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Molina Ayala, José. "Resonancias platónicas en la Poética de Aristóteles." Euphyía - Revista de Filosofía 17, no. 12 (2018): 11. http://dx.doi.org/10.33064/12euph173.

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Abstract:
En el presente artículo se revisa la relación entre Platón y Aristóteles tal y como aparece en la Poética. Dentro del corpus aristotélico ésta es una obra peculiar (al menos metodológicamente hablando) puesto que en ella no se recogen las posiciones de autores que antecedieron al propio Aristóteles (específicamente la de Platón), y no se encuentra aplicada la diferencia entre lo que es primero por naturaleza y lo que es primero para nosotros, además de que la obra se propone un fin práctico: que la poesía esté bien hecha. El análisis intenta mostrar que varios tópicos de la Poética pueden ser
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Veloso, Claúdio William. "DEPURANDO AS INTERPRETAÇÕES DA KÁTHARSIS NA POÉTICA DE ARISTÓTELES." Síntese: Revista de Filosofia 31, no. 99 (2010): 13. http://dx.doi.org/10.20911/21769389v31n99p13-25/2004.

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Abstract:
O presente ensaio não propõe a enésima interpretação da catarse na Poética de Aristóteles. Seu objetivo é mais negativo do que positivo. Trata-se sobretudo de denunciar o encarniçamento interpretativo em volta de sua menção na definição da tragédia em Poet. 6. Uma atenção especial é dada a interpretações em língua portuguesa.Abstract: The present paper doesn’t suggest the nth interpretation of catharsis in Aristotle’s Poetics. Its aim is negative rather than positive. Its main point is to denounce the interpretative fierceness around the mention of katharsis in the definition of tragedy in Poe
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Silva, Luciene Lage. "Alceste de Eurípides: pelo prisma da Poética de Aristóteles." Aletria: Revista de Estudos de Literatura 7 (December 31, 2000): 15–20. http://dx.doi.org/10.17851/2317-2096.7..15-20.

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Abstract:
Resumo: Muitas controvérsias existem acerca do gênero trágico de Alceste. E o grande desafio nesta peça é redescubri-la nas premissas aristotélicas que definem uma tragédia. Eurípides despertará a compaixão (éleos) e o temor (phóbos), levando o público à catarse (khatársis), mesmo que para isso seja preciso introduzir inovações em cena e modificações no mito.Palavras-chave: éleos; phóbos; khatársis.Résumé: Il y a des plusieurs controverses autour du geme tragique d’Alceste. Et le grand défi dans cette piece est la redécouvrir dans les prémisses aristotéliques qui definent une tragédie. Euripid
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Saldanha, Marcelo Ramos. "Um teatro "não espetacular": para além da catarse colonial." Estudos Teológicos 58, no. 2 (2018): 356. http://dx.doi.org/10.22351/et.v58i2.3403.

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Abstract:
Neste ensaio, pretende-se abordar o teatro “não espetacular” de Augusto Boal, compreendendo-o como uma potente forma de superação da catarse do teatro aristotélico, entendido por nós como um teatro colonial, já que, até hoje, a poética de Aristóteles é a base de um modo de produção de cinema e televisão comprometido com um modelo de colonização estética. Assim, partiremos da crítica boalina à poética aristotélica, para, então, compreender como a estética do Teatro do Oprimido se constitui ainda como uma poderosa ferramenta para a gestação de novas estéticas, provenientes dos espaços limítrofes
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Kearney, Richard. "Narrativa." Educação & Realidade 37, no. 2 (2012): 409–38. http://dx.doi.org/10.1590/s2175-62362012000200006.

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Abstract:
As histórias, como vias de compreensão da condição humana, têm preocupado a Filosofia desde Aristóteles. O artigo, baseado em uma visão afirmativa da narratividade (Ricoeur, Rorty e MacIntyre), elabora a ideia de que a resistência à narratividade em nome de modelos redutores de cientificismo deverá ceder à compreensão de que a verdade histórica tanto é propriedade do chamado conhecimento objetivo, como do conhecimento narrativo. Num diálogo crítico entre a poética aristotélica e leituras hermenêuticas contemporâneas, discute as relações entre verdade narrativa e memória; ficção e história; cat
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Silva, Rafael Guimarães Tavares da. "A arkhḗ da poesia e do drama na Poética de Aristóteles". Nuntius Antiquus 14, № 2 (2019): 61–90. http://dx.doi.org/10.17851/1983-3636.14.2.61-90.

