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De Boni, Luis Alberto. "Filosofia medieval e filosofia atual." Studium. Filosofía y Teología 15, no. 30 (2012): 319–33. https://doi.org/10.53439/stdfyt30.15.2012.319-333.

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Abstract:
Minha comunicação se divide em duas partes. Na primeira delas procurarei apresentar um panorama da situação da Filosofa Medieval no Brasil. Considerando que no país o ensino superior foi instalado de fato há menos de um século, e que a regulamentação do trabalho do magistério aconteceu há pouco mais de 40 anos, creio que se pode afirmar que houve uma grande evolução nesta área. Na segunda parte, haverei de me deter, inicialmente, na situação da Filosofia no século XXI, onde se percebe que muitos padrões do passado estão sendo postergados. Depois, tratarei do que significa fazer Filosofia Medie
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Braga Junior, Antonio Djalma, and Ivanildo Luiz Monteiro Rodrigues dos Santos. "FILOSOFIA DA EDUÇÃO NO PERÍODO MEDIEVAL." Basilíade - Revista de Filosofia 3, no. 6 (2021): 97–106. http://dx.doi.org/10.35357/2596-092x.v3n6p97-106/2021.

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Abstract:
Sabe-se que todo o pensamento no período da era medieval estão conectados de uma forma ou outra com o grande debate entre Fé e Razão. Vários foram os autores que procuraram conciliar ou abrir ainda mais o abismo entre estes dois conceitos. O acontecimento decisivo neste período foi a apropriação do termo Logos pelo cristianismo que passa a partir de então não mais a fazer uma teologia, mas também uma reflexão filosófica. Diante desse cenário, o presente artigo tem como objetivo apresentar uma filosofia da educação no período medieval a partir da análise de alguns textos clássicos escritos ness
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Federici Vescovini, Graziella. "La storia della filosofia medievale dei secoli XIII e XIV." Bochumer Philosophisches Jahrbuch für Antike und Mittelalter 6 (December 31, 2001): 53–86. http://dx.doi.org/10.1075/bpjam.6.04ves.

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Abstract:
An overview of current medieval philosophical and scientific studies would seem justified at the beginning of the 21st century. While no part of the history of philosophy has been so much despised as the Middle Ages (this period having been called until the beginning of the 20th century the ›dark ages‹), numerous internationally signi;cant studies on this topic have recently been published. Essays and monographs, critical editions, anthologies and re­views have addressed many facets of medieval thought, particularly the medieval institu­tional context and the intellectual life of the Middle Ag
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Ramos, José Portugal Dos Santos, and Antonio Janunzi Neto. "[APRESENTAÇÃO] DOSSIÊ FILOSOFIA MEDIEVAL." Revista Ideação 1, no. 40 (2019): 1. http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i40.4935.

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Lobo, Iann Endo. "Razão, política e revelação: Strauss e o esclarecimento filosófico medieval." Revista InterAção 15, no. 4 (2024): e89731. https://doi.org/10.5902/2357797589731.

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Abstract:
Um dos principais acontecimentos intelectuais na obra de Leo Strauss foi o encontro decisivo com os pensadores que integraram o Esclarecimento filosófico medieval. A partir disso, Strauss ganhou uma perspectiva crítica em relação ao pensamento moderno. Ele adquiriu clareza sobre o sentido original da filosofia política clássica, que fundamentou os pensadores medievais, e desenvolveu um insight sobre o método de leitura esotérico. Logo, a interpretação straussiana da filosofia política medieval é de importância para os estudos straussianos, em particular, mas também para a teoria e história das
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Costa, Marcos Roberto Nunes. "Estética na Filosofia Medieval [Aesthetics in medieval Philosophy]." Revista Ágora Filosófica 11, no. 1 (2012): 11–30. http://dx.doi.org/10.25247/p1982-999x.2011.v1n1.p11-30.

