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Willis, Clive, Joaquim Maria Machado de Assis, and Gregory Rabassa. "Quincas Borba." Modern Language Review 96, no. 1 (2001): 246. http://dx.doi.org/10.2307/3735814.

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Peixoto, Sérgio Alves. "O narrador machadiano: Quincas Borba." Revista do Centro de Estudos Portugueses 18, no. 22 (1998): 133. http://dx.doi.org/10.17851/2359-0076.18.22.133-140.

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Abstract:
<p>Considerações sobre o narrador machadiano, a partir do romance Quincas Borba de Machado de Assis</p><p>Quelques réflexions sur le rôle du narrateur dans le roman Quincas Borba, de Machado de Assis</p>
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Willis, Clive. "Quincas Borba, Gregory Rabassa (review)." Modern Language Review 96, no. 1 (2001): 246–47. http://dx.doi.org/10.1353/mlr.2001.a825618.

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Araújo, Homero Vizeu. "QUINCAS BORBA: PRETENSÃO COSMOPOLITA, DETALHE POPULAR." Via Atlântica, no. 13 (June 21, 2008): 165. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i13.50304.

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Abstract:
ESTE ENSAIO TENTA EXAMINAR A TRAJETÓRIA DE RUBIÃO, NA CONDIÇÃO DE HOMEM LIVRE ERGUIDO A PROPRIETÁRIO NO SÉCULO DEZENOVE FICCIONAL RECRIADO EM QUINCAS BORBA, ROMANCE DE MACHADO DE ASSIS. AQUI SE ESTUDA TAMBÉM A ESTRATÉGIA NARRATIVA DE MACHADO PARA CARACTERIZAR, POR EXEMPLO, DONA TONICA, ESTRATÉGIA NARRATIVA QUE RESULTA EM AMBIGÜIDADE E DUPLICIDADE QUE REFLETEM A AMBIGÜIDADE DO ENREDO E DO TÍTULO DO ROMANCE, UMA VEZ QUE QUINCAS BORBA É O FILÓSOFO E TAMBÉM O NOME DE SEU CÃO.
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Vilanova, Juliana de Castro, Antonione Santos Bezerra Pinto, and Giuliano da Paz Oliveira. "Brás Cubas, Quincas Borba, and Rubião: portraits of neuropsychiatry in the novels of Machado de Assis." Arquivos de Neuro-Psiquiatria 83, no. 04 (2025): 001–5. https://doi.org/10.1055/s-0045-1806828.

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Abstract:
AbstractThe intersection of literature and neuroscience provides a fascinating way to explore human behavior through fictional narratives. Brazilian literature, particularly the work of Machado de Assis, excels in portraying characters with neuropsychiatric conditions. This work aims to establish connections between the fictional representations of human behavior in Machado's classic works and neurological conditions described by contemporary neuroscience. In The Posthumous Memoirs of Brás Cubas and Quincas Borba, Machado's characters exhibit behaviors that align with modern neurological diagn
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Araújo, Eleno Marques de, Rayanne Tavares Resende Resende, and Uliana Rodrigues Guimarães. "A filosofia humanitista de Quincas Borba." Conjecturas 22, no. 2 (2022): 1128–41. http://dx.doi.org/10.53660/conj-816-f02.

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Abstract:
Neste ensaio foi analisada a Filosofia Humanitista de Quincas Borba na obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, a partir de uma comparação com O Discurso da Metafísica de Leibniz e O Cândido de Voltaire. Em outro ensaio, dedicamos ao assunto da filosofia existencialista, sobretudo, os dramas descritos por Assis, na vida de seus personagens. Aqui, optamos por tratar da Filosofia Humanitista que, segundo Borba, procede de Humanitas princípio de todas as coisas. Para construir sua teoria filosófica, Quincas Borba, mergulha no oceano, e retira dali o princípio da verdade, que segundo ele, os gregos e
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Saraiva, Juracy Assmann. "Quincas Borba: um romance, duas versões." O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira 22, no. 1 (2013): 53–68. http://dx.doi.org/10.17851/2358-9787.22.1.53-68.

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Abstract:
O romance Quincas Borba, de Machado de Assis, é impresso, pela primeira vez, em seções, na revista A Estação, em um período que se estende de 15 de junho de 1886 até 15 de setembro de 1891. Ao final desse mesmo mês, o romance recebe sua edição em livro, edição que fora submetida a significativas alterações. Essas revelam o ajuste paciente e laborioso do escritor que distingue, a partir do suporte material, peculiaridades do gênero de cada uma das publicações, que se interligam, por sua vez, à imagem do receptor. Consequentemente, a identificação do uso de procedimentos técnicos expõe a reflexã
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Gledson, John. "Quincas Borba: um romance em crise." Machado de Assis em Linha 4, no. 8 (2011): 29–50. http://dx.doi.org/10.1590/s1983-68212011000200004.