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Abstract:
A Poética de Aristóteles é uma obra fundamental para a compreensão do desenvolvimento da poesia e da filosofia entre os herdeiros da tradição helênica, constituindo um momento especialmente fecundo da reflexão filosófica sobre a arte poética. Após situarmos o contexto intelectual de sua produção, pretendemos avançar uma série de considerações sobre a importância assumida pela noção de arkhḗ (“origem; princípio; poder”) da poesia e do drama no interior da argumentação aristotélica a fim de compreendermos as razões que podem tê-lo levado a se contrapor a alguns dos mais radicais posicionamentos
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Alves, Daniel Vecchio. "A PROVA HISTÓRICA NA CONCEPÇÃO RETÓRICA DE ARISTÓTELES." Revista de Estudos de Cultura 4, no. 12 (2019): 9–20. http://dx.doi.org/10.32748/revec.v4i12.12272.

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Abstract:
O objetivo deste estudo é compreender como Aristóteles opera sua síntese teóricaentre história e poética a partir da Retórica, captando elementos opostos e contraditórios,e propondo soluções que os harmonizem, de modo a dar conta de explicara maior gama possível de fatos passados. Desse modo, adentraremos num pensarfilosófico aristotélico sobre o passado com posições próprias e diversificadas, reunidoem espécies distintas de saber: epistêmico, prático e poético. Paralelamente aessa diversidade, queremos corrigir uma imagem de Aristóteles como apenas analítico-lógico ou empirista, superando equ
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Santoro, Fernando. "Sobre a estética de Aristóteles." Viso: Cadernos de estética aplicada 1, no. 2 (2007): 1–13. http://dx.doi.org/10.22409/1981-4062/v2i/36.

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Abstract:
A reflexão de Aristóteles sobre as artes poéticas e musicais, concentrada nas suas Poética e Política, segue uma reflexão sobre o sentido ético e pedagógico proveniente das discussões platônicas, sobretudo na República. Neste sentido, Aristóteles analisa os aspectos noéticos do mito, estéticos do prazer e patéticos das emoções. Mas, contrariamente ao Sócrates da República que expulsa os poetas (sobretudo o cômico e o trágico) da cidade justa, Aristóteles elogia o valor ético da obra artística, pois o mito da poesia aproxima-se da verdade pela verossimilhança, o prazer favorece a educação e as
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Novais, Douglas Rodrigues. "A poética e suas potências - a leitura de um ator." Pitágoras 500 6, no. 2 (2016): 74. http://dx.doi.org/10.20396/pita.v6i2.8649564.

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Abstract:
Este artigo apresenta as potências de leitura e interpretação da “Poética” de Aristóteles, sob a perspectiva do trabalho do ator. Buscamos explicitar tal possibilidade de leitura partindo de uma perspectiva histórica sobre a difusão e interpretação dessa obra, bem como pelo cruzamento de alguns conceitos Aristotélicos com alguns pontos das obras de teóricos modernos do trabalho do ator.
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Colonnelli, Marco Valério Classe. "O espetáculo (ὄψις) em Édipo Tirano: o corpo visível". Nuntius Antiquus 12, № 2 (2017): 179–99. http://dx.doi.org/10.17851/1983-3636.12.2.179-199.

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Abstract:
O presente artigo tem por finalidade analisar o “espetáculo” (ὄψις), a partir das concepções desenvolvidas na Poética de Aristóteles, como parte fundamental na concepção trágica de Sófocles, na obra Édipo Tirano. A análise centrou-se no êxodo da peça para demonstrar como aspectos da representação teatral estão presentes no texto trágico.
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Kuntz, Maria Cristina Vianna. "Aspectos poéticos em Hiroshima mon amour de Marguerite Duras." Literatura e Sociedade 25, no. 31 (2020): 14–28. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i31p14-28.

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Abstract:
Hiroshima mon amour é o filme de 1959, de Marguerite Duras e Alain Resnais que, sessenta anos depois, é ainda considerado inesgotável obra prima do cinema e da literatura. A partir da concepção de Humberto Eco (1971) sobre a “palavra poética” e do entendimento de Ricoeur (1983) que retoma Aristóteles ao considerar o processo de representação como a atividade poética em si, neste trabalho, pretende-se mostrar aspectos da poética com que a autora trata a dimensão da memória e do horror, opondo-lhe uma relação de amor em que o “visível” leva ao “invisível” e abre-se para o “aberto” da escrita (cf
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Suppia, Alfredo. "A vulgata da tríade poética (lírico, épico e dramático) no ensino de roteiro para cinema e audiovisual." Revista Graphos 23, no. 1 (2021): 214–41. http://dx.doi.org/10.22478/ufpb.1516-1536.2021v23n1.57011.