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Abstract:
Fazendo uma junção entre a concepção cosmológico-filosófico-racional do Beloda Filosofia Antiga e os princípios judaico-cristãos, notadamente à concepçãoteleológica de que o homem é um ser para Deus, o qual se alcança pelainterioridade humana, a Filosofia Medieval, combatendo o “sensualismo” e“imanitismo” dos Antigos, acabaria por superar a própria Filosofia Antiga, construindouma nova Estética de caráter cosmológico-filosófico-religiosa, voltadapara o inteligível enquanto ser transcendental – Deus. Na nova Estética Medieval,a Arte é instrumento de contemplação (imitação da natureza) e tem com
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Teixeira, William de Jesus. "DESCARTES E A FILOSOFIA MEDIEVAL." PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília 6, no. 11 (2017): 19–40. http://dx.doi.org/10.26512/pl.v6i11.11721.

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Abstract:
Nesse artigo, busca-se discutir como Descartes se relacionou com as tradições agostiniana e escolástica, numa tentativa de compreender a verdadeira influência que o legado dos filósofos medievais exerceu na elaboração da obra um pensador que, se à primeira vista se nos mostra como alguém que pretende refundar o fazer filosófico sobre novos alicerces, mas acerca do qual, por outro lado, um olhar mais atento evidencia a enorme dívida que ele possui com as especulações do medievo, sob as quais o mesmo foi formado. Tal análise se faz necessária, dado o elevado grau de incerteza e descofiança que h
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Boni, Luis Alberto De. "APRESENTAÇÃO." Veritas (Porto Alegre) 40, no. 159 (1995): 310. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.1995.159.35982.

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Abstract:
No Brasil, ao contrário de outros países, o número de estudiosos da Filosofia Medieval, como aliás também da Filosofia Antiga, é relativamente pequeno. Os medievalistas tomaram consciência dos problemas que enfrentavam, quando se reuniram pela primeira vez, em Brasília, no ano de 1982. Daquele primeiro Encontro surgiu um livro dedicado especialmente ao tema Filosofia Medieval. De lá em diante, reuniões periódicas, ou ocasiões especiais, permitiram que outros textos sobre o mesmo assunto fossem publicados. Criou-se também a Comissão Brasileira de Filosofia Medieval, dirigida inicialmente pelo c
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De Boni, Luis Alberto. "ENTREVISTA COM ALBERT ZIMMERMANN." Veritas (Porto Alegre) 46, no. 3 (2001): 351. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2001.3.35015.

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Abstract:
Esta é uma entrevista com o ex-presidente da SIEPM. O Prof. Zimmermann relata de modo biográfico acerca dos seus estudos em filosofia medieval e comenta a situação da pesquisa nesta área da filosofia. Ele também revela as suas impressões sobre o crescimento de interesse na filosofia medieval na América Latina.
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Merinhos, José Francisco. "ESTUDOS DE FILOSOFIA MEDIEVAL EH PORTUGAL E NO BRASIL - Tendências e desiderata." Veritas (Porto Alegre) 46, no. 3 (2001): 379. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2001.3.35017.

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Abstract:
Este relato procura expor o desenvolvimento das pesquisas em filosofia medieval em Portugal e no Brasil. O autor oferece uma visão das principais instituições que promovem os estudos em filosofia medieval em ambos os países, bem como das oportunidades e expectativas para o futuro que os estudos do pensamento medieval têm naqueles contextos. Ele nos dá informação, em perspectiva histórica, de alguns dos principais eventos nos últimos anos e dos diferentes grupos em Portugal e no Brasil que investigam aquele período da história da filosofia.
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AZEVEDO, Leandro Villela de. "Wyclif – A racionalização de Satanás e da Ideia do Mal na Baixa Idade Média Inglesa." Revista de História da ANPUH - Anais do Simpósio 2011 (June 11, 2011): 583. https://doi.org/10.5281/zenodo.11580162.

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Abstract:
Artigo publicado na revista de história da ANPUH - Apresentação de resultados de pesquisa relacionada à tese de doutorado do autor relacionando São Tomás de Aquino (Suma Teológica) e as ideias de John Wiclif (Wycliffe) e as disputas entre a heterodoxia e as heresias da baixa idade média
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Oliveira, Eliakim Ferreira. "A reflection on the history of philosophy from historiography of medieval philosophy: between the historical and philosophical reconstitution and the theoretical reconstruction." Primeiros Escritos, no. 8 (August 15, 2017): 8. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2594-5920.primeirosestudos.2017.136795.

