNMP: água, vida e direitos humanos VII, Número 7 (2018): 227–39. http://dx.doi.org/10.36662/20182236.

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Abstract:
O presente artigo tem por objetivo realizar uma análise da relação existente entre os povos indígenas e o Estado, acerca da legalização de suas terras, dando ênfase aos projetos de barragens hidrelétricas no Tapajós. Nesse sentido, iniciaremos nosso estudo, com metodologia bibliográfica e documental, conceituando no que abrange os Direito Humanos apresentando as principais características de evolução no âmbito internacional e brasileiro, além de informar sobre a importância da Convenção 169 da OIT seus conceitos básicos e, também, certificar sobre os recônditos por de trás de tal empreendiment
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Augusto de Moraes, Saulo, Renato Fonseca de Arruda, Jairo Luís Fleck Falcão, et al. "Bases de uma política municipal de patrimônio museológico na Amazônia Mato-grossense:." Revista Memória em Rede 16, no. 31 (2024): 289–315. https://doi.org/10.15210/rmr.v16i31.26758.

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Abstract:
Este artigo objetiva apresentar resultados de diálogos e reflexões interculturais e interétnicas a partir da criação, implementação e estruturação do Museu do Vale do Arinos (MuVA) entre os anos de 2015 e 2024, localizado na cidade de Juara, na mesorregião norte de Mato Grosso. Metodologicamente, o desenvolvimento deste estudo se fundamentou nas pesquisas bibliográfica, documental e de campo, considerando os debates que fundamentam a abordagem da pesquisa-ação. Apesar de ser uma instituição recente no contexto das políticas de memória e de preservação do patrimônio cultural nesta região, busca
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