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Abstract:
Lírico. Épico. Dramático. O que são essas categorias? Por que são reiteradamente referidas, com frequência, no ensino de roteiro para cinema e audiovisual (AV)? E por que a autoria dessas mesmas categorias é, não raro, atribuída à obra Arte Poética (ou simplesmente Poética), de Aristóteles? Lírico, épico e dramático compõem a famosa tríade canônica, uma suposta matriz genérica da qual todos os gêneros literários emanam, ou da qual teriam se desenvolvido. Largamente aplicada ao estudo dos gêneros literários, a tríade canônica tem seu devido impacto nos estudos de cinema, notadamente na teoria e
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Engler, Maicon R. "Nietzsche e a inspiração poética: a oscilação entre os modelos de Platão e Aristóteles." Revista Dissertatio de Filosofia 45 (July 3, 2017): 113. http://dx.doi.org/10.15210/dissertatio.v45i0.10404.

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Abstract:
O presente artigo escrutina dois momentos da obra de Nietzsche em que ele se detém sobre o fenômeno da inspiração poética, com o fito de ressaltar suas diferenças e de mostrar como cada um deles é reminiscente das reflexões de Platão e Aristóteles sobre esse tema. No primeiro caso, comenta dois parágrafos do livro Humano, demasiado humano, salientando como Nietzsche desenvolve neste caso visão secular e psicofisiológica da inspiração, a qual relembra várias reflexões de Aristóteles. No segundo, examina o que ele escreve no Ecce Homo sobre sua inspiração ao compor o Zaratustra, argumentando que
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Armella, Virginia Aspe. "Suñol, Viviana,Más allá del arte,Mimesis en Aristóteles." Tópicos, Revista de Filosofía, no. 44 (September 30, 2013): 256. http://dx.doi.org/10.21555/top.v0i44.13.

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Abstract:
Ediciones de la Universidad de la Plata (EDULP) presenta su cuarto título, Más allá del arte: Mimesis en Aristóteles, de Viviana Suñol. Este libro conjunta tanto el análisis filológico como la especulación filosófica. Auspiciada por el CONICET (ConsejoNacional de Investigaciones Científicas y Técnicas de Argentina), Suñol lleva a cabo una minuciosa revisión de los diversos usos de la palabra mímesis con la finalidad de recuperar el significado y función que tiene este término en el pensamiento de Aristóteles.La obra está estructurada en dos partes (pp. 27-154 y 155-207): en la primera discute
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Farias, André Brayner de. "POÉTICA DA SUBSTITUIÇÃO." Síntese: Revista de Filosofia 43, no. 136 (2016): 227. http://dx.doi.org/10.20911/21769389v43n136p227/2016.

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Abstract:
Resumo: O artigo procura desenvolver o tema levinasiano da substituição, central para a compreensão do conjunto da obra do filósofo que propõe a ética como filosofia primeira. Como viés interpretativo toma-se o conceito de literatura menor da obra de Deleuze e Guattari, Kafka: pour une littérature mineure. Sabe-se que a filosofia de Levinas propõe uma crítica radical da ontologia, segundo ele, responsável pelo psiquismo da violência e do mal radical. Mas, uma vez que o discurso filosófico é essencialmente ontológico, a ética como filosofia primeira vai se ver em constante luta e dor da express
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Borges, Marlene Lessa Vergilio. "A historiografia e a filosofia: os parágrafos introdutórios da obra de Salústio - dicotomia entre corpo e alma." CODEX – Revista de Estudos Clássicos 1, no. 1 (2009): 28. http://dx.doi.org/10.25187/codex.v1i1.2843.