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Abstract:
O presente artigo tem por objetivo expor possíveis abordagens da história da filosofia medieval a partir do debate entre Alain de Libera e Claude Panaccio. Embora a discussão seja em específico sobre a historiografia da filosofia medieval, o plano de fundo é uma discussão a respeito de como lidar com a história da filosofia em geral ou, em última instância, como ler um texto filosófico
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De Boni, Luis A., Joice B. Da Costa, and Sérgio A. De Boni. "COMISSÃO BRASILEIRA DE FILOSOFIA MEDIEVAL PUBLICAÇÕES - 1983/2000." Veritas (Porto Alegre) 46, no. 3 (2001): 393. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2001.3.35018.

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Abstract:
Este texto é um relato das publicações em filosofia medieval promovidas no Brasil pela Comissão Brasileira de Filosofia Medieval. O relato engloba as publicações de 1983 até 2000. Nestas publicações são encontrados estudos gerais e traduções, sobre temas tais como política, ontologia, lógica, antropologia, teologia filosófica e filosofia da linguagem. A maioria dos estudos se encontra em língua portuguesa. Além disso, o texto contém índices bastante úteis de nomes e de temas/autores.
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Cantuário, Victor André Pinheiro. "Questões da filosofia (medieval) no teatro de Gil Vicente." Letras Escreve 9, no. 1 (2020): 93. http://dx.doi.org/10.18468/letras.2019v9n1.p93-107.

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Abstract:
<p>O teatro vicentino, cuja força de expressão e originalidade impressionam a ponto de parte da crítica literária reconhecê-lo como iniciador do segmento em Portugal, surge em um contexto histórico-social, a Europa do século XVI – o quinhentismo português, no qual a presença da filosofia medieval ainda é persistente. Essa filosofia, em nada homogênea e dedicada, fundamentalmente, à discussão da questão do ser, a partir da qual avança a metafísica ocidental, desdobrando-se na querela dos universais, entre outras, possivelmente, deixou rastros no teatro do dramaturgo português, constituind
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De Souza, José Antonio De C. R., Luis Alberto De Boni, and João Lupi. "COMISSÃO DE FILOSOFIA MEDIEVAL – 20 ANOS." Veritas (Porto Alegre) 46, no. 3 (2001): 357. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2001.3.35016.

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Abstract:
Neste texto, os três professores que presidiram até hoje a Comissão Brasileira de Filosofia Medieval fazem um histórico da mesma, salientando 0s encontros e congressos realizados, as publicações feitas e os projetos para o futuro.
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Vaz, Henrique C. de Lima. "A HISTÓRIA DA FILOSOFIA MEDIEVAL REVISITADA." Síntese: Revista de Filosofia 27, no. 89 (2010): 405. http://dx.doi.org/10.20911/21769389v27n89p405-412/2000.

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Abstract:
A historiografia filosófica, segundo os padrões das modernas ciências da história, começou a constituir-se em fins do século XVIII, mas apenas no século XIX adquiriu seu estatuto próprio - teórico e metodológico - como uma disciplina específica no campo da história das idéias. O pastor luterano alemão Jacob Brucker é considerado o iniciador da moderna historiografia filosófica. Conquanto sua enorme Historia critica philosophiae, em 6 volumes (1767), reúna uma imensa e desigual documentação, não apresenta suficiente rigor crítico, nem mostra uma linha diretriz que organize esse vasto material n
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Estêvão, José Carlos. "Afinal, para que serve Filosofia Medieval?" Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, no. 17 (June 14, 2011): 13. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v0i17p13-30.

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Carvalho, Mário Santiago de. "[Recensão a:] Kenny, Anthony. Filosofia Medieval." Revista Filosófica de Coimbra 22, no. 44 (2013): 535–38. http://dx.doi.org/10.14195/0872-0851_44_11.

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Castro, Wendryl de. "O LIVRE-ARBÍTRIO NA TRADIÇÃO MEDIEVAL." CADERNOS DE SION 6, no. 1 (2025): 156–69. https://doi.org/10.71114/ccdej.cadsion.2763-7859.2025v6n1a170.