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Abstract:
Este texto e o que se segue a ele reproduzem, quase sem mudanças, duas conferências que proferi na Universidade de São Paulo, em 10 e 12 de maio de 2011, a convite de Hélio Guimarães e Vagner Camilo, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas e do Programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira. Agradeço de coração a oportunidade que me deram de expor minhas ideias diante de um auditório tão simpático e estimulante. As mudanças são mínimas, e insignificantes - não tirei o tom de fala, que faz parte das duas exposições. Apenas acrescentei as referências necessárias e juntei um parágraf
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Picoli, Gleisy. "Barboza, J. O náufrago da existência." Veritas (Porto Alegre) 69, no. 1 (2024): e45754. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2024.1.45754.

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Abstract:
O livro O náufrago da existência: Machado de Assis e Arthur Schopenhauer – Caricatura, paródia, tragédia e ética animal, de Jair Barboza, explora a influência de Schopenhauer na obra de Machado de Assis, propondo que a personagem Quincas Borba seja uma caricatura do filósofo alemão e sua filosofia do humanitismo, uma paródia do pessimismo metafísico schopenhaueriano. Barboza baseia-se em descobertas bibliográficas e analisa obras como Memórias póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba para fundamentar sua tese. Ele também destaca a ética animal em Machado, influenciada por Schopenhauer, e como es
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Oliveira, Marcelo Fonseca Ribeiro de. "A Filosofia em Machado de Assis: Diógenes de Sínope e Quincas Borba." Machado de Assis em Linha 9, no. 17 (2016): 88–98. http://dx.doi.org/10.1590/1983-682120169177.

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Abstract:
Resumo Machado de Assis foi um autor filosófico. Algumas obras se dedicaram a investigar a filosofia contida, especialmente, em seus romances. Neste texto busca-se evidenciar alguns indícios da presença, no romance Quincas Borba, de uma corrente filosófico-literária poucas vezes lembrada e muitas vezes ignorada pela tradição machadiana e pela tradição filosófica: o cinismo. No primeiro momento, interpreta-se a homonímia com o cão e a alusão do narrador no último capítulo. Apresentam-se, em um segundo momento, as evidências textuais do narrador, ou de alguma personagem, ao cinismo. E, por fim,
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Barboza, Jair. "The metaphysical identity of beings and a gaze into the starry sky." Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 9, no. 1 (2018): 104. http://dx.doi.org/10.5902/2179378633551.

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Galvão, Pedro Alegre Pina. "Patografias de Brás Cubas." Gláuks - Revista de Letras e Artes 24, no. 3 (2024): 121–34. https://doi.org/10.47677/gluks.v24i3.453.

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Abstract:
O artigo analisa o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas a partir da realidade da escravidão na filosofia da história representada por Quincas Borba. A ciência de Quincas Borba é um dos elos por meio do qual se conecta, na literatura machadiana, o problema da ficção e do discurso historiográfico no século XIX. História e ficção juntam-se para dizer, de forma determinista, de que maneira a realidade complexa dos acontecimentos se ajusta a uma finalidade determinada, capaz de justificar, segundo o princípio da necessidade, todas as dores da história, incluindo a escravidão. Como conclusão, o e
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Grevan de Carvalho, Isadora. "A Retórica da Loucura em Quincas Borba." Brasiliana: Journal for Brazilian Studies 4, no. 1 (2015): 159–86. http://dx.doi.org/10.25160/bjbs.v4i1.20669.

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Abstract:
Este artigo explora a variedade de maneiras como a loucura é apresentada em Quincas Borba, de Machado de Assis. A estrutura da narrativa e até mesmo os personagens que não são literalmente representadas como loucos, contêm em si características frequentemente associadas à loucura, como a fragmentação, dualismo, confusão e euforia. Essas mesmas características funcionam como uma ferramenta para levantar questões ligadas à estrutura social brasileira, bem como os valores da burguesia em ascensão. Este artigo também traz à tona uma nova perspectiva sobre as possíveis interligações entre os person
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Grevan de Carvalho, Isadora. "A RETÓRICA DA LOUCURA EM QUINCAS BORBA." Brasiliana- Journal for Brazilian Studies 4, no. 1 (2015): 159–86. http://dx.doi.org/10.25160/v4.i1/ga.1.

