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Dutra, Robson. "UNGULANI BA KA KHOSA: LITERATURA E EFICÁCIA." Via Atlântica, no. 16 (December 24, 2009): 79. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i16.50463.

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Abstract:
RESULTADO DE UMA HETEROGENEIDADE QUE CONTA COM A EFETIVA CONTRIBUIÇÃO DE ÁRABES, INDIANOS, PORTUGUESES, ALÉM DE DIVERSAS ETNIAS AFRICANAS, A SOCIEDADE MOÇAMBICANA TEM SIDO REFLETIDA PELA LITERATURA POR DIVERSAS ESTRATÉGIAS QUE TENTAM DAR CONTA DOS DESVÃOS DE SUA HISTÓRIA. ESTE TEXTO TEM COMO BASE O DISCURSO LITERÁRIO DE UNGULANI BA KA KHOSA, QUE ABRE MARGENS AO MULTIPERSPECTIVISMO QUE AMPLIA OS LIMITES ENTRE SOCIEDADE E ARTE, QUESTIONANDO O CONCEITO DE VERDADE, DO PRESENTE E DO PASSADO PARA FAZER DA INTERROGAÇÃO DO OUTRORA UMA NOVA CATEGORIA EPISTEMOLÓGICA.
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Souza, Ubiratã Roberto Bueno. "DISFORIA E FRATURA: A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO ENTRE HISTÓRIA E LITERATURA NA FICÇÃO MOÇAMBICANA." História e Cultura 9, no. 1 (2020): 421. http://dx.doi.org/10.18223/hiscult.v9i1.2400.

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Abstract:
Revisitando o primeiro e mais basilar romance de Ungulani Ba Ka Khosa, Ualalapi (1987), o presente artigo objetiva delinear alguns traços da obra do escritor moçambicano, buscando investigar como, através de uma apropriação de elementos da história de Moçambique aliada à ficcionalização, Ba Ka Khosa constrói um tipo de conhecimento acerca de seu próprio país. Ao insistir nessa relação entre o trabalho estético e a apropriação criativa de elementos da história, Ba Ka Khosa faz uma opção política por um distanciamento crítico das visões mais eufóricas e otimistas acerca da compreensão dos proces
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Silva, Valeria Cardoso. "História e ficção em As mulheres do imperador, de Ungulani Ba Ka Khosa." Abril – NEPA / UFF 12, no. 25 (2020): 69–84. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v12i25.42797.

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Abstract:
No romance As Mulheres do Imperador, Ungulani Ba Ka Khosa cria a inter­secção entre países afro-lusófonos: Moçambique e Portugal, atravessando a escrita africana durante a História Colonial, onde o apagamento do outro é evidenciado.
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Owen, Hilary. "AS MULHERES À BEIRA DE UM IMPÉRIO NERVOSO NA OBRA DE PAULINA CHIZIANEE UNGULANI BA KA KHOSA." Via Atlântica, no. 17 (June 28, 2010): 43. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i17.50532.

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Abstract:
ESTE ARTIGO FAZ UMA LEITURA COMPARATIVA DO CONCEITO DE “FRONTEIRA NACIONAL” EM UALALAPI, DE UNGULANI BA KA KHOSA, E AS ANDORINHAS, DE PAULINA CHIZIANE, OBRAS ONDE FIGURA O IMPERADOR DE GAZA, NGUNGUNHANE. EM KHOSA, ABORDAREI A INFLUÊNCIA DO CONCEITO DE “ABJECÇÃO” (EXPULSÃO DO CORPO MATERNAL ABJECTO) NA DEFINIÇÃO DESSA FRONTEIRA SEGUNDO O MODELO IMPERIAL E EXPANSIONISTA DE NGUNGUNHANE, ENTÃO COOPTADO PELA FRELIMO (CHANGAANIZADA) DE MACHEL. COM CHIZIANE, APRESENTO UMA OUTRA VISÃO DO TERMO, BASEADA NAS MITOLOGIAS CHOPES EM TORNO DO FUNDADOR DA FRELIMO EDUARDO MONDLANE E DA ATLETA LURDES MUTOLA.
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Wieser, Doris. "“O conceito de branco como branco não existe na cultura bantu”, entrevista a Ungulani Ba Ka Khosa." Revista Mulemba 7, no. 12 (2015): 4–20. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2015.v7n12a5019.

