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Gorski Severo, Cristine. "HERMENÊUTICA RICOEURIANA E AS POLÍTICAS LINGUÍSTICAS." Gavagai - Revista Interdisciplinar de Humanidades 2, no. 2 (2015): 32–41. http://dx.doi.org/10.36661/2358-0666.2015n2.8932.

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Abstract:
O artigo visa estabelecer uma aproximação entre a Política Linguística, enquanto campo de saber linguístico, e a hermenêutica, enquanto campo de saber filosófico. Trata-se de, a partir dos conceitos de linguagem e de hermenêutica do filósofo francês Paul Ricoeur, indagar a respeito da dimensão política e ética da Política Linguística. Com isso, são apresentados tantos os conceitos basilares da Política Linguística, como da filosofia ricoeuriana. Em seguida, propõe-se uma leitura crítica daqueles conceitos a partir da perspectiva filosófica, apontando para as fragilidades políticas e éticas das
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Abreu, Ricardo Nascimento. "Direito Linguístico: olhares sobre as suas fontes." A Cor das Letras 21, no. 1 (2020): 172. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v21i1.5230.

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Abstract:
O Direito Linguístico como um campo de estudos e pesquisas que se ocupa, dentre outras questões, da produção, aplicação e análise das normas que tutelam as línguas e os direitos de uso dessas línguas pelos indivíduos e grupos falantes, minoritários ou não, carece de uma teoria geral que consiga estabelecer parâmetros científicos de análise, amparados principalmente na ciência Linguística e no Direito. Trata-se, pois, de exigência incontornável para viabilizar a elaboração e o estudo de políticas linguísticas estatais e/ou paraestatais que atuem no universo das regulamentações intra e inter lin
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Barbosa, Juliana Bertucci, Larissa Campoi Peluco, and Rafaela Regina Ghessi-Arroyo. "CRENÇAS LINGUÍSTICAS DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL: um estudo Sociolinguístico." Diálogos Pertinentes 17, no. 1 (2021): 138–59. http://dx.doi.org/10.26843/dp.v17i1.3717.

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Abstract:
Este trabalho, pautado na abordagem teórico metodológica da Sociolinguística Variacionista (WEINREICH et al., 2006 [1968]; LABOV, 2008), tem como objetivo analisar crenças linguísticas de alunos do Ensino Fundamental de uma escola pública da cidade de Monte Azul Paulista, município do interior de São Paulo. Assumimos que as crenças dos alunos sobre a língua são construídas ao longo de seus anos de aprendizagem no contexto escolar, acrescidas, incontestavelmente, pelas experiências vivenciadas em seu contexto social. O trabalho dessa natureza no contexto escolar possibilita investigar a realida
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De Oliveira, Antônio Flávio Ferreira, and Ilderlândio Assis de Andrade Nascimento. "As variedades linguísticas no livro didático Português – linguagens: uma abordagem sociolinguística." Letrônica 10, no. 1 (2017): 336. http://dx.doi.org/10.15448/1984-4301.2017.1.24974.

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Abstract:
O livro didático (re)produz ideologias linguísticas, assumindo um papel importante, já que ele é utilizado como principal recurso de ensino de Língua Portuguesa. Neste trabalho, objetivamos analisar uma proposta de ensino da variação linguística no livro didático de língua portuguesa Português: Linguagens, dos autores William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães, atentando para o modo como as variedades linguísticas são trabalhadas. Para isso, dialogamos com estudos de Labov (2008), Tarallo (2005), Hernández Campoy e Almeida (2005), Fernández (1998), Bagno (2008), Lucchesi (2015), Milroy
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Fargetti, Cristina Martins, and Lincon Luiz Vaneti. "Políticas Linguísticas e a mídia." Revista Letras Raras 5, no. 3 (2016): 9–24. http://dx.doi.org/10.35572/rlr.v5i3.695.

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Abstract:
Este trabalho busca discutir questões de política linguística no Brasil e a exposição na mídia de assuntos linguísticos, refletindo, inclusive, sobre preconceito. De Pombal aos dias de hoje, algumas decisões governamentais sobre língua(s) e variedades linguísticas são aqui abordadas. Pouco conhecidas pelo público geral, apontam, contudo, para formas de preconceito, e/ou silenciamento, de minorias e, nos tempos modernos, podem ou não contar com algum tipo de divulgação. Discutimos o caso de veto presidencial ocorrido a um Projeto de Lei, que causou polêmica nos meios acadêmicos, em especial ent
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Rocha, Patrícia Graciela da. "MULTILINGUISMO E “BULLYING” LINGUÍSTICO EM ESCOLAS DA FRONTEIRA BRASIL/PARAGUAI: ASPECTOS SOCIOLINGUÍSTICOS." Caderno de Letras, no. 36 (May 12, 2020): 311–24. http://dx.doi.org/10.15210/cdl.v0i36.17377.

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Abstract:
Este estudo foi realizado na fronteira entre Brasil e Paraguai com os objetivos de a) Identificar as línguas que circulam na cidade de Porto Murtinho - MS e b) Verificar possíveis atitudes linguísticas negativas/bullying linguístico diante da(s) língua(s) e/ou das variedades faladas naquele lugar. Sob o escopo teórico e metodológico da sociolinguística laboviana, aplicou-se testes de percepção e atitude linguística a 252 alunos da Educação Básica do município e foram obtidos também relatos escritos sobre situações de discriminação linguística. Dentre os resultados encontrados, destaca-se a con
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Brauer, Karin Claudia Nin, and Keyla Cristina Almeida Portela. "ANÁLISE DE PROCESSOS VERBAIS EM INTRODUÇÕES DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DE TRÊS ÁREAS: ECONOMIA, ENGENHARIA SANITÁRIA AMBIENTAL E LINGUÍSTICA SOB O VIÉS DA LINGUÍSTICA SISTÊMICO-FUNCIONAL." HOLOS 1 (July 18, 2017): 104. http://dx.doi.org/10.15628/holos.2017.4904.