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Abstract:
<div class="page" title="Page 1"><div class="layoutArea"><div class="column"><p><span>É muito discutida a passagem do capítulo IX</span><span>1 </span><span>da <em>Poética</em> em que Aristóteles fala sobre a diferença entre poesia e história afirmando que “a poesia é algo de mais filosófico e mais sério do que a história...”. A justificativa é que a poesia refere o universal, enquanto a história trata do particular; assim, o que é geral pode ser objeto de reflexão filosófica, o que é particular, não. Aristóteles considera objet
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Oliveira, Juliana Michelli S. "Qual é a verdadeira? (de Charles Baudelaire): armadilhas da imitação e da criação na representação da realidade." Magma, no. 13 (May 11, 2017): 101. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2448-1769.mag.2016.115168.

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Abstract:
O presente artigo tenciona discutir o enigma contido no poema em prosa “Qual é a verdadeira? O Ideal e o Real”, da obra Le Spleen de Paris, de Charles Baudelaire, a partir da análise do poema e de um breve estudo sobre a noção de mímesis e os referenciais de imitação presentes no livro X de A república de Platão, na Poética de Aristóteles e na Doutrina da arte de Schlegel. Sugere-se que a personagem Benedita e seu duplo, inicialmente alegorizados no título, organizam-se como símbolos que dialogam com as formas poéticas clássica e moderna. Nesse jogo simbólico, o narrador enuncia questões conce
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Carvalho, Luiza Helena, and Leni Ribeiro Leite. "Como se despedir: teoria e prática epidítica nos propemptiká de Estácio (silv. 3.2) e Quevedo (Silva Quinta)." Revista Graphos 22, no. 1 (2020): 83–97. http://dx.doi.org/10.22478/ufpb.1516-1536.2020v22n1.50440.

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Abstract:
Este artigo visa analisar as relações entre a retórica e a poética na poesia de Estácio (séc. I) e Francisco de Quevedo (séc. XVII). A retórica antiga era dividida por Aristóteles entre os gêneros judicial, deliberativo e epidítico, de acordo com as finalidades de quem discursava. O terceiro gênero foi categorizado a partir de situações por Menandro Retor na obra Sobre o epidítico, sendo uma delas o discurso de despedida (propemptikón). Por isso, seguindo as considerações acerca dos propemptiká sistematizadas por Menandro, buscamos estabelecer as conexões entre o epidítico retórico nas composi
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Patiño Loira, Javier. "La deuda de un traductor: La poética de Aristóteles de Alonso Ordóñez (1624-1626)." Revista de Filología Española 100, no. 1 (2020): 215. http://dx.doi.org/10.3989/rfe.2020.009.

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Abstract:
En 1626 vio la luz la primera traducción castellana impresa de la Poética de Aristóteles. Este artículo muestra que su autor, Alonso Ordóñez, no se valió del original griego, sino de las traducciones latinas e italianas publicadas en el siglo XVI por Alessandro Pazzi, Bernardo Segni, Lodovico Castelvetro y Alessandro Piccolomini. El análisis de la obra de Ordóñez y de una versión previa de esta preservada en el manuscrito 2624 de la Biblioteca Nacional de Madrid permite esbozar el método subyacente a una traducción que, perdiendo de vista el original, se nos aparece como un mosaico de trabajos
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Pintado, Diego. "Los fundamentos arcanos de la creación poética. La tesis de León Hebreo sobre el verso y el mito." Revista de Filología y Lingüística de la Universidad de Costa Rica 42, no. 2 (2017): 81. http://dx.doi.org/10.15517/rfl.v42i2.27800.

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Abstract:
Este estudio se concentrará en unos pasajes de los Diálogos de amor de León Hebreo en los que se plasma concisamente toda una teoría de la creación poética: sus elementos estructurales, sus sentidos, su finalidad última y sus fundamentos constitutivos y originarios. Se intentará analizar y desarrollar las tesis y premisas de los pasajes citados: la codificación de secretos y distintos niveles de lectura en una obra artística, así como una detallada caracterización de los sentidos y alegorías presentes en la creación poética clásica y arcaica, y asimismo la razón de ser del verso, de la métrica
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Vassiliev, Nikolai L. "Observações de leitura sobre o livro de M. M. Bakhtin Problemas da criação/poética de Dostoiévski." Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso 16, no. 2 (2021): 221–47. http://dx.doi.org/10.1590/2176-457348178.