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Abstract:
Este artigo investiga o conceito de livre-arbítrio na tradição medieval a partir de interpretações de dois grandes filósofos do medievo, Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino. Ambos os pensadores apresentam na historicidade da filosofia uma relevância notável e, não somente, contribuíram para a compreensão de um conceito primordial e intrínseco à humanidade, sobretudo cristã e ocidental, o livre-arbítrio. O estudo busca definir as concepções de livre-arbítrio, de suma importância para filosofia cristã, se apoiando das contribuições bíblicas desse conceito diferenciando-as da concepção grega so
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Novaes, Moacyr, and Alfredo Storck. "A noção de ideia na filosofia medieval: apresentação." Discurso, no. 40 (November 29, 2010): 39–44. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2010.68238.

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Luís Gutiérrez, Jorge. "CONCEITO DE “ESCRAVIDÃO NATURAL” NA FILOSOFIA MEDIEVAL." Basilíade - Revista de Filosofia 3, no. 6 (2021): 73–87. http://dx.doi.org/10.35357/2596-092x.v3n6p73-87/2021.

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Abstract:
O presente artigo trata sobre o conceito de escravidão natural no pensamento medieval. Este conceito que foi desenvolvido principalmente por Aristóteles no capítulo I da Política foi retomado por pensadores tais como Santo Agostinho, Tomás de Aquino, Tolomeo de Luca e John Major. A maioria rejeitou este pensamento e quando o aceitaram entendiam por “natural” algo diferente de Aristóteles. O que estes pensadores escreveram sobre este conceito e como o receberam da antiguidade grega é o tema do presente trabalho. Terminaremos fazendo referência, embora brevemente, sobre como o conceito de “escra
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Oliveira e Silva, Paula. "Luís Alberto de Boni, Filosofia Medieval. Textos." Philosophica: International Journal for the History of Philosophy 8, no. 16 (2000): 143–46. http://dx.doi.org/10.5840/philosophica200081621.

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Spinelli, Miguel. "Neoplatonismo e Aristotelismo da Filosofia Árabe Medieval." Revista Portuguesa de Filosofia 55, no. 1-2 (1999): 59–98. http://dx.doi.org/10.17990/rpf/1999_55_1_0059.

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Guerizoli, Rodrigo. "HEIDEGGER E A FILOSOFIA MEDIEVAL: notas de um encontro." Veritas (Porto Alegre) 46, no. 3 (2001): 475. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2001.3.35024.

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Abstract:
O presente texto consiste num relato do Encontro “Heidegger e a Filosofia Medieval”. Do conjunto das importantes comunicações, resulta que a interpretação heideggeriana do pensamento medieval não exerceu grande influência em estudos recentes. Contudo, o questionamento acerca da atividade do pensamento como experiência humana fundamental marcou a obra de muitos medievistas.
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Da Silva, João Pedro. "HISTORICAL ANALYSIS OF THE WORK DIVISIONE DELLA FILOSOFIA BY BENEDETTO VARCHI." PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília 11, no. 24 (2023): 16–41. http://dx.doi.org/10.26512/pl.v11i24.45824.

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Abstract:
Neste artigo pretendo explorar a obra italiana do século XVI, intitulada de Divisione della filosofia (1895), do escritor Benedetto Varchi, ao refletir acerca de conceitos levantados e discutidos ao longo de toda a história da filosofia, como arte e ciência, ao passo que faço uma análise minuciosa do texto e das concepções expostas pelo historiador. Sob uma ótica histórico-filosófica, pretendo investigar um corpus varchiano do período renascentista, logo, examino os enunciados e inferências do escritor florentino, sob o trato de explicitar sua visão no que concerne à divisão e hierarquização d
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Aguiar, Odílio Alves, and Rodrygo Rocha Macedo. "SER, CONSCIÊNCIA, LINGUAGEM E DECOLONIAL: HORIZONTES DA FILOSOFIA." Revista Dialectus - Revista de Filosofia 34, no. 34 (2024): 135–52. https://doi.org/10.30611/2024n34id94587.

