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Abdula, Rajabo Alfredo Mugabo. "A Criatividade da Língua Portuguesa: Estudo de Moçambicanismos no Português de Moçambique." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 32 (December 12, 2018): 81–97. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2017.32/pp.81-97.

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Abstract:
Este trabalho é uma reflexão acerca da língua Portuguesa em Moçambique. Para além do português, que é a única língua oficial, o país dispõe de muitas outras línguas. Por causa do contato entre o português e essas línguas, sobretudo as do grupo linguístico bantu, o português falado no país vai criando suas marcas de identidade. O objetivo deste estudo é o de identificar as principais áreas de influências das línguas bantu sobre o português, através do uso do método bibliográfico. A partir da pesquisa, concluiu-se que há uma influência mútua entre o português e as línguas do grupo linguístico ba
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Mata, Inocência L. S. "Epistemologias do “colonial” e da descolonização linguística: uma reflexão a partir de África." Gragoatá 24, no. 48 (2019): 208–26. http://dx.doi.org/10.22409/gragoata.v24i48.33627.

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Abstract:
Um dos lugares mais efectivos de dominação colonial foi, no caso do colonialismo português, a língua portuguesa, através da qual o negro africano poderia ser considerado cidadão segundo um articulado legal (que se foi aperfeiçoando até chegar ao “Estatuto dos Indígenas Portugueses das Províncias da Guiné, Angola e Moçambique”, 1954). A língua portuguesa foi, assim, o único veículo linguístico de cidadania, sendo restrito o uso das línguas nativas – consideradas, de modo desprestigiante, dialectos – no domínio público formal e oficial, situação que se vem prolongando nas políticas linguísticas
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Mariani, Bethania. "Língua, colonização e revolução: discurso político sobre as línguas em Moçambique." Abril – NEPA / UFF 4, no. 7 (2011): 105–24. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v4i7.29744.

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Abstract:
Neste artigo discute-se o importante tema das línguas no histórico pro­cesso revolucionário moçambicano. Para tanto, e com base no aporte teórico-metodológico da Análise do Discurso e nas reflexões do projeto História das ideias linguísticas: ética e política das línguas, estabelecemos uma comparação entre o discurso colonizador, que, como se verá ao longo do artigo, estabeleceu políticas de línguas que produziram uma submissão ideológica à língua portuguesa e o discurso revolucionário, o qual, por sua vez, estabeleceu políticas de língua com o objetivo de construir um homem novo em uma nova s
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Perina de Souza, Sheila. "IMAGENS DE LÍNGUA NO DISCURSO DO PROFESSOR: AS LÍNGUAS BANTU PREJUDICAM A APRENDIZAGEM DO PORTUGUÊS?" Missangas: Estudos em Literatura e Linguística 2, no. 2 (2021): 101–17. http://dx.doi.org/10.53500/msg.v2i2.12432.

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Abstract:
Este artigo insere-se na discussão sobre o ensino e aprendizagem das línguas bantu e da língua portuguesa. Com a independência em 1975, Moçambique tornou o português língua oficial para o ensino. Em 2003, com o Plano Curricular do Ensino Básico, o país incluiu as línguas bantu no ensino básico pela primeira vez. Apesar dessa política linguística, Ngunga e Bavo (2011) constataram que, em 2007, ainda havia escolas que proibiam o uso das línguas bantu. Diante desse cenário que demonstra certa hostilidade histórica ao uso das línguas bantu, questionamos aos professores em formação universitária se
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Guerreiro, João. "DA EUROPA: os esforços portugueses (1989 a 1994)." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 30 (April 8, 2021): 47–49. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2016.30/pp.47-49.

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Abstract:
A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) foi criada há quase trinta anos, antecipando-se em dez anos à constituição da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Beneficiando de um impulso inicial do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e do seu Presidente, o Professor António Simões Lopes, então Reitor da Universidade Técnica de Lisboa, a Associação foi formalizada em 1986 na cidade da Praia (Cabo Verde). Uma quinzena de instituições do ensino superior de seis países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Por
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Veríssimo, Victor. "O SUJEITO NULO EM DUAS VARIEDADES AFRICANAS DO PORTUGUÊS." Letras Escreve 7, no. 2 (2018): 117. http://dx.doi.org/10.18468/letras.2017v7n2.p117-133.

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Abstract:
Assumindo o conceito de parâmetro do sujeito nulo e utilizando ferramentas metodológicas da sociolinguística laboviana, o presente trabalho teve como objetivo a caracterização e análise da expressão do sujeito no português falado em Moçambique e Angola. Os resultados apontaram para algumas similaridades das mudanças que a sintaxe do sujeito passou e tem passado no português falado nos dois países, indo desde uma maior tendência aos sujeitos pronominais, até a convergência de alguns fatores que ainda favorecem à ocorrência de sujeitos nulos. Por mais que o contato com as línguas banto não seja
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Macaringue, Ilídio Enoque Alfredo. "Políticas Linguísticas de Moçambique: Controvérsias e Perspectivas." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 31 (April 19, 2021): 47–69. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2017.31/pp.47-69.