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Abstract:
Este artigo investigou a distribuição e o uso dos processos em introduções de artigos científicos produzidos em três áreas: Economia, Engenharia Sanitária Ambiental e Linguística; sendo assim, analisou as escolhas linguísticas nas introduções. Os aportes teóricos para o estudo das questões relacionadas às análises linguísticas foram a Gramática Sistêmico-Funcional (Halliday 1985; 1994), (Halliday & Matthiessen, 2004). O foco da análise linguística foi na metafunção ideacional desenvolvida pela Sistêmico-Funcional. Para o levantamento de dados, foi adotada a metodologia da Linguística de Co
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Pinheiro, Bruno Felipe Marques, Lucas Santos Silva, and Paloma Batista Cardoso. "Como estudantes do ensino médio acham que falam? Crenças sobre a palatalização de oclusivas e expressão da 1a pessoa do plural." A Cor das Letras 19, no. 4Especial (2018): 180. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v19i4especial.2866.

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Abstract:
Todo processo de variação linguística sofre influência de fatores linguísticos e extralinguísticos. Além das atitudes e julgamentos sociais, atuam as crenças linguísticas. Controlando as variantes africadas /tʃ/ e /dʒ/ das oclusivas dentais /t/ e /d/ antecedidas pela vogal anterior alta [i], bem como a variação no uso de nós e a gente na função de sujeito da primeira pessoa do plural, este trabalho analisa as crenças que os estudantes da educação básica quanto a esses fenômenos. À luz da Sociolinguística Variacionista, na perspectiva da percepção e dos estudos sobre crenças linguísticas, const
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Lemos, Glauber De Souza. "O conceito de conflito nos estudos sociolinguísticos, interacionais e narrativos: Uma revisão epistemológica e teórico-analítica." Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social 14, no. 2 (2021): 425–40. http://dx.doi.org/10.17648/dilemas.v14n2.32524.

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Abstract:
Revisitaremos a definição de conflito nos estudos da antropologia, da antropologia linguística, da sociolinguística, da sociolinguística interacional e da fala-em-interação. Exploraremos, também, como as comunidades linguísticas são vigiadas e reguladas pelas ideologias e prescrições linguísticas, eclodindo conflitos linguísticos. Serão abordados, ainda, como ocorrem situações de conflito em interações da vida social e, depois disso, podendo ser rememoradas e narradas, apontando, assim, a perspectiva êmica e elencando as agendas dos interactantes e dos narradores. Este artigo apresenta contrib
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De Lima, Criseida Rowena Zambotto, and Maria Inês Pagliarini Cox. "As lições inovadoras de Rubens do Amaral no texto “O ensino do português”." Fórum Linguístico 16, no. 4 (2020): 4295–305. http://dx.doi.org/10.5007/1984-8412.2019v16n4p4295.

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Abstract:
Este estudo intenciona, a partir da proposta da linguística folk (PAVEAU, 2018), analisar o texto de Rubens do Amaral, publicado em 1939, no qual o autor antecipa em meio século a crítica à confusão entre ensino de língua e ensino de gramática, apresentando linhas mestras do novo paradigma de ensino com base no eixo uso-reflexão-uso, urdido a partir da década de 1980 pela Linguística. Compreendendo com a autora que os saberes linguísticos folk podem constituir teorias sociais da linguagem, buscamos correlacionar o discurso desse não-linguista, que produz saberes linguísticos espontâneos, a dis
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Friedrich, Tatyana, Sílvia Melo-Pfeifer, and Bruna Ruano. "Direito à educação linguística de alunos migrantes e refugiados: Reflexões sociopolíticas, sociolinguísticas e educativas em torno dos casos Brasileiro e Alemão." education policy analysis archives 29 (May 24, 2021): 70. http://dx.doi.org/10.14507/epaa.29.5711.

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Abstract:
O presente artigo tem por objetivo abordar o direito à educação linguística como especificidade do direito mais amplo à educação das populações migrantes, com fundamento na teoria dos Direitos Humanos Linguísticos (Skutnab-Kangas & Phillipson, 1995; também Hamel, 1995; Oliveira, 2003). Segundo tal abordagem, aos estudantes migrantes e refugiados deve ser reconhecido não somente o direito à educação formal, como também o direito à educação linguística, a partir de seu contexto e peculiaridades. Com base em pesquisa bibliográfica e documental, utiliza-se o método dedutivo e, principalmente,
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Nascimento, André Marques do. "Repertórios linguísticos como índices biográficos: (auto)representações multimodais de estudantes indígenas através de retratos linguísticos." Revista Brasileira de Linguística Aplicada 20, no. 1 (2020): 1–37. http://dx.doi.org/10.1590/1984-6398201914476.

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Abstract:
RESUMO Este artigo adota uma concepção de língua como repertório, definido como um conjunto emergente de recursos semióticos que reflete trajetórias de vida situadas em tempos e espaços específicos. Desta perspectiva teórica, analisa dimensões da configuração dos repertórios comunicativos de indivíduos indígenas na contemporaneidade pós-colonial. O material empírico sob análise foi gerado num contexto de educação linguística e se constitui de registros orais, escritos e multimodais de interlocuções emergentes na produção e apresentação de retratos linguísticos. A análise visa destacar a relevâ
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Araújo, Silvana Silva de Farias, and Nilton Carlos Carmo Sousa. "A história social do português do Brasil e o preconceito linguístico." Tabuleiro de Letras 12 (May 9, 2019): 82. http://dx.doi.org/10.35499/tl.v12i0.5568.