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Abstract:
O artigo almeja articular os horizontes do ser (Filosofia Antiga e Medieval), da consciência (Filosofia Moderna) e da linguagem (Filosofia Contemporânea) presentes na história da Filosofia, ressaltando a dimensão cosmológica, no primeiro momento, gnosiológica, no segundo, e linguística, no último, como uma forma de explicitar os paradigmas pressupostos nos discursos filosóficos. Além desses horizontes, iremos avançar, também, em direção ao horizonte decolonial ou pós-colonial e, assim, realizar a atualização dos paradigmas atualmente vigentes, especialmente na filosofia latino-americana.
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SANTIAGO DE CARVALHO, Mário. "Conspecto do desenvolvimento da Filosofia em Portugal (Séculos XIII-XV)." Revista Española de Filosofía Medieval 4 (October 1, 1997): 131. http://dx.doi.org/10.21071/refime.v4i.9708.

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Abstract:
Concept of "Development" of the philosophy in Portugal. The paper deals with some major figures of Portuguese medieval philosophers. One tries also to explain how to envisage what could be a characteristic Portugues trend in his regional medieval thought.
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Perini-Santos, Ernesto. "POR QUE AGOSTINHO NÃO É UM FILÓSOFO MEDIEVAL (E POR QUE É IMPORTANTE COMPREENDER ISSO)." Kriterion: Revista de Filosofia 56, no. 131 (2015): 213–37. http://dx.doi.org/10.1590/0100-512x2015n13112eps.

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Abstract:
Agostinho é um filósofo medieval ou um filósofo antigo? Alguns autores defendem que ele é um filósofo medieval porque desempenhou um papel central na absorção da filosofia grega num quadro teórico cristão. Sua importância na constituição do pensamento cristão é sem dúvida enorme, mas não fornece um bom argumento para uma tese sobre a periodização em história da filosofia. Agostinho é um filósofo antigo porque pertence ao mundo antigo, não ao mundo medieval, e esta fronteira histórica corresponde à queda do Império Romano do Ocidente. Os fatos que parecem sustentar ambas as respostas são bem co
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Molina, Andrés. "El desconsuelo de la filosofía." Ciencia y Sociedad 15, no. 1 (1990): 111–6. http://dx.doi.org/10.22206/cys.1990.v15i1.pp111-6.

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Abstract:
Este texto de Andres Molina muestra algunas ideas esenciales de la filosofia medieval y del lugar que ocupa la obra de Boecio. Se concluye que la filosofia no esta en decadencia sino que por lo contrario muestra salud y energia.
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Piaia, Gregório. "LA SVOLTA FRANCESE NELLO STUDIO DELLA FILOSOFIA MEDIEVALLE (1800-1820)." Veritas (Porto Alegre) 47, no. 3 (2002): 333. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2002.3.34881.

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Abstract:
Faz-se costumeiramente uma ligação entre Romantismo e retomada do interesse pelos estudos de Filosofia Medieval na França. O presente texto mostra que os caminhos da História foram diferentes. O Romantismo, em seus primeiros tempos, ignorou o pensamento medieval. Os primeiros que com ele se ocuparam foram o ex-ideólogo Degérando e os ultramontanistas como De Bonald, Lammenais e De Maistre.
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Da Luz, Clodoaldo. "A tentativa de comprovação da existência divina na terceira via tomásica." Griot : Revista de Filosofia 25, no. 1 (2025): 235–44. https://doi.org/10.31977/grirfi.v25i1.5262.

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Abstract:
A discussão acerca da existência divina tem na gênese filosófica um pilar importante. Haja vista que, da reflexão clássica sobre a origem de tudo que há, a investigação filosófica medieval, sobretudo em Tomás de Aquino, baseou sua especulação sobre a existência divina. Pois, da busca do classicismo filosófico pelo elemento primordial, a investigação filosófica do Medievo converteu tal empreita clássica na discussão acerca da Causa incausada. Desse modo, o presente artigo visa refletir que a discussão acerca do problema da existência divina não se enquadra tão somente no âmbito teológico, senão
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Rios, André Rangel. "Sobre a função do discurso sobre o ser na filosofia medieval." Veritas (Porto Alegre) 49, no. 3 (2004): 477. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2004.3.34667.