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Abstract:
Entrevista a Ungulani Ba Ka Khosa.Biografia resumida do entrevistado:Ungulani Ba Ka Khosa (*1957, Inhaminga), atual presidente da AEMO (Associação dos Escritores Moçambicanos), transformou-se nas últimas duas décadas num dos intermediários mais hábeis entre as culturas bantu e a língua portuguesa. Sua obra é indubitavelmente central para o processo de conscientização cultural de Moçambique, para a redescoberta do passado pré-colonial e colonial, a construção de uma memória histórica integrativa e para a mediação entre o espaço rural e urbano. Esta entrevista foi realizada a 17 de Julho de 2014
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Wieser, Doris. "Aculturação, “cafrealização” e identidade moçambicana em Choriro, de Ungulani Ba Ka Khosa." Navegações 8, no. 2 (2016): 108. http://dx.doi.org/10.15448/1983-4276.2015.2.20277.

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Teixeira, Vanessa Ribeiro. "Vozes marginais (re)construindo identidades na obra de Ungulani Ba Ka Khosa." Revista Diadorim 13 (June 28, 2013): 358–73. http://dx.doi.org/10.35520/diadorim.2013.v13n0a4002.

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Abstract:
Por entre as linhas da escrita literária de Ungulani Ba Ka Khosa, somos apresentados a uma realidade em que História e Ficção vivem uma interessante “estória” de amor e ódio. A profunda sedução pela investigação histórica por vezes se choca com a gritante necessidade de questionar o seu discurso e permitir que outras verdades se revelem através de vozes marginalizadas. São essas novas formas de dizer que trazem à tona a possibilidade de construir as identidades múltiplas que atravessam o solo moçambicano. A partir da leitura de alguns personagens presentes nos livros Ualalapi (1987), Orgia dos
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Colosovski, Laiz. "A figura de Ngungunhane entre a narrativa histórica e a narrativa ficcional: Questões sobre o romance Ualalapi, de Ungulani Ba Ka Khosa." Revista Crioula, no. 18 (December 26, 2016): 166. http://dx.doi.org/10.11606/issn.1981-7169.crioula.2016.118249.

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Abstract:
O presente artigo abordará uma série de questionamentos em torno do romance Ualalapi, primeiro romance publicado do escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa. Discutindo alguns pontos sobre o entrelaçamento de questões literárias e históricas e refletindo brevemente sobre a trajetória formal dos romances históricos, Ualalapi parece ser uma obra que reinventa o próprio gênero e abre uma série de possíveis questionamentos, tanto historiográficos quanto literários.
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Ceferová, Kristína. "Os elementos do fantástico na moderna ficção moçambicana : Ualalapi de Ungulani Ba Ka Khosa." Études romanes de Brno, no. 2 (2019): 79–88. http://dx.doi.org/10.5817/erb2019-2-7.

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Franzin, Adilson Fernando. "Choriro: a utopia que se fez verbo." Abril – NEPA / UFF 10, no. 21 (2018): 69. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff2018n21a522.

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Abstract:
Ungulani Ba ka Khosa é considerado um dos escritores mais importantes da literatura mocambicana, sobretudo, por colmatar ficcionalmente não apenas as lacunas deixadas pela historiografia que se debruça sobre o período colonial de seu pais, mas também por questionar de modo frontal as complexas decisões politicas tomadas pelo governo de Mocambique no momento pós-independência. Com o olhar voltado para o século XIX, o presente estudo tenta compreender como o autor entrelaça ficção a elementos históricos para lançar luz sobre o passado e legitimar vozes que são frequentemente excluídas dos discur
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Santos Pereira, Tales. "Orgia das (des)humanidades: Trauma, memória e violência em contos de Ungulani Ba Ka Khosa." Revista do GELNE 22, no. 1 (2020): 231–42. http://dx.doi.org/10.21680/1517-7874.2020v22n1id19511.