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Abstract:
Neste trabalho, analisamos o contexto histórico, político-ideológico e sociolinguístico a partir do qual Moçambique adoptou as suas políticas linguísticas, tendo em conta a diversidade linguístico-cultural que caracteriza o país e problematizar a sua eficácia decorrente das ambivalências geradas em torno da oficialização do Português Europeu sem o nacionalizar e da nacionalização das línguas autóctones sem as oficializar. Além disso, observamos o facto de a lógica do que está institucionalizado estar a ser subvertida pela prática consuetudinária dos usos da linguagem, isto é, o Português Europ
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Silva, Ana Alexandra, and Albano Agostinho Eduardo. "A integração do léxico português no ensino da língua cokwe." Entrepalavras 11, no. 10esp (2021): 103. http://dx.doi.org/10.22168/2237-6321-10esp2014.

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Abstract:
A língua portuguesa, enquanto entidade cultural abstrata, é exteriorizada como um instrumento de comunicação, presente em África, com maior expressividade em Angola e Moçambique (HAGEMEIJER, 2016), desde o século XV, num período de contacto continental. O presente artigo pretende contribuir para a discussão em torno do papel da língua portuguesa em Angola, ou melhor, para a multiplicidade de papéis que a língua oficial acaba por assumir no quotidiano dos seus falantes. Iremos centrar a nossa análise numa das línguas nacionais, o cokwe, tentando mostrar em que medida esta língua nacional intera
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Macaringue, Ilídio Enoque Alfredo, and Maria Elena Pires-Santos. "Políticas linguísticas." Letras & Letras 35, especial (2019): 53–74. http://dx.doi.org/10.14393/ll63-v35nesp2019-3.

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Abstract:
Analisamos, neste artigo, as políticas linguísticas de Moçambique a partir da sua história e da colonização portuguesa até a independência nacional, formação e consolidação do Estado-Nação, tendo como pressuposto o fato de que a diversidade linguística e cultural representada pelas línguas autóctones foi invisibilizada no período da colonização portuguesa e no pós-independência, em 1975, com a justificativa de que colocavam em causa os esforços da integração da população para a sua dominação, administração e consolidação da unidade nacional, da integridade territorial e do Estado-Nação. Entend
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Basso, Renato Miguel, and Beatriz Damaciano Paulo Chalucuane. "Lheísmo no Português de Moçambique (Lheism in the Portuguese of Mozambique)." Estudos da Língua(gem) 17, no. 3 (2019): 99. http://dx.doi.org/10.22481/el.v17i3.5851.

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Abstract:
Investigamos como falantes moçambicanos de Português usam os pronomes átonos que refletem o complemento direto e indireto, sem terem em conta a subcategorização do verbo. Desenvolvemos um estudo etnográfico de caso múltiplo, com alunos da 12ª classe da Escola Secundária Samora Moisés Machel (zona urbana) e da Escola Secundária do Dondo (zona periurbana), recorrendo aos métodos indutivo e comparativo. Os instrumentos de recolha de dados foram a observação direta (registo de ocorrências nos discursos falados) e o inquérito por questionário. Os resultados obtidos indicam que há influência da estr
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Timbane, Alexandre António, and Sabrina Rodrigues Garcia Balsalobre. "Apresentação - Língua Portuguesa em África: Políticas Linguísticas e Crioulos em Debate." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 31 (April 19, 2021): 15–19. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2017.31/pp.15-19.

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Abstract:
Os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) são plurilíngues, com uma convivência conflituosa entre a língua portuguesa (com estatuto de língua oficial), as línguas africanas (incluindo crioulos), as línguas asiáticas, as línguas de sinais e outras línguas europeias. Há pouca clareza (sob o ponto de vista da política linguística) em relação ao uso e à importância das línguas africanas, pois as Constituições dos seis PALOP deixam margem e possibilidades de interpretações. Por exemplo, a República da Guiné Bissau e a República Democrática de São Tomé e Príncipe não fazem nenhuma alu
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Nhambe, Félix Alexandre. "FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO PRIMÁRIO NO CONTEXTO DA DIVERSIDADE CULTURAL – UM OLHAR AOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA EM MOÇAMBIQUE." Missangas: Estudos em Literatura e Linguística 1, no. 1 (2020): 86–104. http://dx.doi.org/10.53500/msg.v1i1.12161.

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Abstract:
Com este artigo, pretendemos abordar a formação de professores primários de língua portuguesa no contexto da diversidade cultural, com a finalidade de reflectir sobre o currículo de formação de professores primários em Moçambique. A metodologia usada consistiu na pesquisa bibliográfica e documental na base do Plano Curricular do Curso de Formação de Professores do Ensino Primário e Educadores de Adultos entre outros documentos e as falas de 14 professores entrevistados. Parece-nos que há a necessidade de incorporação da Pedagogia da Diversidade e Desenvolvimento Curricular na formação de profe
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Rezende Melazo, Mariane, and Leandro Silveira de Araujo. "INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA GRAMÁTICA EM LÍNGUA PORTUGUESA." Revista (Con)Textos Linguísticos 14, no. 29 (2020): 119–35. http://dx.doi.org/10.47456/cl.v14i29.32072.