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Juracy, Ignez Assmann Saraiva. "Resenha de "Por linhas tortas análise de Quincas Borba de Machado de Assis"." Revista Letras Raras 11, no. 4 (2023): 202–4. https://doi.org/10.5281/zenodo.8045216.

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Silva, Laila Correa e. "A política imperial em Quincas Borba: um diálogo entre a história e a literatura." Humanidades em diálogo 8 (June 14, 2017): 151–62. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2017.140546.

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Abstract:
Desenvolve-se uma breve análise histórica do romance-folhetim de Machado de Assis Quincas Borba, publicado pela revista feminina A Estação entre 1886 e 1891, enfatizando as interlocuções sociais entre a obra machadiana e os debates parlamentares do final da década de 1860 e meados da década de 1880. Com isso, mostra-se que a política imperial e os impasses da Coroa para a promoção da reforma da escravidão são o centro de significação da narrativa de Quincas.
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Kameda, André Tadao. "Quincas Borba e o romance oitocentista francês: coisas deles, coisas nossas." Magma 28, no. 18 (2023): 107–24. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2448-1769.mag.2023.210613.

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Abstract:
Este artigo tem por objetivo fazer uma análise comparada de trechos dos romances A educação sentimental (1867), de Gustave Flaubert, e Quincas Borba (1891), de Machado de Assis. Para isso, vamos delinear brevemente o contexto dos períodos em que os enredos se passam, procurando destacar eventos históricos que figuram em ambas as obras, ou que estão em seus horizontes. Em seguida, buscaremos mostrar pontos de contato entre os romances, como procedimentos narrativos, concepção de tempo, personagens e temas. As discussões sobre o realismo e o modernismo abordados em ensaios de Lukács e Adorno ser
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Araújo, Eleno Marques de, Maria Eduarda Martins Cruvinel, Lara Mamede Almeida, and Victor Rodrigues de Souza. "O drama Existencial de Brás Cubas: aproximações filosóficas em Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Discurso de Metafísica de Leibniz e O Cândido de Voltaire." Conjecturas 21, no. 7 (2021): 656–68. http://dx.doi.org/10.53660/conj-468-526.

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Abstract:
O objetivo deste texto é demonstrar que nas três obras indicadas para análise há um elo entre filosofia e literatura. Aqui seguimos a metodologia da revisão bibliográfica. Em uma segunda abordagem pretendemos tratar mais especificamente do Humanitismo, a teoria filosófica de Quincas Borba. Por ora, nos ocuparemos de demonstrar que filosofia e literatura estão em entrelaçadas por retratar dimensões do conhecimento humano e que caracterizam uma linguagem de questionamento e exposição de pensamento de forma concreta. Ambas buscam aspectos sólidos de discussão de vários significados possíveis para
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Saraiva, Juracy Assmann. "A Estação: ideologia burguesa e sua denúncia em Quincas Borba." Signo 1, no. 1 (2016): 105. http://dx.doi.org/10.17058/signo.v1i1.7332.

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Abstract:
O artigo enfoca o contexto da instalação do mercado editorial no Brasil, a partir da década de 1870, e analisa o papel do periódico A Estação na difusão de práticas culturais oriundas da Europa, particularmente da França, e na formação de leitores. O periódico, proveniente da Alemanha, era composto por duas partes: um suplemento de moda, que informava as tendências parisienses sobre vestuário, decoração, etiqueta e comportamento, e um suplemento literário, produzido no Brasil, em que Machado de Assis publicou contos, poemas, novelas e o romance Quincas Borba. O confronto das duas versões de Qu
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Saraiva, Juracy, and Marinês Andrea Kunz. "Relação icônica entre o protagonista e seu discurso em Quincas Borba." Letras de Hoje 55, no. 2 (2020): e25867. http://dx.doi.org/10.15448/1984-7726.2020.2.25867.

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Abstract:
O artigo analisa a relação icônica que se estabelece entre a personagem Rubião, de Quincas Borba, e seu discurso, partindo do pressuposto de que esse procedimento expõe o processo crítico-reflexivo de Machado de Assis. A opção pela escrita como prática artesanal está manifestada na “Advertência”, que abre Ressurreição, torna-se visível no confronto entre as duas versões de Quincas Borba e ganha expressividade no tratamento conferido ao discurso do protagonista dessa narrativa. Ao explorar as possibilidades da linguagem, Machado confere aos signos verbais a natureza de gestos e neles imprime o
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Barboza, Jair. "Loucura de amor." Voluntas: Revista Internacional de Filosofia 12 (December 28, 2021): e07. http://dx.doi.org/10.5902/2179378666981.