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Abstract:
Discute-se a seguinte problemática: de que modo nos contos “A orgia dos loucos” e “O exorcismo”, que integram a obra Orgia dos loucos, de Ungulani Ba Ka Khosa (2016), enquanto representantes da literatura moçambicana, apresentam relações entre trauma, memória e violência relativas à realidade social vivenciada em Moçambique? Para tanto, realiza-se um estudo essencialmente de cunho bibliográfico, com base nas discussões sobre trauma, violência e literatura encontradas em Ginzburg (2004, 2011, 2012) e Selligmann-Silva (2008, 2016). Enquanto resultado de análise, acreditamos que o autor em estudo
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Franzin, Adilson Fernando. "Choriro: a utopia que se fez verbo." Abril – NEPA / UFF 10, no. 21 (2018): 69–80. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v10i21.29965.

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Abstract:
Ungulani Ba ka Khosa é considerado um dos escritores mais importantes da literatura mocambicana, sobretudo, por colmatar ficcionalmente não apenas as lacunas deixadas pela historiografia que se debruça sobre o período colonial de seu pais, mas também por questionar de modo frontal as complexas decisões politicas tomadas pelo governo de Mocambique no momento pós-independência. Com o olhar voltado para o século XIX, o presente estudo tenta compreender como o autor entrelaça ficção a elementos históricos para lançar luz sobre o passado e legitimar vozes que são frequentemente excluídas dos discur
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Dultra, Rodrigo Santos. "A RE-MITIFICAÇÃO DA HISTÓRIA DE NGUNGUNHANA EM UALALAPI, (1987) DE UNGULANI BA KA KHOSA." Interfaces Científicas - Humanas e Sociais 4, no. 2 (2015): 93–100. http://dx.doi.org/10.17564/2316-3801.2015v4n2p93-100.

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Abstract:
Baseado no atual contexto das culturas afro-brasileiras e africanas este trabalho visa fazer uma análise do livro Ualalapi, lançando um olhar especial para a figura emblemática de Ngungunhana, sob a perspectiva da metaficção historiográfica, além de evidenciar a importância de se conhecer as literaturas africanas de língua portuguesa e o seu papel como difusora de uma cultura bem como o de guardiã de uma memória coletiva. Demonstrar também a importância da recontação das histórias silenciadas no período pós-independência, pois através da arte literária outras vozes puderam ser ouvidas e hoje p
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Gallo, Fernanda. "E quando o Escritor é historiador?" História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography 14, no. 36 (2021): 105–32. http://dx.doi.org/10.15848/hh.v14i36.1655.

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Abstract:
Enfocando o conto “Balada da Xefina”, de João Paulo Borges Coelho (2005) e o romance As mulheres do Imperador , de Ungulani Ba Ka Khosa (2018), ambos escritores e historiadores moçambicanos, o presente texto discute a interseção entre memória, história e literatura a partir da figura do herói representada nas duas obras ficcionais. Argumenta-se que o domínio linear e moralizante sobre a narrativa nacional moçambicana e, portanto, sobre os considerados heróis é uma estratégia de legitimação discursiva fomentada pelo partido no poder desde a independência nacional (1975), em um exercício de cont
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Massingue, Salomão António. "MEMÓRIAS DE VIOLÊNCIA: O TESTEMUNHO DAS VOZES SILENCIADAS PELA MEMÓRIA OFICIAL NA NARRATIVA DE UNGULANI BA KA KHOSA E JOSÉ EDUARDO AGUALUSA / MEMORIES OF VIOLENCE: THE TESTIMONY OF THE VOICES SILENCED BY THE OFFICIAL MEMORY IN THE NARRATIVE OF UNGULANI BA KA KHOSA AND JOSÉ EDUARDO AGUALUSA." Brazilian Journal of Development 7, no. 3 (2021): 25122–32. http://dx.doi.org/10.34117/bjdv7n3-289.

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Paz, Demétrio Alves. "Literatura infanto-juvenil africana no Brasil: um levantamento bibliográfico." Terra Roxa e Outras Terras: Revista de Estudos Literários 33 (May 26, 2017): 52. http://dx.doi.org/10.5433/1678-2054.2017v33p52.