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Abstract:
Orientados pelo conceito de norma linguística e suas manifestações (COSERIU, 1962; ALÉONG, 2011), voltamo-nos ao estudo do processo da produção gramatical da língua portuguesa a fim de identificar os instrumentos de gramatização desse idioma, seu comportamento e características textuais e extratextuais. Para tanto, recorremos ao acervo online de bibliotecas de centros universitários no Brasil, Portugal, Angola e Moçambique compondo um corpus de 161 gramáticas. Entre outros, foi possível observar que, apesar de o início da produção de gramáticas dar-se em Portugal e se restringir ao país até in
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Dos Santos, Silvana Aguiar, and Nehemia Gilberto Raul Zandamela. "Políticas linguísticas e tradução-interpretação de línguas de sinais: aproximações entre Brasil e Moçambique." Working Papers em Linguística 16, no. 2 (2015): 101. http://dx.doi.org/10.5007/1984-8420.2015v16n2p101.

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Abstract:
http://dx.doi.org/10.5007/1984-8420.2015v16n2p101Este trabalho resulta de uma aproximação inicial entre Brasil e Moçambique no que tange à tradução e à interpretação de línguas de sinais. Retomamos alguns marcos históricos importantes nas políticas linguísticas voltadas às línguas de sin desses países e discutimos como determinadas ações afetam diretamente as decisões políticas direcio­nadas à tradução e à interpretação de línguas de sinais. Diante desse cenário, são apre­sentadas duas vertentes de argumentação. A primeira delas discute algumas implicações da tradução e da interpretação de lín
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Valadares, Flavio Biasutti. "Anglicismos em moçambique: uso em editoriais – uma perspectiva lusófona na sociolinguística." Revista de Humanidades 30, no. 1 (2016): 11. http://dx.doi.org/10.5020/23180714.2015.30.1.11-31.

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Abstract:
O artigo trata dos usos de anglicismos no espaço lusófono, tendo como foco Moçambique, país africano cuja língua oficial – Língua Portuguesa – não é usada por boa parte da população e em cuja fronteira existem países anglófonos com influências linguísticas e culturais bastante presentes em relação ao país. Apresenta conceitos sobre lusofonia, estrangeirismo e sociolinguística variacionista, ressaltando a base laboviana, a lexicologia e os estudos lusófonos na contemporaneidade, com apoio em autores como ALKMIN (2001), ALVES (2002), BIDERMAN (2001), BRITO (2013, 2010, 2004, 2003), CARVALHO (200
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Vilanculo, Amélia Ernesto Chissengue, and Estela Pinto Ribeiro Lamas. "As causas do fraco domínio do Português pelos alunos do ESG em Moçambique." Revista Internacional de Educação, Saúde e Ambiente 3, no. 2 (2020): 41–53. http://dx.doi.org/10.37334/riesa.v3i2.41.

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Abstract:
Este estudo versa sobre o fraco domínio da língua portuguesa (LP) pelos alunos do Ensino Secundário Geral (ESG) e tem como objectivo apresentar os resultados de uma pesquisa exploratória que realizamos na Escola Secundária de Mucoque (ESM) sobre as causas do fraco domínio do português pelos alunos do ESG. Para respondermos a este objectivo, optamos por uma abordagem qualitativa e, para a recolha de dados, realizamos entrevistas, questionário e observação, envolvendo estudantes de uma turma da 12.ª classe, ano lectivo de 2019, professores de LP, pais e/ou encarregados de educação, na Escola Sec
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Firmino, Gregório Domingos. "Ascensão de uma norma endógena do Português em Moçambique: Desafios e perspectivas." Gragoatá 26, no. 54 (2021): 163–92. http://dx.doi.org/10.22409/gragoata.v26i54.46324.

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Abstract:
O artigo apresenta a situação da língua portuguesa em Moçambique, mostrando aspectos relacionados com o percurso da sua implantação no país, desde o período colonial até ao momento actual. Depois de evidenciar aspectos históricos desta implantação, o artigo aponta que a língua portuguesa está num processo de nativização simbólica e estrutural, de que emergem formas peculiares do seu uso. Por fim, o artigo discute os desafios e perspectivas que a nativização impõe, face a necessidade do reconhecimento de uma norma endógena.
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Lopes, José de Sousa Miguel. "Cultura acústica e letramento em Moçambique: em busca de fundamentos para uma educação intercultural." Educação e Pesquisa 25, no. 1 (1999): 67–87. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-97021999000100006.

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Abstract:
O autor parte da caracterização de uma cultura acústica, como a moçambicana, para, em seguida, fazer uma análise da importância das línguas maternas, um dos atributos culturais mais significativos de um povo. Para melhor contextualizar a temática que se propõe desenvolver, o autor apresenta, em traços bastante gerais, alguns dados históricos, políticos e sociais de Moçambique. Em seguida, indaga em que medida o poder político saído da independência levou em consideração os traços fortes da oralidade presentes nesta cultura, e de que modo tal política influenciou, ou não, o processo de letramen
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Montaury, Alexandre, and Lara Nogueira da Silva Leal. "Ficção abissal: partilhas do comum, clivagens coloniais." Abril – NEPA / UFF 8, no. 17 (2017): 67–79. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v8i17.29909.