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Abstract:
RESUMO Neste artigo são analisadas algumas questões intrigantes, ligadas ao livro de M. M. Bakhtin, Problemas da criação/poética de Dostoiévski (1929; 1963): sua importância na história das ciências humanas na União Soviética; os subtextos religiosos do livro; os esboços rascunhados do cientista para a reedição da monografia; as evoluções e as contradições da metodologia filosófica e da teoria literária na pesquisa; a continuidade das ideias “metalinguísticas” do cientista em relação às raízes antigas (Aristóteles) e da Europa Ocidental (“Escola de Vossler”); reflexo na reedição do livro da ca
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De Sena, André. "O riso como agente do thaumaston no teatro antigo." Revista Graphos 23, no. 1 (2021): 99–114. http://dx.doi.org/10.22478/ufpb.1516-1536.2021v23n1.57377.

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Abstract:
O maravilhoso (thaumaston) foi discutido por Aristóteles em Poética, e nessa obra ele está associado ao gênero épico e à tragédia, com características específicas em cada um deles, mas não se fala nessa categoria em relação à comédia. Mas neste artigo intentamos revelar alguns exemplos que contradizem isso, artísticos e teóricos, mostrando que a metalinguagem e o metateatro irônicos, fundamentais para uma ulterior noção do que constituiria o jogo ficcional – incluindo aí a presença do maravilhoso –, já são operados pelo riso nos palcos cômicos da Antiguidade. Através de referências a obras do
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Pedraza Rodríguez, Amanda. "La nueva poesía en tela de juicio: apuntes sobre el debate literario en torno a la obra de Luis de Góngora." Literatura: teoría, historia, crítica 17, no. 1 (2015): 13–48. http://dx.doi.org/10.15446/lthc.v17n1.48684.

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Abstract:
A través de una revisión de los discursos críticos más relevantes que la publicación de las obras mayores de Luis de Góngora suscitó, este trabajo intenta ilustrar algunos de los fundamentos teóricos que, basados en la tradición clásica y, particularmente, en las poéticas de Platón, Aristóteles y Horacio, nutrieron los debates sobre la poesía en la primera mitad del siglo XVII. Se analizan, en concreto, las diferentes posturas que dichos documentos reflejan en torno a los problemas esenciales que la poesía gongorina planteaba, entre éstos, la correspondencia de géneros y estilos, las innovacio
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Delangue, Henri. "Autobiographie ou autofiction chez Amélie Nothomb ?" Çédille 10 (April 1, 2014): 129. http://dx.doi.org/10.21071/ced.v10i.5555.

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Abstract:
En su obra Poética, Aristóteles usa la palabra mimèsis para describir las artes imitativas, es decir, las diferentes formas poéticas y la representación de la realidad en la literatura. Sin embargo, con la crítica literaria del siglo XX, los autores comenzaron a analizar la literatura tomándola como punto de partida de sus análisis, dejando así el mundo referencial fuera de este análisis. Esta separación de los dos mundos ha conducido inevitablemente al cuestionamiento de la autobiografía ya que si la literatura es separada de su referente, es decir, del mundo real, ¿qué identidad se debe dar
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Melo, Samuel Carlos, and Tiago de Jesus Vieira. "“BIZARRIA DE ENGENHO”: SILVA ALVARENGA E O POEMA HERÓI-CÔMICO NA DOUTRINA DE FRANCISCO JOSÉ FREIRE." Revista Graphos 21, no. 2 (2020): 07–27. http://dx.doi.org/10.22478/ufpb.1516-1536.2019v21n2.50225.

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Abstract:
Este artigo tem como objetivo efetuar análise de “Discurso sobre o poema herói-cômico”, texto que antecede O Desertor (1774), poema herói-cômico de Silva Alvarenga. Nesse texto, o poeta luso-brasileiro tenta justificar a opção pelo gênero herói-cômico diante da rejeição dos críticos. São escassos os estudos históricos e críticos de fôlego sobre a obra e, dentre os que tratam diretamente do poema, com algumas exceções, têm-se leituras ainda insuficientes e uma recepção desinteressada, fato que contrasta com a fortuna de Glaura (1801). Sendo assim, faz-se necessário tentar compreender a produção
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Ribeiro, Andréa Sannazzaro. "Martins Pena, um homem do teatro na crítica literária brasileira." Opiniães 5, no. 8 (2016): 69. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2016.118952.