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Abstract:
A ideia central deste texto gira em torno de questões sócio-históricas que estão na base da formação e da caracterização atual do português do Brasil (PB), a exemplo dos contatos linguísticos e dos processos tardios de urbanização e de escolarização. No decorrer do texto, discutimos como a sócio-história do PB gerou reflexos consideráveis na realidade sociolinguística brasileira, com sérias implicações nas práticas de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa nas escolas. Para discutir essas questões são focalizados temas da Sociolinguística (Variacionista e Educacional) e da Linguística do Con
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Onofre, Marília Blundi. "Processos de leitura em construção: a articulação entre gramática e produção de texto." Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978) 47, no. 2 (2018): 368–80. http://dx.doi.org/10.21165/el.v47i2.2037.

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Abstract:
As discussões que ora apresentamos desencadeiam-se pela temática da relação entre gramática e texto, observada no contexto de ensino-aprendizagem de língua. Entre os tantos caminhos possíveis para se abordar essa relação, sustentados por diferentes quadros teóricos linguísticos, optamos por observá-la sob os enfoques prescritivista, descritivista e enunciativo, considerando que tais enfoques estão presentes no ensino. Interessa-nos observar práticas linguísticas por meio das quais possamos afirmar sobre a relação entre a gramática e o texto, por um lado, e, por outro, sobre essa relação vista
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Carvalho, Simone Da Costa, and Margarete Schlatter. "AÇÕES DE DIFUSÃO INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA." Cadernos do IL, no. 42 (February 15, 2012): 260–84. http://dx.doi.org/10.22456/2236-6385.26027.

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Abstract:
Situando a língua(gem) no centro da esfera produtiva, a Sociedade do Conhecimento (OLIVEIRA, 2010) está fortemente vinculada à dinâmica do mercado linguístico de diversos países. Este trabalho apresenta um panorama de ações políticas e de planificação linguística relacionadas ao ensino e à promoção internacional do português como língua adicional. Primeiramente, apresentamos os conceitos de política e planificação linguística (HORNBERGER, 2006) e a noção de mercado linguístico (BOURDIEU, 1998). Em seguida, apresentamos ações na área de políticas linguísticas externas, bem como outras iniciativ
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Ribeiro Berger, Isis. "Pluralidade linguística e políticas linguístico-educacionais no Brasil: rumo à gestão do multilinguismo." Cadernos de Letras da UFF 32, no. 62 (2021): 119–42. http://dx.doi.org/10.22409/cadletrasuff.v32i62.47131.

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Abstract:
Este artigo tematiza a pluralidade linguística e as políticas linguístico-educacionais no Brasil e discute a gestão do multilinguismo na educação. O texto, cujo objetivo é estabelecer interlocuções quanto aos fatores que incidem na gestão do multilinguismo visando à promoção da pluralidade das línguas no País, parte do pressuposto de que o multilinguismo e as línguas são objeto de gestão nas qual incidem relações de poder e ações de múltiplos agentes. Apresentamos, inicialmente, o quadro teórico em que se sustentam as discussões: políticas linguísticas, políticas linguístico-educacionais, gest
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Baronas, Joyce Elaine de Almeida, and Ligiane Aparecida Bonacin. "Crenças linguísticas de falantes do dialeto caipira: Em torno das dimensões prática e representacional da linguística popular." Fórum Linguístico 16, no. 4 (2020): 4306–15. http://dx.doi.org/10.5007/1984-8412.2019v16n4p4306.

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Abstract:
Este artigo objetiva apresentar crenças linguísticas de falantes do dialeto caipira a respeito de seu próprio falar. Trata-se da análise de julgamentos a respeito de traços descontínuos característicos do falar rural, os quais sofrem estigma social e que merecem maior cuidado, pois poderiam ser estudados na busca da origem do dialeto caipira, o que muito auxiliaria no abrandamento do preconceito linguístico a ele atrelado, visto que muitos dos traços deste dialeto constituem as marcas das influências de outras línguas no processo de colonização do país. Assim, a partir dos pressupostos teórico
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Pratt, Mary Louise, André M. do Nascimento, and Joana Plaza Pinto. "Utopias linguísticas." Trabalhos em Linguística Aplicada 52, no. 2 (2013): 437–59. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-18132013000200011.

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Abstract:
Este artigo, publicado originalmente em uma coletânea em 1987, aborda criticamente a noção de "comunidade linguística" em diferentes abordagens dos estudos da linguagem, do Gerativismo à Análise do Discurso, passando pela Sociolinguística e pela Crítica Literária. Discutindo a distância entre a homogeneidade da comunidade linguística imaginada (no sentido de Anderson) e a realidade fraturada da experiência linguística nas sociedades modernas estratificadas, este texto propõe uma mudança de abordagem para os estudos da linguagem, defende o fim das utopias linguísticas e o reconhecimento urgente
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Emmel, Ina. "Pequenos (des)compassos nas políticas linguísticas." Revista Letras Raras 6, no. 2 (2017): 87–98. http://dx.doi.org/10.35572/rlr.v6i2.780.