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Abstract:
O artigo pretende desenvolver uma reflexão acerca da convivência entre os legados do colonialismo e as práticas simbólicas e culturais tradicionais em espaços africanos de língua portuguesa. A partir de uma análise preliminar de textos ficcionais de grande circulação no Brasil, pretende-se examinar clivagens epistemológicas, ou as “linhas abissais” que se configuram como experiências impressas no cotidiano das ex-colônias portuguesas de Cabo Verde, Moçambique e Angola.---DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a378
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Da Costa, Letícia Villela Lima. "Paulina Chiziane. Vozes e rostos femininos de Moçambique." Metamorfoses - Revista de Estudos Literários Luso-Afro-Brasileiros 14, no. 1 (2017): 180–82. http://dx.doi.org/10.35520/metamorfoses.2017.v14n1a10564.

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Abstract:
Dentro do cada vez mais vasto cenário das literaturas africanas de língua portuguesa, Paulina Chiziane destaca-se por ser a primeira romancista mulher de Moçambique. Ela, no entanto, prefere ser mais conhecida como uma contadora de histórias, o que confere à sua obra traços de oralidade.
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Chaves, Marina Oliveira Felix de Mello, Bruna Suelen Rocha Miranda, and Ana Rita de Sá Soveral Padeira. "As produções cinematográficas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa." Leitura: Teoria & Prática 35, no. 70 (2017): 33–49. http://dx.doi.org/10.34112/2317-0972a2017v35n70p33-49.

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Abstract:
O objetivo deste artigo é analisar o Cinema Africano de Língua Portuguesa e sua trajetória como um elemento atuante no cenário político de nações que passaram por profundas transformações desde a segunda metade do século passado até hoje. A partir de um levantamento das produções cinematográficas dos cinco países – Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe –, realizado até agosto de 2011, foram propostas algumas questões e reflexões sobre este assunto ainda pouco estudado.
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Rosário Jorge DANIEL, Óscar, and Geraldina De Lurdes Paia GUEZE. "L´ÍNGUA PORTUGUESA: FACTOR DETERMINANTE DE DESIGUALDADE SOCIAL NO ENSINO SECUNDÁRIO GERAL." Linguagem: Estudos e Pesquisas 23, no. 1 (2020): 57–73. http://dx.doi.org/10.5216/lep.v23i1.63774.

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Abstract:
O presente artigo tem por objectivo compreender o processo de ensino-aprendizagem em Língua Portuguesa no Ensino Secundário Geral, tendo em conta os alunos provenientes do Ensino Bilingue, em Moçambique. E, especificamente pretendeu-se avaliar o impacto do Ensino Bilingue no Ensino Secundário Geral onde as aulas são ministradas em Língua Portuguesa e propor algumas políticas educacionais a fim de minimizar as desigualdades sociais entre os alunos provenientes do ensino bilingue e os do monolingue. Para alcançarmos estes objectivos, desenvolvemos uma pesquisa de carácter descritivo que consisti
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Tindo, Carmen Lucia. "DRUMMOND – UMA REFERÊNCIA CONSTANTE NA MODERNA POESIA AFRICANA DE LÍNGUA PORTUGUESA." Lex Cult: Revista do CCJF 1, no. 1 (2017): 144. http://dx.doi.org/10.30749/2594-8261.v1n1p144-152.

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Abstract:
Carlos Drummond de Andrade foi e continua a ser uma marcante referência para a poesia africana de língua portuguesa. Durante as lutas pela libertação em Angola e Moçambique e nos anos seguintes, os poemas de Sentimento do mundo, José e A Rosa do povo se tornaram paradigmas de gerações de poetas comprometidos com o social, com a denúncia da "noite fascista", entre os quais: Luis Carlos Patraquim, Eduardo White, Paula Tavares e outros.
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Macêdo, Tania Celestino de. "A PRESENÇA DA LITERATURA BRASILEIRA NA FORMAÇÃO DOS SISTEMAS LITERÁRIOS DOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA." Via Atlântica, no. 13 (June 21, 2008): 123. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i13.50259.

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Abstract:
O ENSAIO TRAÇA UM PANORAMA DOS DIÁLOGOS REALIZADOS ENTRE AS LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E A LITERATURA BRASILEIRA, TRAZENDO À DISCUSSÃO TEXTOS LITERÁRIOS DE DIFERENTES MOMENTOS HISTÓRICOS (DOS SÉCULOS XVIII, XIX E XX). ESPECIAL ATENÇÃO É DADA À LITERATURA PRODUZIDA EM ANGOLA, CABO VERDE E MOÇAMBIQUE.
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Montaury, Alexandre, and Lara Nogueira da Silva Leal. "Ficção abissal: partilhas do comum, clivagens coloniais." Abril – NEPA / UFF 8, no. 17 (2017): 67. http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a376.

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Abstract:
<p>O artigo pretende desenvolver uma reflexão acerca da convivência entre os legados do colonialismo e as práticas simbólicas e culturais tradicionais em espaços africanos de língua portuguesa. A partir de uma análise preliminar de textos ficcionais de grande circulação no Brasil, pretende-se examinar clivagens epistemológicas, ou as “linhas abissais” que se configuram como experiências impressas no cotidiano das ex-colônias portuguesas de Cabo Verde, Moçambique e Angola.</p><p>---</p><p>DOI: http://dx.doi.org/10.21881/abriluff.2016n17a378</p>
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Mavale, Cecília. "Para uma análise da estrutura retórica em textos escritos produzidos por estudantes universitários moçambicanos." Linha D'Água 31, no. 1 (2018): 91. http://dx.doi.org/10.11606/issn.2236-4242.v31i1p91-110.