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Abstract:
Martins Pena teve uma vasta produção teatral no Brasil da primeira metade dos Oitocentos como autor de comédias, gênero considerado menor pela tradição desde a Poética de Aristóteles, que a caracterizava como “a imitação de homens inferiores”. Nesse contexto, levantamos a questão de que a importância de sua obra no panorama teatral brasileiro pode ter sofrido, de início, algum prejuízo – por parte de autores como Sílvio Romero e José Veríssimo. Colocamos, assim, em discussão a ausência, durante certo período, de uma historiografia teatral que permitisse separar a literatura das artes da cena,
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Merlo, Mariana Castillo. "Acerca de la relación mímesis-mûthos en la Poética de Aristóteles: en torno a los criterios de necesidad y verosimilitud." Tópicos, Revista de Filosofía, no. 48 (June 8, 2015): 201. http://dx.doi.org/10.21555/top.v0i48.690.

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Abstract:
La noción de mímesis es, sin dudas, el concepto rector de la Poética de Aristóteles. Pese a la importancia que dicha noción reviste en este contexto, no se ofrecen allí elementos que permitan una clara y acotada significación del término. Considero que es posible acceder a una caracterización más precisa de la mímesis por una vía indirecta, esto es, a través de las relaciones que entabla con otras nociones centrales de la obra que el estagirita le dedica al arte dramático. En este trabajo, me interesa señalar de qué manera los condicionantes lógicos del mûthos trágico se convierten en criterio
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Huerga Melcón, Pablo. "Un epílogo de La ventana indiscreta. Una poética materialista del cine." CONNOTAS. REVISTA DE CRÍTICA Y TEORÍA LITERARIAS, no. 14-15 (December 1, 2015): 193–215. http://dx.doi.org/10.36798/critlit.v0i14-15.86.

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Abstract:
Basado en el sistema del español Gustavo Bueno, el materialismo filosófico, el autor ha llevado a cabo una sistematización de lo que para él es el cine, que examina en su especificidad, todo ello bajo la óptica de una interpretación de la Poética de Aristóteles que se aleja de lo habitual, desde que revisa los roles de la materia y de la forma en la obra artística. El presente artículo constituye un epílogo de su libro de reciente publicación, La ventana indiscreta (2015), para abundar y profundizar en torno a un problema que se remite no solo al cine, sino a las artes en general y su relación
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Melo Filho, Djalma Agripino de. "Necessidade histórica e ação humana em Morte e vida severina." História, Ciências, Saúde-Manguinhos 3, no. 3 (1996): 409–24. http://dx.doi.org/10.1590/s0104-59701996000300003.

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Abstract:
Utilizando os elementos essenciais da ação trágica, descritos na Poética de Aristóteles, o texto põe em confronto Morte e vida severina de João Cabral de Melo Neto e Édipo rei de Sófocles, a fim de fazer emergir a tensão aí existente entre necessidade e ação humana. Revela-se, a princípio, que é um fato eminentemente epidemiológico que estabelece um traço de união entre as duas obras. Na primeira, a causa efficiens da retirada de Severino é uma epidemia de fome; na segunda, uma peste que assola os habitantes de Tebas é o evento que apressa a descoberta do verdadeiro assassino do rei Laio. Mas
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Lacerda, Fernanda Gerbis Fellipe, and Flora De Paoli Faria. "As Inquietações Dannunzianas." Revista de Italianística, no. 31 (June 10, 2016): 28. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2238-8281.v0i31p28-41.

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Abstract:
A vasta produção de Gabriele D’Annunzio demonstra de forma inequívoca sua consistente erudição e, portanto, não seria um exagero afirmar que atinge sua plenitude ao se dedicar ao teatro. Suas peças negam o drama burguês e verista em voga no final do século XIX propondo a criação de grandes mitos trágicos modernos, inspirados no teatro grego, na filosofia de Friedrich Nietzsche e na Poética de Aristóteles. O Vate ansiava recuperar e reinventar o espírito do teatro trágico e o fez com uma linguagem moderna, nem sempre compreendida pelo público da época. Também os diversos espaços físicos e socia
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Azevedo, Luciene. "Ficção e filosofia em Las Conversaciones de César Aira." Caracol, no. 20 (December 23, 2020): 594–611. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-9651.i20p594-611.

Full text
Abstract:
A teorização sobre a mímesis, e também o que mais tarde viríamos a chamar de literatura, nasce sob o signo da desconfiança do olhar do filósofo. Assim, tomando como ponto de partida uma breve reflexão sobre a noção de verossimilhança a partir de passagens dos clássicos como A República de Platão e Poética de Aristóteles, o ensaio comenta o romance Las conversaciones (2007) de César Aira com o objetivo de analisar por meio da obra do autor argentino a continuação do diálogo entre a ficção e a filosofia. Apostamos, então, que se a remissão metaficcional, presente em muitas das obras do autor arg
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Falfán Carrera, Mónica Patricia. "Teoría y técnica teatral." Investigación Teatral. Revista de artes escénicas y performatividad 11, no. 18 (2020): 234–39. http://dx.doi.org/10.25009/it.v11i18.2658.