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Abstract:
O discurso sobre o ser em Tomás deAquino é algo que deixa mais ansiosos og mo-demos que o próprio Tomás. A panir destaconstatação abrem-se as portas para uma leituracritica da história da filosofia e da própria filosofia— não só a medieval -, procurando situá-las emseu ambiente socicantropológico.
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Dias, Cléber Eduardo Dos S., and Luis Alberto De Boni. "TRADUÇÕES DE FILOSOFIA MEDIEVAL NO BRASIL 1980-2002." Veritas (Porto Alegre) 47, no. 3 (2002): 425. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2002.3.34888.

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Santos, Bento Silva. "A Destruktion heideggeriana da ontologia medieval em Die Grundprobleme Der Phänomenologie (§§ 10-12)." Trans/Form/Ação 35, spe (2012): 141–60. http://dx.doi.org/10.1590/s0101-31732012000400010.

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Abstract:
Em primeiro lugar, (1) examinarei a chamada Destruktion fenomenológica da ontologia medieval, componente básico do método a partir da história da ontologia. Nessa seção, coloco algumas questões sobre a apropriação da Idade Média com base na escolástica tardia, como se esta fosse o "cume" das reflexões precedentes! Em segundo lugar, (2) apresento a reflexão de próprio Heidegger sobre a ontologia medieval tal como se expõe no curso de semestre de verão de 1927 ("Os problemas fundamentais da fenomenologia"), ministrado na Universidade de Marburg. Igualmente nessa parte, faço algumas reflexões crí
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E Silva, Paula Oliveira. "LUIS ALBERTO DE BONI. Filosofia medieval. Textos. Porto Alegre, Edipucrs, 2000, 418p. (Coleção Filosofia)." Veritas (Porto Alegre) 46, no. 3 (2001): 489. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2001.3.35025.

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Sales, Benes Alencar. "HERANÇA MEDIEVAL DA ANTROPOLOGIA CARTESIANA." Veritas (Porto Alegre) 47, no. 3 (2002): 321. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2002.3.34880.

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Abstract:
Divergindo em pontos fundamentais do pensamento filosófico medieval, Descartes, na construção de sua filosofia do homem, terá em pensadores renascentistas sua principal fonte de inspiração, estabelecendo com estes pensadores uma continuidade de idéias, uma comunhão de pensamentos. Não obstante as divergências, mostraremos neste texto como Descartes irá buscar na Escolástica fórmulas e conceitos para melhor expor sua antropologia.
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Nogueira, Maria Simone Marinho. "Mística feminina medieval: um ensaio de categorização." Revista Perspectiva Filosófica - ISSN: 2357-9986 48, no. 2 (2021): 69. http://dx.doi.org/10.51359/2357-9986.2021.249029.

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Abstract:
Neste artigo pretendemos mostrar um pouco do que nomeamos por mística feminina medieval. Além do que, queremos pensar um pouco sobre o tema para apresentá-lo como um conjunto de ideias que, apesar de não se realizar como um todo unívoco ou como uma única escola de pensamento, pode ser categorizado no seu conjunto por suas semelhanças que podem ser problematizadas. Desta forma, chamamos a atenção para dizer que qualquer investigação que seja feita sobre a mística feminina medieval, como indicam muitas estudiosas, deve levar em conta a necessidade de prestarmos atenção à perspectiva de gênero do
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Moreira, Rafael Junio Mendes. "CONSCIÊNCIA INTELECTUAL E MÉTODO DA DISPUTATIO." Sapere Aude 14, no. 27 (2023): 425–33. http://dx.doi.org/10.5752/p.2177-6342.2023v14n27p425-433.

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Abstract:
Na transição do século XIII para o XIV emerge no cenário social uma figura importante no período medieval. Trata-se dos intelectuais da Idade Média. Um grupo de homens que trabalhava com o saber enquanto ofício e indubitavelmente, a partir de sua atuação, apontaram o que conduz ao exercício de um pensamento filosófico livre e autônomo colaborando tanto com o desenvolvimento da filosofia no período medieval, quanto favorecendo sua transmissão para além da universidade. O trabalho deste grupo passa, em especial, pelo método da disputatio utilizado nas universidades do período. Este método possui
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Calixto, Pedro. "Riqueza e fertilidade filosóficas do neoplatonismo no medievo." Revista Ética e Filosofia Política 2, no. 24 (2022): 1–13. http://dx.doi.org/10.34019/2448-2137.2021.37194.