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Abstract:
A escrita é um processo dinâmico que não se resume ao conhecimento exclusivo do código linguístico. É importante que seja uma escrita que tenha em conta determinadas finalidades comunicativas, pois são estas que determinam configuração do texto. Não basta produzir sequências linguísticas estruturalmente correctas sem compreendermos o modo de como a língua está estruturada para fins de uso. Neste contexto, recorro a uma abordagem funcional para analisar certos mecanismos responsáveis pela criação de discursos coerentes e coesos, reflectindo propósitos comunicativos apropriados em diferentes sit
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ANTÓNIO, D., and Ismara TASSO. "A língua portuguesa em Moçambique: práticas discursivas, pedagógicas e formação de professores." Uniletras 39, no. 1 (2017): 91–102. http://dx.doi.org/10.5212/uniletras.v.39i1.0006.

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Riambau Pinheiro, Vanessa. "Entre fronteiras marítimas e corpóreas: apontamentos sobre os rumos da poesia moçambicana contemporânea." SOLETRAS, no. 36 (October 8, 2018): 148–65. http://dx.doi.org/10.12957/soletras.2018.33751.

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Abstract:
RESUMOO propósito deste estudo é analisar a produção lírica moçambicana contemporânea a partir de alguns autores representativos cuja poética revela-se especialmente intimista. Inicialmente, retomaremos alguns elementos da formação da literatura dos países africanos de língua oficial portuguesa, em especial a de Moçambique, a fim de compreender a motivação épico-coletiva no momento de sua consolidação, nos períodos que antecederam e que sucederam a descolonização portuguesa. Após, nos deteremos em quatro poetas de Moçambique que foram recentemente publicados no Brasil, a saber: Ana Mafalda Lei
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Brito, Regina. "Espaço geopolítico lusófono: vidas em Português." Comunicação e Sociedade 34 (December 17, 2018): 119–31. http://dx.doi.org/10.17231/comsoc.34(2018).2939.

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Abstract:
Língua – vidas em Português (2004), de Victor Lopes, mostra a presença da cultura e da língua portuguesa em diferentes partes do mundo, tomando como representação do universo lusófono: Goa, Moçambique, Brasil, Portugal e Japão. Nosso trabalho parte da hipótese de que opiniões, sentimentos, práticas e comportamentos manifestados em Português por indivíduos comuns presentes no documentário indiciam elementos significativos para uma compreensão de lusofonia. Pelo lugar social que ocupam, suas falas são tomadas como estilos de vida englobantes de opiniões sobre a língua portuguesa e representações
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Nez, Egeslaine. "Rankings acadêmicos e governança universitária no espaço do ensino superior de língua portuguesa." Revista Internacional de Educação Superior 7 (July 4, 2020): 021023. http://dx.doi.org/10.20396/riesup.v7i0.8658268.

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Abstract:
Organizado por Adolfo Ignacio Calderón, Marco Wandercil e Edivaldo Camarotti Martins, publicado pela Associação Nacional de Políticas e Administração da Educação (ANPAE) e apresentado à comunidade acadêmica, em Brasília (2019), a obra Rankings acadêmicos e governança universitária no espaço do ensino superior de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Macau, Moçambique, Portugal e Brasil, teve sua ideia gestada no ano de 2015, numa das reuniões do Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa (FORGES). Nessa ocasião, ANPAE e FORGES, assinaram um protocolo de inten
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Shimbo, Renata Vaz. "Niketche: uma performance literária de libertação." Abril – NEPA / UFF 10, no. 21 (2018): 207. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff2018n21a527.

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Abstract:
Realizamos, neste artigo, a análise do romance Niketche: uma história de poligamia, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, com o propósito de evidenciar a subversão do ritual da dança niketche como performance literária através da subjetivação da voz feminina em Moçambique. O traçado cultural, marcado pelas diferenças geográficas do país, modela as relações que as mulheres moçambicanas estabelecem com seus corpos. Por sua vez, a língua portuguesa, elemento de dominação, cria o pano de fundo no qual a narrativa se costura. Juntos, formam o cenário evocado por Chiziane para dar palco a uma n
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Shimbo, Renata Vaz. "Niketche: uma performance literária de libertação." Abril – NEPA / UFF 10, no. 21 (2018): 207–19. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v10i21.29975.

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Abstract:
Realizamos, neste artigo, a análise do romance Niketche: uma história de poligamia, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, com o propósito de evidenciar a subversão do ritual da dança niketche como performance literária através da subjetivação da voz feminina em Moçambique. O traçado cultural, marcado pelas diferenças geográficas do país, modela as relações que as mulheres moçambicanas estabelecem com seus corpos. Por sua vez, a língua portuguesa, elemento de dominação, cria o pano de fundo no qual a narrativa se costura. Juntos, formam o cenário evocado por Chiziane para dar palco a uma n
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Padilha, Laura Cavalcante. "Poesia africana feminina: memórias e testemunhos do vivido." Revista Mulemba 8, no. 14 (2016): 50–58. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2016.v8n14a4321.