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Abstract:
Wagner, Fernando. Teoría y técnica teatral. Ciudad de México: Toma, Ediciones y Producciones Escénicas y Cinematográficas / Paso de Gato, 2017, 324 pp.En 1952, la editorial Labor de Barcelona editó, por primera vez, Teoría y técnica teatral de Fernando Wagner, quien tenía necesidad de aplicar en sus clases “lo que a diario enfrentaba en su vida profesional dentro del cine, la televisión y, por supuesto, en los escenarios”. Un “libro virtuoso por su sentido histórico natural” (Ibáñez en Wagner 9 y 11), que exponía “una rica cultura sobre todos los componentes de la puesta en escena de la primer
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Oliveira, Clovis Salgado Gontijo. "“INFINIDADES IMANENTES”: AFINIDADES ENTRE A OBRA DE ARTE E O ORGANISMO EM V. JANKÉLÉVITCH, LEITOR DE BERGSON." Síntese: Revista de Filosofia 38, no. 121 (2011): 211. http://dx.doi.org/10.20911/21769389v38n121p211-234/2011.

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Abstract:
A existência de parentesco estrutural entre o organismo e a obra de arte é pensada desde a Poética de Aristóteles. Esta hipótese repete-se no pensamento contemporâneo, como, por exemplo, no estudo Bergson (1931), de Vladimir Jankélévitch. Este ensaio tem, como principal objetivo, examinar quais aspectos presentes no referido estudo garantem uma aproximação entre as esferas orgânica e artística. Num segundo momento, verificaremos em que pontos estas eventualmente se distanciam. Além disso, analisaremos se a relação entre arte e vida, percebida por Jankélévitch em sua leitura de Bergson, possui
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Azevedo, Ricardo Marques de. "Tipo e caráter no discurso da arquitetura." Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP 22, no. 37 (2015): 20. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-2762.v22i37p20-33.

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Abstract:
<p>Architecture Parlante: em fins do século 18, insiste-se no topos de que a Arquitetura deve falar. Se fala, fá-lo por meio de uma linguagem. Entretanto como se pode entender o que a Arquitetura diz ou pretende dizer? O falar da Arquitetura, como toda linguagem, é, em larga medida, arbitrário, porquanto ele se produz e reproduz também a partir de convenções que se confirmam e propagam pela reiteração e pelo costume. Assim, no discurso da Arquitetura de extração clássica, além das ditas ordens arquitetônicas, operam a inserção tipológica e afirmação do caráter que deve inerir a toda obra
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Corrêa Sandmann, Marcelo. "FREI LUÍS DE SOUSA - UM CLÁSSICO ROMÂNTICO." Revista Letras 51 (June 30, 1999). http://dx.doi.org/10.5380/rel.v51i0.18960.

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Abstract:
O presente artigo procura verificar em que medida Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett, um drama histórico romântico, escapa aos limites do gênero ao incorporar elementos da tragédia clássica. Primeiramente são apresentadas algumas formulações do próprio autor que apontam nessa direção. Em seguida, faz-se um estudo da obra à luz de alguns dos conceitos da Poética de Aristóteles.
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Barbosa, Pedro Da Silva, and Ricardo De Souza Nogueira. "Levantamentos de dados para um estudo histórico e filológico da obra Sobre a Poética, de Aristóteles: um percurso da Antiguidade à Idade Média." CALÍOPE: Presença Clássica 2, no. 38 (2020). http://dx.doi.org/10.17074/cpc.v2i38.32235.

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Abstract:
O presente artigo investiga alguns fatores históricos e filológicos que possibilitaram a manutenção de parte dos corpora aristotélicos, sobretudo a obra Sobre a poética, desde a Antiguidade, Idade Média, até o que se tem hoje. Por meio de um recorte preciso em toda essa extensa linha temporal, destacam-se os dados que permitiram, após os desaparecimentos ocorridos na Grécia, época romana e Idade Média, a sobrevivência e os ressurgimentos das obras aristotélicas do mundo Ocidental à dominação Árabe do século VIII e ao período da Reconquista, no século XII. No final do trabalho, é possível encon
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López Lloret, Jorge. "La metodología dramática en la obra de Adam Smith." Agora: papeles de Filosofía 38, no. 2 (2019). http://dx.doi.org/10.15304/ag.38.2.5467.