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Abstract:
O presente texto examina a definição de loucura de amor em Schopenhauer para, a partir do exemplo literário da personagem Ofélia do Hamlet de Shakespeare, dado pelo Boddhishatva de Frankfurt, fazer uma conexão com a loucura de amor da personagem Rubião do romance Quincas Borba de Machado de Assis.
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Campos, Andrea Almeida. "Nihilism and Desire in "The Posthumous Memoirs of Brás Cubas": Literature and Psychoanalysis." Journal of Foreign Languages and Cultures 7, no. 1 (2023): 077–88. http://dx.doi.org/10.53397/hunnu.jflc.202301009.

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Abstract:
Literature and psychoanalysis are put into dialogue in order to perform an innovative reading of Machado de Assis’s The Posthumous Memoirs of Brás Cubas, which is considered one of his masterpieces, alongside Quincas Borba and Dom Casmurro. The psychoanalysis of Sigmund Freud and Jacques Lacan is used as a theoretical reference.
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Kohler, Florent. "“EM VERDADE VOS DIGO”: Quincas Borba e l’Education sentimentale." Revista Légua & Meia 2, no. 1 (2017): 139. http://dx.doi.org/10.13102/lm.v2i1.1957.

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Martins, Nilce Sant’Anna. "Machado de Assis colloquial-cult style in Quincas Borba." Língua e Literatura 15, no. 18 (1990): 61. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2594-5963.lilit.1990.115975.

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Abstract:
O objetivo deste trabalho é destacar na linguagem de Machado de Assis, no romance Quincas Borba, os aspectos que lhe imprimem uma tonalidade coloquial em contraposição a outros que justificam seja ela considerada padrão da modalidade culta do português. Como o narrador se dirige diretamente ao leitor, através de vocativos, interpelações, exclamações ou imperativos, há uma simulação de conversa que serve de pano de fundo à intriga romanesca. Mas essa fala do narrador bem como os diálogos travados pelas personagens não chegam a fugir das normas da língua culta ministradas pela gramática portugue
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BOECHAT, MARIA CECÍLIA. "DONA FERNANDA E A TÉCNICA NARRATIVA DE QUINCAS BORBA." Machado de Assis em Linha 11, no. 25 (2018): 131–41. http://dx.doi.org/10.1590/1983-6821201811258.

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Abstract:
Resumo Uma das questões colocadas pela recepção crítica do romance Quincas Borba diz respeito à interpretação de uma de suas personagens secundárias, dona Fernanda. O trabalho pretende retomar os termos da questão e avançar a discussão, explicitando a dupla função que essa personagem exerce na narrativa, dotando o romance de um forte elemento de compaixão em relação ao protagonista do romance, Rubião, mas também representando um limite a esse sentimento. Com isso, pretende-se relacionar a personagem com a técnica narrativa de Machado de Assis, no que apresenta de especificidade neste romance.
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Fernandes, Marcos Rogério Cordeiro. "A herança de Rubião." O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira 16 (June 30, 2008): 111–28. http://dx.doi.org/10.17851/2358-9787.16.0.111-128.

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Abstract:
Estudo sobre o romance Quincas Borba (1892), de Machado deAssis, com interesse em investigar como a trama narrativa internalizaproblemas históricos e sociais. A análise vai procurar relacionar a implantaçãodo capitalismo financeiro e a justaposição de estruturas sociais contraditóriascomo efeito do processo de modernização da sociedade brasileira no períodoabordado no livro. Com isso, veremos como questões extra-artísticas sãoincorporadas e se tornam estruturas internas da obra literária.
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Silva, Eduardo Viana da. "Um zoológico de significados: a função dos animais em alguns textos de Machado de Assis." Machado de Assis em Linha 5, no. 9 (2012): 138–54. http://dx.doi.org/10.1590/s1983-68212012000100008.

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Abstract:
Este artigo apresenta o uso de animais como símbolos e metáforas em alguns textos de Machado de Assis, com ênfase nos romances Quincas Borba e Memórias póstumas de Brás Cubas, além de no conto "A Sereníssima República". Procura-se articular como Machado de Assis utiliza a figura dos animais na construção de sua narrativa, inserindo-a no contexto da literatura universal, no que diz respeito à imagem dos animais.
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Fernandes, Marcos Rogério Cordeiro. "herança de Rubião." O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira 16 (June 30, 2008): 111–28. http://dx.doi.org/10.17851/2358-9787.16..111-128.