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Abstract:
O artigo enfocará a produção poética de mulheres, editada depois das independências dos países africanos de língua oficial portuguesa em 1975, produção esta que encena não apenas as memórias dos conflitos históricos existentes nos lugares de pertença de suas autoras, mas também se debruçam sobre outras formas de violência enfrentadas pelas mulheres no passado colonial e ainda neste presente marcado pelo neocolonialismo, como bem previsto por Amílcar Cabral.Escolhemos, para tanto, e dentre outras, as obras É nosso o solo sagrado da terra (1978), de Alda Espírito Santo (São Tomé e Príncipe) e Sa
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Jorge, Silvio Renato. "PARA “AMPLIAR O CAMPO DE DEBATE”: RELEITURAS DO COLONIALISMO PORTUGUÊS EM JOÃO PAULO BORGES COELHO E OUTROS AUTORES." Via Atlântica, no. 16 (December 24, 2009): 131. http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i16.50468.

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Abstract:
ESTE TRABALHO SE PROPÕE A DISCUTIR O MODO COMO OS PERÍODOS COLONIAL E PÓS-COLONIAL SÃO RELIDOS EM ROMANCES TRAZIDOS A PÚBLICO A PARTIR DA DÉCADA DE NOVENTA, EM PORTUGAL, MOÇAMBIQUE E NOS DEMAIS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA. ESSES ROMANCES, COM DESTAQUE PARA A PRODUÇÃO DE JOÃO PAULO BORGES COELHO, ASSINALAM A NECESSIDADE DE UMA RECUPERAÇÃO DO SENTIDO HISTÓRICO PARA A PERCEPÇÃO EFETIVA DAS CARACTERÍSTICAS CULTURAIS PRESENTES AINDA HOJE EM TAIS PAÍSES.
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Ka, Makely, and Maísa Moura. "MOIRA." Em Tese 19, no. 3 (2013): 207. http://dx.doi.org/10.17851/1982-0739.19.3.207-212.

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Abstract:
Apresentam-se quatro canções – “Moçambique”, “Casa de Areia”, “Extravio” e “Seu avô” – da obra Moira (2009), primeiro disco solo de Maísa Moura, compostas por Makely Ka, Renato Negrão, Renato Villaça, Mário Sève e Chico Saraiva.<br />As canções ressoam a temática do Dossiê desta revista – “A LÍNGUA É A PORTUGUESA, MAS O PENSAMENTO ESTÁ A ALARGAR-SE” – ao transitar por diferentes gêneros e influências, lembrando em muito as antigas cantigas<br />de roda, além de um quê imenso de “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa, como é o caso de “Seu avô”.<br />Para além, as cançõ
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Silva, Maurício. "Os Sentidos e os Não Sentidos da Língua Portuguesa: Questões de Língua e Linguagem nos Contos de Mia Couto." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 32 (December 13, 2017): 163–80. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2017.32/pp.163-180.

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Abstract:
O presente artigo trata da produção ficcional de Mia Couto, em especial seus contos, analisando o modo como o autor moçambicano trabalha em seus textos questões relacionadas à língua e à linguagem, além de vincularmos tais questões às teorias do pós-colonialismo. Para Mia Couto, o processo de colonização impõe ao colonizado outro modo de falar, que corresponde a outra língua. Assim, em Mia Couto, há que se distinguir uma questão da língua e uma questão da linguagem, ambas inseridas no contexto do pós-colonialismo: a primeira, mais relacionada ao processo de reconstrução idiomática do português
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Alós, Anselmo Peres. "“Os olhos da cobra verde”: Lília Momplé revisita o passado colonialista de Moçambique." Abril – NEPA / UFF 5, no. 10 (2013): 89–100. http://dx.doi.org/10.22409/abriluff.v5i10.29687.

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Abstract:
Lília Momplé destaca-se no cenário da literatura moçambicana por seus três livros: Ninguém matou Suhura (contos, 1988), Neighbours (roman­ce, 1996) e Os olhos da cobra verde (contos, 1997). Lília Momplé, através de suas narrativas, resgata os dilemas da constituição da nacionalidade através das experiências de personagens relegados à margem. Este fato redimensiona a compreensão da realidade pós-colonial moçambicana. Apesar de sua importância, o nome desta escritora raramente é mencio­nado nos estudos brasileiros sobre as literaturas africanas de língua portu­guesa. Por que esta ausência? Compr
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Oguisso, Taka. "COLABORANDO PARA O DESENVOLVIMENTO DA ENFERMAGEM NA ÁFRICA." Revista da Escola de Enfermagem da USP 27, no. 1 (1993): 183–93. http://dx.doi.org/10.1590/0080-6234199302700100183.

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Abstract:
E apresentado o apoio prestado pelo International Council of Nurses (ÍCN) por meio de um projeto com dois Seminários aos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) -Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Principe. O referido projeto foi desenvolvido com os seguintes objetivos: analisar a situação da enfermagem nestes países; identificar seus pontos fracos e fortes; atualizar a situação dos sistemas de saúde para fortalecer a participação dos enfermeiros; identificar prioridades da associação profissional de enfermagem; incrementar o relacionamento com enfermeiros d
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Pinheiro-Mariz, Josilene, and Marcela De Melo Cordeiro Eulálio. "Oralitura em aula de língua portuguesa como espaço para diálogos interculturais." Revista Mulemba 8, no. 15 (2016): 76–90. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2016.v8n15a5334.