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Abstract:
Essa análise se situa no âmbito conflituoso de compreensão das complexas implicações de políticas linguísticas que abrangem as grandes discussões atuais, a saber, a internacionalização das universidades, a corrente reformulação da base curricular nacional para a Educação Básica e o papel e a abrangência das línguas estrangeiras nessas instâncias, e também, aquelas políticas que deveriam respeitar a formação identitária, no nosso caso a sul-brasileira, e, especificamente, junto à porta de acesso à Universidade - as LEs no vestibular. Os dados são de levantamentos feitos por volta de 2011 pela C
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Araujo, Andréia Silva, and Josilene De Jesus Mendonça. "Atitudes linguísticas de universitários em relação às formas pronominais a gente e tu." Tabuleiro de Letras 12 (May 9, 2019): 128. http://dx.doi.org/10.35499/tl.v12i0.5585.

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Abstract:
O uso da língua é uma forma de comportamento social (LABOV, 2008[1972]), com consequências intencionais e não intencionais (CARGILE, et al., 1994). Em um contexto social específico, a língua não só é usada para comunicar as necessidades, as ideias e as emoções dos seres humanos, mas também para fazer inferências a respeito das capacidades e atributos sociais do falante, ou seja, para emitir atitudes linguísticas conscientemente ou não. Neste trabalho, objetivamos identificar as atitudes linguísticas de estudantes universitários frente ao uso da forma pronominal de 1ª pessoa do plural a gentee
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Vitório, Elyne Giselle de Santana Lima Aguiar. "Variação Linguística e ensino: crenças e atitudes linguísticas." Signum: Estudos da Linguagem 20, no. 3 (2017): 118. http://dx.doi.org/10.5433/2237-4876.2017v20n3p118.

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Abstract:
Tendo em vista que a escola é um espaço em que se constroem crenças e moldam atitudes, verificamos como os formadores da consciência linguística e disseminadores dos discursos sobre língua concebem o processo de ensino de Língua Portuguesa. Para tanto, analisamos as crenças e atitudes dos alunos de Letras, futuros professores de Língua Portuguesa, sobre língua, variação e ensino. Para a descrição e análise dos dados, seguimos os pressupostos teórico-metodológicos da Sociolinguística Variacionista (LABOV, 2008 [1972]) e dos estudos sobre crenças e atitudes linguísticas (CYRANKA, 2007; BARBOSA;
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De Sousa, Rodrigo Franklin. "GRAMATIZAÇÃO, IDEOLOGIA E AS RAÍZES DAS TECNOLOGIAS LINGUÍSTICAS." Cadernos do IL, no. 44 (June 30, 2012): 149–64. http://dx.doi.org/10.22456/2236-6385.28126.

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Abstract:
No presente trabalho fazemos alguns apontamentos sobre como o processo de gramatização da língua veio a instaurar um distanciamento na reflexão linguística entre a língua e sua utilização concreta. Argumentamos que esse distanciamento foi efetivado pelo desenvolvimento de tecnologias de apropriação da linguagem que excluem do pensamento linguístico a reflexão sobre os contextos sociais ou situações de enunciação. Propomos que a prevalência destas tecnologias se deve a sua eficácia em descrever as regularidades linguísticas e possibilitar seu domínio instrumental. Ao mesmo tempo, estes processo
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El-Jaick, Ana Paula Grillo. "Self news: a ficção que é a sua cara." Gragoatá 25 (July 31, 2020): 291–309. http://dx.doi.org/10.22409/gragoata.v25iesp.34211.

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Abstract:
O objetivo deste artigo é investigar, para uma história das ideias linguísticas não teleológica, os conceitos de “pós-verdade” e fake news. A hipótese aventada é a de que já haveria uma protoimagem dessa espécie de ceticismo linguístico contemporâneo na retórica sofística. Para fundamentar esse gesto de leitura, faz-se uma análise de uma fake news com base na perspectiva foucaultiana de linguagem, sobretudo aquela expressa em A ordem do discurso. Como o campo da história das ideias linguísticas é, por definição, um empreendimento interdisciplinar, a presente investigação é uma análise do discu
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Sobrinho, José Simão da Silva. "Museu da Língua Portuguesa: instrumento linguístico em tempos da ideologia do lazer." Letras, no. 46 (June 23, 2013): 307. http://dx.doi.org/10.5902/2176148511736.

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Abstract:
Neste trabalho analisamos a materialidade do conceito de “instrumento linguístico”.Formulado inicialmente no contexto dos estudos franceses sobre a gramatização (AUROUX,2009), esse conceito sofreu deslocamentos importantes nos estudos brasileiros relativosà história da produção de conhecimentos linguísticos, deslocamentos produzidos pelaarticulação consequente da História das Ideias Linguísticas com a Análise de Discurso. Nessaarticulação, passa-se da perspectiva da função para a do funcionamento (processo) discursivodo instrumento linguístico, o que possibilita considerarmos a existência mate
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Macedo, Anderson Lucas, Gabriela Soares Freire, and Carolyn McKinney. "Descolonialidade e linguagem na educação: transgredindo os limites da língua na África do Sul." Cadernos de Letras da UFF 32, no. 62 (2021): 282–313. http://dx.doi.org/10.22409/cadletrasuff.v32i62.47409.

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Abstract:
Este capítulo se baseia na teorização da descolonialidade para mostrar como a língua(gem) na educação política na África do Sul continua a ser moldada por uma "matriz colonial de poder" (Mignolo, 2009). Isso leva ao silenciamento das crianças africanas e sua exclusão de uma educação de qualidade. O capítulo argumenta que transgredir socialmente limites de língua(gem) construídos e provocar ideologias linguísticas monolíngues é central para o reposicionamento da língua como um recurso de aprendizagem na escolaridade sul-africana. A primeira parte do capítulo analisa ideologias linguísticas pres
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Werner, Kelly Cristini Granzotto, and Eliana Rosa Sturza. "Andrés Bello e seu tempo." Línguas e Instrumentos Línguísticos 23, no. 46 (2020): 74–99. http://dx.doi.org/10.20396/lil.v23i46.8659184.