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Abstract:
Estudo sobre o romance Quincas Borba (1892), de Machado de Assis, com interesse em investigar como a trama narrativa internaliza problemas históricos e sociais. A análise vai procurar relacionar a implantação do capitalismo financeiro e a justaposição de estruturas sociais contraditórias como efeito do processo de modernização da sociedade brasileira no período abordado no livro. Com isso, veremos como questões extra-artísticas são incorporadas e se tornam estruturas internas da obra literária.
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Torres, Marie-Hélène C. "Indices de statut de roman traduit — 1. Paratexte." Meta 47, no. 1 (2004): 5–15. http://dx.doi.org/10.7202/007987ar.

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Abstract:
Résumé Partant de la problématique que la littérature brésilienne traduite en français reste une littérature mineure, je m’intéresse, dans cet article, au statut de texte traduit. À la recherche d’indices de texte traduit que l’on trouve dans le texte et métatexte (non développés ici) ainsi que dans le paratexte, j’analyse ce dernier à travers l’étude du roman Quincas Borba de Machado de Assis après avoir abordé les concepts de littérature brésilienne et de déterritorialisation du texte traduit.
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SEMINATTI, TIAGO. "RUBIÃO, INIMIGO DE SI: A REPRESENTAÇÃO DA INTERIORIDADE EM QUINCAS BORBA, DE MACHADO DE ASSIS." Machado de Assis em Linha 12, no. 27 (2019): 94–112. http://dx.doi.org/10.1590/1983-6821201912276.

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Abstract:
Resumo Este artigo propõe um estudo crítico sobre Quincas Borba, de Machado de Assis, considerando a articulação discursiva entre o protagonista Rubião e o narrador. Para isso, cotejamos as duas versões do romance: em folhetim, publicada no periódico A Estação (1896-1891), e em livro, publicada em 1891. Diferenças entre elas sinalizam a importância que o discurso indireto livre tem no processo de escrita do texto, cujo modo de narrar sugere a moderna coisificação dos homens por outros homens.
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Suelen, Jade. "Machado de Assis e Schopenhauer: as faces da humanidade em Quincas Borba." Humanidades em diálogo 8 (June 14, 2017): 109–17. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2017.140541.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo relacionar as visões de mundo de Machado de Assis e Arthur Schopenhauer acerca da humanidade, destacando elementos que envolvem as concepções de comportamento e de caráter. As motivações das ações humanas, isto é, o egoísmo, a maldade e a compaixão, compõem e refletem tais características. Cabe destacar a importância da noção de “psicologia empírica” schopenhaueriana, ou seja, a superioridade da vontade sobre o intelecto, a qual se pode relacionar teoricamente com os comportamentos das personagens de Quincas Borba.
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Peixoto, Sérgio Alves. "Parábolas são parábolas, nada mais que parábolas: uma leitura de Quincas Borba, de Machado de Assis." O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira 7, no. 1 (2001): 17–28. http://dx.doi.org/10.17851/2358-9787.7.1.17-28.

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Abstract:
O presente artigo procura mostrar como o romance Quincas Borbas, de Machado de Assis, pode ser visto como uma parábola em que se inserem, a partir de uma visão irônica e parodística do narrador, parábolas menores que funcionam como exemplos de uma idéia central: ao vencedor, as batatas.
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Silva, Cátia Pietro da. "“Teoria do Benefício” e “A Causa Secreta”: poder, favor e exploração." Anagrama 3, no. 1 (2009): 1–10. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1982-1689.anagrama.2009.35467.

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Abstract:
O presente artigo tem por objetivo aplicar a máxima de Quincas Borba: “o prazer do beneficiador é sempre maior que o do beneficiado”, expressa no capítulo “Teoria do benefício”, de Memórias póstumas de Brás Cubas (1880/1881), ao conto “A causa secreta” (1886). Com olhos à teoria borbista, o conto retoma temas caros a Machado de Assis, como o poder da classe dominante, o favor como meio de ascensão social da burguesia e a exploração como prática da alta sociedade brasileira do século XIX
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Guimarães, Hélio de Seixas. "Romero, Araripe, Veríssimo e a recepção crítica do romance machadiano." Estudos Avançados 18, no. 51 (2004): 269–98. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-40142004000200019.