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Abstract:
Intenta-se, neste artigo, discutir a respeito da “oralitura” enquanto caminho eficaz para instigar diá- logos interculturais entre Brasil e Moçambique. Tais ponderações estão ligadas à reinvenção da oralidade enquanto elemento tradicionalmente intrínseco às culturas africanas. Nossas reflexões foram incitadas a partir da leitura de contos de tradição oral, originários dos dois países supracitados, entre estudante do Ensino Médio de uma escola pública, como procedimento elementar para atender à Lei 10.639/2003 que preconiza o ensino da cultura africana e afro-brasileira no ensino básico. Os con
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Souza Santos, Josilene De, and Arlindo Cornélio Ntunduatha Juliasse. "SENTIDOS DA LEITURA E ESCRITA DE DOIS SUJEITOS DA EDUCAÇÃO DE ADULTOS NOS CONTEXTOS BRASILEIRO E MOÇAMBICANO." e-Mosaicos 7, no. 14 (2018): 31–45. http://dx.doi.org/10.12957/e-mosaicos.2018.29869.

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Abstract:
RESUMO O trabalho retrata as histórias de vida de João e Vicente, sujeitos entrevistados nas pesquisas de mestrado e doutorado, pondo em destaque os sentidos da escrita e da leitura na vida cotidiana e escolar. João, oriundo de uma família humilde da Paraíba, só no ano de 2011, pela primeira vez, começou a estudar. Vicente, oriundo de Mogovolas, Província de Nampula, região norte de Moçambique, falante de suas línguas maternas, mas alfabetizado na utilizada como instrumento unificador, a Língua Portuguesa. Lemos as narrativas separadamente e as correlacionamos em busca de possíveis elementos d
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De Freitas Veneroso, Maria do Carmo, and Paulo Morais-Alexandre. "Apresentação: Artes e Música." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 37 (April 19, 2021): 11–17. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2020.37/pp.11-17.

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Abstract:
A discussão sobre as relações entre as artes têm tido continuidade na contemporaneidade e, cada vez mais, as artes têm se reaproximado e relacionado, sendo que a dissolução de fronteiras entre elas tem dado origem a obras híbridas, instigantes. Os diálogos entre as artes têm sido atravessados, muitas vezes, por relações transdisciplinares. Assim, vem este número da RILP dar uma visão abrangente do que tem sido feito nos países de língua oficial portuguesa, em relação às artes e no sentido de aproximá-las, muitas vezes através de cruzamentos com outras disciplinas. Os artigos reunidos nesta rev
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Nicoli Dias, Fabiana, and Fabíola Simão Padilha Trefzger. "Linguagem mitopoética e reapresentação ética da história em Terra Sonâmbula, de Mia Couto." Navegações 13, no. 2 (2020): e37227. http://dx.doi.org/10.15448/1983-4276.2020.2.37227.

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Abstract:
Propõe-se, neste artigo, o exame da linguagem mitopoética enquanto alternativa esteticamente ética para a recriação ficcional da realidade histórica de guerra civil moçambicana em Terra Sonâmbula (1992), de Mia Couto. Com o fito de alcançar nosso objetivo, partimos da definição de mitopoética, de Eleazar Mielietinski (1987), e dos estudos sobre a história, considerando ainda sua interface com a literatura e suas implicações éticas e estéticas conforme postulados de Theodor W. Adorno (1993), Walter Benjamin (1994) e Michel de Certeau (1982). A poética do mito é constituída, no romance, como lin
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Wieser, Doris. "“O conceito de branco como branco não existe na cultura bantu”, entrevista a Ungulani Ba Ka Khosa." Revista Mulemba 7, no. 12 (2015): 4–20. http://dx.doi.org/10.35520/mulemba.2015.v7n12a5019.

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Abstract:
Entrevista a Ungulani Ba Ka Khosa.Biografia resumida do entrevistado:Ungulani Ba Ka Khosa (*1957, Inhaminga), atual presidente da AEMO (Associação dos Escritores Moçambicanos), transformou-se nas últimas duas décadas num dos intermediários mais hábeis entre as culturas bantu e a língua portuguesa. Sua obra é indubitavelmente central para o processo de conscientização cultural de Moçambique, para a redescoberta do passado pré-colonial e colonial, a construção de uma memória histórica integrativa e para a mediação entre o espaço rural e urbano. Esta entrevista foi realizada a 17 de Julho de 2014
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Cabecinhas, Rosa. "Luso(A)fonias. Memórias cruzadas sobre o colonialismo português." Estudos Ibero-Americanos 45, no. 2 (2019): 16. http://dx.doi.org/10.15448/1980-864x.2019.2.32857.

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Abstract:
Neste artigo revisitamos um conjunto de estudos sobre as representações sociais da história nacional realizados junto de jovens em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste. Em cada um desses países foram recolhidos dados com vista a examinar as representações sociais da história nacional e as emoções associadas aos acontecimentos considerados mais marcantes, entre os quais se destacaram os referentes ao processo de colonização e as guerras de libertação. Os resultados apontam para ambiguidades, ambivalências e contradições nas representações sociais da histó
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Chicava, Augusto Agostinho. "Políticas e desafios da educação técnico-profissional em Moçambique." Impulso 28, no. 73 (2019): 87. http://dx.doi.org/10.15600/2236-9767/impulso.v28n73p87-106.