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Abstract:
O objetivo do presente trabalho é analisar algumas obras de autores dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) destinadas ao público infanto-juvenil publicadas em nosso país. Nos PALOP há, atualmente, dois sistemas literários bem estabelecidos: Angola e Moçambique. O primeiro conta com uma preocupação com a cultura e a literatura muito forte após a independência, em 1975. A União dos Escritores Angolanos (UEA) e o Instituto Nacional do Livro e do Disco (INALD) incentivaram e promoveram a publicação de obras destinadas à formação de um público leitor infanto-juvenil. Em Moçambiqu
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Braun, Ana Beatriz, and Ricardo Luiz Pedrosa Alves. "À margem do Índico: os pobres e o mar em contos moçambicanos." Remate de Males 38, no. 1 (2018): 116–46. http://dx.doi.org/10.20396/remate.v38i1.8651256.

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Abstract:
A partir da leitura de cinco contos moçambicanos, este ensaio pretende discutir uma dupla representação: personagens pobres e mar Índico. São analisados os seguintes contos: “História de Sonto: o menino dos jacarés de pau” (José Craveirinha), “Ziche pescador” (José Craveirinha), “A praga” (Ungulani Ba Ka Khosa), “O outro lado do mar” (Clemente Bata) e “A força do mar de Agosto” (João Paulo Borges Coelho). As questões aqui discutidas passam pela consideração do mar como espaço de sobrevivência das personagens pobres. São analisadas as representações do mar a partir das personagens e dos narrado
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Apa, Livia. "NO HAY MAÑANA SIN AYER – OUTRAS NARRATIVAS DA NAÇÃO EM OS SOBREVIVENTES DA NOITE, DE UNGULANI BA KA KHOSA, E ACTAS DA MAIANGA, DE RUY DUARTE DE CARVALHO." Via Atlântica, no. 17 (June 28, 2010): 103. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i17.50536.

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Abstract:
O TEXTO PRETENDE ABORDAR A QUESTÃO DA NAÇÃO ENTENDIDA COMO CORPO NACIONAL E, NESTA PERSPECTIVA, TRABALHAR O PROBLEMA DAS SUAS MARGENS E DE COMO ELAS ENTRAM NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NO CONTEXTO PÓS-COLONIAL. SUBJACENTE A ISSO DESTACA-SE A QUESTÃO DA NARRAÇÃO ENTENDIDA COMO FORMA CAPAZ DE REGISTRAR A MEMÓRIA PARTILHADA DE UM POVO.
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Madureira. "Chronicles from the “Vulture Kingdom”: The Postcolonial State in Question in Ungulani Ba Ka Khosa's Historical Fiction." Research in African Literatures 50, no. 1 (2019): 150. http://dx.doi.org/10.2979/reseafrilite.50.1.10.

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Beal, Sophia. "A Conversation with Ungulani Ba Ka Khosa." Journal of Lusophone Studies 9 (October 3, 2011). http://dx.doi.org/10.21471/jls.v9i0.246.

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Abstract:
The author of six books, Khosa’s career took off with the 1987 publication of Ualalapi. The text won the Grand Prize of Mozambican Fiction in 1990, and in 2002, a panel of judges in Accra, Ghana ranked Ualalapi one of the 100 best works of African fiction of the 20th century. Next, Khosa published two collections of short stories, Orgia dos Loucos (1990) and Histórias de Amor e Espanto (1993), followed by the novel No Reino dos Abutres (2002). His novel Os Sobreviventes da Noite (2005), a portrayal of the use of child soldiers and child concubines in the Mozambican war of destabilization, won
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Ribeiro Teixeira, Vanessa. "UNGULANI, PAULINA E AS VÁRIAS FACES DE NGUNGUNHANE." Revista Mulemba 5, no. 8 (2013). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2013.v5n8a4971.

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Abstract:
Por entre as linhas do romance Ualalapi, publicado por Ungulani Ba Ka Khosa em 1987, e do conto intitulado “Quem manda aqui?”, lançado por Paulina Chiziane, em 2009, como parte da trilogia de contos As andorinhas, um propósito comum: questionar a aura heróica concedida a Mudungazi, o terrível Ngungunhane, último imperador de Gaza, recriando ficcionalmente a face do homem transformado em mito da resistência à ocupação portuguesa em Moçambique.PALAVRAS-CHAVE: Moçambique, Literatura, Ba Ka Khosa, Chiziane, Ngungunhane.
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Teixeira, Vanessa Ribeiro. "Ungulani ba ka khosa e a orquestra da violência." Metamorfoses - Revista de Estudos Literários Luso-Afro-Brasileiros 12 (November 23, 2011). http://dx.doi.org/10.35520/metamorfoses.2013.v12n0a21855.