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Abstract:
O ARTIGO trata dos desafios e mudanças de parâmetro que a literatura machadiana colocou para a crítica oitocentista, desestabilizando as concepções até então vigentes do literário e colocando em xeque a aplicação rígida das teorias e doutrinas então disponíveis. O texto mostra que crítica machadiana toma corpo à época da publicação de Quincas Borba, com a formação da tríade Romero-Araripe-Veríssimo, que se concentra em questões como a do humorismo e da representatividade nacional do romance, com desdobramentos importantes nos estudos futuros sobre a obra de Machado de Assis.
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Dixon, Paul. "Por dentro e por fora: 'Mundo Interior' de Machado de Assis e a teoria fenomenológica." Revista Texto Poético 15, no. 26 (2019): 146. http://dx.doi.org/10.25094/rtp.2019n26a568.

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Abstract:
Mundo interior (1880, Machado de Assis) mostra como o autor antecipou conceitos de espaço que seriam expostos muitos anos depois pelo filósofo fenomenológico Gaston Bachelard. No poema, a vasta paisagem ao ar livre, tanto geográfica como humana, tem uma relação correspondente e inversa com uma profundidade de contemplação. Exemplos do romance Quincas Borba, no qual os personagens são atraídos para olhar através das janelas quando estão envolvidos em seus pensamentos mais íntimos, mostram como o padrão de “imensa intimidade” se estende além do poema em questão para as imagens das obras ficciona
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Jackson, Kenneth David. "THE DIAPHANOUS VEIL OF SATIRE: EÇA’S MESSAGE TO MACHADO IN THE CITY AND THE MOUNTAINS." Revista de Estudos Literários 6 (October 1, 2017): 83–94. http://dx.doi.org/10.14195/2183-847x_6_3.

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Abstract:
By the late 1890s Eça de Queirós had certainly read Machado’s two major novels to date, the Posthumous Memoirs of Brás Cubas (1880-81) and Quincas Borba (1890), after acknowledging Machado’s critiques of Cousin Bazilio, published in O Cruzeiro in April, 1878. A novel form of indirect communication between the two authors can be located in their fiction. In The City and the Mountains (1901) Eça replies indirectly to Machado with a satire of several of Machado’s main themes in the two novels, from the philosophy of “Humanitism” to the useful work of worms.
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정재민. "Filosofia e ironia machadiana em Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba." Journal of Lusophone Area Studies 5, no. 2 (2008): 223–55. http://dx.doi.org/10.21540/kalas.5.2.200812.223.

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Barros de Abreu Silva, Lilian. "ESCOLHAS LEXICAIS E PRODUÇÃO DE EFEITOS DE SENTIDO: QUINCAS BORBA EM MATERIAL DIDÁTICO." Missangas: Estudos em Literatura e Linguística 4, no. 7 (2023): 108–24. https://doi.org/10.53500/missangas.v3i7.17001.

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Abstract:
Este artigo é um recorte da pesquisa de doutorado, em que pesquisamos a transmissão do texto literário Quincas Borba, de Machado de Assis, em material didático. Nessa perspectiva, este artigo tem o objetivo de discutir como as escolhas lexicais presentes no romance em estudo, transmitidos em material didático, interferem no estilo machadiano e na interpretação do texto. Para isso, utilizamos como aporte teórico-metodológico estudos filológicos descritos em Blecua (1990), Cambraia (2005), Spaggiari & Perugi (2004) e Sacramento e Santos (2017); a perspectiva de escolha lexical de Oliveira (2
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Fitz, Earl. "A recepção de Machado de Assis nos Estados Unidos durante as décadas de 1950 e 1960." Machado de Assis em Linha 5, no. 9 (2012): 24–52. http://dx.doi.org/10.1590/s1983-68212012000100003.

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Abstract:
Na literatura, a questão da recepção é extremamente complexa e, ao mesmo tempo, essencial, sobretudo se quisermos compreender melhor o impacto que tem em outra uma cultura literária pouco conhecida. Neste artigo, estudo a recepção de Machado de Assis nos Estados Unidos durante os anos 1950, quando três de seus romances - Memórias póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro e Quincas Borba - apareceram pela primeira vez em tradução para o inglês. Também considero a recepção de Machado nos anos 1960, período do chamado "boom", quando o autor brasileiro, apesar de ter sido muito admirado pelo crítico e
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Ribeiro, Thiago Elias. "MACHADO DE ASSIS E A TRADIÇÃO DA SÁTIRA MENIPEIA." LUMEN ET VIRTUS 16, no. 46 (2025): 1753–61. https://doi.org/10.56238/levv16n46-013.