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Abstract:
Apresentar ao pesquisador da história da filosofia os fundamentos e o quão rico e fértil são as contribuições do Neoplatonismo no decorrer da Idade Média, o objeto da organização deste volume. Para tal foram mobilizados grandes especialistas da área que generosamente colaboraram na elaboração do presente número da Revista de Ética e Filosofia Política da Universidade Federal de Juiz de Fora.
 Palavras-chave: Neoplatonismo, Filosofia Medieval, Plotino, Gnosticismo, Proclo, Agostinho, João Escoto Erígena, Al-Kindi, Alberto Magno, Mestre Eckhart, Nicolau de Cusa, Ficino
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Strefling, Sérgio Ricardo. "A dialética do argumento único de Santo Anselmo." Revista Ágora Filosófica 9, no. 1 (2012): 137–52. http://dx.doi.org/10.25247/p1982-999x.2009.v1n1.p137-152.

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Abstract:
Na Idade Média, não só foram construídas catedrais, mas também foi desenvolvido um sistema escolar extraordinário, criadas as universidades e escritas grandes obras de filosofia, teologia e literatura. O argumento ontológico de Santo Anselmo (1033-1109) confirma a importância e profundidade do pensamento medieval. Este argumento simples é o único que aparece no capítulo 2 do Proslogion. Kant o denominou “argumento ontológico” e nós curiosamente ainda assim o chamamos. Os medievais, simplesmente, o chamavam de “o argumento de Anselmo” (argumentum Anselmi).
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Ibarra, Cesar Oswaldo. "¿QUÉ LE DICE LA FILOSOFIA DE LA EDAD MEDIA AL HOMBRE DE HOY?" Desbordes. Revista de Investigaciones. Escuela de Ciencias sociales, artes y humanidades - UNAD 1 (May 2, 2010): 93. http://dx.doi.org/10.22490/25394150.1365.

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Abstract:
<p>El presente artículo recoge una reflexión sobre la actualidad y pertinencia de la filosofía de la Edad</p><p>Media para el hombre de hoy. Se exploran algunos estereotipos que se han ido construyendo a lo largo de la historia sobre esta época y sobre la filosofía que produjo y se analizan algunas categorías generales en las que el pensamiento y, en cierto modo, las costumbres de la Edad Media pueden iluminar el ser y el quehacer del hombre y de la mujer de hoy. Este artículo es el inicio de actividades de la Línea de Investigación sobre el Pensamiento Filosófico Antiguo y M
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Boni, Luís A. De. "APRESENTAÇÃO." Veritas (Porto Alegre) 41, no. 163 (1996): 379. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.1996.163.35864.

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Abstract:
Corno vem acontecendo há tempo, todos os anos Veritas reserva um número para ternas de Filosofia Medieval. Os textos apresentados, por vezes, seguem urna temática específica; por vezes, têm a uni-los, acima de tudo e quase tão somente, o período histórico de que procedem. É o caso do presente volume, intitulado, por isso mesmo, de Miscellanea Mediaevalia. Os contatos que os pesquisadores brasileiros da área mantêm com estudiosos de outros países mostram-se frutíferos e permitem que artigos das mais diversas proveniências acabem por enriquecer cada número - o atual não faz exceção: além de trab
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De Boni, Luis Alberto, and Roberto H. Pich. "Apresentação." Veritas (Porto Alegre) 49, no. 3 (2004): 423. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.2004.3.34663.

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Klautau, Diego Genu. "Paideia Medieval e Mythopoeia: Filosofia e Literatura em Tolkien." Antíteses 13, no. 26 (2020): 470. http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2020v13n26p470.