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Fraga Tutikian, Jane. "UNGULANI BA KA KHOSA: O ROMANCISTA DAS MEMÓRIAS MARGINALIZADAS." Revista Mulemba 6, no. 11 (2014). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2014.v6n11a5011.

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Abstract:
Este artigo analisa a obra romanesca do escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa a partir do diálogo crítico que estabelece entre o ontem e o hoje e entre a memória oficial e a marginal, bem como a partir da postura que se aproxima das raízes identitárias em vista do fortalecimento da comunidade e da resistência às práticas engendradas por todo o sistema pós-colonial.PALAVRAS-CHAVE: história, memória, identidade, colonialismo, pós-colonialismo.
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Margarida Fonseca, Ana. "O ORAL E O ESCRITO EM UALALAPI, DE UNGULANI BA KA KHOSA." Revista Mulemba 4, no. 7 (2012). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2012.v4n7a4905.

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Abstract:
O presente estudo procura analisar a presença do oral e do escrito no romance de estreia deUngulani Ba Ka Khosa, Ualalapi, observando as recorrências intertextuais nele verificadas. Arelação dialógica entre os textos orais da tradição africana e textos escritos que relevam deformas ocidentais ocupa, neste contexto, especial destaque, sendo que tradição emodernidade não se excluem, antes se fecundam mutuamente. Assim, do cruzamento dosintertextos, emerge a afirmação da pluridiscursividade como uma força presente na narrativaafricana moderna e particularmente neste romance moçambicano.PALAVRAS-C
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Ribeiro, Orquídea, and Daniela da Fonseca. "Centros de reeducação em Moçambique (1975-1985): memórias, silêncios e discursos jornalísticos." Revista Lusófona de Estudos Culturais 6, no. 1 (2019). http://dx.doi.org/10.21814/rlec.389.

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Abstract:
No período pós-independência, o objetivo da Frelimo era “livrar a sociedade moçambicana de mazelas associadas ao mundo colonial, burguês e capitalista, rumo à construção do Homem Novo, que passava necessariamente por um processo de “reeducação”, no interior do qual os indivíduos seriam introduzidos numa nova ordem” (Thomaz, 2008, p. 179). Esta nova ordem implicava “trabalho disciplinado, despojamento material, superação de antigas lealdades (étnicas, religiosas, de classe, de raça, regionais) e comportamento moral inatacável” sinónimo do “ideal de Homem Novo” (Thomaz, 2008, p. 179). Os artigos
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Ribeiro Teixeira, Vanessa. "DE GAZA AO ZAMBEZE: A REINVENÇÃO DA HISTÓRIA EM UALALAPI E CHORIRO, DE UNGULANI BA KA KHOSA." Revista Mulemba 6, no. 10 (2014). http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2014.v6n10a5002.

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Abstract:
Ungulani Ba Ka Khosa, um dos principais ficcionistas moçambicanos dos séculos XX e XXI, começa seu passeio pelos caminhos tortuosos da recriação histórica ao revisitar o século XIX moçambicano e reconstruir a imagem de Ngungunhane, o último imperador de Gaza, com a publicação de Ualalapi em 1987. O temido “Leão de Gaza” tem sua aura heroica abalada pelo exercício da releitura crítica da História, o qual prevê a dessacralização do monumento. Em 2009, pouco mais de duas décadas após a publicação de Ualalapi, Khosa volta a visitar o século XIX moçambicano, deixando-se levar pelas águas do rio Zam
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Duarte, Carina Marques. "VOLTAR AO PRINCÍPIO DOS PRINCÍPIOS: REVISÃO CRÍTICA DO PASSADO E AFIRMAÇÃO DA TRADIÇÃO EM UALALAPI." Nau Literária 12, no. 1 (2016). http://dx.doi.org/10.22456/1981-4526.75380.