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Abstract:
El presente artículo proporciona un marco para una lectura unificada del pensamiento de Adam Smith. Se basa en la síntesis de dos líneas de investigación que aún no se han unido convincentemente: la que ha esclarecido la metodología newtoniana de la parte económica de su producción y la que ha recurrido al modelo dramático para interpretar su pensamiento ético. Como estrategia expositiva en él se subsume el modelo newtoniano bajo el modelo dramático y se identifica como referente para Smith el análisis de la fábula trágica desarrollado por Aristóteles en su Poética. Con ello se destaca la cent
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Barros, Fellipe Ernesto. "O Simulacro e a Cópia de Botticelli: relações entre o Corcunda e a Vênus no conto de Rubem Fonseca." Revista Leitura 1, no. 49 (2013). http://dx.doi.org/10.28998/rl.v1i49.949.

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Abstract:
Este trabalho propõe-se a uma análise geral do conto de Rubem Fonseca (2001), intitulado “O Corcunda e a Vênus de Botticelli”, em que o autor dá vida a um corcunda prolixo, exibido e estrategista que objetiva seduzir uma bela mulher utilizando-se de poesia como estratégia de sedução e erotismo. Para tanto, observamos a relação que se estabelece entre os objetos copiados e representados em referências à obra literária de Victor Hugo (Notre Dame de Paris) e à pintura de Botticelli (Nascimento de Vênus), configurando-se o diálogo entre linguagens da pintura, da literatura, do modelo platônico sob
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Fernández, Natalia. "El sentido de la comparación poesía-pintura en la teoría literaria de la España áurea." Versants. Revista suiza de literaturas románicas 3, no. 63 (2017). http://dx.doi.org/10.22015/v.rslr/63.3.4.

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Abstract:
La comparación poesía-pintura surgió en el momento en que se comenzó a reflexionar sobre la naturaleza de la poesía, con Platón y Aristóteles y, ya de forma decisiva, con Horacio que acuñó en su Arte poética una fórmula llamada a convertirse en un verdadero tópico en la teoría literaria y artística: ut pictura poiesis. Aunque el sentido originario del sintagma no aspiraba a sistematizar la hermandad entre las dos artes, se convirtió, a partir del Humanismo, y con finalidades diversas, en la auctoritas que justificaba el parangón. Este artículo revisa algunas poéticas castellanas áureas en las
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Hakenhoar, Anderson. "Pessoa em Orpheu: para uma estética não aristotélica." Revista Conexão Letras 10, no. 14 (2015). http://dx.doi.org/10.22456/2594-8962.60836.

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Abstract:
Fernando Pessoa, na voz do heterônimo Álvaro de Campos, escreveu um artigo intitulado “Apontamentos para uma estética não-aristotélica”, no qual expôs parte de sua concepção de arte, definida em oposição à arte aristotélica. Enquanto Aristóteles entendia a beleza como a principal finalidade da arte, Pessoa afirmava ser possível uma arte baseada na ideia de força, não de beleza. No artigo, os poemas “Ode Triunfal” e “Ode Marítima”, ambos de Campos, são os exemplos de uma arte não-aristotélica; entretanto, um outro texto de Pessoa explorava essa concepção artística, trata-se do drama “O Marinhei
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Da Rosa, Joseana Stringini. "Vozes de Leoas: Mundo Real e Ficcional em A Confissão da Leoa, de Mia Couto." Cadernos de Gênero e Diversidade 3, no. 3 (2017). http://dx.doi.org/10.9771/cgd.v3i3.23659.

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Abstract:
<p><span>O presente trabalho propõe uma análise das vozes das personagens no romance <em>A confissão da leoa</em>, de Mia Couto, tendo em vista a discussão sobre gênero e violência situada em uma sociedade patriarcal. O romance apresenta já no título uma sugestão: a voz que se pretende é a feminina. Vozes femininas que apresentam a opressão, o silenciamento, a violência. A partir de marcas discursivas presentes na narrativa objetiva-se demonstrar a forma como esse mundo é apresentado ao leitor, trazendo para a discussão desde a <em>Poética </em>de Aristótele
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