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Abstract:
Ser professora de espanhol como língua estrangeira (E/LE), no contexto brasileiro, exige, entre outras coisas, conhecer diferentes pensamentos, teorias, produções nessa língua, a fim de melhor desempenhar a função. Nesse sentido, desde a perspectiva da História das Ideias Linguísticas, é que proponho como tema deste artigo a figura de Andrés Bello e sua obra, fazendo considerações sobre os textos produzidos e publicados sobre o espanhol no século XIX, principalmente no campo dos estudos linguísticos e gramaticais. O objetivo é refletir sobre a importância das ideias linguísticas do autor e sua
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Oushiro, Livia. "Avaliações e percepções sociolinguísticas." Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978) 50, no. 1 (2021): 318–36. http://dx.doi.org/10.21165/el.v50i1.3100.

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Abstract:
Este artigo discute a importância dos estudos sobre avaliações e percepções sociolinguísticas, relativamente menos produtivos do que estudos sobre produção linguística, e apresenta alguns métodos e cuidados necessários para o desenvolvimento desse campo. Argumenta-se que, não obstante o consenso entre linguistas de que as formas linguísticas não se diferenciam em termos de correção, beleza ou agradabilidade, diferentes variantes adquirem, no uso linguístico, múltiplos significados, que fazem parte da competência comunicativa (HYMES, 1991 [1979]) dos membros da comunidade – daí a ineficácia do
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Ribeiro, Cristiane Conceição de Santana, and Thaís Regina de Andrade Corrêa. "Avaliação social da palatalização de /t, d/ em Sergipe." A Cor das Letras 19, no. 4Especial (2018): 109. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v19i4especial.2862.

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Abstract:
O estudo das atitudes linguísticas mostra múltiplos aspectos linguísticos inerentes a uma comunidade. A percepção de um fenômeno linguístico depende do julgamento do ouvinte, que correlaciona fatores sociais a traços sociolinguísticos. A avaliação social das variáveis costuma ser inferida por meio de padrões de uso sendo ela um fator decisivo na constituição da identidade linguística dos falantes (FREITAG, 2016). Este foi um estudo piloto desenvolvido com o objetivo de analisar as percepções e atitudes linguísticas de informantes do interior e da capital de Sergipe diante da palatalização regr
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SILVA BARBOSA, Maria do Rosário da. "Gênero da família das estórias no contexto escolar urbano e rural: estágios e escolhas linguísticas." DELTA: Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada 34, no. 1 (2018): 331–49. http://dx.doi.org/10.1590/0102-445093321965196268.

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Abstract:
RESUMO Este estudo dedica-se a discutir a construção de gêneros da família das estórias produzidas por escolares sob a ótica da Linguística Sistêmico-Funcional, inspirados em estudos de Halliday e Matthiessen (2004), Chirstie (2005), Martin e Rose (2008) e Rose e Martin (2012). Mais especificamente, objetiva analisar o Relato e a Narrativa no intuito de compreender a organização desses gêneros em etapas e sua relação com as escolhas linguísticas. O foco de análise encontra-se nas etapas de Relatos e Narrativas, articuladas a critérios formais e funcionais. Os critérios formais dizem algo sobre
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Lima, Hildomar José de, and Tânia Ferreira Rezende. "Escritas em português por surdos(as) como práticas de translinguajamentos em contextos de transmodalidade." Revista Educação Especial 32 (October 22, 2019): 94. http://dx.doi.org/10.5902/1984686x38270.

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Abstract:
O universo sociolinguístico da pessoa surda se caracteriza como um espaço fronteiriço entre línguas de base epistemologicamente visual, as línguas de sinais, e de base oral, como no caso do português. Essa fronteira sociolinguística é ao mesmo tempo bi/plurilíngue e multimodal e, por isso, as pessoas surdas estão imersas em constantes e contínuos processos de translinguajamento e transmodalidade, isso é, em trânsito entre línguas (sinais e orais) e entre modalidades linguísticas (visuoespacial e oral-auditiva). O objetivo dessa discussão é refletir as práticas linguísticas que pretendem normal
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Vallada, Amanda Diniz. "Estilização de gênero e ideologias linguísticas." Cadernos de Estudos Lingüísticos 62 (June 8, 2020): e020003. http://dx.doi.org/10.20396/cel.v62i0.8656071.

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Abstract:
Este artigo discute sobre as conexões teóricas entre estilização de gênero e ideologias linguísticas. O conceito de estilização de gênero parte da teoria de gênero de Judith Butler (2019) sobre estilização do corpo e as definições de ideologias linguísticas são dadas por Judith Irvine (1989), Jan Blommaert (2014) e Deborah Cameron (2014). O objetivo principal é compreender como as ideologias linguísticas atuam na estilização de gênero para produzir e legitimar diferenças de gênero. Além disso, o artigo procura mostrar a utilidade de alinhavar os estudos sobre esses dois fenômenos para o campo
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Paiva Fernandes, Leonardo. "O modelo da linguística saussuriana é a democracia?" Estudos Linguísticos (São Paulo. 1978) 45, no. 3 (2016): 869. http://dx.doi.org/10.21165/el.v45i3.728.