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Abstract:
RESUMO: A proposta deste trabalho é verificar, através da análise da representação da personagem Ngungunhane, no romance Ualalapi do escritor moçambicano Ungulani Ba Ka Khosa, como ocorre a revisão crítica da história. Ao mesmo tempo, investigar-se-á o efeito de duas estratégias da FRELIMO – a conversão de Ngungunhane em herói nacional e o alheamento às tradições – na construção de uma identidade e em que medida Ualalapi se opõe a essa identidade forjada. 
 
 Palavras-chave: Ualalapi; Ngungunhane; Memória; Tradição; Identidade. 
 
 ABSTRACT: The purpose of this work is to v
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Lima, Rainério Dos Santos. "Memórias indesejadas: os campos de reeducação na ficção de Ungulani Ba Ka Khosa." Literatura e Autoritarismo, no. 18 (January 11, 2017). http://dx.doi.org/10.5902/1679849x25569.

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Abstract:
Logo após a independência de Moçambique em 1975, uma das medidas adotadas pela FRELIMO foi o deslocamento e a disciplinarização em massa da população. Entre as estratégias tomadas estava a criação de campos de reeducação, para onde eram levados os moçambicanos classificados como improdutivos e indesejáveis pelo poder soberano. No romance Entre as memórias silenciadas, Ungulani Ba Ka Khosa representa a memória dos sujeitos deportados para os campos para serem ressocializados e transformados pela experiência prisional, pelo trabalho nas machambas e pelo pensamento anticolonial de fundamentação m
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Massingue, Salomão António, Salomão António Massingue, and José José Fornos. "Estética animista: memória e (re)existência na narrativa de Ungulani Ba Ka Khosa." Revista TransVersos, no. 22 (August 23, 2021). http://dx.doi.org/10.12957/transversos.2021.58454.

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Abstract:
O artigo analisa as manifestações da estética animista na sua intercessão com a memória oral como prática de (re)existência na narrativa de Ungulani Ba Ka Khosa. A década 50 do século XX é um importante marco na produção literária em países africanos de língua portuguesa. Escritores assumem o protagonismo na reinvenção das suas sociedades, historicamente subjugadas pelo sistema colonial, num processo pautado pelo questionamento dos cânones literários ocidentais, e pela (re) busca de um passado cultural ancestral e sua incorporação na literatura. Contudo, ainda se reduzia essa produção a catego
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Manjate, Teresa. "Entre memórias silenciadas de Ungulani ba ka Khosa e Virgem Margarida de Licínio de Azevedo: espaços e memórias." Revista Lusófona de Estudos Culturais 6, no. 1 (2019). http://dx.doi.org/10.21814/rlec.381.

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Abstract:
O presente artigo tem como objecto de estudo duas narrativas: Entre memórias silenciadas de Ungulani ba ka Khosa (romance) e Virgem Margarida de Licínio de Azevedo (filme de ficção). A aproximação das duas obras é sugerida pela exploração temática – o processo de “reeducação” de uma franja da sociedade que é tida pelas instituições de poder como marginais ou desviadas dos ideais da nova nação, em campos afastados das cidades. Pretende-se, numa perspectiva comparada, reflectir sobre as duas narrativas, a partir da análise dos espaços – topoanálise – relacionando esta categoria da narrativa com
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Brugioni, Elena, and Fernanda Gallo. "Estéticas da memória e do futuro em João Paulo Borges Coelho e Ungulani Ba Ka Khosa." e-cadernos CES, no. 32 (December 15, 2019). http://dx.doi.org/10.4000/eces.4823.

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Jones, Eleanor K. "Discipline, Disease, Dissent: The Pathologized Body in Mozambican Post-Independence Discourse." Journal of Lusophone Studies 1, no. 2 (2016). http://dx.doi.org/10.21471/jls.v1i2.120.

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Abstract:
In a series of speeches given across the northern reaches of newly independent Mozambique in 1983, president Samora Machel sought to encourage unity among his increasingly disenchanted populace by constructing a common enemy: a figure he often specifically frames as a threat to public health, whether parasite, infection or deformity. This article explores these uses of pathologization and public health by the state and pro-state media during the Mozambican nation-building period, and shows how Ungulani Ba Ka Khosa’s 2013 novel, Entre as Memórias Silenciadas, exposes and subverts these associa
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