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Abstract:
Pretende-se com este trabalho elaborar um pequeno recorte acerca da obra de Machado de Assis, principalmente sobre três dos seus romances de sua chamada fase madura: Memórias póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro e Quincas Borba, para apresentá-los como representantes de um gênero reconhecido como “sátira menipeia”, tendo como principal expoente o escritor romano Luciano de Samósata (120-180 d.C.) para título de comparação entre as respectivas técnicas e as intenções de ambos, e por meio disso salientar algumas outras alegorias clássicas (“carnavalização”) elencadas pelo autor realista como a e
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Mulinacci, Roberto. "Seis personagens à procura de um tradutor (ou de um crítico). Por uma história das traduções de Machado de Assis na Itália como história das não traduções." O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira 25, no. 1 (2016): 109–31. http://dx.doi.org/10.17851/2358-9787.25.1.109-131.

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Abstract:
Este artigo pretende debruçar-se sobre as dinâmicas editoriais da tradução dos romances de Machado de Assis na Itália, cuja característica dominante é, sem dúvida, representada pela prática da retradução, à qual estão periodicamente submetidas as três obras maiores (Memórias póstumas, Quincas Borba, Dom Casmurro) em detrimento de todas as demais. Portanto, se levarmos em conta que as pouquíssimas traduções não pertencentes à trilogia são bastante negligenciadas pela crítica que se ocupa da recepção do autor e, além disso, nem sequer todas as traduções da trilogia cabem no cânone italiano dele,
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Silva, Raphael Valim da Mota. "Metamorfoses noturnas." Opiniães, no. 15 (December 27, 2019): 258–79. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2019.156319.

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Abstract:
Uma imagem recorrente na ficção de Machado de Assis diz respeito à descrição da noite e dos elementos a ela semanticamente adjacentes: a lua, a névoa, os astros, as estrelas. Na recuperação constante de tal construção simbólica, o autor não só se posiciona acerca do legado romântico, como também desenvolve uma crítica social que se torna mais expressiva e madura conforme o passar dos anos. O presente trabalho centra-se justamente no estudo da construção imagética em torno das atmosferas noturnas e astrológicas descritas em seus textos ficcionais, com ênfase nos romances machadianos em que mais
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Ferraz Júnior, Expedito. "Memórias de um cão: o humanitismo de machado de assis transposto para a linguagem dramática." Machado de Assis em Linha 9, no. 19 (2016): 80–92. http://dx.doi.org/10.1590/1983-682120169196.

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Abstract:
Resumo Este artigo consiste numa abordagem analítica do espetáculo Memórias de um cão (2015), do Coletivo de Teatro Alfenim, de João Pessoa, Paraíba. Descrevemos as aproximações que essa obra mantém com a ficção de Machado de Assis, destacando-lhe aspectos relativos à adaptação (aqui tratada como transposição), para a linguagem dramática, de elementos estruturais dos romances Quincas Borba (1891) e Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Tomando como ponto de partida o conceito de "tradução intersemiótica", de Roman Jakobson, e seus desdobramentos, procuramos descrever os principais procedimen
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CANDIDO, ANTONIO. ""DUAS NOTAS" E "PREFÁCIO DE UM LIVRO"." Machado de Assis em Linha 10, no. 21 (2017): 3–15. http://dx.doi.org/10.1590/1983-6821201710211.

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Abstract:
Resumo No primeiro ensaio, evocando sobretudo Quincas Borba e Esaú e Jacó , Antonio Candido analisa Machado de Assis como um criador de situações que "mortificam" todos os homens, aos quais restam apenas um nivelamento de valores e desencanto. Percebe o escritor como um dos "negadores mais completos", lúcido ante uma desarmonia fatal, metafísica, e não social. No segundo ensaio, apreendendo com Plínio Barreto o sentido do "decoro" machadiano, Candido observa que a elegância estilística e o "respeito de si mesmo" de Machado de Assis pressupõem tensões individuais e sociais. Ao defender a crític
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Freire, Manoel, and Maria Clediane de Oliveira. "Sob o signo da crise: ascensão e queda de Rubião." Machado de Assis em Linha 6, no. 12 (2013): 66–82. http://dx.doi.org/10.1590/s1983-68212013000200006.