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Abstract:
O tema deste artigo concentra-se nas relações entre filosofia e literatura no ensaio On Fairy-stories do escritor inglês J.R.R. Tolkien (1892-1973). Apresentado como conferência em 1939 e publicado em 1947, o texto mostra a concepção do autor sobre o gênero literário conhecido como fairy-stories, as estórias de fadas, e buscamos considerar as possíveis mediações e referências filosóficas e teológicas em sua investigação. Os objetivos do artigo são: 1) evidenciar a teoria literária proposta por Tolkien como parte da tradição filosófica do realismo medieval, com correspondências conceituais em P
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León Florido, Francisco. "Reseña: Martín Prieto, Pablo, Historia del pensamiento medieval: filosofia y teología." Espacio Tiempo y Forma. Serie III, Historia Medieval, no. 31 (May 11, 2018): 687. http://dx.doi.org/10.5944/etfiii.31.2018.21785.

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Da Silva, Luiz Cambraia Karat Gouvêa. "HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA EM DEBATE: A FILOSOFIA NATURAL MEDIEVAL E O CONTINUÍSMO EM EDWARD GRANT." REVISTA FOCO 16, no. 7 (2023): e2638. http://dx.doi.org/10.54751/revistafoco.v16n7-091.

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Abstract:
A origem da chamada “ciência moderna” é tema de uma das maiores controvérsias da História das Ciências. Atualmente, a perspectiva teórica hegemônica é aquela que defende que a ciência moderna teve suas raízes na chamada “Revolução Científica”, porém, nas últimas décadas, esta visão tem sido reavaliada por alguns historiadores. Denominados “continuístas”, estes pensadores pesquisam as contribuições do campo intelectual medieval na construção de um pensamento crítico, lógico e racional, fundamental para a metodologia científica moderna. Esta comunicação tem como objetivo analisar os estudos do h
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Boni, Luís Alberto De. "APRESENTAÇÃO." Veritas (Porto Alegre) 42, no. 3 (1997): 477. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.1997.3.35712.

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Abstract:
Tal como em 1996, também no corrente ano o número de Ventas do mês de setembro é dedicado à Filosofia na Idade Média. E tal como no ano anterior, as contribuições aqui enfeixadas apresentam- se sob o nome de Miscellanea Mediaevalia, pois não giram ao redor de um único tema. Como o leitor poderá constatar, entre um número e outro repetem- se, em parte, os articulistas que tratam de Filosofia Medieval, mas há igualmente novos nomes, a indicar tanto o fato de que uma nova geração, no Brasil, dedica-se à temática, como também a grata realidade de que Veritas, em seu número de setembro de cada ano,
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Meirinhos, J. F. "TRADUÇOES DE FILOSOFIA MEDIEVAL EM PORTUGAL: boletim de publicações recentes." Veritas (Porto Alegre) 43, no. 3 (1998): 725. http://dx.doi.org/10.15448/1984-6746.1998.3.35434.

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Abstract:
A tradução de textos filosóficos constitui um elemento central, embora geralmente negligenciado, da constituição do campo filosófico em cada época e dentro de uma determinada tradição lingüística. As traduções, antes de tudo, contribuem para a formação e a renovação do corpo de conceitos sem os quais não há pensamento articulado, nem especulação, nem a emergência do novo. A Idade Média, especialmente com as traduções arabo-latinas e greco-latinas dos séculos XII-XIII, fornece-nos uma poderosa ilustração do contributo das traduções para. a formação do léxico filosófico e sobretudo para a renova
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Carvalho, Mário Santiago de. "Um inédito de Miguel Baptista Pereira sobre a filosofia medieval." Revista Filosófica de Coimbra 20, no. 39 (2011): 263–79. http://dx.doi.org/10.14195/0872-0851_39_10.

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Klik, Arthur. "Encontros e desencontros: A Idade Média e o diálogo com o estrangeiro." CADERNOS DE SION 6, no. 1 (2025): 71–91. https://doi.org/10.71114/ccdej.cadsion.2763-7859.2025v6n1a165.

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Abstract:
Como o título indica, o texto aborda complexidades do relacionamento entre a Idade Média e o diálogo com o estrangeiro, especialmente no que diz respeito à recepção da filosofia grega. Durante o século XII, ocorreu o reencontro com o legado aristotélico, que havia sido considerado perdido por séculos, processo de redescoberta envolveu uma reinterpretação filosófica inserida em um contexto de interculturalidade religiosa e linguística. Além disso, destaca o papel do contato com obras e tradições não cristãs, como o contexto judeu e islamico, nos quais a "herança grega” também circulou, que infl
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