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Abstract:
O presente trabalho de pesquisa tenciona discutir os fundamentos da política da educação técnico profissional em Moçambique e seus desafios. O trabalho tem como objetivo analisar as políticas e desafios do ensino técnico profissional em Moçambique. E no que concerne a metodologia para o presente trabalho de pesquisa, recorreu-se a pesquisa qualitativa e comparativa, que teve como fundamento as leituras, interpretações e análise de diferente literatura, artigos bem como textos filosóficos que se refém sobre a questão do tema em discussão. hoje em Moçambique, cada vez mais vai-se aproximando a i
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Milani, Carlos R. S., Francisco Carlos da Conceição, and Timóteo Saba M’Bunde. "COOPERAÇÃO SUL-SUL EM EDUCAÇÃO E RELAÇÕES BRASIL-PALOP." Caderno CRH 29, no. 76 (2016): 13–32. http://dx.doi.org/10.1590/s0103-49792016000100002.

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Abstract:
Estudos sobre a cooperação internacional para o desenvolvimento (principalmente nas suas vertentes Norte-Sul e Sul-Sul) têm demonstrado que existem tipos distintos de experiências históricas que mobilizam diferentes atores domésticos e priorizam agendas temáticas com base em motivações políticas e desenhos institucionais variados. Este artigo centra-se nas estratégias do Brasil como fornecedor de cooperação no campo da educação, analisando suas tendências gerais, agendas e atores, contradições e tensões entre interesses públicos e privados. Empiricamente, o artigo também analisa essas questões
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Furtado, Joaci Pereira. "A sorte deste mundo: percursos de Marília de Dirceu no século XIX." Leitura: Teoria & Prática 36, no. 72 (2018): 73–83. http://dx.doi.org/10.34112/2317-0972a2018v36n72p73-83.

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Abstract:
Num dia incerto de fevereiro de 1810 desaparecia, na ilha de Moçambique, o magistrado, jurista e poeta Tomás Antônio Gonzaga. Nascido na cidade do Porto em 1744, tornou-se célebre por sua participação – suposta ou verdadeira, mas sempre negada por ele – na Inconfidência Mineira (1788-1789), posteriormente erigida como instante fundador da brasilidade pela história oficial. Mas ele figura sobretudo como autor, entre outras obras, de um dos mais difundidos livros escritos em língua portuguesa: Marília de Dirceu, conjunto de poemas líricos inicialmente publicado, em quatro edições acrescidas, de
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Balsalobre, Sabrina Rodrigues Garcia. "Expressões de Poder e de Solidariedade em Moçambique e em Angola: Observando a Inter-relação entre Género e Formas de Tratamento." Revista Internacional em Língua Portuguesa, no. 32 (December 12, 2018): 55–80. http://dx.doi.org/10.31492/2184-2043.rilp2017.32/pp.55-80.

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Abstract:
Considerando que a língua portuguesa é comum a Moçambique e a Angola, é necessário compreender que ela desempenha papéis simbólicos diferentes a cada uma das realidades nacionais. Assim sendo, parte-se do pressuposto fundamental de que há uma direta inter-relação entre estudos linguísticos e sociais. Mais particularmente, a intenção é a de observar como mulheres e homens moçambicanos e angolanos relacionam-se e expressam suas percepções de mundo por meio da língua, mais especificamente, por meio do sistema de formas de tratamento, tanto nominal quanto pronominal. Dessa forma, o foco é a questã
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Gomes, Letícia Santana. "Lusofonias editoriais: os possíveis ethé discursivos de editores independentes." Letras de Hoje 54, no. 3 (2019): 300. http://dx.doi.org/10.15448/1984-7726.2019.3.30653.

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Abstract:
Buscamos encontrar nesta pesquisa, por meio das reflexões teóricas de Maingueneau (2008) e Amossy (2005), os possíveis ethé discursivos dos editores independentes de Língua Portuguesa. A partir do documentário Da minha língua vê-se o mar (Letícia Santana Gomes, 2017), realizado pela pesquisadora e corpus desta pesquisa, analisamos as entrevistas com os editores Alex Dau (Moçambique), Maria Mazarello (Brasil) e Vasco Santos (Portugal), em que foi possível encontrar os possíveis ethé discursivos dos editores de forma coletiva e singular. Acreditamos que o papel social revelado pelos depoentes fo
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Stacul, Juan Filipe. "“Lágrimas fracas, dores mínimas, chuvas outonais”: a poética da melancolia em três escritoras lusófonas." Jangada: crítica | literatura | artes, no. 11 (November 13, 2018): 156–75. http://dx.doi.org/10.35921/jangada.v0i11.148.

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Abstract:
No presente trabalho, pretende-se realizar uma investigação acerca das relações entre melancolia, enunciação e literatura, especificamente, em três grandes nomes da poesia contemporânea em língua portuguesa: Noémia de Sousa (Moçambique), Florbela Espanca (Portugal) e Ana Cristina Cesar (Brasil). Para tanto, foram selecionados textos em que se verifica a recorrência da dicção melancólica como traço constituinte da lírica de cada uma das poetisas. Pretende-se, com tal análise, verificar que a constituição de uma poética da melancolia nessas autoras, resguardados os devidos panoramas histórico-cu
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