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Abstract:
Este artigo analisa alguns aspectos das relações sociais implicadas na configuração da trama do romance Quincas Borba, de Machado de Assis. Num ambiente de princípios frágeis e valores relativos, cuja ética se molda às conveniências do mais forte, o protagonista Rubião se apresenta sob o signo da crise. Ao sucumbir às armadilhas do casal Palha e às falsas lisonjas de um séquito de parasitas, Rubião vai gradualmente perdendo sua fortuna e, na mesma medida, a razão, de forma que logo chega à miséria e à loucura, retornando à sua Barbacena, onde morrerá como um pobre diabo. Através da trajetória
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Silva, Lilian Barros de Abreu. "Crítica textual e estilística." Travessias Interativas, no. 30 (July 11, 2024): 269–82. http://dx.doi.org/10.51951/ti.v14i30.p269-282.

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Abstract:
Este artigo propõe a aproximação entre a Crítica Textual e a Estilística para a análise de variantes na transmissão de textos. Nessa perspectiva, este estudo discute como o estilo de Machado de Assis é alterado no texto Quincas Borba, transmitido em material didático, e como essa modificação influencia o sentido do texto literário. Para isso, utiliza-se como aporte teórico-metodológico estudos sobre Crítica Textual dispostos em Spina (1977), Blecua (1990), Duarte (1992), Spaggiari & Perugi (2004) e Cambraia (2005; 2023); e a perspectiva da Estilística e o estilo machadiano são fundamentado
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OLIVER, ÉLIDE VALARINI. "O Humanitismo em Machado: Entre Spinoza, Voltaire e Leopardi." Machado de Assis em Linha 9, no. 18 (2016): 9–27. http://dx.doi.org/10.1590/1983-682120169182.

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Abstract:
Resumo O entendimento, por parte de Voltaire, das ideias de Spinoza sobre Deus foi distorcido por atribuições errôneas e desconhecimento. Baseando-se no famoso artigo de Bayle, sobre o filósofo, Voltaire constrói uma caricatura polêmica que repete em vários lugares de sua obra e correspondência envolvendo a ideia de Deus, da substância única e da Natureza. Nessa caricatura, no entanto, não seria difícil reconhecer a filosofia humanitista de Quincas Borba e o delírio de Brás Cubas. Por outro lado, nessa mesma confluência, Leopardi também fornece a Machado elementos de ligação entre Spinoza e Vo
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ZHIHUA, HU, and ROBERTO MARIA TERESA. "TRADUÇÃO E INTRODUÇÃO DAS OBRAS DE MACHADO DE ASSIS NA CHINA." Machado de Assis em Linha 11, no. 25 (2018): 76–95. http://dx.doi.org/10.1590/1983-6821201811255.

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Abstract:
Resumo Como um dos mais importantes escritores do Brasil, Machado de Assis já tem várias obras traduzidas e introduzidas na China. Entretanto, ainda são escassos os estudos literários e os estudos de tradução e introdução das suas obras naquele país. Pelo presente trabalho, realizaremos um percurso retrospectivo das obras machadianas traduzidas na China. O nosso corpus é composto de três traduções chinesas: Quincas Borba , por Sun Cheng'ao; Dom Casmurro e Contos escolhidos , por Li Junbao. Mediante as análises dessas obras e com base nos conceitos de "domesticação" e "estrangeirização" de Venu
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Lopes, M. Angélica Guimarães. ""Estátuas esculpidas pelo tempo": Imagética como caracterização em "Quincas Borba e the Portrait of a Lady"." Chasqui 16, no. 1 (1987): 55. http://dx.doi.org/10.2307/29739958.

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França, Nariella Alves Pereira de, and Ana Paula Caixeta. "Entre o ético e o estético: uma reflexão sobre o personagem Brás Cubas, de Memórias póstumas de Brás Cubas, e a personagem Sofia, de Quincas Borba." Revista Cerrados 32, no. 63 (2023): 27–35. http://dx.doi.org/10.26512/cerrados.v32i63.48969.

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Abstract:
O presente trabalho propõe uma reflexão sobre a estratégia adotada pelos narradores dos livros Memórias Póstumas de Brás Cubas (2014) e Quincas Borba (2001), ambos de Machado de Assis, ao apresentarem personagens com atitudes que trazem duas faces que se contrapõem entre o ético e o estético. A reflexão, portanto, terá como foco as personagens Brás Cubas e Sofia. Para pensar essa contraposição, voltaremos a discussão para, em um primeiro momento, a face voltada para a sociedade em que viviam e os seus contemporâneos e, portanto, atitudes virtuosas e dignas de admiração; e em um segundo momento
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