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Abstract:
A partir do quadro teórico da História das Ideias Linguísticas (AUROUX, 2008, 2009; COLOMBAT; FOURNIER; PUECH, 2010; GUIMARÃES, 2004; ORLANDI; GUIMARÃES, 2002; PUECH, 2013), em diálogo com a Análise do discurso (GADET; PÊCHEUX, 2004; PÊCHEUX, 1998), analisamos formulações que dizem respeito à ciência e à linguística em O prazer do texto (BARTHES, 1987). Questionamos como Saussure retorna a Barthes em uma fase de descrença do modelo linguístico/semiológico saussuriano.
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Freire, Josenildo Barbosa, and Dermeval Da Hora Oliveria. "APAGAMENTO DO /r/ EM FINAL DE PALAVRAS: O QUE DIZEM OS TEXTOS ESCOLARES." Iniciação & Formação Docente 6, no. 1 (2019): 01. http://dx.doi.org/10.18554/ifd.v6i1.3804.

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Abstract:
O objetivo deste trabalho é descrever e analisar como ocorre o processo de variação linguística do apagamento do segmento /r/ em final de palavras, como em: canta[r] ~ canta[Ø], em textos produzidos por alunos de uma escola pública de ensino, do interior do Rio Grande do Norte. Seguem-se os pressupostos da Teoria da Variação Linguística de cunho laboviana (LABOV, 1963; 1966, 2008 [1972]. O corpus analisado é constituído por uma amostra de oitenta e três textos, produzidos por alunos do ensino fundamental, e pertencentes à sequências textuais diferentes. Esse corpus está estratificado socialmen
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Macaringue, Ilídio Enoque Alfredo, and Maria Elena Pires-Santos. "Políticas linguísticas." Letras & Letras 35, especial (2019): 53–74. http://dx.doi.org/10.14393/ll63-v35nesp2019-3.

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Abstract:
Analisamos, neste artigo, as políticas linguísticas de Moçambique a partir da sua história e da colonização portuguesa até a independência nacional, formação e consolidação do Estado-Nação, tendo como pressuposto o fato de que a diversidade linguística e cultural representada pelas línguas autóctones foi invisibilizada no período da colonização portuguesa e no pós-independência, em 1975, com a justificativa de que colocavam em causa os esforços da integração da população para a sua dominação, administração e consolidação da unidade nacional, da integridade territorial e do Estado-Nação. Entend
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Rojas-Berscia, Luis Miguel, Douglas William Pereira, and Makulan Mehinaku Kuikuro. "O português dos jovens da aldeia Afukuri. Notas sobre o contato linguístico no Alto Xingu." Revista Brasileira de Linguística Antropológica 12 (May 7, 2020): 17–35. http://dx.doi.org/10.26512/rbla.v12i1.31045.

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Abstract:
Com base num corpus sucinto recolhido e analisado pelos alunos do ensino médio da etnia Kuikuro da aldeia Afukuri no Alto Xingu, apresentamos neste estudo preliminar uma descrição de alguns aspetos fonológicos e morfossintáticos do português dos jovens da aldeia Afukuri. Apesar de o português estândar se encontrar progressivamente penetrando nos repertórios linguísticos desses jovens por causa da escolarização quase onipresente nestes dias nas aldeias, as caraterísticas do português xinguano descritos em Emmerich (veja Emmerich 1984; Emmerich e Paiva 2009) mantem-se e demostram tanto uma apare
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Beccari, Alessandro Jocelito. "A ONTOLOGIA DO FONEMA NA LINGUÍSTICA CONSTRUTURAL DE MATTOS (1931-2014) E BACK (1923-2003)." Revista do GEL 14, no. 1 (2017): 133–56. http://dx.doi.org/10.21165/gel.v14i1.1479.

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Abstract:
A cidade de Curitiba foi um dos primeiros locais no Brasil onde a Linguística tornou-se disciplina universitária. Já nos anos 1950, a Universidade do Paraná formava seus estudantes em contato com teorias linguísticas. Em 1953, foram criados o Círculo Linguístico de Curitiba e a Revista Letras. Nos anos 1960, na então Universidade Católica do Paraná, os professores Eurico Back (1923-2003) e Geraldo Mattos (1931-2014) propuseram uma teoria de cunho estruturalista denominada Linguística Construtural (LC), desenvolvendo literatura substancial e formando toda uma geração de linguistas (BORGES NETO,
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Costa, Greciely Cristina da. "Apresentação." Línguas e Instrumentos Línguísticos 23, no. 46 (2020): 1–3. http://dx.doi.org/10.20396/lil.v23i46.8661671.

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Abstract:
Compondo o volume 23, a Línguas e Instrumentos Linguísticos, apresenta seu número 46 constituído de nove artigos na Seção Aberta, um ensaio na Seção Crônicas e Controvérsias e uma Resenha. Na Seção Aberta, o primerio estudo “O cotidiano na História das Ideias Linguísticas”, de Ana Cláudia Fernandes Ferreira, trata de uma teorização discursiva sobre o cotidiano, com base em Michel de Certeau, Michel Pêcheux, Sylvain Auroux e Eni Orlandi. A autora propõe pensar que o saber linguístico cotidiano não se recobre pela noção de saber epilinguístico, salientando que os saberes linguísticos cotidianos,
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Cordeiro, Daisy, and Lúcia Maria De Jesus Parcero. "“É bom a gente aprendê mais, falá melhó”: crenças e atitudes linguísticas dos sambadores e sambadeiras de roda do grupo Samba Chula de São Braz." Tabuleiro de Letras 12 (May 9, 2019): 145. http://dx.doi.org/10.35499/tl.v12i0.5571.

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Abstract:
Este artigo é uma amostra dos achados de uma dissertação de mestrado em andamento intitulada Sambando na cara da sociedade: a resistência na atitude e nos usos linguísticos no contexto do Samba Chula de São Braz. As crenças e atitudes linguísticas dos falantes influenciam o modo como estes percebem uma língua ou variedade linguística. Com isso, este trabalho objetiva analisar a relação das atitudes linguísticas dos sambadores e das sambadeiras do grupo Samba Chula de São Braz com o ensino da norma padrão da Língua Portuguesa e com a percepção das variedades do português brasileiro. A metodolog
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Nascimento, Jéssica Rabelo, Adriana Lucia de Chaves de Barros, and Karine Albuquerque. "Reflexões e entendimentos sobre a Língua Brasileira de Sinais." Multitemas 23, no. 53 (2018): 91. http://dx.doi.org/10.20435/multi.v23i53.1611.

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Abstract:
O presente artigo tem como objetivo principal promover um estudo sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) que é a língua usada pela comunidade surda brasileira e obteve seu reconhecimento legal pela Lei 10436/2002 regulamentada pelo Decreto 5626/2005. Buscaremos refletir sobre as especificidades da Libras, entendendo suas características linguísticas e não linguísticas. Para tanto faremos a descrição do aspecto fonológico da Libras, elucidando seu status linguístico. Esta é uma pesquisa bibliográfica fundamentada em autores renomados como, Brito (1995) e Quadros e Karnopp (2004), que são p
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Schneiders, Michele, Sanimar Busse, and Rafaella Salvini. "O CONTATO LINGUÍSTICO NO BRASIL: O QUE AS PESQUISAS NOS MOSTRAM?" Web Revista SOCIODIALETO 11, no. 32 (2021): 101. http://dx.doi.org/10.48211/sociodialeto.v11i32.332.

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Abstract:
A diversidade linguística do português brasileiro pode ser tomada com relação à história do dos seus falantes e dos contatos linguísticos. O multilinguismo revela a cultura diversificada presente, em espaços de coexistência de línguas indígenas, de imigrantes e de fronteira, juntamente com o português brasileiro. Nesse contexto, o objetivo deste estudo é identificar e analisar o que as pesquisas brasileiras revelam sobre o cenário linguístico do Brasil. Para isso, fundamentamo-nos em Raso, Mello e Altenhofen (2011), Altenhofen (2008) e Appel e Muysken (1987). Entende-se por contato linguístico
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Martiny, Franciele. "Políticas linguísticas para o (não) ensino da língua de imigração." Revista Letras Raras 6, no. 2 (2017): 99–114. http://dx.doi.org/10.35572/rlr.v6i2.781.

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Abstract:
Este artigo tem como propósito abordar as políticas linguísticas de um município situado no Oeste do Paraná a fim de debater os motivos pelos quais o planejamento linguístico do Estado não ter dado resultados positivos na comunidade com o ensino de língua alemã, a língua de imigração da localidade. Para tanto, a pesquisa tem como abordagem a Sociolinguística, com atenção voltada a contextos de minorias linguísticas. A metodologia de pesquisa parte de uma perspectiva interpretativista a partir de dados levantados em documentos e entrevistas, durante a Tese de Doutoramento (AUTOR, 2015). Os resu
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Day, Kelly Cristina Nascimento. "POLÍTICAS LINGUÍSTICAS EDUCATIVAS: EFEITOS DA CONTEMPORANEIDADE." Letras Escreve 6, no. 2 (2017): 39. http://dx.doi.org/10.18468/letras.2016v6n2.p39-54.

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Abstract:
As transformações tecnológicas transcorridas na passagem do século XX para o XXI, modificando profundamente os modos de comunicar entre os indivíduos « intra » e « inter » nacionalmente e, por conseguinte, o papel das línguas no mercado de trabalho global, estão refletidas nas políticas linguísticas em curso na atualidade. Tais políticas encontram-se circunscritas por diversos fatores que não são apenas mercadológicos, exigindo uma observação criteriosa por parte dos agentes político-linguísticos e avaliadores. A proposta deste trabalho é delinear os principais viéses de debate em torno da pol
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Mateus, Lucas Amâncio. "UM NOVO OLHAR SOBRE A SEGUNDA LÍNGUA." Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação 7, no. 8 (2021): 724–27. http://dx.doi.org/10.51891/rease.v7i8.1994.

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Abstract:
O presente texto trata da obra de Ricardo Augusto de Souza, intitulada Segunda Língua: Aquisição e conhecimento, publicada neste ano de 2021. A obra é direcionada aos estudantes que possuem interesse e curiosidade em aprofundar-se nos estudos linguísticos de aquisição de segunda língua, assim como aos profissionais de ensino, e está inserida em uma coleção linguística para o ensino superior, criada pela Parábola Editorial, para proporcionar um quadro completo de disciplinas linguísticas com um olhar para um panorama internacional da área, por meios de divulgação atuais, com a chancela da ABRAL
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Mollica, Maria Cecília, and Hadinei Ribeiro Batista. "Variação e mudança graduais: a preposição ‘de’ em construções de tempo." Revista Linguíʃtica 16, Esp. (2020): 754–70. http://dx.doi.org/10.31513/linguistica.2020.v16nesp.a21876.

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Abstract:
O artigo discute a variação regional em construções temporais com a preposição ‘de’. O foco reside em demonstrar, em caráter inicial, que a variação e mudança no emprego desse nexo, a exemplo de vou de 11 horas x vou às 11horas, motivam questões importantes e atuais no que tange à equivalência semântica de variantes linguísticas e à força da identidade regional na manutenção de padrões linguísticos socialmente marcados e desprestigiados. Além de o estudo apontar resíduos de processos contínuos de mudança linguística a partir de processos diacrônicos diagnosticados a partir do latim.
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Pupp Spinassé, Karen, and Maria Lidiani Käfer. "A conscientização linguística e a didática do multilinguismo em contextos de contato português-Hunsrückisch." Gragoatá 22, no. 42 (2017): 393–415. http://dx.doi.org/10.22409/gragoata.v22i42.33478.

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Abstract:
O Hunsrückisch é uma das línguas de imigração de maior abrangência no Brasil, já tendo sido co-oficializada em dois municípios brasileiros (Antônio Carlos, em Santa Catarina, e Santa Maria do Herval, no Rio Grande do Sul). De forma geral, portanto, algumas ações no âmbito das políticas linguísticas e dos direitos linguísticos vêm sendo tomadas, a fim de que a diversidade linguística e cultural das regiões de contato com o Hunsrückisch seja respeitada. Dentre essas ações estão alguns projetos de pesquisa que se ocupam de investigar tanto as práticas de linguagem quanto as atitudes linguísticas
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Garcia, Dantielli Assumpção, and José Horta Nunes. "A documentação e a divulgação do saber linguístico na Revista do IHGB." Linguagem em (Dis)curso 11, no. 3 (2011): 463–95. http://dx.doi.org/10.1590/s1518-76322011000300002.

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Abstract:
Neste trabalho, da perspectiva teórica da Análise de Discurso em articulação com a História das Ideias Linguísticas, discorreremos sobre a prática de documentação e divulgação do saber linguístico realizada pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Para isso, analisaremos inicialmente as Revistas do IHGB do século XIX (1839-1889), mostrando como o saber linguístico se constitui no discurso do IHGB e, em seguida, a Revista do IHGB n. 400 (1998), índice que organiza e divulga toda a produção da RIHGB desde 1839 até 1998. Mobilizamos como noções teóricas: arquivo, documentação
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Thomé Viegas, Elaine Marques. "Preposições: construção de uma abordagem variacionista no ensino médio." Revista Linguíʃtica 15, no. 2 (2019): 234–53. http://dx.doi.org/10.31513/linguistica.2019.v15n2a21152.

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Abstract:
Este artigo trata de uma nova abordagem das Preposições na Educação Básica, em especial, no Ensino Médio. Para tal, recomenda-se a discussão, em sala de aula, sobre heterogeneidade do sistema linguístico, variação linguística e teoria Sociolinguística. Em seguida, apresenta-se um estudo variacionista sobre a possibilidade de alternância das preposições. O artigo prossegue com a proposta de construção da abordagem desse componente gramatical para alunos do Ensino Médio. Na conclusão, retoma-se a importância tanto da pesquisa linguística para o ensino de Língua Portuguesa, quanto de uma metodolo
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Leal, Igor, Gabriela Ribeiro Peixoto Rezende Pinto, Zenaide De Oliveira Novais Carneiro, Pablo Faria, and Mariana Fagundes de Oliveira Lacerda. "A ferramenta de busca E-CORP aplicada ao Corpus Eletrônico de Documentos Históricos do Sertão." A Cor das Letras 19, no. 2 (2019): 8. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v19i2.4276.

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Abstract:
Com o surgimento das Humanidades Digitais, cada vez mais a tecnologia está sendo aceita como parceira no desenvolvimento de pesquisas linguísticas. Essa parceria traz uma contribuição para ambas as áreas: para a linguística, novas possibilidades de estudo, com mais velocidade e confiabilidade; para a computação, essa interdisciplinaridade a enriquece com novos conceitos e aumenta sua área de atuação. Este trabalho, nessa interface entre a computação e a linguística, tem como objetivo apresentar o desenvolvimento do E-Corp – uma ferramenta de busca de dados para fins linguísticos, e sua aplicaç
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Savedra, Mônica Maria Guimarães, and Leticia Mazzelli. "Variedades linguísticas da imigração germânica no Brasil: vitalidade, glotopolítica e território." A Cor das Letras 21, no. 1 (2020): 105. http://dx.doi.org/10.13102/cl.v21i1.5234.

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Abstract:
Este artigo discute os processos de vitalidade, pertencimento e territorialidade identificados no uso de variedades linguísticas germânicas do Hunsrükisch, em Petrópolis, Rio de Janeiro e do Pomerano, em Santa Maria de Jetibá, Espírito Santo, ambas trazidas para o Brasil no contexto de imigração do século XIX. Utilizamos a abordagem glotopolítica (GUESPIN; MARCELLESI, 1986; LAGARES, 2018) e os conceitos de línguas Abstand e Ausbau (KLOSS, 1967) para tratar do desenvolvimento, linguístico e cultural dessas variedades. Apresentamos os resultados de pesquisas conduzidas pelo LABPEC (Laboratório d
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MACHADO, Bruno Focas Vieira. "BENVENISTE, LACAN E O ESTRUTURALISMO: SOBRE O SENTIDO ANTITÉTICO DAS PALAVRAS PRIMITIVAS." Alfa : Revista de Linguística (São José do Rio Preto) 59, no. 1 (2015): 11–28. http://dx.doi.org/10.1590/1981-5794-1502-1.

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Abstract:
Este artigo pretende evidenciar determinados aspectos da leitura estruturalista de Benveniste sobre as fundamentações linguísticas encontradas em Freud, mais propriamente em seu texto “Sobre o sentido antitético das palavras primitivas”. Coloca-se em diálogo o artigo de Benveniste intitulado “Observações sobre a função da linguagem na descoberta freudiana” com as teorizações linguísticas apresentadas por Freud em seu texto supracitado. Busca-se, assim, uma interface entre os estudos linguísticos e psicanalíticos, problematizando a noção de língua primitiva trazida por Freud e confrontando-a co
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